RTO e RPO: qual a importância dessas métricas para a continuidade dos seus processos?

A segurança da informação é uma área extremamente necessária nas empresas. Sendo os dados ativos tão valiosos, protegê-los é fundamental não apenas para que não caiam nas mãos de pessoas mal-intencionadas, como concorrentes ou hackers, mas para que não ocorram paralizações inesperadas.

Hoje, é impossível manter as operações ativas sem acesso aos dados financeiros ou de vendas, por exemplo. Felizmente, para analisar, controlar e medir a segurança do seu ambiente de TI, existem métricas que visam entender as margens seguras para o andamento da empresa.

O RTO e RPO são duas que podem ajudar a direcionar esforços para garantir a continuidade do negócio. Entenda mais sobre elas!

RTO e RPO: definições e diferenças

Essas métricas ajudam a guiar e estruturar o plano de Disaster Recovery, a fim de que haja economia de tempo e recursos em caso de processos de recuperação.

Na prática, os indicadores RTO e RPO são utilizados, principalmente, para a definição de cada medida a ser implementada na infraestrutura. Contudo, mesmo que cada um cumpra sua função, eles devem ser analisados em conjunto para um resultado mais efetivo.

RTO

O RTO, ou Recovery Time Objective (Objetivo do Tempo de Recuperação), é o indicativo do tempo máximo para que os sistemas voltem a operar após uma pane.

Esse cálculo deve levar em consideração as prioridades da empresa e elencar a importância de cada elemento, como sistemas, softwares e hardwares. O tempo necessário para realizar e restaurar backups, download de dados, reinstalações e atualizações também deve ser considerado dentro do RTO.

RPO

Se o RTO indica o tempo, o RPO, ou Recovery Point Objective (Ponto Objetivo de Recuperação), vai ditar a quantidade de dados que podem ser recuperados após um desastre ou pane.

Recursos e arquivos devem ser dimensionados por meio dessa métrica, principalmente definindo quais são as informações mais importantes. De modo geral, esse método de controle ajuda a calcular o limite de dados que poderia ser perdido sem afetar a continuidade da empresa.

Importante notar também que o RPO é cíclico e tem relação direta com a frequência com que são feitas cópias de segurança. Ou seja, caso a empresa realize um backup por dia, o RPO será de 24 horas.

Qual o papel dessas métricas na continuidade das operações?

As duas métricas citadas acima são de extrema importância para garantir a continuidade das operações. Portanto, elas devem coexistir para que a empresa possa criar diretrizes de acordo com o seu cenário e suas prioridades, estabelecendo uma base sólida.

Quando analisadas em conjunto, elas vão nortear o planejamento das políticas de segurança, identificando os possíveis danos em cada cenário, bem como definir o tempo e os recursos necessários para resolver os problemas em questão.

Em teoria, toda empresa trabalha para diminuir as chances de panes e paralisações. Por outro lado, gestores de TI também devem ter como meta minimizar qualquer dano sofrido, já que nem sempre é possível garantir 100% de segurança.

O RTO e RPO, nesse sentido, são dois índices valiosos para a definição do plano de Disaster Recovery, pois indicam o tempo necessário para a recuperação e quais são as informações prioritárias, respectivamente.

Ataques e perdas de informação naturalmente trazem algum nível de prejuízo, mas com conhecimento desses índices é possível contornar as consequências, amenizando os efeitos da paralização. Isto é, com as aplicações e operações mais críticas em funcionamento, o impacto é minimizado em casos de desastres, possibilitando que as equipes de tecnologia foquem na recuperação enquanto a empresa opera parcialmente.

Conte com um parceiro especializado

A sua empresa não pode ficar parada, refém do tempo e das ameaças. Um planejamento eficaz previne perdas e mitiga os riscos, sendo a base de uma política de segurança clara e transparente.

Diante disso, é preciso analisar dados, como o RTO e o RPO, para diminuir os impactos de um desastre.  Já, com a finalidade de coletar e gerar insights a partir dessas informações, conte com uma equipe de especialistas. Um parceiro de segurança pode trazer muito mais agilidade ao retorno operacional.

A StorageOne tem mais de 20 anos de experiência, ajudando empresas de todos os portes a aumentarem a sua segurança e compliance, enquanto diminui os riscos e custos do setor de TI. Não perca tempo, marque uma reunião com um especialista!

Quais as oportunidades e os desafios de segurança com a virtualização de dados?

A virtualização de dados está se tornando cada vez mais uma realidade dentro das empresas. De modo geral, esse modelo, por meio da conexão com a internet, atribui flexibilidade ao banco de dados, permitindo que os usuários possam acessá-lo em qualquer hora e local.

Em um cenário onde muitas empresas ainda utilizam vários servidores para diferentes funções, a virtualização promove eficiência e redução de custos. Afinal, a companhia passa a utilizar somente o espaço que consumir, em vez de adquirir, manter e operar uma infraestrutura interna.

De acordo com a VMware, apenas 5 a 10% da capacidade dos servidores são utilizados, em média. Contudo, apesar dessa necessidade de mercado, ainda existem muitas dúvidas acerca da migração e da segurança dos ambientes virtuais.

Cientes disso, criamos este artigo para ajudá-lo a entender todos os benefícios que têm motivado a adesão a esse modelo de armazenamento, bem como seus pontos de atenção, principalmente relacionados à segurança da informação. 

Virtualização como tendência corporativa: motivações e benefícios

Muitos gestores de tecnologia apostam no conceito de consolidação de servidores, que consiste em ter equipamentos mais robustos e maior capacidade de processamento. Porém, utilizado para hospedar vários tipos de aplicação, e podendo ser dividido entre diferentes filiais ou empresas, esse tipo de tendência traz alguns problemas.

Primeiro porque todos os dados ficam sujeitos a deterioração e riscos físicos, como alagamentos, incêndios e queima de energia. Além disso, o investimento é alto, tanto na aquisição quanto na manutenção e suporte.

Já com a virtualização essas ameaças são mitigadas, uma vez que não há um único servidor físico dentro da empresa. Em parceria com grandes fornecedores de armazenamento, a empresa não precisa despender tempo, dinheiro e profissionais para estruturar o ambiente.

A redução de custos é outro argumento favorável a essa migração. Isso porque, assim como permite cortar gastos com equipamentos físicos, ela possibilita realizar investimentos de acordo com a demanda de utilização do banco de dados.

Inclusive, é através desse modelo que as empresas ganham escalabilidade em seus projetos. Afinal, não precisam bancar um espaço que não será utilizado, tampouco equipamentos e custos indiretos, como energia e ar-condicionado.

O impacto da virtualização na segurança de dados

Se a virtualização já virou realidade por conta dos seus benefícios, ainda é preciso ter atenção em questões de segurança.

