Quais os tipos de backup e sua importância na criação de uma cultura de segurança em sua empresa?

O backup é uma das ferramentas mais conhecidas quando falamos proteção dos dados. Mas no mundo corporativo ele ganha ainda mais relevância, sendo um dos pilares na criação de uma cultura de segurança efetiva. Isso porque, de forma preventiva, a função dele é assegurar a integridade das informações, criando cópias de ambientes inteiros ou partes deles.

Ataques podem ocorrer com qualquer empresa e em qualquer momento, é fato. Por isso, ter boas medidas de proteção e segurança ajudam a diminuir as brechas e mitigar os riscos. Em conjunto, definir quais serão as medidas tomadas antes, durante e depois, caso algo do gênero ocorra, também ajuda a minimizar os prejuízos.

Nesse contexto, o backup é essencial e deve estar presente em todos os planos de contingência. Na prática, quando bem planejado e implementado, garante a continuidade do negócio, restaurando rapidamente as informações e permitindo o retorno do fluxo de trabalho.

Importância do backup nas empresas

Com tantas ameaças que rondam a internet, a integridade dos seus dados precisa ser protegida e preservada. Caso vírus, cavalos de tróia ou demais invasões sejam bem sucedidas os prejuízos podem ser incalculáveis.

Diante disso, ter um plano de contingência e contar com um ou mais backups, pode ser a diferença entre ter que parar todas as operações ou reatar rapidamente o trabalho.

Em casos de perda ou roubo de equipamentos, ransomware (onde os dados são “sequestrados” e só serão descriptografados mediante pagamento), quem tem uma cópia das informações pode simplesmente limpar o disco rígido das máquinas contaminadas ou passá-las para outro equipamento.

Atualmente, existem diferentes ferramentas no mercado que realizam backups de forma ágil. Assim, para definir qual será utilizado é importante a analisar a frequência, a forma de criação e como serão restaurados. A infraestrutura, quantidade de máquinas e usuários, bem como a própria natureza das informações também precisam ser considerados nesse momento.

Além disso, para que a rotina de backup seja efetiva, é possível automatizá-las, de modo a não recair a responsabilidade sob os usuários comuns, que podem esquecer ou postergar a tarefa.

4 tipos de backups que sua empresa deve considerar

Coletar, organizar e dividir as informações em categorias, prioridade e sigilo não precisa ser feito toda vez para que um backup seja criado. Cientes disso, separamos quatro tipos de backups que vão facilitar a criação e manutenção das cópias de segurança.

1 – Backup Full (completo) 

Como o nome diz, é a cópia completa e integral de todos os arquivos da empresa. É o tipo mais simples e comum, possibilitando a recuperação de todas as informações, mas requer mais tempo para ser realizado e demanda maior capacidade de armazenamento.

Criar diferentes versões completas ao passar do tempo, e armazená-las gera custos altos, então diminuir a frequência e garantir que sejam realizados é uma saída.

2 – Backup Incremental 

O backup incremental salva apenas arquivos novos ou alterados, ganhando em velocidade e diminuindo o tempo necessário para ser criado e restaurado. Ele não depende do backup completo para ser criado, e pode ser feito em uma frequência menor.

Caso haja necessidade de restauração, o backup completo precisa ser restaurado primeiro e só depois o incremental, já que esse contará apenas com as informações novas.

3 – Backup Diferencial

Parecido com o anterior, o backup diferencial cria uma cópia, em conjunto, de tudo o que foi alterado após o backup completo ser realizado. Ele inclui mais dados do que o incremental, sendo mais pesado e exigindo mais tempo e armazenamento para ser criado.

No momento da restauração, o último backup completo criado será a referência e o diferencial apenas uma “atualização” desse.

4 – Backup Sintético

O backup sintético em grande parte se assemelha ao incremental, visto que permite que apenas os arquivos alterados são copiados no servidor. Por outro lado, ele se diferencia uma vez que esse modelo também realiza uma primeira cópia completa.

Assim, o backup sintético oferece a velocidade de restauração promovida pelo backup completo combinada à rapidez de armazenamento do backup incremental.

Qual o melhor servidor para realizar backups?

Backup em fitas

Armazenar cópias de segurança em fitas, assim como em memórias flash, é uma maneira tradicional e ainda bem utilizada por aqueles que optam por fazer backups locais.

Na prática, as empresas geralmente optam por esses dispositivos, como drives LTO, DLT, AIT e DDS fora do ambiente de produção, devido ao baixo custo por terabyte.

