15 elementos chaves para uma estratégia de proteção de dados empresariais bem-sucedida

As práticas e técnicas a serem consideradas ao desenvolver uma estratégia de proteção de dados basicamente são o gerenciamento do seu ciclo de vida, que é a movimentação automatizada de informações críticas para armazenamento online e offline, gerenciamento de risco, prevenção contra perda, gestão e recuperação, entre outros, com foco em

minimizar as perdas de negócios devido à falta de integridade e disponibilidade de informações verificáveis.

Ao construir uma estratégia de armazenamento completo de dados, parte do processo é identificar o resultado desejado da estratégia e, em seguida, identificar as ações necessárias para atingir a meta.

Considerando a importância das informações para uma organização, uma estratégia de proteção bem elaborada é uma parte essencial de um programa de gerenciamento de dados.

É fundamental identificar os elementos necessários de uma estratégia de proteção e as atividades da empresa que devem ocorrer, incluindo armazenamento primário e gestão de dados, infraestrutura para sua retenção apropriada, controles de acesso associados e medidas de segurança para proteger os dados de acessos não autorizados a ataques.

Atividades que formam uma estratégia de proteção de dados.

Vamos examinar, de forma resumida, os principais componentes de uma estratégia de proteção de dados. Em primeiro lugar, certifique-se de que a alta administração aprove a criação de uma estratégia de segurança aplicada a dados.

Em segundo lugar, certifique-se de que a estratégia está alinhada com os processos de negócios executados pela empresa. Observe que as atividades a seguir não estão em ordem de importância ou preferência.

1. Gerenciamento do ciclo de vida dos dados

Estabelecer um ciclo de vida das informações utilizadas pela empresa em seu processo de negócio prepara uma estrutura para os dados, desde a criação até o armazenamento, o arquivamento e a eliminação. Geralmente é considerado um componente fundamental de uma estratégia de proteção de dados.

2. Gestão de riscos

Identificar e avaliar os riscos e ameaças aos dados é essencial ao formular a maioria dos aspectos de uma estratégia de proteção de dados, pois o planejamento visa minimizar a probabilidade de ocorrência de incidentes e mitigar a gravidade dos eventos que afetam negativamente o conjunto de informações.

3. Prevenção contra perda de dados

Essas atividades garantem que todos os dados criados sejam protegidos contra possíveis perdas ou danos por meio de atividades como armazenamento e proteção da integridade dos dados com tecnologias de criptografia.

4. Backup e recuperação

Uma vez que os dados foram criados, a menos que não sejam mais necessários, deve ser feito o armazenamento em um local seguro e protegido para uso futuro. Quando as informações são necessárias, um processo de recuperação os libera de seu arquivamento seguro e verifica se estão prontos para uso. Essas atividades também são componentes-chave de iniciativas de continuidade de negócios e recuperação de desastres (BCDR).

5. Controles de acesso

Entre os componentes mais importantes de uma estratégia de proteção de dados está o processo de acesso e uso seguro das informações. Os controles de acesso são normalmente examinados por auditores como parte de uma auditoria de TI.

6. Gestão de armazenamento de dados

Essa atividade abrange todos os processos associados à movimentação segura de dados de produção para um repositório de armazenamento seguro – por exemplo, no local ou fora do local em um ambiente de nuvem – para uso posterior. Em situações em que as informações podem ser necessárias em uma data e hora posteriores, o gerenciamento de armazenamento move os dados para um recurso de arquivamento.

7. Prevenção de violação de dados

Essas atividades evitam o acesso não autorizado as informações por um ataque de segurança cibernética ou outro evento malicioso, usando medidas de segurança de rede para impedir o acesso externo e sistemas de proteção para bloquear os dados internos.

8. Confidencialidade, integridade e disponibilidade

Esses são os atributos básicos da proteção de dados e, especificamente, da segurança da informação. Os componentes de uma estratégia de proteção de dados alcançam cada um desses atributos.

9. Proteção contra ransomware

Essas atividades evitam situações em que o acesso aos dados e sistemas é comprometido por um ator da ciberameaça, com acesso concedido apenas por algum tipo de resgate, por exemplo, pagamento financeiro. Isso se tornou um componente-chave das atividades de proteção da segurança cibernética.

10. Políticas e procedimentos

As políticas estabelecem “o quê” associado às atividades de proteção e os procedimentos definem as atividades “como”. Ambos são essenciais em um programa de gerenciamento e normalmente são examinados como parte do processo de auditoria.

11. Padrões e conformidade regulamentar

As boas práticas pressupõem o conhecimento e o uso dos vários padrões e regulamentos em vigor que regem como os dados devem ser protegidos. Um dos mais amplamente reconhecidos é a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

12. Teste e exercícios

O teste regular e o exercício das atividades do programa de gerenciamento, por exemplo, armazenamento e recuperação de informações, gerenciamento de acesso e atividades de prevenção de segurança cibernética, garantem que esses programas importantes funcionem corretamente e que os funcionários responsáveis ​​por eles conheçam suas funções e responsabilidades. Essas atividades também são componentes das iniciativas de BCDR.

13. Treinamento e conscientização

Essas atividades garantem que as pessoas responsáveis pelos processos de proteção de dados conheçam suas funções. Eles também garantem que todos os funcionários saibam como suas informações são gerenciadas e protegidas e saibam suas responsabilidades para garantir que seus dados estejam seguros.

14. Auditoria e avaliação

Para garantir que as estratégias de proteção estejam sendo seguidas e todos os programas de gerenciamento associados estejam funcionando corretamente, eles devem ser examinados, avaliados e auditados periodicamente. Isso é especialmente verdadeiro para garantir a conformidade com os padrões e regulamentos relevantes.

15. Monitoramento e revisão

Um programa de gerenciamento de dados bem organizado fornece monitoramento contínuo de todos os aspectos da criação, transmissão, armazenamento, arquivamento e destruição de informações. Essas atividades fornecem evidências essenciais para os auditores que examinam a proteção de dados e os controles de gerenciamento.

Uma vez que a estratégia tenha sido estabelecida, seu desenvolvimento e implementação ocorrerão com base nas necessidades de negócios da empresa, financiamento disponível, equipe e compromisso da alta administração com uma infraestrutura segura.

Gestão da segurança cibernética com Commvault Complete Backup and Recovery

Os ambientes tradicionais de gestão e recuperação geralmente consistem em vários produtos autônomos. Esses produtos podem oferecer instantâneos, backup, deduplicação, arquivamento, relatórios e outros recursos. Mas eles são apenas produtos separados que não foram projetados para funcionar juntos e carecem de integração.

Os administradores lutam para gerenciar esses vários produtos. Cada produto é um silo de dados separado com seu armazenamento e infraestrutura caros específicos do fornecedor.

Eles lutam com ferramentas de gerenciamento inconsistentes, opções de backup limitadas, recuperação complicada e incapacidade de acessar ou usar dados em produtos. Essa abordagem desarticulada resulta em maiores custos de infraestrutura, gerenciamento e operação.

A solução Commvault Complete Backup and Recovery é uma plataforma unificada para proteção de dados e gerenciamento de cargas de trabalho locais e na nuvem. Os principais recursos incluem cópia segura de dados, instantâneos, replicação, arquivamento, migração e proteção em nuvem, índice e pesquisa de conteúdo, recuperação de desastres e relatórios.

Esses recursos são integrados a uma plataforma de dados com uma única base de código e, portanto, proporcionando eficiência em custos e gerenciamento gerais. A arquitetura do Commvault Complete Backup and Recovery compreende componentes principais que você pode aumentar ou expandir para atender às suas necessidades de eficiência e desempenho.