Quando relacionado ao armazenamento, esse processo elimina os riscos físicos, mas ainda pode sofrer com intempéries digitais. Visto que a infraestrutura recebe várias camadas adicionais, a gestão de vulnerabilidades se torna mais complexa.

O ambiente pode enfrentar problemas na identificação de ameaças, então caso não haja um monitoramento bem-estruturado, cibercriminosos podem passar por brechas de segurança com mais facilidade. Nesse sentido, também vale ressaltar que, dado a rapidez e o dinamismo com que os ataques ocorrem atualmente, esse desafio se torna ainda maior.

Máquinas virtuais podem ser criadas em questão de minutos, inclusive por usuários mal-intencionados para roubar dados e/ou utilizar a ferramenta contratada para outros fins. Por isso, é necessário um bom suporte para garantir que não haja dispersão virtual – quando muitas máquinas são criadas ou utilizadas, dificultando o gerenciamento e deixando atualizações e patches de segurança em segundo plano.

Como criar um ambiente virtual seguro na sua empresa?

A balança de benefícios ainda pende para a virtualização dos dados, já que todos os riscos podem ser mitigados. Isso porque, mesmo que as ameaças continuem evoluindo, as práticas de segurança da informação também acompanham esse processo a fim de monitorar o ambiente corporativo.

Quando o assunto são os ambientes virtuais, algumas táticas podem ser utilizadas. Caso a sua empresa já conte com MVs (máquinas virtuais), reveja se esses passos estão sendo seguidos. Já se estiver se preparando para migrar seus dados e operações, confira se a sua equipe está atenta a esses detalhes:

  • separação — definição de como e onde as máquinas virtuais de desenvolvimento, teste e produção se separam;
  • imposição do processo — implemente processos específicos e detalhados por meio de portais de autoatendimento para facilitar o gerenciamento;
  • gerenciamento de dispersão — com foco em diminuir a dispersão que citamos anteriormente, realize a gestão ativa dos ambientes virtuais, revisando-os periodicamente;
  • gerenciamento completo da pilha — centralize a atenção em conexões de ponta a ponta, para que não se tornem aberturas de segurança;
  • auditoria incorporada — utilize ferramentas específicas e automatize as verificações de segurança, balanceamentos e atualizações;
  • aplicação de patches — processos de manutenção e gerenciamento de patches devem ser implementados para realizar a programação e garantir que os softwares estejam atualizados em máquinas virtuais e offline.

Migração de seus dados com segurança com a StorageOne

Agora que você conhece um pouco mais sobre virtualização e entende que não basta migrar dados sem planejamento. Antes de tudo, analise o ambiente de tecnologia da sua empresa e revise as práticas, linguagens e bancos de dados utilizados, para garantir que essa mudança não traga riscos.

Nesse sentido, um dos modos ideais de ter a certeza que o trabalho seguirá os melhores padrões do mercado, sem precisar se preocupar com contratações, gestão e produtividade, é contar com um parceiro especializado na área.

A StorageOne tem mais de 20 anos de experiência no mercado, e com especialistas certificados irá criar um projeto feito especialmente para as necessidades da sua empresa. Entre em contato!

O que são sistemas legados e como eles podem trazer desafios à segurança da sua empresa?

Sistemas legados, provavelmente, ainda estão em operação dentro da sua empresa. É possível que você ainda os utilize diariamente, mesmo se não souber que eles são chamados assim.

Apesar de serem úteis, esses sistemas podem trazer riscos e ameaças em relação à segurança dos seus dados. Ou seja, eles não são totalmente negativos, mas precisam ser acompanhados para que não tragam mais prejuízos do que benefícios.

Neste artigo, a gente explica mais sobre o que são sistemas legados, como funcionam e como aumentar a segurança da sua empresa. Confira!

O que são sistemas legados?

Um sistema legado é uma infraestrutura digital construída, normalmente, sem arquitetura definida ou que passou por algumas etapas de desenvolvimento sem muito planejamento.

Nesse sentido, alguns fatores ajudam a definir se uma aplicação é legada ou não: a utilização de linguagens de programação desatualizadas, protocolos específicos e bancos de dados que já não são mais utilizados atualmente.

Resumindo, trata-se de qualquer sistema que ainda seja utilizado pela companhia, mas que não conte mais com atualizações – isto é, uma ferramenta descontinuada, seja pelo fornecedor primário, como grandes corporações ou por funcionários que a desenvolveram e já não estão mais na companhia.

Quais vulnerabilidades e riscos à segurança trazidos por sistemas legados?

Esse tipo de sistema costuma ter seu ciclo de suporte encerrado e já não contar com mais atualizações de segurança. Assim, ao lembrarmos de que as ameaças e formas de invasão não param de evoluir, entendemos como aplicações desatualizadas podem ser um risco em potencial.

Quando um único software deixa de se adaptar à realidade dos crimes virtuais, especialistas já ficam em estado de alerta. Imagine, então, quando isso acontece com um sistema inteiro, que permeia a companhia e é essencial para a continuidade da empresa.

Justamente por esses motivos, um sistema legado pode se tornar uma bomba-relógio, abrindo brechas na segurança a cada dia que passa. Ainda mais se ele estiver conectado à internet para que o ambiente interno conte com informações em tempo real.

Mas nem tudo está perdido. Como mostraremos adiante, existem algumas práticas para mitigar as vulnerabilidades geradas por esse cenário.

Como proteger seus dados nesse cenário?

Reescrever a aplicação

Assumimos que esse é um processo complexo e que pode demorar bastante até que seja finalizado. Mas, quando bem executado, com o mapeamento completo de processos e planejamento estratégico, pode ser uma forma de eliminar vulnerabilidades e melhorar o sistema como um todo.

Um detalhe importante nesse caso é que, idealmente, se tenha o código-fonte bem documentado, para que os desenvolvedores envolvidos no projeto gastem menos tempo e recursos atrás de informações.

Pacotes de soluções integradas

Ainda na intenção de integrar novos recursos sem substituir completamente o sistema legado, a contratação de um pacote de soluções pode ajudar a incorporar novas metodologias e ferramentas, modernizando o sistema de forma funcional.

Essa estratégia ajuda a minimizar os problemas, mas não os soluciona por completo — já que a contratação não, necessariamente, será escalável e/ou completa.

Substituição ou migração do sistema legado

Mais drástica do que as formas anteriores, o procedimento aqui é realizado uma única vez, para que haja a substituição ou migração completa do sistema.

Sendo a mais eficaz de todas as formas que já citamos anteriormente, ela pode ser dividida em etapas. Inclusive, ao alocar uma parte dos recursos na nuvem, a transformação acontece sem interromper as operações da empresa.

Dependendo do cenário, apenas atualizar o sistema legado não é suficiente para extinguir os riscos e ameaças que já existem. Substituir completamente pode ser mais efetivo em termos de custo e segurança.

Por que contar com um parceiro especializado?