Backup em discos

Apesar de também ser uma opção das empresas que optam por fazer backups locais, o armazenamento em discos se difere das fitas, pois não precisam de um host, ou seja, não precisam estar diretamente conectados a um computador.

Por consequência, esse modelo se destaca pela facilidade de implantação, flexibilidade e agilidade promovida às cópias de segurança.

Backup em cloud

Apesar dos backups locais ainda estarem bem presentes, no ambiente corporativo é possível notar cada vez mais uma migração aos modelos híbridos. Isto é, além dos armazenamentos tradicionais abordados acima, os modelos remotos têm ganhado mais espaço.

Nesse contexto, os backups, tanto na nuvem privada quanto na pública, tornaram-se mais populares, uma vez que permitem às companhias criar cópias de segurança em data centers externos, mas gerenciados por elas.

Backup em object storage

Por fim, utilizar ambientes baseados em objetos, os quais permitem armazenar grandes volumes de dados não estruturados em unidades independentes, também tem se mostrado uma maneira eficiente de se realizar backups, principalmente entre grandes organizações.

Afinal, a escalabilidade promovida por esses servidores não se compara a qualquer outro modelo armazenamento tradicional.

Como implantar uma política de backups na sua empresa?

A cultura empresarial é algo que não se pode criar sem um planejamento prévio. Ela é construída por gestores, colaboradores, fornecedores e consumidores. Além disso, mais do que criar, manter uma cultura de segurança é deixar claro que a integridade e o sigilo das informações são levados à sério.

Em outras palavras, uma política de segurança bem definida, com medidas protetivas e proativas em relação aos dados comerciais, ajuda a potencializar e gerar visibilidade sobre a própria cultura.

Investir em cyber segurança é proteger a sua empresa e os seus consumidores, já que a não realização permite que dados, tempo e recursos financeiros sejam perdidos. E bem como as ferramentas especializadas, ter um parceiro de tecnologia é essencial para obter os melhores resultados.  

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Implante processos de análises de vulnerabilidade e garanta a continuidade do seu negócio

Para as corporações, tempo parado representa prejuízo. Nesse contexto, se as operações são interrompidas por uma situação adversa, como um ataque hacker, o fluxo de entrada de recursos financeiros também ficam estagnados.

Não à toa, a segurança da informação tem se tornado uma área cada vez mais estratégica para todas as empresas. Garantir um elevado nível de proteção, diminui o risco e os estragos que invasões, tentativas de roubo de dados e paralizações podem apresentar.

Diante disso, a análise de vulnerabilidade é uma ferramenta que tem como objetivo prevenir, identificar e mitigar riscos em potencial. Assim, conforme é utilizada, ela também auxilia na continuidade da corporação e dos seus processos.

Para que serve a análise de vulnerabilidade?

Cada empresa possui um cenário, uma infraestrutura e desafios diferentes. A avaliação dos riscos e fraquezas deverá ser customizada justamente por esse motivo. Além disso, a prática de se manter atento e prevenir vulnerabilidades deve ser contínua e estabelecida em conjunto com a política de segurança da empresa.

Contudo, antes de destrincharmos as características da análise de vulnerabilidade, precisamos definir os conceitos de riscos, ameaças, vulnerabilidades e suas diferenças.

  • Ameaças são representadas por possíveis agentes e invasores, que conseguem identificar e acessar as vulnerabilidades disponíveis, para o roubo de dados, por exemplo.
  • Vulnerabilidades são as portas de entrada desses agentes, as brechas de segurança.
  • Já os riscos, as consequências dessa invasão, de ter seus dados roubados e operações paralisadas.

Dada as diferenças, podemos notar que a análise de vulnerabilidades é fundamental para atuar de maneira preventiva contra ataques hackers. Todas as empresas, independente do porte ou indústria de atuação, podem se beneficiar ao identificar essas fraquezas a fim de proteger os ativos corporativos, melhorar o compliance e diminuir quebras de continuidade.

3 Etapas para adotar a análise de vulnerabilidades em sua empresas

Bem como melhorar a segurança da empresa como um todo, quando feita de forma correta, a análise tem um papel importante na efetividade das medidas de segurança atuais. Por isso, dividimos os processos referentes a análise de vulnerabilidade em três etapas.

