Consultoria em TI: A importância de um projeto sob medida para sua empresa

A sua empresa pode ter foco em tecnologia, ou ser de uma vertical completamente diferente. Mas isso não significa que o TI ficará de fora da área estratégica.

Na era digital as empresas estão cada vez mais dependentes da Tecnologia da Informação para a execução de suas operações e para ganhar agilidade e competitividade no mercado em que atuam.

Como consequência desse movimento, as empresas precisam lidar com novos desafios, que acabam desencadeando todo um processo de transformação digital em seus processos tradicionais e a consequente necessidade de adaptação de seus executivos e colaboradores à essa nova realidade.

Um dos principais fatores que torna difícil essa jornada para a transformação digital é o comprometimento das equipes operacionais e de TI com as operações e soluções de problemas do dia a dia. Sobra muito pouco tempo para avaliar novas tecnologias e definir quais são as mais adequadas, operacionalmente e financeiramente, ao contexto da empresa e ao do mercado em que atuam.

Esse cenário tem feito com que as empresas busquem parcerias com Consultorias de TI, utilizando sua experiência de mercado e expertise para definir as soluções que melhor atendam ao seu contexto, através do trabalho em conjunto com os times internos, que possuem a experiência operacional da empresa.

Os principais resultados decorrentes de uma parceria como essa são:

O que faz uma consultoria de TI?

Através de um trabalho personalizado e sob demanda, a consultoria de TI ajuda clientes a prevenir e resolver problemas e automatizar processos na área. Com diferentes campos de atuação, desde rede básica até soluções gerenciadas, os consultores avaliam as necessidades, recursos e objetivos atuais.

Um plano então será traçado, junto com gestores, colaboradores e outros stakeholders. Recomendações e sugestões serão realizadas na sequência, definindo as melhores alternativas de equipamentos, softwares de acordo com o diagnóstico do cenário atual da empresa.

Algumas consultorias ainda oferecem serviços específicos de acordo com as especialidades que possuem, como serviços na nuvem, operações de rede, soluções de TI gerenciadas, cibersegurança e compliance e gestão de desastres.

De modo geral, a consultoria irá aconselhar e ajudar a empresa a implementar os planos de ação. Inclusive, podendo ser referente apenas a um projeto específico ou à companhia inteira, ela difere do trabalho de outsourcing ao não apenas delegar um processo, mas adquirir uma visão holística das necessidades da empresa.

Então, se você sente que o departamento de TI da sua empresa não está conseguindo demonstrar a entrega dos resultados esperados ou acha difícil identificar os benefícios que a era da tecnologia traz para o negócio, peça ajuda.

Por que contratar uma consultoria de TI?

Com tantas novidades e evoluções acontecendo no meio digital, é fácil se perder entre as tantas opções disponíveis no mercado. O papel do gestor de TI, altamente requisitado, pode não conseguir conduzir as atividades da companhia e pensar em melhorias e inovação simultaneamente.

Diante disso, a consultoria de TI pode ser um ótimo parceiro para levar estratégias e otimizações sem aumentar a carga de trabalho da equipe atual. Os benefícios são muitos e os principais consistem em:

Reduzir custos de infraestrutura

A identificação e comparação entre necessidades e recursos atuais atua na redução de custos, identificando quais gastos excessivos, desnecessários e/ou redundantes acontecem atualmente. Ao permitir que os colaboradores façam mais, de forma eficiente e produtiva, os custos também diminuem de forma operacional.

Além destes, os gastos de contratação in-house, para montar uma equipe de TI (ou adicionar novos colaboradores ao time existente) são minimizados. O ônus da procura de profissionais especializados, contratação, máquinas novas, férias e outros não acontecem nesse cenário.

Garantir a segurança e compliance       

Seja na contratação de uma consultoria especializada em cibersegurança ou não, ao monitorar os ambientes são encontradas brechas e vulnerabilidades que colocam o negócio em risco. Com a análise de problemas atuais, o trabalho de mitigar riscos e prevenção fica mais fácil, podendo oferecer soluções que protejam as informações e dados da empresa.

Implementar melhores práticas de gestão

As consultorias, pelo menos as de excelência, baseiam suas orientações e modos de trabalho de acordo com as melhores práticas mundiais e do mercado. Padrões e frameworks como  PMBOK®, BPM CBOK®, ITIL® e COBIT® são utilizados. Isso garante consistência e adaptabilidade para que a sua empresa tenha acesso ao que há de melhor e mais moderno.

Tornar o TI estratégico

O conhecimento especializado que a consultoria agrega ao negócio, quando em conjunto com o atendimento personalizado, auxilia na transformação da TI em uma área estratégica. A substituição da perspectiva acontece ao desconstruir a visão equivocada que a tecnologia da informação é apenas um centro de custos, e que no máximo, presta suporte à outras áreas.