Com a finalidade agir de forma preventiva e modernizar o seu ambiente de TI, antes que problemas maiores surjam, é importante entender o cenário que a sua empresa se encontra atualmente.

Diante disso, ter uma empresa parceira e especialista na área pode ser a diferença entre perder tempo e dinheiro em ferramentas e procedimentos que não são os ideais para a sua companhia.

Ao realizar um trabalho customizado para as necessidades atuais, você ganha em integração, modernização, aumento da produtividade e segurança. Vale ressaltar também que, para melhorar todos esses aspectos, não basta “apagar incêndios”. A solução escolhida deve ser pensada para os melhores resultados em médio e longo prazos.

Conte com a expertise de mais de 20 anos de experiência que só a StorageOne tem. As equipes de especialistas são altamente capacitadas para levar os melhores métodos e resoluções de forma personalizada para a sua empresa.

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Ataques de engenharia social: Como seus colaboradores podem preveni-los?

As companhias têm investido cada vez mais em cibersegurança. Porém, por mais que sistemas e softwares fiquem protegidos, não podemos nos esquecer que todas as máquinas são comandadas por seres humanos.

Como os ataques de engenharia social têm foco, exatamente, no usuário, acabam tendo também uma alta taxa de sucesso. Ou seja, é importante cuidar da segurança tecnológica, mas todo esse investimento pode ir por água abaixo caso seus colaboradores não estejam alertas e informados sobre esses tipos de ataque.

Ataques de engenharia social: o que são?

Essa estratégia, apesar de não ser tão técnica, é muito utilizada por cibercriminosos. Por considerarem o ser humano como o elo mais frágil, os invasores manipulam os usuários para ganhar acessos aos sistemas e informações.

Os ataques de engenharia social têm um único foco: ganhar acesso legítimo e autorizado a dados confidenciais, sem depender de softwares e brechas de infraestrutura.

Nesse contexto, educar seus colaboradores e permear uma cultura de segurança passa também por explicar todos os riscos e brechas. Os invasores que utilizam a engenharia social se valem, justamente, de informações amplamente disponíveis na internet para passarem confiança às suas vítimas.

Todavia, o mundo corporativo é mais restrito e, quando um ataque é bem-sucedido, pode não ser notado tão facilmente. Assim, os criminosos podem se valer da engenharia social para acessar o seu ambiente e, depois, instalarem malwares ou até abrirem brechas para investidas futuras.  

4 Tipos de ataques de engenharia social

Todas as categorias de ataques contam com o fator humano como brecha. Apesar disso, podemos separá-los em diversos tipos. Com o conhecimento de como os invasores agem, você pode ajudar a sua equipe a se preparar.

1 – Phishing

Os ataques por meio de phishing são antigos, mas efetivos. Essa técnica tem diversas versões, sendo por e-mail, VOIP, SMS e até mensagens de WhatsApp. Por meio deles, os criminosos seguem atrás de informações confidenciais como senhas, acessos e outros dados.

Com o fácil acesso à internet e redes sociais corporativas, não é difícil encontrar o organograma da companhia e, então, enviar um e-mail “isca” que apresente uma situação urgente e/ou vinda de um superior hierárquico. Afinal, funcionários não costumam negar ou sequer desconfiar de comunicações quando são enviadas da diretoria ou presidência da empresa.

2 – Spear phishing

A grande diferença entre o phishing “comum” e sua versão “spear” é a personalização. Nesse caso, o tipo de ataque tem como objetivo pessoas ou organizações específicas. Escrevemos aqui no blog um artigo que dá mais detalhes sobre essa modalidade específica — confira aqui!

No caso, o criminoso se passa por um executivo dentro da companhia, requisitando uma tarefa urgente ou um pedido de ajuda para acessar alguma informação. Casos mais diretos podem até focar em transações financeiras imediatas.

3 – Pretexting

Ainda com a finalidade de assumir identidades que parecem ser reais ou que imitam uma pessoa importante, no pretexting os invasores focam diretamente em conseguir acessos a sistemas críticos.

Uma das principais técnicas é se passar, supostamente, como equipe de TI, para coagir o usuário a entregar informações sigilosas, como credenciais de acesso.

4 – Quid pro quo

Diariamente, os setores de Help Desk ajudam diversos departamentos dentro de uma empresa. No caso quid pro quo, ou “isso por aquilo”, os invasores costumam se passar por prestadores desses serviços, buscando usuários que pediram algum auxílio tecnológico.

Ao abordar os funcionários, é de praxe que algum tenha um chamado real. Então, os criminosos se oferecem para resolver tais questões, mas demandam informações críticas para que seja possível realizar as ações necessárias.

Nesse caso, ao conseguirem acesso, os hackers podem desabilitar sistemas e softwares, além de instalarem malwares para garantir um acesso futuro à empresa.

Como preparar a sua equipe para a prevenção?

Manipular e enganar algum usuário para que a senha seja fornecida é muito menos trabalhoso (e custoso) para os criminosos do que investir em softwares para realizar invasões.

Cientes disso, independentemente dos procedimentos adotados na área de segurança da informação, é preciso ter em mente que o ser humano é passível de falhas, ainda mais quando não tem consciência dos riscos atrelados a algumas ações.  

Treine todos os colaboradores

Se o foco principal dos ataques são as pessoas que trabalham na companhia, comece com um treinamento. Todos os usuários devem ser instruídos em relação aos ataques de engenharia social e precisam seguir os processos de segurança da empresa. Diretrizes como não acessar links suspeitos, não permitir o download de arquivos de uma fonte não-confiável e criar senhas fortes devem ser sempre indicadas.

Utilize antivírus confiáveis e mantenha os softwares atualizados

O mercado oferece diferentes ferramentas para aumentar a segurança dos seus dados. Disponha de softwares como antivírus, firewalls e dispositivos anti-phishing nos navegadores.

Lembre-se também que todos os dispositivos, móveis ou não, podem se tornar brechas em potencial. Para tanto, é possível automatizar sistemas inteiros a serem atualizados por meio de toda a rede, para que essa demanda não fique dependente dos usuários.

Configure os provedores de e-mail de forma mais rígida

É possível alterar as configurações do seu sistema de e-mails para torná-lo mais rígido em relação a spams. Bons filtros determinam automaticamente quando uma mensagem é fortemente suspeita ou tem potencial de causar danos. Explique para os colaboradores como utilizar esse tipo de ferramenta e emita um alerta dizendo que nenhuma empresa não requisitará usuários, senhas e informações sensíveis por e-mail. Na dúvida, entre em contato por meio de canais oficiais do emissor da mensagem.

Conte com um parceiro especializado

A maior recomendação é contar com uma empresa que seja experiente na área. Isso porque, apesar de tomar todos os cuidados, ter um especialista de prontidão diminui os prejuízos que esses ataques podem causar.