Ao contrário dos produtos pontuais, Commvault Complete Data Protection é uma solução integrada. Os dados protegidos são armazenados em um único repositório de dados virtual, o que elimina os silos de dados separados que vêm com os produtos tradicionais de instantâneo, backup, duplicação, arquivamento e relatórios.

Como resultado, apenas a Commvault oferece uma solução abrangente de proteção de dados que fornece uma visão completa dos dados da sua empresa, não importa onde eles residam.

A Commvault também tem abrangência e profundidade de cobertura únicas em sistemas de armazenamento, mecanismos de instantâneo, sistemas operacionais, bancos de dados, aplicativos corporativos, hipervisores e plataformas em nuvem, para que os usuários nunca fiquem presos a uma tecnologia cara ou proprietária de um fornecedor específico.

A solução Commvault Complete Data Protection protege rapidamente os dados em toda a empresa – incluindo servidores virtuais e físicos, nuvem, plataformas híbridas e de armazenamento, centros de dados, escritórios remotos e dispositivos móveis. As opções flexíveis de proteção de dados incluem gerenciamento de instantâneos Commvault, backup desduplicado, replicação e arquivamento.

Em todos os casos, recupere os dados rapidamente em uma única etapa. Além disso, o software Commvault permite que as organizações:

  • Gerencie e arquive ativamente os dados nas camadas de armazenamento para reduzir custos e melhorar o desempenho
  • Acesse os dados imediatamente sem esperar por uma recuperação completa
  • Use facilmente os dados em suporte de eDiscovery, conformidade regulamentar e outros objetivos

O software Commvault é uma abordagem para resolver problemas de dados complexos de uma maneira abrangente, mas direta. Uma plataforma que permite implementar uma estratégia de proteção de dados que simplifica as operações de TI, mantém o orçamento sob controle e atende às demandas de negócios, agora e no futuro – permitindo que você tenha tudo.

Sobre a StorageOne

Somos uma integradora de soluções em tecnologia de infraestrutura de TI, com mais de 20 anos de experiência atendendo grandes clientes em vários segmentos, como finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

Nosso foco é customizar soluções de acordo com a necessidade de cada cliente, principalmente sob três perspectivas: segurança, desempenho e compliance. Assim, trabalhamos para que os dados armazenados pela sua empresa estejam disponíveis e seguros, em total conformidade com as leis.

Nossas soluções gerenciam seus dados e garantem a escalabilidade de sua infraestrutura para você se preocupar apenas com sua estratégia de crescimento.

Fale com nossos especialistas

Consultoria em TI: A importância de um projeto sob medida para sua empresa

A sua empresa pode ter foco em tecnologia, ou ser de uma vertical completamente diferente. Mas isso não significa que o TI ficará de fora da área estratégica.

Na era digital as empresas estão cada vez mais dependentes da Tecnologia da Informação para a execução de suas operações e para ganhar agilidade e competitividade no mercado em que atuam.

Como consequência desse movimento, as empresas precisam lidar com novos desafios, que acabam desencadeando todo um processo de transformação digital em seus processos tradicionais e a consequente necessidade de adaptação de seus executivos e colaboradores à essa nova realidade.

Um dos principais fatores que torna difícil essa jornada para a transformação digital é o comprometimento das equipes operacionais e de TI com as operações e soluções de problemas do dia a dia. Sobra muito pouco tempo para avaliar novas tecnologias e definir quais são as mais adequadas, operacionalmente e financeiramente, ao contexto da empresa e ao do mercado em que atuam.

Esse cenário tem feito com que as empresas busquem parcerias com Consultorias de TI, utilizando sua experiência de mercado e expertise para definir as soluções que melhor atendam ao seu contexto, através do trabalho em conjunto com os times internos, que possuem a experiência operacional da empresa.

Os principais resultados decorrentes de uma parceria como essa são:

O que faz uma consultoria de TI?

Através de um trabalho personalizado e sob demanda, a consultoria de TI ajuda clientes a prevenir e resolver problemas e automatizar processos na área. Com diferentes campos de atuação, desde rede básica até soluções gerenciadas, os consultores avaliam as necessidades, recursos e objetivos atuais.

Um plano então será traçado, junto com gestores, colaboradores e outros stakeholders. Recomendações e sugestões serão realizadas na sequência, definindo as melhores alternativas de equipamentos, softwares de acordo com o diagnóstico do cenário atual da empresa.

Algumas consultorias ainda oferecem serviços específicos de acordo com as especialidades que possuem, como serviços na nuvem, operações de rede, soluções de TI gerenciadas, cibersegurança e compliance e gestão de desastres.

De modo geral, a consultoria irá aconselhar e ajudar a empresa a implementar os planos de ação. Inclusive, podendo ser referente apenas a um projeto específico ou à companhia inteira, ela difere do trabalho de outsourcing ao não apenas delegar um processo, mas adquirir uma visão holística das necessidades da empresa.

Então, se você sente que o departamento de TI da sua empresa não está conseguindo demonstrar a entrega dos resultados esperados ou acha difícil identificar os benefícios que a era da tecnologia traz para o negócio, peça ajuda.

Por que contratar uma consultoria de TI?

Com tantas novidades e evoluções acontecendo no meio digital, é fácil se perder entre as tantas opções disponíveis no mercado. O papel do gestor de TI, altamente requisitado, pode não conseguir conduzir as atividades da companhia e pensar em melhorias e inovação simultaneamente.

Diante disso, a consultoria de TI pode ser um ótimo parceiro para levar estratégias e otimizações sem aumentar a carga de trabalho da equipe atual. Os benefícios são muitos e os principais consistem em:

Reduzir custos de infraestrutura

A identificação e comparação entre necessidades e recursos atuais atua na redução de custos, identificando quais gastos excessivos, desnecessários e/ou redundantes acontecem atualmente. Ao permitir que os colaboradores façam mais, de forma eficiente e produtiva, os custos também diminuem de forma operacional.

Além destes, os gastos de contratação in-house, para montar uma equipe de TI (ou adicionar novos colaboradores ao time existente) são minimizados. O ônus da procura de profissionais especializados, contratação, máquinas novas, férias e outros não acontecem nesse cenário.

Garantir a segurança e compliance       

Seja na contratação de uma consultoria especializada em cibersegurança ou não, ao monitorar os ambientes são encontradas brechas e vulnerabilidades que colocam o negócio em risco. Com a análise de problemas atuais, o trabalho de mitigar riscos e prevenção fica mais fácil, podendo oferecer soluções que protejam as informações e dados da empresa.

Implementar melhores práticas de gestão

As consultorias, pelo menos as de excelência, baseiam suas orientações e modos de trabalho de acordo com as melhores práticas mundiais e do mercado. Padrões e frameworks como  PMBOK®, BPM CBOK®, ITIL® e COBIT® são utilizados. Isso garante consistência e adaptabilidade para que a sua empresa tenha acesso ao que há de melhor e mais moderno.

Tornar o TI estratégico

O conhecimento especializado que a consultoria agrega ao negócio, quando em conjunto com o atendimento personalizado, auxilia na transformação da TI em uma área estratégica. A substituição da perspectiva acontece ao desconstruir a visão equivocada que a tecnologia da informação é apenas um centro de custos, e que no máximo, presta suporte à outras áreas.

Com a otimização de recursos tecnológicos, projetos de melhoria, atualização e inovação, o TI agrega valor para a companhia. Tecnologias como nuvem, inteligência artificial e Big Data podem ser integradas e implementadas de acordo com as necessidades da empresa, se adequando a ela e não o contrário.

A vantagem competitiva acontece quando a inovação é proveniente de um bom planejamento, integrando sistemas e aplicações, antes que a concorrência atue.