1 – Avaliação de risco

A primeira e talvez a mais importante etapa é avaliar os riscos já existentes. A compreensão da empresa como um todo, seus processos, atividades e recursos é essencial. E a colaboração de diversos membros de equipes, não apenas de TI, é encorajada a fim de garantir que todas as infraestruturas e operações estejam cobertas e sejam analisadas.

Durante esse estágio, localizar todos os ativos da corporação e classificá-los irá definir quais são as prioridades, o valor de cada conjunto e como eles deverão ser protegidos. Essa relação de todos os dispositivos, softwares, hardwares e mídias que podem ser alvos de ataque, deverá ser classificada de acordo com suas propriedades e características de informações.

A divisão em escala de 1 a 5 é comumente utilizada, sendo:

  1. Informações públicas sobre a companhia e encontradas facilmente por terceiros;
  2. Dados internos, não necessariamente confidenciais;
  3. Informações e dados sensíveis, em que se pode ter acesso apenas internamente, como planos de negócios e informações de mercado;
  4. Conhecimentos restritos, inclusive para alguns colaboradores, como folhas de pagamento e planilhas de salários;
  5. Elementos extremamente confidenciais, que deve ser acessado apenas por membros estratégicos da corporação.

2 – Avaliação de vulnerabilidades

A segunda etapa da avaliação é a criação de um modelo que contenha todas as ameaças aos dispositivos e informações anteriores. Um modelo de grande valia vem da Microsoft – o método STRIDE, em que cada letra corresponderá a um tipo de ameaça.

  • S (Spoofing of identity): Fraude por meio de roubo de identidade ou falsificação;
  • T (Tampering with data): violação ou adulteração de dados;
  • R (Repudiation of transaction): repúdio de transação, interceptar dados e modificá-los sem atribuição de autoria;
  • I (Information disclosure): divulgação não autorizada de informação;
  • D (Denial of service): ataques de negação de serviço;
  • E (Elevation of privilege): elevação de privilégio.

Através de planilhas, relacionada às categorias acima, é determinada a possibilidade da ocorrência de um ataque, estimando de 0 a 10 sua probabilidade de acordo com a vulnerabilidade apresentada por cada ativo.

3 – Tratamento do risco

Após os riscos terem sido identificados e classificados, a avaliação foi realizada de forma bem sucedida. Com o conhecimento de quais e onde estão as brechas de segurança nos diversos ambientes, é hora de mitigar os riscos.

A priorização deverá ser realizada de acordo com a planilha anterior, unindo a probabilidade de ataques e quais são as áreas prioritárias, que deverão ser corrigidas imediatamente.

Conclusão

O tempo e o investimento gastos na realização de uma análise de vulnerabilidade podem ser pífios comparados aos prejuízos que uma empresa pode ter caso mantenha brechas de segurança abertas.

Diante disso, a fim de proteger seu negócio e não sobrecarregar sua equipe de TI, é contar com um parceiro especializado mostra-se uma solução viável. Dessa forma, seus processos não precisam ser interrompidos enquanto as vulnerabilidades são descobertas e os riscos mitigados.

Para empresas que buscam melhorar sua infraestrutura, serem mais competitivas e aumentar a lucratividade enquanto reduzem custos e riscos, a StorageOne oferece soluções customizadas para cada cliente, atendendo há 20 anos diversos segmentos e indústrias.

Se você busca melhorar segurança, desempenho e compliance para alavancar o seu negócio, entre em contato com a nossa equipe de especialistas!

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Por que sua empresa deve desenvolver uma política de segurança da informação?

Poucas são as empresas, independente do porte ou indústria, que não utilizam tecnologias e aparelhos digitais. Contudo, para manter seguro esse ambiente, cheio de informações e dispositivos, ter uma política de segurança bem desenvolvida é fundamental.

Com sua ausência, violações de segurança, interrupção das operações corporativas e perda de dados são riscos altos às empresas. Assim, é indispensável criar uma política a fim de se prevenir e dificultar a vida de possíveis invasores.

Abaixo separamos mais informações sobre o assunto para você desenvolver ou incrementar novas condições à cultura de segurança da informação em seu negócio.

O que é uma boa política de segurança?

A norma ISO 27001 estabelece diretrizes gerais para a gestão de informações. E a segurança é uma parte fundamental desta gestão. Investir em proteção contra invasões, roubo, sequestro de informações e até espionagem corporativa, significa assegurar seus dados e a continuidade do negócio.