Além do suporte, a sua empresa ganha em inteligência de segurança, melhorando os processos e implantando protocolos para prevenção e recuperação de dados.

A StorageOne ajuda companhias sob três perspectivas: segurança, desempenho e compliance. Fale com um de nossos especialistas agora mesmo!

Gestão de vulnerabilidades: a importância de assumir uma postura preventiva de segurança

Um dos principais ativos de uma empresa, atualmente, é o seu compilado de dados. Assim, com os frequentes ataques de cibersegurança e ameaças que evoluem a cada instante, a segurança da informação não pode ser deixada de lado.

Por outro lado, a demanda crescente por profissionais e o aumento de tarefas internas, sobrecarregando o time de TI, são algumas responsáveis pela falta de tempo e estrutura para estabelecer uma política de proteção mais efetiva.

Investir em programas de gerenciamento e políticas internas ajuda a prevenir que esses ataques possam vir a acontecer, diminuindo a chance de ter seus dados roubados, corrompidos e até vazados.

A gestão de vulnerabilidades, por exemplo, é uma das principais etapas a ser estabelecida para ter uma postura preventiva no que tange à integridade das suas informações, sistemas e aplicações. Afinal, é melhor, mais barato e vantajoso proteger os seus assets com antecedência do que ter de correr para apagar incêndios.

O que é gestão de vulnerabilidades?

As vulnerabilidades, quando falamos de tecnologia, são portas de entrada que permitem que hackers e outros usuários mal-intencionados possam ter acesso completo ao seu ambiente. Realizar a gestão delas é atuar de forma preventiva, adiantando-se em relação a problemas que podem (ou não) vir a ocorrer.

No atual cenário, empresas que não investem em segurança são os principais alvos. O grande problema, porém, é que muitas companhias vítimas de ataques digitais não conseguem se reerguer facilmente. A quebra de sigilo pode gerar diversos níveis de prejuízos, incluindo multas, processos judiciais e a perda total de conhecimentos e materiais.

Na prática, então, a gestão de vulnerabilidades irá identificar, analisar, classificar e tratar os riscos potenciais que a sua empresa enfrenta hoje.

Quais os benefícios de uma boa gestão de vulnerabilidades?

Mais controle de segurança

Obviamente, o maior benefício é se certificar que a sua empresa está protegida de ataques de hackers, spam, vírus, malwares e ransomwares. Quando os sistemas estão atualizados e os riscos mitigados, a preocupação diminui e a produtividade aumenta.

Economia de tempo e dinheiro

Onde, quando e quanto investir em segurança? A gestão de vulnerabilidades responde essas questões e mapeia todo o cenário. Isso gera uma economia de recursos de tempo, financeiros e humanos, permitindo que ações tenham como foco as prioridades definidas anteriormente.

Competitividade no mercado

Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LPGD), clientes, parceiros e fornecedores dão preferência para empresas que oferecem integridade e confiabilidade digital. Afinal, ninguém gostaria de pensar que seus dados podem ser roubados e/ou vazados.

Isto é, como consequência da segurança promovida pela gestão de vulnerabilidades, sua empresa ganha a confiança de seus consumidores e demais stakeholders do mercado.

Como implementar de uma gestão de vulnerabilidades?

O departamento de TI, por meio de uma equipe que deve ser designada especialmente para esse tipo de projeto, deve determinar quais são os bens da empresa que precisam ser protegidos.

Essa lista deverá conter todos os bens, tangíveis ou abstratos, de equipamentos a processos internos. Com esses dados em mãos, os itens são classificados conforme a prioridade e a relação à continuidade do negócio.

Entendendo o cenário específico de cada empresa, é possível criar uma política de gerenciamento e começar a planejar as ações que devem ser tomadas imediatamente. Em outras palavras, com uma boa compreensão das vulnerabilidades, todas as portas abertas e todos os riscos, chega a hora de tratar um por um e mitigar as ameaças.

Nesse sentido, é possível aliar a automação proveniente de sistemas de gerenciamento para mapear os desafios atuais e agir em determinados casos, como na atualização de softwares de forma remota.

Além disso, manter uma equipe responsável e garantir que o processo seja contínuo, por meio de revisões periódicas, é essencial para manter os dados da empresa seguros. Bem como profissionais especializados, lembre-se de incluir o suporte técnico para detectar falhas, notificar os responsáveis e começar a agir prontamente na resolução dos problemas.

Por que contar com um parceiro especializado?

Identificar, analisar e prevenir quaisquer problemas ocorram é fundamental para garantir que o seu negócio continue funcionando. Isso porque é mais fácil e menos custoso garantir que os dados estejam protegidos do que lidar com a recuperação de desastres sem um plano pré-definido.

Ter uma postura preventiva significa reduzir os prejuízos que podem ocorrer e melhorar a credibilidade da sua empresa no processo. Independentemente se a sua organização já conta com um time de TI, ter um parceiro especializado pode ajudar a identificar riscos que passariam despercebidos, além de permitir que a sua equipe se mantenha focada em atividades-chave.

A sua empresa não pode contar com a sorte para manter seus dados protegidos. Conte com os 20 anos de expertise da StorageOne e sua equipe de profissionais especializados para combater os perigos tecnológicos que estão à espreita. Não permita que seus dados, clientes e operações fiquem à mercê da sorte.

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Disaster Recovery: o que é e qual sua importância no cenário de segurança da informação?

A tecnologia tem evoluído em uma velocidade tão impressionante quanto o surgimento de ameaças. Apenas em 2020, foram encontradas 268 mil novas variantes de malwares — um aumento de 74% em comparação com o ano anterior.

Diante desse novo cenário, é preciso preparar a sua empresa. Além da proteção dos dados, é importante focar no gerenciamento de riscos e na criação de estratégias para lidar em casos de roubo ou vazamento de informações.

Nesse sentido, ter um plano de recuperação de desastres pode fazer a diferença ao impedir grandes prejuízos financeiros ou até a perda de credibilidade no mercado. Tem interesse no assunto? Continue a leitura!

O que é Disaster Recovery?

Disaster Recovery (Recuperação de Desastres) é um conjunto de medidas tomadas para que as empresas atuem de maneira adequada em casos de acidentes de TI.

Para tanto, é criado um plano cujo foco é delegar a execução e o acompanhamento de ações em diversos tipos de cenários. Na prática, esse documento considera o que deverá ser realizado, em qual ordem e por qual profissional.

Instruções detalhadas para cada caso e estratégias de recuperação bem definidas são essenciais para que os dados e sistemas da sua empresa não fiquem indisponíveis por muito tempo. Também vale ressaltar que cada plano de DR será único e derivado do cenário próprio de cada companhia.

Por que sua empresa precisa de um plano de Disaster Recovery?

Em pleno 2021, quando empresas estão cada vez mais dependentes da tecnologia para continuarem suas operações, não ter um plano de contingência é dar sorte para o azar.