Como escolher uma consultoria de TI no mercado?

Agora que você conhece e entende como uma consultoria pode beneficiar a sua empresa, chegou o momento de escolher um fornecedor.  

Nesse contexto, alguns quesitos precisam ser levados em consideração. Lembre-se que preço não deverá ser uma prioridade, mas sim o valor que aquele parceiro oferecerá, como o investimento que deve ser.

Na análise de custo-benefício, a consultoria deve ter grande experiência e longo prazo de mercado, com ótima reputação e recomendações. O currículo dos colaboradores e consultores também deve ser levado em consideração, principalmente as certificações e experiências em projetos de verticais semelhantes às suas, e se a equipe é de fato multidisciplinar.

A consultoria deverá atuar conforme as necessidades de cada cliente e não propor uma única solução padrão, tendo o sucesso do projeto como foco.

Conheça a StorageOne

Um projeto bem-sucedido começa na escolha da consultoria. A StorageOne tem mais de 20 anos, integrando soluções de infraestrutura e tecnologia para grandes clientes. Nossos especialistas atuam sob três perspectivas: desempenho, segurança e compliance, de acordo com as necessidades de cada cliente.

Para garantir que o seu negócio conte com escalabilidade, inovação e melhores práticas, agende uma reunião conosco e descubra como um parceiro de TI pode transformar o seu negócio!

Continuous Data Protection (CDP): entenda a importância desse método para o disaster recovery

Imagine que você está manipulando um arquivo e seu computador trava, fazendo com que você perca tudo o que tem. É uma grande dor de cabeça, certo? Agora, imagine que isso aconteça com todos os dados da sua empresa. Bom, já dá para imaginar o tamanho do problema.

Para evitar perder seus documentos, as empresas investem em cópias de segurança. Mas apenas o backup simples pode não ser a melhor solução, já que o salvamento é realizado em horários pré-determinados para não sobrecarregar a rede.

É aí que entra a importância do Continuous Data Protection, que conheceremos nos tópicos a seguir. Eficiente, versátil e mais seguro, o CPD é praticamente indispensável para qualquer empresa. Confira!

Qual a diferença entre o CDP e outros formatos de backup?

Para entender os diferenciais do CDP, o primeiro passo que você deve dar é compará-lo aos backups tradicionais. E, nesse sentido, podemos listar duas grandes vantagens.

Intervalos curtos

Os backups tradicionais precisam de horários pré-determinados para serem realizados. E, normalmente, eles acontecem de madrugada, quando não há profissionais utilizando a rede. Isso porque a migração para o servidor local ou para a nuvem sobrecarrega o sistema, gerando lentidão.

Com o CDP, esse salvamento é contínuo. Ou seja, ele salva os arquivos automaticamente a cada edição. Isso não sobrecarrega a rede e, principalmente, mantém todas as informações salvas de maneira mais segura.

Proteção avançada

E por falar em segurança, o CDP também leva vantagem nesse quesito. Em geral, os sistemas comuns de backups criam espelhos para salvar uma versão de cada arquivo.

Com o CDP é diferente. A cada edição é criado um versionamento do arquivo. Isso é muito importante para casos de invasão à rede. Na prática, se ocorrer o sequestro dos dados, não será necessário ceder ao pedido de resgate, pois com o Continuous Data Protection é possível voltar no ponto exato antes que o ataque tenha sido realizado.

De fato, as vantagens em segurança são muitas. Confira um resumo das principais:

  • cada detalhe modificado no arquivo é salvo. Isso cria diversos versionamentos sobre o arquivo, permitindo recuperá-lo a qualquer tempo após editado;
  • permite o backup de arquivos, pastas, dados de aplicativos, bancos de dados e outros;
  • exige bem menos espaço em disco em comparação aos backups comuns, cerca de 15%;
  • permite diversas cópias em dispositivos de armazenamento externo;
  • não afeta o desempenho do sistema, pois não há uma carga grande de backup no mesmo momento.

Qual o papel do CDP na recuperação de desastres?

O CDP atua de maneira mais eficiente caso sua empresa passe por situações de desastres, como curtos-circuitos, incêndios ou enchentes, assim como ocorre com ciberataques, também será possível acessar os versionamentos anteriores ao fato, recuperando facilmente os arquivos.

Essa recuperação ocorre porque os backups definidos por essa metodologia são armazenados múltiplas vezes em um local fora da empresa (off-site), criando um nível altíssimo de proteção aos dados.

Se a sua empresa gera uma grande quantidade de informações a cada minuto, essa solução é imprescindível para a segurança do próprio negócio.

E quais as desvantagens do CDP?

Como o espaço em disco é economizado, o ideal é investir em dispositivos físicos que sejam mais rápidos para dar a eficiência necessária ao sistema. E como os backups são contínuos, a taxa de troca de dados também é maior. Para não correr riscos com erros, o ideal é combinar o CDP com backups tradicionais.

Afinal, o CDP pode substituir os backups tradicionais?

Sim. Pode e de maneira mais eficaz e segura. Mas é importante entender as limitações de cada um.

A segurança de qualquer tipo de backup está, principalmente, na localização dos dados. Se o backup for realizado em um domínio igual ao site de sua empresa, o nível de segurança dos dados poderá ser vulnerável.

Caso ocorra um desastre e o armazenamento externo for dentro da sua própria empresa, haverá um grande risco de perdê-los.

O ideal para qualquer tipo de backup é seguir a regra de 3 para 1: armazenar os dados em três locais diferentes, sendo dois locais de armazenamento e uma cópia física distante do local. Assim, se uma das cópias for danificada, ainda haverá as outras para o acesso aos arquivos.

Como a StorageOne pode auxiliar seu plano de recuperação de desastres?

Quando falamos em gestão de informações, podemos reforçar que qualquer empresa precisa ter alto nível de segurança para o armazenamento de seus dados. Caso contrário, todos os negócios podem ser colocados em risco.

E, nesse sentido, um parceiro especializado é indispensável. Afinal, é muito importante criar a estrutura correta para que todos os backups estejam seguramente armazenados e rapidamente acessíveis.

É dessa maneira que a StorageOne atua para auxiliar sua empresa a estruturar corretamente o CDP. Com 20 anos de atuação no mercado, a StorageOne auxilia empresas de diversos segmentos, como governo, educação, finanças, serviços e varejo.

Oferecendo customização para as necessidades de sua empresa, a StorageOne garante o armazenamento seguro dos dados, com o máximo de desempenho e compliance, seguindo todas as diretrizes da LGPD.

Converse com os analistas da StorageOne agora mesmo e veja como elevar o nível de proteção às informações críticas de sua empresa com o CDP!

O que é Plano de Continuidade Operacional e qual a importância para seu negócio?

Desastres não marcam dia ou horário para acontecerem. E caso a sua empresa não esteja preparada, a organização inteira irá sofrer com a paralisação e os potenciais prejuízos que isso causa.

O efeito dominó, onde um pequeno revés inicia uma cadeia de efeitos, leva algumas companhias diretamente para o caminho da falência. E por mais que gestores e funcionários possam planejar, fazer cronograma, planilhas ou reuniões, um imprevisto, desastre ou tragédia podem mudar a ordem das coisas – alguém poderia prever a pandemia?

Mas é justamente por isso que existe o PCO, ou Plano de Continuidade Operacional, e neste texto apresentaremos o que é, porque é importante que sua empresa monte um e vamos mostrar as etapas para que isso ocorra.