A política de segurança, nesse contexto, será o conjunto de regras que irá ditar o comportamento dos usuários e dos dispositivos. Ela deve ser um dos pilares principais da gestão e deverá seguir sendo modificada conforme o tempo. Contudo, não basta copiar uma política genérica, e acreditar que tudo ficará bem. O desenvolvimento das regras deve ser feito de acordo com o cenário e as necessidades atuais da empresa.

Quando feita de forma customizada, o investimento financeiro e de recursos pessoais é mais baixo do que eventuais prejuízos causados por cibercrimes. Além disso, desse modo, não há gastos com obtenção de equipamentos, licenças, ferramentas e treinamentos redundantes e/ou desnecessários.

Para uma boa política, garantir a implantação plena dos controles dos procedimentos também é necessário. Depois que as regras de acesso, armazenamento, controle e transmissão das informações forem devidamente documentadas, pode-se iniciar o processo de implementação e treinamento.

Lembrando que este não é um documento imutável e fixo. As atualizações serão feitas conforme o cenário e as necessidades da companhia vão se alterando. Vale reforçar também que é responsabilidade de todos na companhia assegurar que a política está sendo seguida e melhorada, idealmente com revisões periódicas.

Como criar uma política de segurança que reduza suas vulnerabilidades?

Eliminar a subjetividade e criar processos claros ajuda os colaboradores a lidar com informações sensíveis – sem criar brechas para possíveis riscos, já que as ações deverão seguir um modelo pré-definido.

Cientes disso, abaixo elencamos alguns pontos principais, que poderão variar de acordo com a sua empresa, para se atentar na hora de criar ou revisar a sua política de segurança da informação.

Regras para senhas

Senhas deverão ser fortes, contendo um tamanho mínimo, incluindo caracteres especiais. A troca periódica delas, por via de regra, também ajuda a blindar os acessos em caso de vazamento de senhas.

Estabelecer graus de acessibilidade para diferentes times e profissionais

Diferentes equipes e profissionais, de acordo com o departamento e hierarquia, precisarão de acessos diferentes de documentos. Afinal, não são todas as pessoas da companhia que necessitam ou devem visualizar e editar documentos sensíveis.

Planos de contingência e gerenciamento de riscos

Quais são os maiores riscos que a empresa pode enfrentar? Em meio a um ataque, quais informações e setores precisarão mais de atenção? Ter um plano de contingência garante que nada seja perdido em um cenário adverso, principalmente dados que não podem cair nas mãos erradas.

Cronograma de backups

Cópias de segurança devem ser criadas periodicamente, por isso estabelecer uma rotina de backups pode automatizar esse esforço, aplicando regras de acordo com a categorização previamente feita das informações.

Na prática, também vale separar os dados por prioridade, visto que dependendo das informações que se quer preservar, não é necessário criar mais do que duas cópias, em armazenamentos diferentes.

Instalações e atualizações de softwares

Ao permitir a instalação de qualquer software, sem um controle rígido, toda a rede fica vulnerável. E, além das instalações indevidas, todos os programas devem se manter atualizados. Isso porque, as atualizações disponibilizadas pelos fabricantes diminuem as brechas que existiam em versões anteriores, utilizadas como porta de entrada por invasores.

Treinamentos de equipe

Principalmente para novas contratações, os treinamentos e explicações acerca das políticas de segurança nivela o conhecimento de todos os colaboradores. Assim, conhecendo as possíveis ameaças e riscos, em conjunto com as regras definidas, todo o time poderá garantir que as normas estejam sendo seguidas.

Outras diversas ferramentas estão disponíveis no mercado, ajudando a implementar e automatizar a gama de controles que a política de segurança definirá. É possível utilizar, por exemplo, antivírus, firewalls, VPNs, criptografia e muito mais – porém, nada será efetivo caso não haja uma cultura que garanta que todos os usuários e dispositivos estejam na mesma página.

Conte com um parceiro especializado

Com tantas variáveis presentes em um ambiente de TI, criar, monitorar e otimizar o sistema de segurança não são tarefas fáceis. Já equipes contratadas especialmente para isso podem ser muito onerosas, principalmente em termos financeiros e de tempo – uma vez que encontrar esses profissionais demanda diversos recursos.

Contudo, considerando que conforme a tecnologia evolui, mais complexos ficam os golpes e as tentativas de roubo de informações. Nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ficar inoperante, perder dados e prejudicar sua credibilidade.

Ter um parceiro que entenda o cenário, as necessidades e desafios que a sua empresa enfrenta, além de conhecimentos técnicos especializados, é a melhor opção para gestores que querem diminuir custos e riscos.