Com o home office, armazenamento remoto e todas as informações sendo enviadas e recebidas de forma digital, é impossível continuar uma empresa sem estar conectado à internet.

Obviamente, existem diversos benefícios no emprego dessa tecnologia, como aumento da produtividade e análises baseadas em dados. Por outro lado, sem uma estrutura eficiente de proteção, as empresas se tornam alvos fáceis de ataques.

Fique atento a alguns dos principais riscos e conte com um plano de recuperação para proteger os seus dados e garantir que a sua empresa volte aos negócios o mais rápido possível.

Crimes cibernéticos

Atualmente, as informações são um dos maiores ativos de uma companhia. Nesse sentido, os dados dos usuários e de consumidores também são alvos valiosos para os cibercriminosos.

Hackers podem invadir os sistemas da sua companhia, causando prejuízos. Por isso, protegê-los deve fazer cada vez mais parte do cotidiano dos gestores de TI.

Falhas nos equipamentos

Equipamentos que compõe a infraestrutura de TI também podem falhar, mas isso não significa aceitar que imprevistos aconteçam. Manutenções preventivas auxiliam na diminuição de paradas não programadas, panes e peças queimadas.

Erros humanos

De maneira inocente ou até propositadamente, um funcionário pode cometer erros. Clicar em um arquivo suspeito, acessar a rede por meios não seguros e enviar arquivos confidenciais deliberadamente podem comprometer a segurança.

Diante disso, educar os colaboradores a partir de treinamentos e políticas de segurança, também é fundamental.

Desastres naturais e queda de energia

Empresas que não têm geradores para reestabelecer a energia elétrica podem sofrer com panes e queima de aparelhos, causando a interrupção do sistema e do trabalho.

Além disso, desastres como incêndios, alagamentos também podem causar a destruição de computadores, servidores e demais equipamentos. Ou seja, não ter uma política de recuperação de desastres significa ficar refém de ações que estão fora do controle de qualquer pessoa.

Como preparar sua empresa para a recuperação de desastres?

Você já conhece os riscos mais comuns em todas as empresas, mas para estar realmente preparado, é preciso ter um detalhamento do cenário da sua companhia.

O disaster recovery se baseia em alguns pilares para que a organização, mesmo diante de acasos, possa recuperar seus dados, serviços e operações de forma ágil.

Identifique e avalie os riscos

Realize o levantamento de todas as possíveis ameaças e riscos. Ao elencar as principais e prováveis vulnerabilidades, não foque apenas no setor de TI, mas na empresa inteira.

Análise diversos departamentos para identificar quais são os pontos que precisam ser mitigados imediatamente, quais necessitam mais tempo e investimento e quais não podem ser prevenidos.

Assim, com as prioridades estabelecidas, é hora de avaliar os riscos e começar a desenhar o plano de recuperação.

Eduque todos os departamentos

Já que toda a companhia pode sofrer com desastres, una todos os colaboradores a fim de educá-los. Treinamentos, padronização de tarefas e automações permitem o envolvimento de todos da empresa.

Instrua, em conjunto com o setor de TI, como os colaboradores devem acessar e salvar as informações críticas.

O monitoramento dos processos, quando padronizados, é facilitado. Gestores e diretores devem incentivar as equipes a seguirem as políticas de segurança e garantir que todos saibam o que fazer caso alguma adversidade ocorra.

Crie uma equipe de gestão de crise

Essa equipe será responsável por solucionar os problemas em ocorrência e colocar o plano em ação de acordo com as demandas estabelecidas previamente, e com autonomia para tomada de decisões.

Lembre-se de capacitar tais colaboradores em tecnologia para que possam identificar as perdas, mitigar os danos e recuperar informações e dados em casos de desastres.

Conte um parceiro especializado em segurança

Se a sua empresa não conta com profissionais especializados, escolha um parceiro experiente nessa área. É por meio de uma consultoria personalizada que problemas podem ser levantados na sua estratégia. Identificar riscos, vulnerabilidades e fraquezas na segurança é mais fácil quando se tem conhecimento do que procurar.

Ter um apoio também envolve reduzir os riscos e realizar ações de prevenção para mitigar possíveis vulnerabilidades, tornando o seu ambiente mais seguro. Equipes que ficam à disposição e um suporte forte podem salvar os dados, informações e equipamentos da sua empresa.

A StorageOne conta com mais de 20 anos de experiência, instruindo empresas de todos os portes a serem mais seguras, produtivas e lucrativas.

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Quais os tipos de backup e sua importância na criação de uma cultura de segurança em sua empresa?

O backup é uma das ferramentas mais conhecidas quando falamos proteção dos dados. Mas no mundo corporativo ele ganha ainda mais relevância, sendo um dos pilares na criação de uma cultura de segurança efetiva. Isso porque, de forma preventiva, a função dele é assegurar a integridade das informações, criando cópias de ambientes inteiros ou partes deles.

Ataques podem ocorrer com qualquer empresa e em qualquer momento, é fato. Por isso, ter boas medidas de proteção e segurança ajudam a diminuir as brechas e mitigar os riscos. Em conjunto, definir quais serão as medidas tomadas antes, durante e depois, caso algo do gênero ocorra, também ajuda a minimizar os prejuízos.

Nesse contexto, o backup é essencial e deve estar presente em todos os planos de contingência. Na prática, quando bem planejado e implementado, garante a continuidade do negócio, restaurando rapidamente as informações e permitindo o retorno do fluxo de trabalho.

Importância do backup nas empresas

Com tantas ameaças que rondam a internet, a integridade dos seus dados precisa ser protegida e preservada. Caso vírus, cavalos de tróia ou demais invasões sejam bem sucedidas os prejuízos podem ser incalculáveis.

Diante disso, ter um plano de contingência e contar com um ou mais backups, pode ser a diferença entre ter que parar todas as operações ou reatar rapidamente o trabalho.

Em casos de perda ou roubo de equipamentos, ransomware (onde os dados são “sequestrados” e só serão descriptografados mediante pagamento), quem tem uma cópia das informações pode simplesmente limpar o disco rígido das máquinas contaminadas ou passá-las para outro equipamento.

Atualmente, existem diferentes ferramentas no mercado que realizam backups de forma ágil. Assim, para definir qual será utilizado é importante a analisar a frequência, a forma de criação e como serão restaurados. A infraestrutura, quantidade de máquinas e usuários, bem como a própria natureza das informações também precisam ser considerados nesse momento.

Além disso, para que a rotina de backup seja efetiva, é possível automatizá-las, de modo a não recair a responsabilidade sob os usuários comuns, que podem esquecer ou postergar a tarefa.

4 tipos de backups que sua empresa deve considerar

Coletar, organizar e dividir as informações em categorias, prioridade e sigilo não precisa ser feito toda vez para que um backup seja criado. Cientes disso, separamos quatro tipos de backups que vão facilitar a criação e manutenção das cópias de segurança.