A composição de um Plano de Continuidade Operacional

O PCO, ou Plano de Continuidade Operacional, é todo e qualquer procedimento que a sua empresa terá que seguir após algum acidente, ocorrência, emergência ou algum desastre. Seja ele físico, natural ou humano, para assim, continuar as suas atividades da forma mais íntegra e segura possível.

É importante que a sua empresa adote um PCO, independentemente de ter ocorrido um desastre ou não. É como cuidar da saúde, onde mesmo em casos de falta de recursos ou de prioridades, não relegar os cuidados apenas em momentos de emergências.

Um grande desafio no mundo empresarial é conscientizar as empresas para que adotem esse plano, para que enxerguem a importância de tudo isso e, principalmente, para que todos tenham ciência que um PCO não é um gasto, é investimento.

Também é importante salientar que esse plano não é uma ciência exata, que varia caso a caso e da gravidade de cada ocasião. Por exemplo, uma empresa que perdeu os servidores seria interessante investir em backups ou um conjunto de servidores. Já uma empresa que sofreu um incêndio na parte elétrica deveria focar os investimentos em um projeto de combate a incêndio ou em migrar os dados e servidores para outros locais, como a nuvem.

Por que sua empresa deve montar um PCO?

Falar da importância do Plano de Continuidade Operacional é chover no molhado. Toda e qualquer empresa deve estruturar um. Não importa se é micro, média ou uma multinacional, todas devem ter. Esperar acontecer um desastre é arriscado e pode comprometer desde o andamento de um projeto até a continuidade da empresa como um todo.

Mesmo que o seu negócio esteja fluindo bem, elabore um PCO ao menos para prevenção, pois se deixar para depois ou não cuidar da operação de sua empresa, pode ser tarde demais.

Com ataques cibernéticos evoluindo a cada dia, a segurança não deve focar apenas em deixar os invasores do lado de fora – ter o passo a passo de recuperação de dados, como blindar os sistemas e garantir que a empresa conseguirá manter seus compromissos e operações em um cenário improvável é essencial.

5 etapas para criar um Plano de Continuidade Operacional

Para criar um PCO, a companhia deve ter em mente que esse tipo de plano será único e exclusivo dela. Deve ser feito de maneira personalizada, entendendo quais os assets mais importantes, quais informações e operações são prioridade e quais estão em segundo plano.

Separamos abaixo os 4 passos iniciais, e uma 5ª dica: a saúde da segurança da sua empresa pode evitar gastar tempo e recursos ao contar com uma equipe de especialistas. Siga a leitura para entender o que cada etapa deverá se assemelhar:

1 – Organize uma boa equipe de Continuidade

Duas coisas são imprescindíveis nessa etapa: o trabalho em equipe deve acontecer e o gestor deve delegar tarefas para essa equipe. Obviamente, tudo isso depende do tamanho de distribuição do staff, mas de qualquer forma cada setor da empresa deve ter um representante, como um gerente ou coordenador.

Os líderes devem ser responsáveis por sua equipe, preparar os técnicos, as diretrizes dos projetos, identificar os problemas e colocar em prática o PCO o mais rápido possível;

2 – Administre um estudo dos efeitos nos negócios

Além de ter uma equipe boa e ter, pelo menos, um líder em cada setor, é fundamental compreender a gravidade da situação, o que deve ou não ser feito, quanto vai custar para a empresa e qual mão de obra deve ser considerada.

Se possível, documente tudo, ter a planta da empresa também ajuda muito e se for preciso, faça até um dossiê com checklist para que nada seja esquecido.

Essa administração e condução não deve ser desprezada pelo líder de cada setor. É complexa, requer muito estudo e trabalho, mas, sem isso, o Plano de Continuidade pode ir por água abaixo.

Evite pular etapas e respeite a ordem de cada uma delas. Embora exista a pressão para que as coisas voltem à normalidade o mais rápido possível, não seguir o planejamento pode ter um efeito pior ainda.

3 – Identifique os recursos atuais vs necessários

Com toda a equipe já organizada, preparada, treinada e com tudo já planejado nos detalhes, é hora de colocar tudo em prática. Sua responsabilidade como gestor de uma empresa e equipe é enorme. Tenha tudo documentado e tente não deixar nada na informalidade. Chame o advogado se for preciso, pois um descuido pode ser fatal – literalmente.

Também preste atenção nas ditas lacunas (os recursos que você possui x os recursos que sua empresa precisa). Ter em mãos a planta baixa da empresa, conhecer a geografia do local é essencial para qualquer líder que precisa ter o respeito da equipe e do mercado.

4 – Faça testes em tudo

Não se iluda: por mais que você tenha estudado, planejado e colocado em prática, o resultado do PCO dificilmente estará 100% finalizado mesmo após o plano ser executado, pois ainda será preciso checar, verificar e analisar todos os setores e o que for passível de falhas.

De modo geral, mesmo que o serviço esteja finalizado, sempre é preciso testar tudo, como uma simulação de incêndio, o uso de geradores, servidores etc. Por isso, não pense que o trabalho irá diminuir nesse momento: agora é a hora onde os alinhamentos serão mais presentes e necessários para que sua empresa continue.

No mundo dos negócios e em um cenário cada vez mais globalizado, nenhuma empresa se reergue sozinha. Os custos citados acima como mão de obra e materiais geralmente são caríssimos e o acompanhamento de uma empresa profissional é, como já citado, um investimento menor do que os prejuízos que a falha da continuidade pode causar.

Conheça a Storage One

Se a sua empresa não conta com profissionais especializados, conte com um parceiro experiente nessa área. É através de uma consultoria personalizada que problemas podem ser levantados na sua estratégia. Identificar riscos, vulnerabilidades e fraquezas na segurança é mais fácil quando se tem conhecimento do que procurar.

Ter um apoio também envolve reduzir os riscos e realizar ações de prevenção para mitigar possíveis vulnerabilidades, tornando o seu ambiente mais seguro. Equipes que ficam à disposição e um suporte forte podem salvar os dados, informações e equipamentos da sua empresa.

A StorageOne conta com mais de 20 anos de experiência, transformando empresas de todos os portes a serem mais seguras, produtivas e lucrativas.

Entre em contato e fale com os nossos especialistas!

Como elaborar e executar um Plano de Recuperação de Desastres (PRD)?

Com a alta competitividade do mundo corporativo, e a rapidez que a tecnologia evolui, é preciso se manter atento às ameaças. Qualquer descuido nas máquinas e equipamentos de uma empresa pode ser fatal para um negócio.

Hoje, muitos já conhecem bem a importância dos backups, de um servidor potente e do trabalho de prevenção, como uma obra de combate a incêndio, por exemplo. Mas e se o pior cenário ocorrer e a empresa se ver vítima de um desastre?

As companhias não podem parar suas operações, caso contrário sofreriam enormes prejuízos, por prejudicar processos em andamento enquanto gastam tempo e recursos na recuperação. Ciente disso, criamos este artigo para fornecer conhecimento acerca dos desastres que possam ocorrer e como se adiantar nesses cenários.

O que é um Plano de Recuperação de Desastres?

O PRD, ou Plano de Recuperação de Desastres, é um conjunto de ações, procedimentos e políticas que têm o intuito de recuperar a estrutura de uma empresa após um desastre. Assim seja ele provocado de forma natural ou causado por usuários mal-intencionados, o PDR também atua na prevenção desses problemas.

Na prática, são listadas ideias e estratégias para uma empresa voltar aos eixos. Para tal continuidade, devem ser considerados 3 fatores: informação, o espaço físico da empresa e as pessoas. Afinal, um não pode funcionar sem o outro.

Importante frisar que o PRD atua dentro do Plano de Continuidade de Negócios. Apesar de serem conceitos distintos, devem coexistir entre si, e as tomadas de decisões de uma empresa devem seguir as diretrizes impostas por ambos os planos.