A StorageOne auxilia empresas de todas as indústrias a se manterem protegidas, em compliance e longe dos hackers. Entre em contato com a nossa equipe.

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6 sinais que mostram que está na hora de inovar em sua infraestrutura de TI

A infraestrutura de TI ampara a empresa inteira, por isso é importante que todos os recursos físicos e virtuais estejam de acordo com as necessidades e demandas da companhia. Inclusive, equipamentos e novos investimentos ajudam na empreitada para alcançar suas metas.

Em outras palavras, o departamento de TI é responsável por gerenciar todos os processos tecnológicos e a transformação digital nas organizações, é imprescindível filtrar o que é necessário e quais são as opções de soluções que podem contribuir na aquisição de vantagens competitivas.

A palavra de ordem aqui é planejamento. E para te ajudar nessa missão, elencamos os principais sinais de que está na hora de atualizar e inovar a sua infraestrutura.

1. Seu sistema foi violado

Alerta vermelho! Se o seu sistema sofreu alguma violação de segurança, já passou da hora de realizar uma atualização completa e proteger o ambiente. Ataques cibernéticos, de sequestros à vazamento de informações, colocam sua empresa em alto risco.

Perder dados importantes e parar a operação pode trazer prejuízos inestimáveis, independente do tamanho da violação. Na prática, algumas horas de indisponibilidade podem ser suficientes para causar grandes rombos financeiros e até prejudicar a reputação da empresa.

Assim, além de implantar políticas de segurança, é fundamental investir em uma infraestrutura robusta, com softwares e hardwares preparados para suportar a evolução dos ataques maliciosos na internet.  

2. Seus softwares estão desatualizados

Softwares desatualizados são algumas das maiores brechas encontradas por hackers. Mantê-los atualizados, com os patches liberados pelos fabricantes, é uma forma simples e efetiva para proteger seu ambiente.

Nesse mesmo sentido, garantir que todos estejam licenciados proporciona suporte do fabricante e do distribuidor. A pirataria, além de ser crime, expõe seus dados aos vírus, trojans e muito mais.  

3. Não há armazenamento suficiente

A falta de espaço pode causar lentidão e falhas no servidor e em demais sistemas. Além disso, ao utilizar todo o espaço disponível, os riscos de perder dados se torna tão grande quanto à perda de produtividade.

A capacidade insuficiente, portanto, também prejudica o potencial de crescimento da empresa, já que a necessidade de armazenar novas informações será sempre cumulativa.

4. Demora e altos custos com manutenção

Inovar quando sua equipe está sobrecarregada se torna impossível. Isto é, uma vez que a TI está integralmente dedicada à manutenção de equipamentos e recursos estão sendo gastos além do esperado, é o momento renovar a infraestrutura interna o a partir de um parceiro.

Dessa forma, é feito um novo investimento, que diminuirá os índices de chamados e, consequentemente, trará benefícios produtivos e financeiros a médio e longo prazo.  

5. Redução na produtividade dos colaboradores

Sistemas lentos e indisponibilidade constante consomem um tempo que poderia ser produtivo, com tarefas cotidianas, ou investido em demandas estratégicas. Por isso, manter os softwares atualizados e com hardwares que os suportem é essencial para garantir que todos possam fazer seus trabalhos da melhor maneira.  

Metrifique e analise a performance das equipes, a fim de identificar quais são disfunções criadas por tecnologia e quais são atreladas aos processos. Dessa forma, os investimentos tornam-se muito mais assertivos e eficientes.

6. Insatisfação dos clientes

Ao somar os dois últimos sinais, temos a insatisfação de clientes. Afinal, se as equipes internas não estão conseguindo suprir a demanda por gargalos tecnológicos, isso irá se refletir na satisfação do mercado.

Felizmente, reclamações como prazos, qualidade de entrega e altos custos podem ser diminuídos com a atualização da infraestrutura de TI.

Qual a melhor maneira de investir em infraestrutura de TI?

Para diminuir os riscos no processo de escolher as ferramentas, dispositivos e softwares de sua infraestrutura, o TCO é um processo que auxilia a desmistificar os custos por trás dos investimentos de TI.

Em paralelo, o ROI (retorno sobre investimento) precisa acompanhar o TCO para que além de viável, o projeto de inovação seja lucrativo. Equiparar essas duas métricas pode ser a diferença entre o sucesso ou o fracasso de um projeto de inovação.