1 – Backup Full (completo) 

Como o nome diz, é a cópia completa e integral de todos os arquivos da empresa. É o tipo mais simples e comum, possibilitando a recuperação de todas as informações, mas requer mais tempo para ser realizado e demanda maior capacidade de armazenamento.

Criar diferentes versões completas ao passar do tempo, e armazená-las gera custos altos, então diminuir a frequência e garantir que sejam realizados é uma saída.

2 – Backup Incremental 

O backup incremental salva apenas arquivos novos ou alterados, ganhando em velocidade e diminuindo o tempo necessário para ser criado e restaurado. Ele não depende do backup completo para ser criado, e pode ser feito em uma frequência menor.

Caso haja necessidade de restauração, o backup completo precisa ser restaurado primeiro e só depois o incremental, já que esse contará apenas com as informações novas.

3 – Backup Diferencial

Parecido com o anterior, o backup diferencial cria uma cópia, em conjunto, de tudo o que foi alterado após o backup completo ser realizado. Ele inclui mais dados do que o incremental, sendo mais pesado e exigindo mais tempo e armazenamento para ser criado.

No momento da restauração, o último backup completo criado será a referência e o diferencial apenas uma “atualização” desse.

4 – Backup Sintético

O backup sintético em grande parte se assemelha ao incremental, visto que permite que apenas os arquivos alterados são copiados no servidor. Por outro lado, ele se diferencia uma vez que esse modelo também realiza uma primeira cópia completa.

Assim, o backup sintético oferece a velocidade de restauração promovida pelo backup completo combinada à rapidez de armazenamento do backup incremental.

Qual o melhor servidor para realizar backups?

Backup em fitas

Armazenar cópias de segurança em fitas, assim como em memórias flash, é uma maneira tradicional e ainda bem utilizada por aqueles que optam por fazer backups locais.

Na prática, as empresas geralmente optam por esses dispositivos, como drives LTO, DLT, AIT e DDS fora do ambiente de produção, devido ao baixo custo por terabyte.

Backup em discos

Apesar de também ser uma opção das empresas que optam por fazer backups locais, o armazenamento em discos se difere das fitas, pois não precisam de um host, ou seja, não precisam estar diretamente conectados a um computador.

Por consequência, esse modelo se destaca pela facilidade de implantação, flexibilidade e agilidade promovida às cópias de segurança.

Backup em cloud

Apesar dos backups locais ainda estarem bem presentes, no ambiente corporativo é possível notar cada vez mais uma migração aos modelos híbridos. Isto é, além dos armazenamentos tradicionais abordados acima, os modelos remotos têm ganhado mais espaço.

Nesse contexto, os backups, tanto na nuvem privada quanto na pública, tornaram-se mais populares, uma vez que permitem às companhias criar cópias de segurança em data centers externos, mas gerenciados por elas.

Backup em object storage

Por fim, utilizar ambientes baseados em objetos, os quais permitem armazenar grandes volumes de dados não estruturados em unidades independentes, também tem se mostrado uma maneira eficiente de se realizar backups, principalmente entre grandes organizações.

Afinal, a escalabilidade promovida por esses servidores não se compara a qualquer outro modelo armazenamento tradicional.

Como implantar uma política de backups na sua empresa?

A cultura empresarial é algo que não se pode criar sem um planejamento prévio. Ela é construída por gestores, colaboradores, fornecedores e consumidores. Além disso, mais do que criar, manter uma cultura de segurança é deixar claro que a integridade e o sigilo das informações são levados à sério.

Em outras palavras, uma política de segurança bem definida, com medidas protetivas e proativas em relação aos dados comerciais, ajuda a potencializar e gerar visibilidade sobre a própria cultura.

Investir em cyber segurança é proteger a sua empresa e os seus consumidores, já que a não realização permite que dados, tempo e recursos financeiros sejam perdidos. E bem como as ferramentas especializadas, ter um parceiro de tecnologia é essencial para obter os melhores resultados.  

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Firewall de hardware x firewall de software: Entenda as diferenças e o mais adequado para sua empresa

O firewall já é antigo conhecido de gestores e profissionais de tecnologia. Afinal, essa barreira de proteção, muitas vezes é a primeira fase de defesa do ambiente de TI, filtrando todo o fluxo de dados.

Apesar disso, é importante lembrar que ele não substitui a demanda por monitoramento constante. Isso porque, mesmo as ações consideradas seguras pela ferramenta, podem ser frutos de operações incorretas dos usuários, como clicar em links falsos, por exemplo.

Contar com um firewall, em conjunto com outras práticas, é o mínimo para mitigar os riscos que a sua empresa corre. Afinal, um único intruso na rede pode fazer grandes estragos, desde manchar a imagem da companhia até criar maneiras de minar a segurança de dentro para fora.

Ciente disso, neste artigo abordaremos os tipos de firewall para que sua empresa escolha a melhor opção para agir preventivamente contra hackers e ataques maliciosos.

O que são firewalls e como funcionam?

Independentemente de como e onde o firewall será implantado, todo o trabalho feito por ele será realizado de acordo com as regras de segurança. Assim, os pacotes de dados que estiverem em conformidade, serão aprovados enquanto os reprovados não poderão ser enviados e/ou recebidos.

No momento da instalação, o firewall já vem com predefinições de acordo com o fabricante. Contudo, o administrador do ambiente poderá redefinir e alterar as configurações, permitindo que as portas de certos programas se mantenham abertas.

É comum que se escolha uma regra-chave, onde quaisquer dados são proibidos, a parte das exceções. Esse filtro cria uma barreira entre a máquina e a internet, processando e identificando todo o fluxo, seja no envio ou recebimento de informações.

Resumidamente, exercendo a função de guardião, essa ferramenta servirá como trancas e filtros, impedindo o acesso não autorizado, seja na rede como um todo ou em máquinas específicas. O grande objetivo é aumentar a segurança, impedir a invasão por meio de softwares e o vazamento de informações.

Diferenças entre firewall em hardware e firewall em software

Além de direcionar os tráfegos de dados, de acordo com as especificações determinadas, existem firewalls mais avançados. Esses oferecem reforços de segurança, utilizando processos de autenticação de usuários, por exemplo.

Aqui dividimos eles entre as versões digitais e físicas, mas vale citar que é possível utilizar as duas em conjunto, a fim de tornar a proteção mais avançada. O que irá ditar qual será a melhor escolha, em termos de segurança, despesa, produtividade e compliance será as necessidades da sua empresa.

Firewall em Software

A modalidade de firewall em software é a mais conhecida pelos usuários, sendo inclusive utilizada amplamente em computadores domésticos. Eles provêm um bom nível de proteção contra vírus e spywares, sendo também mais econômicos, ideais para uso pessoal.