Com a otimização de recursos tecnológicos, projetos de melhoria, atualização e inovação, o TI agrega valor para a companhia. Tecnologias como nuvem, inteligência artificial e Big Data podem ser integradas e implementadas de acordo com as necessidades da empresa, se adequando a ela e não o contrário.

A vantagem competitiva acontece quando a inovação é proveniente de um bom planejamento, integrando sistemas e aplicações, antes que a concorrência atue.

Como escolher uma consultoria de TI no mercado?

Agora que você conhece e entende como uma consultoria pode beneficiar a sua empresa, chegou o momento de escolher um fornecedor.  

Nesse contexto, alguns quesitos precisam ser levados em consideração. Lembre-se que preço não deverá ser uma prioridade, mas sim o valor que aquele parceiro oferecerá, como o investimento que deve ser.

Na análise de custo-benefício, a consultoria deve ter grande experiência e longo prazo de mercado, com ótima reputação e recomendações. O currículo dos colaboradores e consultores também deve ser levado em consideração, principalmente as certificações e experiências em projetos de verticais semelhantes às suas, e se a equipe é de fato multidisciplinar.

A consultoria deverá atuar conforme as necessidades de cada cliente e não propor uma única solução padrão, tendo o sucesso do projeto como foco.

Conheça a StorageOne

Um projeto bem-sucedido começa na escolha da consultoria. A StorageOne tem mais de 20 anos, integrando soluções de infraestrutura e tecnologia para grandes clientes. Nossos especialistas atuam sob três perspectivas: desempenho, segurança e compliance, de acordo com as necessidades de cada cliente.

Para garantir que o seu negócio conte com escalabilidade, inovação e melhores práticas, agende uma reunião conosco e descubra como um parceiro de TI pode transformar o seu negócio!

Continuous Data Protection (CDP): entenda a importância desse método para o disaster recovery

Imagine que você está manipulando um arquivo e seu computador trava, fazendo com que você perca tudo o que tem. É uma grande dor de cabeça, certo? Agora, imagine que isso aconteça com todos os dados da sua empresa. Bom, já dá para imaginar o tamanho do problema.

Para evitar perder seus documentos, as empresas investem em cópias de segurança. Mas apenas o backup simples pode não ser a melhor solução, já que o salvamento é realizado em horários pré-determinados para não sobrecarregar a rede.

É aí que entra a importância do Continuous Data Protection, que conheceremos nos tópicos a seguir. Eficiente, versátil e mais seguro, o CPD é praticamente indispensável para qualquer empresa. Confira!

Qual a diferença entre o CDP e outros formatos de backup?

Para entender os diferenciais do CDP, o primeiro passo que você deve dar é compará-lo aos backups tradicionais. E, nesse sentido, podemos listar duas grandes vantagens.

Intervalos curtos

Os backups tradicionais precisam de horários pré-determinados para serem realizados. E, normalmente, eles acontecem de madrugada, quando não há profissionais utilizando a rede. Isso porque a migração para o servidor local ou para a nuvem sobrecarrega o sistema, gerando lentidão.

Com o CDP, esse salvamento é contínuo. Ou seja, ele salva os arquivos automaticamente a cada edição. Isso não sobrecarrega a rede e, principalmente, mantém todas as informações salvas de maneira mais segura.

Proteção avançada

E por falar em segurança, o CDP também leva vantagem nesse quesito. Em geral, os sistemas comuns de backups criam espelhos para salvar uma versão de cada arquivo.

Com o CDP é diferente. A cada edição é criado um versionamento do arquivo. Isso é muito importante para casos de invasão à rede. Na prática, se ocorrer o sequestro dos dados, não será necessário ceder ao pedido de resgate, pois com o Continuous Data Protection é possível voltar no ponto exato antes que o ataque tenha sido realizado.

De fato, as vantagens em segurança são muitas. Confira um resumo das principais:

  • cada detalhe modificado no arquivo é salvo. Isso cria diversos versionamentos sobre o arquivo, permitindo recuperá-lo a qualquer tempo após editado;
  • permite o backup de arquivos, pastas, dados de aplicativos, bancos de dados e outros;
  • exige bem menos espaço em disco em comparação aos backups comuns, cerca de 15%;
  • permite diversas cópias em dispositivos de armazenamento externo;
  • não afeta o desempenho do sistema, pois não há uma carga grande de backup no mesmo momento.

Qual o papel do CDP na recuperação de desastres?

O CDP atua de maneira mais eficiente caso sua empresa passe por situações de desastres, como curtos-circuitos, incêndios ou enchentes, assim como ocorre com ciberataques, também será possível acessar os versionamentos anteriores ao fato, recuperando facilmente os arquivos.