O passo a passo do Plano de Recuperação de Desastres:

Não existe uma fórmula mágica e o plano de uma empresa deve ser criado de forma personalizada. Por isso, apresentamos aqui como você e sua empresa podem se programar para evitar que mais prejuízos ocorram em caso de desastres:

  • Tenha ciência de quais dados são imprescindíveis para que sua empresa possa permanecer em operação e evitar um prejuízo maior;
  • Além dos dados, a localização é importante. Defina um “backup” de local físico (ou política de homeoffice) a fim de que as operações possam voltar sem comprometer o rendimento;
  • A comunicação é imprescindível em qualquer área, em qualquer ramo, ainda mais em situações emergenciais. Mantenha-se em contato com seus colaboradores e deixe todos à par da situação.

Dividimos abaixo os 5 passos principais para serem definidos com antecedência. Dessa forma, ao ter um plano estruturado, sua equipe não perderá tempo ponderando quais serão as etapas a serem propostas.

1 – Identifique o que está em estado crítico

É necessário identificar o que está em estado crítico e até que ponto a interrupção pode afetar o andamento da empresa. Cada caso é um caso, e o mais importante é possuir sensibilidade e inteligência para lidar com funcionários, clientes em casos de emergência.

Diferencie também quais informações poderão ser divididas entre os stakeholders nesses cenários, quais operações podem ser pausadas e quais podem ser postergadas sem interferir nos resultados da companhia.

2 – Avalie os ambientes críticos

Além dos setores principais, como financeiro e atendimento ao cliente, a avaliação de todos os ambientes deverá ser realizada. Isso auxiliará na definição de prioridades na tomada de decisões. Lembre-se de incluir sistemas de segurança (físicos e digitais) para prevenir que outras ameaças não se aproveitem de um momento vulnerável.

3 – Monte uma estratégia de comunicação

Garanta que a comunicação siga fluindo, para que o recomeço do negócio e a reparação possam ser mais efetivas. É através da articulação da liderança, com uma comunicação estratégica entre clientes e colaboradores, que previne os dados à credibilidade e imagem da empresa.

4 – Recupere dados e backups

Caso a sua empresa já possua uma política de segurança que inclui backups recorrentes, de acordo com as métricas de RTO e RPO, esse será o momento de aplicar a recuperação de dados. De acordo com as prioridades estabelecidas previamente, delegue funções à equipe e preste suporte ao departamento de TI para seguir todas as etapas de forma efetiva.

5 – Realize testes de conferência

Uma vez que dados e equipamentos sejam recuperados, que a comunicação esteja clara e que o Plano de Recuperação de Desastres tenha sido colocado em prática, o próximo passo será de conferência.

Verifique o estado e status de colaboradores, equipamentos e ferramentas antes de considerar que o plano está concluído. Essa etapa permitirá retornar às atividades com todas as medidas de segurança verificadas.

Conte com um parceiro especializado em segurança:

Apesar de alguns desastres serem imprevisíveis, muito pode ser recuperado antes que prejuízos maiores ocorram. É importante se preparar o máximo possível, com medidas de acordo com cada cenário para prevenir que eles ocorram, e que caso ocorram, não interfiram na continuidade do negócio.

Saber os riscos, dificuldades e fraquezas no sistema pode ser mais prático com uma equipe experiente e preparada.  Ter especialistas ao seu lado também envolve reduzir os riscos e realizar ações de prevenção para reduzir possíveis vulnerabilidades, tornando o seu ambiente mais seguro e diminuindo custos. Um suporte forte e disponível 24/7 podem salvar os dados, informações e equipamentos da sua empresa de forma ágil e segura.

Se a sua empresa não conta com um Plano de Recuperação de Desastres, conte com um parceiro experiente nessa área. É através de uma consultoria personalizada que problemas como os citamos podem ser examinados com inteligência e prevenidos.

A StorageOne conta com mais de 20 anos de experiência, transformando empresas de todos os portes a serem mais seguras, produtivas e lucrativas. Entre em contato e fale com os nossos especialistas.

Business Impact Analysis: Qual o impacto do tempo de inatividade no seu negócio?

Manter as operações em pleno funcionamento, bem como assegurar sua rápida recuperação em caso de incidentes, é uma das principais tarefas dos gestores.

Entretanto, para atingir esse objetivo, é preciso utilizar métodos como a Gestão de Continuidade de Negócio (GCN) – um conjunto de medidas que visam garantir o pleno funcionamento de processos críticos, mesmo que ocorram eventos súbitos ou de grande escala. Já para manter esse plano eficiente, é preciso dispor de um diagnóstico por meio da Business Impact Analysis (BIA).

Além disso, a empresa deve contar com uma matriz descritiva de ações efetivas com base nas diretrizes contidas na norma ISO 22301. Para ficar mais claro, esses são os pilares que mantêm uma organização em funcionamento mesmo quando há instabilidade e falhas em alguns pontos.

Cientes disso, com a finalidade de explicar o conceito e como aplicá-lo no dia a dia de um negócio desenvolvemos este artigo. Acompanhe e saiba mais sobre o assunto.

Entenda o Business Impact Analysis (BIA)

O Business Impact Analysis (BIA), que traduzido significa Análise de Impacto aos Negócios, nada mais é do que um relatório executivo que traz uma lista dos processos mais impactantes de uma empresa. Ou seja, aquelas ferramentas, como equipamentos, máquinas e áreas que, se não estiverem alinhados, podem causar prejuízos.

Ele parte do princípio de que qualquer organização está correndo riscos, tanto em relação às escolhas equivocadas pelos gestores quanto por eventos externos, como emergências ou acidentes.

Por isso, tem como função encontrar todas as vulnerabilidades e seus possíveis impactos, de modo a encontrar as formas mais eficientes para realizar as ações sem prejudicar o andamento dos processos.

O levantamento de tais informações ocorre através de entrevistas que são realizadas com os responsáveis por cada um dos departamentos da organização. Com o BIA, além de reduzir os efeitos dos impactos, ainda é possível direcionar e quantificar os recursos necessários para resolver cada uma das interrupções que possam surgir.

Como aplicar a análise de impacto aos negócios?

Quando se trata da gestão de continuidade de negócios, vários fatores vêm à mente, principalmente relacionados às ferramentas de recuperação e gerenciamento de crise.

Contudo, a norma ISO 22301, a qual define essa gestão como “a capacidade da organização de continuar a entregar produtos e serviços, em um nível aceitável, previamente definido, após incidentes de interrupção”, é quem dita a matriz de ações efetivas a serem realizadas:

Desenvolvimento do projeto

A primeira etapa deve ser a definição do responsável pela coordenação do projeto. De modo geral, é quem deve elaborar os questionários e realizar as entrevistas com os gestores das áreas. Além disso, é fundamental comunicar toda a empresa de que este processo será realizado, já que todos os setores são envolvidos e precisam dispor de tempo para as respostas.

Criação de questionários

Não existe um único modelo para os questionários. Isso porque eles variam conforme a organização e a área a ser trabalhada.

No entanto, no momento de cria-los, o ponto de partida é a identificação dos impactos resultados das interrupções ao longo do tempo, das ferramentas necessárias para a recuperação e da existência ou não de planos de ação para situações imprevistas.

Realização de entrevistas

Após o desenvolvimento dos questionários, o próximo passo é a realização das entrevistas. Elas devem ser feitas diretamente com os responsáveis pelas atividades críticas, de modo a se obter dados precisos. Além disso, é importante orientar os entrevistados a sinalizarem o pior cenário de cada caso, de modo a preparar a empresa para agir em situações emergenciais.