Empresas de menor parte, com número baixo de usuários e máquinas, podem se beneficiar da compra de licenças em pequena escala. Via de regra, os próprios fabricantes atualizam as ferramentas, cabendo ao usuário apenas permitir.

Entretanto, é importante reforçar ainda que a sua empresa adquira o melhor software firewall disponível no mercado, se os funcionários não seguem uma política de segurança de nada adiantará.

O controle e autonomia que esse tipo de ferramenta possibilita, não torna nenhuma máquina imune a ataques maliciosos. Basta apenas que um usuário, mal intencionado ou não, clique em um site suspeito e permita o acesso, para que toda a rede seja infectada.

Firewall em Hardware

O cenário de segurança muda quando falamos de ambientes corporativos, com maior número de requisições, tráfego de dados e necessidade de agilidade. Não à toa, é preciso investir em sistemas e metodologias de proteção mais robustas, como o firewall em hardware.

O firewall em hardware nada mais é do que um equipamento que contém apenas essa ferramenta de segurança rodando. E, sendo a aquisição de muitas licenças de software muito custosas, além de dependerem do usuário final para aplicar atualizações e patches, essa versão é mais indicada para médias e grandes companhias.

O nível de controle cresce exponencialmente sobre esse sistema, já que este é exclusivo e não compartilha recursos com outros aplicativos. Assim, requisições maiores e mais frequentes, aplicação de filtros e automatização se somam aos benefícios.

Dessa forma, por mais que a despesa de compra, implementação e manutenção possam ser maiores na versão física, eles não se compararam aos possíveis prejuízos em casos de invasões e roubo de dados.

Entretanto, aqui também é importante dizer que o treinamento constante para todos os usuários, somado às políticas de segurança e automações, são complementares ao firewall. Acessar a internet por meio de redes não confiáveis, por exemplo, é uma das formas de burlar os filtros de segurança, por isso é importante contar com a colaboração de todos os usuários.

Conte com um parceiro especializado

As melhores ferramentas para garantir a segurança e integridade dos seus dados, pode variar. Por isso, ter um parceiro que entenda as suas necessidades, demandas e te ajude a colocar uma barreira verdadeiramente eficiente contra invasores, é essencial. 

Para encontrar a solução mais adequada para o cenário da sua empresa, conte com a expertise da StorageOne. O nosso time está há 20 anos no mercado, protegendo dados, operações e clientes contra as ameaças digitais

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6 benefícios da microsegmentação para a segurança dos dados corporativos

Os dados corporativos são um dos principais e mais valiosos ativos de uma empresa. Por isso, conforme as ameaças evoluem, as ferramentas e técnicas de segurança devem se atualizar, buscando sempre prevenir ataques e perdas de informações sensíveis.

A microsegmentação, nesse sentido, é uma abordagem eficaz, que divide data centers em pequenas áreas de armazenamento a fim de garantir a proteção dos dados. Afinal, isolar os dados e restringir o acesso de áreas sigilosas para a companhia criará barreias para dificultar o trabalho de invasores e usuários mal intencionados.

Resumidamente, essa solução auxilia a criar uma estrutura sólida de segurança, com camadas distintas, seja por tipos de informações, acessos ou comportamento dos usuários. Confira mais sobre o assunto abaixo.

O que é microsegmentação?

Proteger os data centers e hardwares como uma unidade pode aumentar os riscos. Nesses casos, basta um ataque bem sucedido para que a infraestrutura como um todo seja invadida e corrompida, junto com todas as informações.

Por outro lado, ao criar áreas distintas dentro dos servidores, toda a política de segurança ganha flexibilidade, já que o foco não estará no perímetro como um todo, mas em clusters.

Para tanto, a microsegmentação cria diversos data centers dentro do seu ambiente, sendo todos virtuais. Essa segmentação via clusters, por sua vez, não permite que o usuário passe de um hub para outro, ficando “preso” em determinado local.

Na prática, a divisão ocorre em sessões, onde a separação é realizada por acessos e não por áreas. Dessa forma, uma vez que o usuário inicia a sessão em uma determinada área, o monitoramento é iniciado de forma automática e pode ser interrompido caso o padrão de uso seja identificado como inconsistente ou como uma ameaça.

Assim, com a definição de controles de segurança e serviços distintos para cada grupo, chegando ao nível de carga de trabalho individual, mesmo que o perímetro da infraestrutura seja comprometido, os invasores que conseguirem passar do firewall não conseguirão se descolar lateralmente, dentro dos data centers.

6 benefícios da microsegmentação para as empresas

Além do aumento da segurança, a técnica possui diversos benefícios. Elencamos os 6 principais, mas lembre-se: o cenário e as necessidades da sua empresa irão ditar como essa ferramenta poderá te beneficiar.

1 – Minimizar Riscos

Todo o propósito de empregar a técnica da microsegmentação é aumentar a segurança, diminuindo os prejuízos causados por uma possível invasão. A divisão proporcionada por ela também prevê que os invasores não consigam se mover lateralmente pelo data center, de forma a não comprometer as informações em outros “compartimentos”.

2 – Maior agilidade

Ao criar divisões de acordo com a proteção necessária para cada tipo de dados, é possível configurar os protocolos de segurança de forma separada. Isso diminui a velocidade necessária para configurar e implantar medidas de emergência.

Além disso, o fluxo de trabalho e os acessos não são interrompidos, e os usuários recebem liberação para interagir de acordo com o que precisam, limitando todo o restante do ambiente. 

3 – Aumento da visibilidade

Para implementar esse tipo de técnica, um mapa hierárquico de informações e aplicações devem ser criados de antemão. Isso por si só já aumenta a visibilidade, já que todo o ambiente deverá ser analisado para depois ser fragmentado.

Esse inventário, que inclui todos os endpoints, pontos de tráfego e alto nível de contexto dentro das cargas de trabalho, auxilia não apenas na microsegmentação, mas na segurança de TI como um todo. 

4 – Automatização de serviços de TI

O modelo, que se baseia em objetos dinâmicos, consegue atualizar automaticamente as políticas instaladas. A produtividade também cresce, permitindo que os colaboradores realizem demandas mais estratégicas, enquanto tarefas como gerenciamento, respostas a incidentes e revisões constantes de políticas são executadas. Os bloqueios em casos de suspeita também podem ser automatizados, diminuindo o tempo que invasores terão dentro do ambiente, incluindo diferentes respostas à diferentes cenários.

5 – Diminuir custos e despesas

Diminuir a possibilidade de ataques e consequentemente os prejuízos gerados por eles, já ameniza os potenciais custos. Inclusive, a microsegmentação pode ser o pontapé inicial para que uma varredura de segurança seja feita por toda a companhia. Identificar as brechas existentes e atualizar as políticas de segurança será essencial – permitindo atualizações no ambiente que economizam tempo e dinheiro.