Além disso, um dos melhores modos de tomar decisões é amparado por uma equipe de profissionais especializados. Para custos extras não ocorrerem com contratações e gestão de equipes, um parceiro que entenda o seu cenário e as necessidades da sua empresa é a melhor opção.

A StorageOne está há 20 anos no mercado, dedicada a levar inovações de segurança, armazenamento e gerenciamento de dados, para empresas de diversas verticais.

Entre em contato e tenha ao seu lado um aliado experiente!  

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Por que o gerenciamento de dados é fundamental para o desenvolvimento sustentável de uma empresa?

No mundo corporativo, milhões de dados são coletados a cada minuto para serem analisados com a finalidade de gerar insights e vantagens competitivas. Contudo, com um volume tão grande, é fácil perder informações entre bancos de dados e sistemas.

Hoje, o gerenciamento de dados é fundamental para gerar valor a esses ativos. Nesse contexto, tecnologias big data, de inteligência artificial e machine learning contribuem para evitar gargalos, desde a coleta até a análise ou descarte dos dados.

Confira abaixo nosso material completo sobre gerenciamento de dados e descubra as melhores práticas para garantir o desenvolvimento sustentável de seu negócio.

O que é gerenciamento de dados?

Gerenciamento de dados é um copilado de estratégias, políticas, práticas e procedimentos que visam aumentar a segurança, disponibilidade e o valor dos dados coletados.

Abaixo separamos as principais áreas contempladas nesses processos para que você possa compreender a maturidade desses processos em sua empresa:

  • Concepção da arquitetura do dado
  • Classificação
  • Garantia e controle de qualidade
  • Armazenamento dos dados
  • Controle de acesso e funções permitidas em relação aos dados
  • Segurança
  • Análise
  • Governança
  • Compliance

Principais vantagens do gerenciamento de dados no desenvolvimento das organizações

Qualidade do banco de dados

Padronizar os processos envolvidos e definir políticas claras aumenta a qualidade do banco de dados. Isso porque validar as informações garante que elas sejam verdadeiras e úteis. Na prática, manter um controle rígido evita adulteração, bloqueios, erros e vazamentos, que podem invalidar decisões e trazer grandes prejuízos.

Otimização de processos

Quando o ambiente está bem gerenciado, encontrar, acessar e compartilhar informações se torna simples e muito mais produtivo. Nesse sentido, bancos de dados integrados e sistemas de automação atuam como grandes auxiliadores do colaborador em seu cotidiano.

Aumento da segurança

Os benefícios da gestão também são refletidos na confiabilidade do negócio. Afinal, sem o controle sobre os dados, é impraticável manter a segurança, prever brechas de invasão, vazamento, bem como garantir que nenhuma informação entre ou saia sem a devida permissão.

Nesse mesmo contexto, também vale citar a vantagem de estar em compliance com a LGPD, a qual estabelece diretrizes para a obtenção, armazenamento e processamento dos dados do usuário.

3 dicas para melhorar o gerenciamento de dados na sua empresa:

1 – Crie uma rotina de backups

Após coletar, organizar e analisar os dados, é importante prevenir que eles não se percam. Por isso, ter uma rotina de backup é a principal maneira de certificar que, em casos de ataques ou perdas, os dados estarão seguros e prontos para serem restaurados, sem prejudicar o andamento das operações.

De modo geral, o fluxo contínuo de backups, que é passível de automação, previne que nenhuma informação se perca.

2 – Invista em monitoramento de dados

Monitorar as informações permite que comparações ao longo do tempo sejam realizadas com a finalidade de identificar a evolução da gestão. Como consequência, decisões, como a implementação de funções de machine learning e análise preditiva, podem ser tomadas.

Em resumo, o monitoramento, quando preventivo e proativo, permite aumentar a produtividade e eficiência interna, ganhar vantagens competitivas de mercado, prever tendências e reduzir riscos, potencializando o crescimento da empresa.

3 – Conte com um parceiro especializado em dados

Para garantir os melhores resultados, é fundamental escolher um parceiro altamente especializado, já que a alocação de equipes internas pode resultar em altos gastos de tempo e recursos financeiros.

A StorageOne está há 20 anos no mercado e é formada por um time experiente e qualificado, capaz de levar segurança, desempenho e compliance para o mundo corporativo, através de soluções customizadas para as necessidades de cada empresa.

Entre em contato e saiba como iniciar, otimizar ou manter um gerenciamento de dados da melhor maneira.

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