Elaboração do relatório

O Business Impact Analysis pode ser definido como o produto final desse trabalho. Entre as informações que o relatório deve obrigatoriamente ter estão:

  • resumo dos processos mapeados;
  • indicação dos prazos de tolerância à interrupção;
  • análise dos impactos causados por possíveis interrupções;                
  • definição dos critérios de prioridade;
  • indicação dos responsáveis e substitutos;
  • indicações do RTO (Recovery Time Objective ou Objetivo do Tempo de Recuperação) e do RPO (Recovery Point Objective ou Objetivo do Ponto de Recuperação), quando aplicável.

Enquanto o primeiro compreende o período em que um processo é restabelecido após um incidente, o segundo diz respeito ao período máximo em que dados podem ser perdidos ou ficarem indisponíveis após uma interrupção.

Otimize a gestão de continuidade com a StorageOne

Assim como ocorre com outros processos corporativos de análise, o Business Impact Analysis também pode ser influenciado por visões internas dos gestores se executados pela própria empresa.

Além disso, por se tratar de uma atividade que envolve diversas tarefas, delegar o BIA para os colaboradores pode acabar causando acúmulo de atividades, bem como relatórios não tão completos.

Portanto, o indicado é que esse processo seja realizado por parceiros especializados, os quais são capazes de ter uma visão imparcial e crítica de cada uma das áreas, sem vícios causados pelo relacionamento diário com tudo que é o observado para o desenvolvimento do relatório.

A StorageOne pode ajudar as empresas a desenvolverem a gestão de continuidade com mais eficiência e qualidade. Somos uma integradora de soluções em tecnologia de infraestrutura de TI, com 20 anos de experiência atendendo grandes clientes em vários segmentos, como finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

Nosso foco é customizar soluções de acordo com a necessidade de cada cliente, principalmente sob três perspectivas: segurança, desempenho e compliance. Assim, trabalhamos para que os dados armazenados pela sua empresa estejam disponíveis e seguros, em total conformidade com as novas leis de proteção de dados.

Esperamos que o nosso conteúdo tenha esclarecido o conceito para você. Sua empresa já realiza alguma ação nesse sentido? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato conosco

RTO e RPO: qual a importância dessas métricas para a continuidade dos seus processos?

A segurança da informação é uma área extremamente necessária nas empresas. Sendo os dados ativos tão valiosos, protegê-los é fundamental não apenas para que não caiam nas mãos de pessoas mal-intencionadas, como concorrentes ou hackers, mas para que não ocorram paralizações inesperadas.

Hoje, é impossível manter as operações ativas sem acesso aos dados financeiros ou de vendas, por exemplo. Felizmente, para analisar, controlar e medir a segurança do seu ambiente de TI, existem métricas que visam entender as margens seguras para o andamento da empresa.

O RTO e RPO são duas que podem ajudar a direcionar esforços para garantir a continuidade do negócio. Entenda mais sobre elas!

RTO e RPO: definições e diferenças

Essas métricas ajudam a guiar e estruturar o plano de Disaster Recovery, a fim de que haja economia de tempo e recursos em caso de processos de recuperação.

Na prática, os indicadores RTO e RPO são utilizados, principalmente, para a definição de cada medida a ser implementada na infraestrutura. Contudo, mesmo que cada um cumpra sua função, eles devem ser analisados em conjunto para um resultado mais efetivo.

RTO

O RTO, ou Recovery Time Objective (Objetivo do Tempo de Recuperação), é o indicativo do tempo máximo para que os sistemas voltem a operar após uma pane.

Esse cálculo deve levar em consideração as prioridades da empresa e elencar a importância de cada elemento, como sistemas, softwares e hardwares. O tempo necessário para realizar e restaurar backups, download de dados, reinstalações e atualizações também deve ser considerado dentro do RTO.

RPO

Se o RTO indica o tempo, o RPO, ou Recovery Point Objective (Ponto Objetivo de Recuperação), vai ditar a quantidade de dados que podem ser recuperados após um desastre ou pane.

Recursos e arquivos devem ser dimensionados por meio dessa métrica, principalmente definindo quais são as informações mais importantes. De modo geral, esse método de controle ajuda a calcular o limite de dados que poderia ser perdido sem afetar a continuidade da empresa.

Importante notar também que o RPO é cíclico e tem relação direta com a frequência com que são feitas cópias de segurança. Ou seja, caso a empresa realize um backup por dia, o RPO será de 24 horas.

Qual o papel dessas métricas na continuidade das operações?

As duas métricas citadas acima são de extrema importância para garantir a continuidade das operações. Portanto, elas devem coexistir para que a empresa possa criar diretrizes de acordo com o seu cenário e suas prioridades, estabelecendo uma base sólida.

Quando analisadas em conjunto, elas vão nortear o planejamento das políticas de segurança, identificando os possíveis danos em cada cenário, bem como definir o tempo e os recursos necessários para resolver os problemas em questão.

Em teoria, toda empresa trabalha para diminuir as chances de panes e paralisações. Por outro lado, gestores de TI também devem ter como meta minimizar qualquer dano sofrido, já que nem sempre é possível garantir 100% de segurança.

O RTO e RPO, nesse sentido, são dois índices valiosos para a definição do plano de Disaster Recovery, pois indicam o tempo necessário para a recuperação e quais são as informações prioritárias, respectivamente.

Ataques e perdas de informação naturalmente trazem algum nível de prejuízo, mas com conhecimento desses índices é possível contornar as consequências, amenizando os efeitos da paralização. Isto é, com as aplicações e operações mais críticas em funcionamento, o impacto é minimizado em casos de desastres, possibilitando que as equipes de tecnologia foquem na recuperação enquanto a empresa opera parcialmente.

Conte com um parceiro especializado

A sua empresa não pode ficar parada, refém do tempo e das ameaças. Um planejamento eficaz previne perdas e mitiga os riscos, sendo a base de uma política de segurança clara e transparente.

Diante disso, é preciso analisar dados, como o RTO e o RPO, para diminuir os impactos de um desastre.  Já, com a finalidade de coletar e gerar insights a partir dessas informações, conte com uma equipe de especialistas. Um parceiro de segurança pode trazer muito mais agilidade ao retorno operacional.

A StorageOne tem mais de 20 anos de experiência, ajudando empresas de todos os portes a aumentarem a sua segurança e compliance, enquanto diminui os riscos e custos do setor de TI. Não perca tempo, marque uma reunião com um especialista!

Quais as oportunidades e os desafios de segurança com a virtualização de dados?

A virtualização de dados está se tornando cada vez mais uma realidade dentro das empresas. De modo geral, esse modelo, por meio da conexão com a internet, atribui flexibilidade ao banco de dados, permitindo que os usuários possam acessá-lo em qualquer hora e local.

Em um cenário onde muitas empresas ainda utilizam vários servidores para diferentes funções, a virtualização promove eficiência e redução de custos. Afinal, a companhia passa a utilizar somente o espaço que consumir, em vez de adquirir, manter e operar uma infraestrutura interna.

De acordo com a VMware, apenas 5 a 10% da capacidade dos servidores são utilizados, em média. Contudo, apesar dessa necessidade de mercado, ainda existem muitas dúvidas acerca da migração e da segurança dos ambientes virtuais.

Cientes disso, criamos este artigo para ajudá-lo a entender todos os benefícios que têm motivado a adesão a esse modelo de armazenamento, bem como seus pontos de atenção, principalmente relacionados à segurança da informação. 