Essa recuperação ocorre porque os backups definidos por essa metodologia são armazenados múltiplas vezes em um local fora da empresa (off-site), criando um nível altíssimo de proteção aos dados.

Se a sua empresa gera uma grande quantidade de informações a cada minuto, essa solução é imprescindível para a segurança do próprio negócio.

E quais as desvantagens do CDP?

Como o espaço em disco é economizado, o ideal é investir em dispositivos físicos que sejam mais rápidos para dar a eficiência necessária ao sistema. E como os backups são contínuos, a taxa de troca de dados também é maior. Para não correr riscos com erros, o ideal é combinar o CDP com backups tradicionais.

Afinal, o CDP pode substituir os backups tradicionais?

Sim. Pode e de maneira mais eficaz e segura. Mas é importante entender as limitações de cada um.

A segurança de qualquer tipo de backup está, principalmente, na localização dos dados. Se o backup for realizado em um domínio igual ao site de sua empresa, o nível de segurança dos dados poderá ser vulnerável.

Caso ocorra um desastre e o armazenamento externo for dentro da sua própria empresa, haverá um grande risco de perdê-los.

O ideal para qualquer tipo de backup é seguir a regra de 3 para 1: armazenar os dados em três locais diferentes, sendo dois locais de armazenamento e uma cópia física distante do local. Assim, se uma das cópias for danificada, ainda haverá as outras para o acesso aos arquivos.

Como a StorageOne pode auxiliar seu plano de recuperação de desastres?

Quando falamos em gestão de informações, podemos reforçar que qualquer empresa precisa ter alto nível de segurança para o armazenamento de seus dados. Caso contrário, todos os negócios podem ser colocados em risco.

E, nesse sentido, um parceiro especializado é indispensável. Afinal, é muito importante criar a estrutura correta para que todos os backups estejam seguramente armazenados e rapidamente acessíveis.

É dessa maneira que a StorageOne atua para auxiliar sua empresa a estruturar corretamente o CDP. Com 20 anos de atuação no mercado, a StorageOne auxilia empresas de diversos segmentos, como governo, educação, finanças, serviços e varejo.

Oferecendo customização para as necessidades de sua empresa, a StorageOne garante o armazenamento seguro dos dados, com o máximo de desempenho e compliance, seguindo todas as diretrizes da LGPD.

Converse com os analistas da StorageOne agora mesmo e veja como elevar o nível de proteção às informações críticas de sua empresa com o CDP!

O que é Plano de Continuidade Operacional e qual a importância para seu negócio?

Desastres não marcam dia ou horário para acontecerem. E caso a sua empresa não esteja preparada, a organização inteira irá sofrer com a paralisação e os potenciais prejuízos que isso causa.

O efeito dominó, onde um pequeno revés inicia uma cadeia de efeitos, leva algumas companhias diretamente para o caminho da falência. E por mais que gestores e funcionários possam planejar, fazer cronograma, planilhas ou reuniões, um imprevisto, desastre ou tragédia podem mudar a ordem das coisas – alguém poderia prever a pandemia?

Mas é justamente por isso que existe o PCO, ou Plano de Continuidade Operacional, e neste texto apresentaremos o que é, porque é importante que sua empresa monte um e vamos mostrar as etapas para que isso ocorra.

A composição de um Plano de Continuidade Operacional

O PCO, ou Plano de Continuidade Operacional, é todo e qualquer procedimento que a sua empresa terá que seguir após algum acidente, ocorrência, emergência ou algum desastre. Seja ele físico, natural ou humano, para assim, continuar as suas atividades da forma mais íntegra e segura possível.

É importante que a sua empresa adote um PCO, independentemente de ter ocorrido um desastre ou não. É como cuidar da saúde, onde mesmo em casos de falta de recursos ou de prioridades, não relegar os cuidados apenas em momentos de emergências.

Um grande desafio no mundo empresarial é conscientizar as empresas para que adotem esse plano, para que enxerguem a importância de tudo isso e, principalmente, para que todos tenham ciência que um PCO não é um gasto, é investimento.

Também é importante salientar que esse plano não é uma ciência exata, que varia caso a caso e da gravidade de cada ocasião. Por exemplo, uma empresa que perdeu os servidores seria interessante investir em backups ou um conjunto de servidores. Já uma empresa que sofreu um incêndio na parte elétrica deveria focar os investimentos em um projeto de combate a incêndio ou em migrar os dados e servidores para outros locais, como a nuvem.

Por que sua empresa deve montar um PCO?

Falar da importância do Plano de Continuidade Operacional é chover no molhado. Toda e qualquer empresa deve estruturar um. Não importa se é micro, média ou uma multinacional, todas devem ter. Esperar acontecer um desastre é arriscado e pode comprometer desde o andamento de um projeto até a continuidade da empresa como um todo.