6 – Escalabilidade

Com a separação de clusters e áreas “desmilitarizadas”, os firewalls comuns podem restringir o número de dispositivos e limitar quais soluções poderão ser empregadas. Já no caso da microsegmentação, isso não ocorre, permitindo movimentos de fluxo de trabalho e sendo facilmente escalável.

As regras de acesso, definição de movimentação suspeita e réguas de automação podem ser replicadas para diferentes clusters, nos mesmos ou em diferentes servidores, uma vez que é composto por máquinas virtuais. 

Conclusão

Assegurar que a microsegmentação seja realizada de maneira eficaz, estratégica e alinhada com os objetivos da companhia se faz necessário para potencializar os benefícios aqui citados. Porém, nesse contexto também é importante frisar que a implementação correta demanda o acompanhamento de profissionais que possam garantir que nenhuma brecha passe despercebida.

Ciente dessa demanda, a StorageOne está há 20 anos no mercado com um time experiente e qualificado, capaz de levar segurança, desempenho e compliance para o mundo corporativo, através de soluções customizadas para as necessidades de cada empresa.

Então, se você deseja aumentar a segurança dos dados da sua empresa entre em contato conosco.

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Implante processos de análises de vulnerabilidade e garanta a continuidade do seu negócio

Para as corporações, tempo parado representa prejuízo. Nesse contexto, se as operações são interrompidas por uma situação adversa, como um ataque hacker, o fluxo de entrada de recursos financeiros também ficam estagnados.

Não à toa, a segurança da informação tem se tornado uma área cada vez mais estratégica para todas as empresas. Garantir um elevado nível de proteção, diminui o risco e os estragos que invasões, tentativas de roubo de dados e paralizações podem apresentar.

Diante disso, a análise de vulnerabilidade é uma ferramenta que tem como objetivo prevenir, identificar e mitigar riscos em potencial. Assim, conforme é utilizada, ela também auxilia na continuidade da corporação e dos seus processos.

Para que serve a análise de vulnerabilidade?

Cada empresa possui um cenário, uma infraestrutura e desafios diferentes. A avaliação dos riscos e fraquezas deverá ser customizada justamente por esse motivo. Além disso, a prática de se manter atento e prevenir vulnerabilidades deve ser contínua e estabelecida em conjunto com a política de segurança da empresa.

Contudo, antes de destrincharmos as características da análise de vulnerabilidade, precisamos definir os conceitos de riscos, ameaças, vulnerabilidades e suas diferenças.

  • Ameaças são representadas por possíveis agentes e invasores, que conseguem identificar e acessar as vulnerabilidades disponíveis, para o roubo de dados, por exemplo.
  • Vulnerabilidades são as portas de entrada desses agentes, as brechas de segurança.
  • Já os riscos, as consequências dessa invasão, de ter seus dados roubados e operações paralisadas.

Dada as diferenças, podemos notar que a análise de vulnerabilidades é fundamental para atuar de maneira preventiva contra ataques hackers. Todas as empresas, independente do porte ou indústria de atuação, podem se beneficiar ao identificar essas fraquezas a fim de proteger os ativos corporativos, melhorar o compliance e diminuir quebras de continuidade.

3 Etapas para adotar a análise de vulnerabilidades em sua empresas

Bem como melhorar a segurança da empresa como um todo, quando feita de forma correta, a análise tem um papel importante na efetividade das medidas de segurança atuais. Por isso, dividimos os processos referentes a análise de vulnerabilidade em três etapas.

1 – Avaliação de risco

A primeira e talvez a mais importante etapa é avaliar os riscos já existentes. A compreensão da empresa como um todo, seus processos, atividades e recursos é essencial. E a colaboração de diversos membros de equipes, não apenas de TI, é encorajada a fim de garantir que todas as infraestruturas e operações estejam cobertas e sejam analisadas.

Durante esse estágio, localizar todos os ativos da corporação e classificá-los irá definir quais são as prioridades, o valor de cada conjunto e como eles deverão ser protegidos. Essa relação de todos os dispositivos, softwares, hardwares e mídias que podem ser alvos de ataque, deverá ser classificada de acordo com suas propriedades e características de informações.

A divisão em escala de 1 a 5 é comumente utilizada, sendo:

  1. Informações públicas sobre a companhia e encontradas facilmente por terceiros;
  2. Dados internos, não necessariamente confidenciais;
  3. Informações e dados sensíveis, em que se pode ter acesso apenas internamente, como planos de negócios e informações de mercado;
  4. Conhecimentos restritos, inclusive para alguns colaboradores, como folhas de pagamento e planilhas de salários;
  5. Elementos extremamente confidenciais, que deve ser acessado apenas por membros estratégicos da corporação.

2 – Avaliação de vulnerabilidades

A segunda etapa da avaliação é a criação de um modelo que contenha todas as ameaças aos dispositivos e informações anteriores. Um modelo de grande valia vem da Microsoft – o método STRIDE, em que cada letra corresponderá a um tipo de ameaça.

  • S (Spoofing of identity): Fraude por meio de roubo de identidade ou falsificação;
  • T (Tampering with data): violação ou adulteração de dados;
  • R (Repudiation of transaction): repúdio de transação, interceptar dados e modificá-los sem atribuição de autoria;
  • I (Information disclosure): divulgação não autorizada de informação;
  • D (Denial of service): ataques de negação de serviço;
  • E (Elevation of privilege): elevação de privilégio.

Através de planilhas, relacionada às categorias acima, é determinada a possibilidade da ocorrência de um ataque, estimando de 0 a 10 sua probabilidade de acordo com a vulnerabilidade apresentada por cada ativo.

3 – Tratamento do risco

Após os riscos terem sido identificados e classificados, a avaliação foi realizada de forma bem sucedida. Com o conhecimento de quais e onde estão as brechas de segurança nos diversos ambientes, é hora de mitigar os riscos.

A priorização deverá ser realizada de acordo com a planilha anterior, unindo a probabilidade de ataques e quais são as áreas prioritárias, que deverão ser corrigidas imediatamente.

Conclusão

O tempo e o investimento gastos na realização de uma análise de vulnerabilidade podem ser pífios comparados aos prejuízos que uma empresa pode ter caso mantenha brechas de segurança abertas.

Diante disso, a fim de proteger seu negócio e não sobrecarregar sua equipe de TI, é contar com um parceiro especializado mostra-se uma solução viável. Dessa forma, seus processos não precisam ser interrompidos enquanto as vulnerabilidades são descobertas e os riscos mitigados.

Para empresas que buscam melhorar sua infraestrutura, serem mais competitivas e aumentar a lucratividade enquanto reduzem custos e riscos, a StorageOne oferece soluções customizadas para cada cliente, atendendo há 20 anos diversos segmentos e indústrias.

Se você busca melhorar segurança, desempenho e compliance para alavancar o seu negócio, entre em contato com a nossa equipe de especialistas!

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