Virtualização como tendência corporativa: motivações e benefícios

Muitos gestores de tecnologia apostam no conceito de consolidação de servidores, que consiste em ter equipamentos mais robustos e maior capacidade de processamento. Porém, utilizado para hospedar vários tipos de aplicação, e podendo ser dividido entre diferentes filiais ou empresas, esse tipo de tendência traz alguns problemas.

Primeiro porque todos os dados ficam sujeitos a deterioração e riscos físicos, como alagamentos, incêndios e queima de energia. Além disso, o investimento é alto, tanto na aquisição quanto na manutenção e suporte.

Já com a virtualização essas ameaças são mitigadas, uma vez que não há um único servidor físico dentro da empresa. Em parceria com grandes fornecedores de armazenamento, a empresa não precisa despender tempo, dinheiro e profissionais para estruturar o ambiente.

A redução de custos é outro argumento favorável a essa migração. Isso porque, assim como permite cortar gastos com equipamentos físicos, ela possibilita realizar investimentos de acordo com a demanda de utilização do banco de dados.

Inclusive, é através desse modelo que as empresas ganham escalabilidade em seus projetos. Afinal, não precisam bancar um espaço que não será utilizado, tampouco equipamentos e custos indiretos, como energia e ar-condicionado.

O impacto da virtualização na segurança de dados

Se a virtualização já virou realidade por conta dos seus benefícios, ainda é preciso ter atenção em questões de segurança.

Quando relacionado ao armazenamento, esse processo elimina os riscos físicos, mas ainda pode sofrer com intempéries digitais. Visto que a infraestrutura recebe várias camadas adicionais, a gestão de vulnerabilidades se torna mais complexa.

O ambiente pode enfrentar problemas na identificação de ameaças, então caso não haja um monitoramento bem-estruturado, cibercriminosos podem passar por brechas de segurança com mais facilidade. Nesse sentido, também vale ressaltar que, dado a rapidez e o dinamismo com que os ataques ocorrem atualmente, esse desafio se torna ainda maior.

Máquinas virtuais podem ser criadas em questão de minutos, inclusive por usuários mal-intencionados para roubar dados e/ou utilizar a ferramenta contratada para outros fins. Por isso, é necessário um bom suporte para garantir que não haja dispersão virtual – quando muitas máquinas são criadas ou utilizadas, dificultando o gerenciamento e deixando atualizações e patches de segurança em segundo plano.

Como criar um ambiente virtual seguro na sua empresa?

A balança de benefícios ainda pende para a virtualização dos dados, já que todos os riscos podem ser mitigados. Isso porque, mesmo que as ameaças continuem evoluindo, as práticas de segurança da informação também acompanham esse processo a fim de monitorar o ambiente corporativo.

Quando o assunto são os ambientes virtuais, algumas táticas podem ser utilizadas. Caso a sua empresa já conte com MVs (máquinas virtuais), reveja se esses passos estão sendo seguidos. Já se estiver se preparando para migrar seus dados e operações, confira se a sua equipe está atenta a esses detalhes:

  • separação — definição de como e onde as máquinas virtuais de desenvolvimento, teste e produção se separam;
  • imposição do processo — implemente processos específicos e detalhados por meio de portais de autoatendimento para facilitar o gerenciamento;
  • gerenciamento de dispersão — com foco em diminuir a dispersão que citamos anteriormente, realize a gestão ativa dos ambientes virtuais, revisando-os periodicamente;
  • gerenciamento completo da pilha — centralize a atenção em conexões de ponta a ponta, para que não se tornem aberturas de segurança;
  • auditoria incorporada — utilize ferramentas específicas e automatize as verificações de segurança, balanceamentos e atualizações;
  • aplicação de patches — processos de manutenção e gerenciamento de patches devem ser implementados para realizar a programação e garantir que os softwares estejam atualizados em máquinas virtuais e offline.

Migração de seus dados com segurança com a StorageOne

Agora que você conhece um pouco mais sobre virtualização e entende que não basta migrar dados sem planejamento. Antes de tudo, analise o ambiente de tecnologia da sua empresa e revise as práticas, linguagens e bancos de dados utilizados, para garantir que essa mudança não traga riscos.

Nesse sentido, um dos modos ideais de ter a certeza que o trabalho seguirá os melhores padrões do mercado, sem precisar se preocupar com contratações, gestão e produtividade, é contar com um parceiro especializado na área.

A StorageOne tem mais de 20 anos de experiência no mercado, e com especialistas certificados irá criar um projeto feito especialmente para as necessidades da sua empresa. Entre em contato!

O que são sistemas legados e como eles podem trazer desafios à segurança da sua empresa?

Sistemas legados, provavelmente, ainda estão em operação dentro da sua empresa. É possível que você ainda os utilize diariamente, mesmo se não souber que eles são chamados assim.

Apesar de serem úteis, esses sistemas podem trazer riscos e ameaças em relação à segurança dos seus dados. Ou seja, eles não são totalmente negativos, mas precisam ser acompanhados para que não tragam mais prejuízos do que benefícios.

Neste artigo, a gente explica mais sobre o que são sistemas legados, como funcionam e como aumentar a segurança da sua empresa. Confira!

O que são sistemas legados?

Um sistema legado é uma infraestrutura digital construída, normalmente, sem arquitetura definida ou que passou por algumas etapas de desenvolvimento sem muito planejamento.

Nesse sentido, alguns fatores ajudam a definir se uma aplicação é legada ou não: a utilização de linguagens de programação desatualizadas, protocolos específicos e bancos de dados que já não são mais utilizados atualmente.

Resumindo, trata-se de qualquer sistema que ainda seja utilizado pela companhia, mas que não conte mais com atualizações – isto é, uma ferramenta descontinuada, seja pelo fornecedor primário, como grandes corporações ou por funcionários que a desenvolveram e já não estão mais na companhia.

Quais vulnerabilidades e riscos à segurança trazidos por sistemas legados?

Esse tipo de sistema costuma ter seu ciclo de suporte encerrado e já não contar com mais atualizações de segurança. Assim, ao lembrarmos de que as ameaças e formas de invasão não param de evoluir, entendemos como aplicações desatualizadas podem ser um risco em potencial.

Quando um único software deixa de se adaptar à realidade dos crimes virtuais, especialistas já ficam em estado de alerta. Imagine, então, quando isso acontece com um sistema inteiro, que permeia a companhia e é essencial para a continuidade da empresa.

Justamente por esses motivos, um sistema legado pode se tornar uma bomba-relógio, abrindo brechas na segurança a cada dia que passa. Ainda mais se ele estiver conectado à internet para que o ambiente interno conte com informações em tempo real.

Mas nem tudo está perdido. Como mostraremos adiante, existem algumas práticas para mitigar as vulnerabilidades geradas por esse cenário.

Como proteger seus dados nesse cenário?

Reescrever a aplicação

Assumimos que esse é um processo complexo e que pode demorar bastante até que seja finalizado. Mas, quando bem executado, com o mapeamento completo de processos e planejamento estratégico, pode ser uma forma de eliminar vulnerabilidades e melhorar o sistema como um todo.

Um detalhe importante nesse caso é que, idealmente, se tenha o código-fonte bem documentado, para que os desenvolvedores envolvidos no projeto gastem menos tempo e recursos atrás de informações.

Pacotes de soluções integradas

Ainda na intenção de integrar novos recursos sem substituir completamente o sistema legado, a contratação de um pacote de soluções pode ajudar a incorporar novas metodologias e ferramentas, modernizando o sistema de forma funcional.

Essa estratégia ajuda a minimizar os problemas, mas não os soluciona por completo — já que a contratação não, necessariamente, será escalável e/ou completa.

Substituição ou migração do sistema legado

Mais drástica do que as formas anteriores, o procedimento aqui é realizado uma única vez, para que haja a substituição ou migração completa do sistema.

Sendo a mais eficaz de todas as formas que já citamos anteriormente, ela pode ser dividida em etapas. Inclusive, ao alocar uma parte dos recursos na nuvem, a transformação acontece sem interromper as operações da empresa.

Dependendo do cenário, apenas atualizar o sistema legado não é suficiente para extinguir os riscos e ameaças que já existem. Substituir completamente pode ser mais efetivo em termos de custo e segurança.

Por que contar com um parceiro especializado?

Com a finalidade agir de forma preventiva e modernizar o seu ambiente de TI, antes que problemas maiores surjam, é importante entender o cenário que a sua empresa se encontra atualmente.

Diante disso, ter uma empresa parceira e especialista na área pode ser a diferença entre perder tempo e dinheiro em ferramentas e procedimentos que não são os ideais para a sua companhia.

Ao realizar um trabalho customizado para as necessidades atuais, você ganha em integração, modernização, aumento da produtividade e segurança. Vale ressaltar também que, para melhorar todos esses aspectos, não basta “apagar incêndios”. A solução escolhida deve ser pensada para os melhores resultados em médio e longo prazos.

Conte com a expertise de mais de 20 anos de experiência que só a StorageOne tem. As equipes de especialistas são altamente capacitadas para levar os melhores métodos e resoluções de forma personalizada para a sua empresa.

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Ataques de engenharia social: Como seus colaboradores podem preveni-los?

As companhias têm investido cada vez mais em cibersegurança. Porém, por mais que sistemas e softwares fiquem protegidos, não podemos nos esquecer que todas as máquinas são comandadas por seres humanos.

Como os ataques de engenharia social têm foco, exatamente, no usuário, acabam tendo também uma alta taxa de sucesso. Ou seja, é importante cuidar da segurança tecnológica, mas todo esse investimento pode ir por água abaixo caso seus colaboradores não estejam alertas e informados sobre esses tipos de ataque.

Ataques de engenharia social: o que são?

Essa estratégia, apesar de não ser tão técnica, é muito utilizada por cibercriminosos. Por considerarem o ser humano como o elo mais frágil, os invasores manipulam os usuários para ganhar acessos aos sistemas e informações.

Os ataques de engenharia social têm um único foco: ganhar acesso legítimo e autorizado a dados confidenciais, sem depender de softwares e brechas de infraestrutura.

Nesse contexto, educar seus colaboradores e permear uma cultura de segurança passa também por explicar todos os riscos e brechas. Os invasores que utilizam a engenharia social se valem, justamente, de informações amplamente disponíveis na internet para passarem confiança às suas vítimas.

Todavia, o mundo corporativo é mais restrito e, quando um ataque é bem-sucedido, pode não ser notado tão facilmente. Assim, os criminosos podem se valer da engenharia social para acessar o seu ambiente e, depois, instalarem malwares ou até abrirem brechas para investidas futuras.  

4 Tipos de ataques de engenharia social

Todas as categorias de ataques contam com o fator humano como brecha. Apesar disso, podemos separá-los em diversos tipos. Com o conhecimento de como os invasores agem, você pode ajudar a sua equipe a se preparar.

1 – Phishing

Os ataques por meio de phishing são antigos, mas efetivos. Essa técnica tem diversas versões, sendo por e-mail, VOIP, SMS e até mensagens de WhatsApp. Por meio deles, os criminosos seguem atrás de informações confidenciais como senhas, acessos e outros dados.

Com o fácil acesso à internet e redes sociais corporativas, não é difícil encontrar o organograma da companhia e, então, enviar um e-mail “isca” que apresente uma situação urgente e/ou vinda de um superior hierárquico. Afinal, funcionários não costumam negar ou sequer desconfiar de comunicações quando são enviadas da diretoria ou presidência da empresa.

2 – Spear phishing

A grande diferença entre o phishing “comum” e sua versão “spear” é a personalização. Nesse caso, o tipo de ataque tem como objetivo pessoas ou organizações específicas. Escrevemos aqui no blog um artigo que dá mais detalhes sobre essa modalidade específica — confira aqui!

No caso, o criminoso se passa por um executivo dentro da companhia, requisitando uma tarefa urgente ou um pedido de ajuda para acessar alguma informação. Casos mais diretos podem até focar em transações financeiras imediatas.

3 – Pretexting

Ainda com a finalidade de assumir identidades que parecem ser reais ou que imitam uma pessoa importante, no pretexting os invasores focam diretamente em conseguir acessos a sistemas críticos.

Uma das principais técnicas é se passar, supostamente, como equipe de TI, para coagir o usuário a entregar informações sigilosas, como credenciais de acesso.

4 – Quid pro quo

Diariamente, os setores de Help Desk ajudam diversos departamentos dentro de uma empresa. No caso quid pro quo, ou “isso por aquilo”, os invasores costumam se passar por prestadores desses serviços, buscando usuários que pediram algum auxílio tecnológico.

Ao abordar os funcionários, é de praxe que algum tenha um chamado real. Então, os criminosos se oferecem para resolver tais questões, mas demandam informações críticas para que seja possível realizar as ações necessárias.

Nesse caso, ao conseguirem acesso, os hackers podem desabilitar sistemas e softwares, além de instalarem malwares para garantir um acesso futuro à empresa.

Como preparar a sua equipe para a prevenção?

Manipular e enganar algum usuário para que a senha seja fornecida é muito menos trabalhoso (e custoso) para os criminosos do que investir em softwares para realizar invasões.

Cientes disso, independentemente dos procedimentos adotados na área de segurança da informação, é preciso ter em mente que o ser humano é passível de falhas, ainda mais quando não tem consciência dos riscos atrelados a algumas ações.  

Treine todos os colaboradores

Se o foco principal dos ataques são as pessoas que trabalham na companhia, comece com um treinamento. Todos os usuários devem ser instruídos em relação aos ataques de engenharia social e precisam seguir os processos de segurança da empresa. Diretrizes como não acessar links suspeitos, não permitir o download de arquivos de uma fonte não-confiável e criar senhas fortes devem ser sempre indicadas.

Utilize antivírus confiáveis e mantenha os softwares atualizados

O mercado oferece diferentes ferramentas para aumentar a segurança dos seus dados. Disponha de softwares como antivírus, firewalls e dispositivos anti-phishing nos navegadores.

Lembre-se também que todos os dispositivos, móveis ou não, podem se tornar brechas em potencial. Para tanto, é possível automatizar sistemas inteiros a serem atualizados por meio de toda a rede, para que essa demanda não fique dependente dos usuários.

Configure os provedores de e-mail de forma mais rígida

É possível alterar as configurações do seu sistema de e-mails para torná-lo mais rígido em relação a spams. Bons filtros determinam automaticamente quando uma mensagem é fortemente suspeita ou tem potencial de causar danos. Explique para os colaboradores como utilizar esse tipo de ferramenta e emita um alerta dizendo que nenhuma empresa não requisitará usuários, senhas e informações sensíveis por e-mail. Na dúvida, entre em contato por meio de canais oficiais do emissor da mensagem.

Conte com um parceiro especializado

A maior recomendação é contar com uma empresa que seja experiente na área. Isso porque, apesar de tomar todos os cuidados, ter um especialista de prontidão diminui os prejuízos que esses ataques podem causar.

Além do suporte, a sua empresa ganha em inteligência de segurança, melhorando os processos e implantando protocolos para prevenção e recuperação de dados.

A StorageOne ajuda companhias sob três perspectivas: segurança, desempenho e compliance. Fale com um de nossos especialistas agora mesmo!