Mesmo que o seu negócio esteja fluindo bem, elabore um PCO ao menos para prevenção, pois se deixar para depois ou não cuidar da operação de sua empresa, pode ser tarde demais.

Com ataques cibernéticos evoluindo a cada dia, a segurança não deve focar apenas em deixar os invasores do lado de fora – ter o passo a passo de recuperação de dados, como blindar os sistemas e garantir que a empresa conseguirá manter seus compromissos e operações em um cenário improvável é essencial.

5 etapas para criar um Plano de Continuidade Operacional

Para criar um PCO, a companhia deve ter em mente que esse tipo de plano será único e exclusivo dela. Deve ser feito de maneira personalizada, entendendo quais os assets mais importantes, quais informações e operações são prioridade e quais estão em segundo plano.

Separamos abaixo os 4 passos iniciais, e uma 5ª dica: a saúde da segurança da sua empresa pode evitar gastar tempo e recursos ao contar com uma equipe de especialistas. Siga a leitura para entender o que cada etapa deverá se assemelhar:

1 – Organize uma boa equipe de Continuidade

Duas coisas são imprescindíveis nessa etapa: o trabalho em equipe deve acontecer e o gestor deve delegar tarefas para essa equipe. Obviamente, tudo isso depende do tamanho de distribuição do staff, mas de qualquer forma cada setor da empresa deve ter um representante, como um gerente ou coordenador.

Os líderes devem ser responsáveis por sua equipe, preparar os técnicos, as diretrizes dos projetos, identificar os problemas e colocar em prática o PCO o mais rápido possível;

2 – Administre um estudo dos efeitos nos negócios

Além de ter uma equipe boa e ter, pelo menos, um líder em cada setor, é fundamental compreender a gravidade da situação, o que deve ou não ser feito, quanto vai custar para a empresa e qual mão de obra deve ser considerada.

Se possível, documente tudo, ter a planta da empresa também ajuda muito e se for preciso, faça até um dossiê com checklist para que nada seja esquecido.

Essa administração e condução não deve ser desprezada pelo líder de cada setor. É complexa, requer muito estudo e trabalho, mas, sem isso, o Plano de Continuidade pode ir por água abaixo.

Evite pular etapas e respeite a ordem de cada uma delas. Embora exista a pressão para que as coisas voltem à normalidade o mais rápido possível, não seguir o planejamento pode ter um efeito pior ainda.

3 – Identifique os recursos atuais vs necessários

Com toda a equipe já organizada, preparada, treinada e com tudo já planejado nos detalhes, é hora de colocar tudo em prática. Sua responsabilidade como gestor de uma empresa e equipe é enorme. Tenha tudo documentado e tente não deixar nada na informalidade. Chame o advogado se for preciso, pois um descuido pode ser fatal – literalmente.

Também preste atenção nas ditas lacunas (os recursos que você possui x os recursos que sua empresa precisa). Ter em mãos a planta baixa da empresa, conhecer a geografia do local é essencial para qualquer líder que precisa ter o respeito da equipe e do mercado.

4 – Faça testes em tudo

Não se iluda: por mais que você tenha estudado, planejado e colocado em prática, o resultado do PCO dificilmente estará 100% finalizado mesmo após o plano ser executado, pois ainda será preciso checar, verificar e analisar todos os setores e o que for passível de falhas.

De modo geral, mesmo que o serviço esteja finalizado, sempre é preciso testar tudo, como uma simulação de incêndio, o uso de geradores, servidores etc. Por isso, não pense que o trabalho irá diminuir nesse momento: agora é a hora onde os alinhamentos serão mais presentes e necessários para que sua empresa continue.

No mundo dos negócios e em um cenário cada vez mais globalizado, nenhuma empresa se reergue sozinha. Os custos citados acima como mão de obra e materiais geralmente são caríssimos e o acompanhamento de uma empresa profissional é, como já citado, um investimento menor do que os prejuízos que a falha da continuidade pode causar.

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Se a sua empresa não conta com profissionais especializados, conte com um parceiro experiente nessa área. É através de uma consultoria personalizada que problemas podem ser levantados na sua estratégia. Identificar riscos, vulnerabilidades e fraquezas na segurança é mais fácil quando se tem conhecimento do que procurar.

Ter um apoio também envolve reduzir os riscos e realizar ações de prevenção para mitigar possíveis vulnerabilidades, tornando o seu ambiente mais seguro. Equipes que ficam à disposição e um suporte forte podem salvar os dados, informações e equipamentos da sua empresa.

A StorageOne conta com mais de 20 anos de experiência, transformando empresas de todos os portes a serem mais seguras, produtivas e lucrativas.

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Como elaborar e executar um Plano de Recuperação de Desastres (PRD)?

Com a alta competitividade do mundo corporativo, e a rapidez que a tecnologia evolui, é preciso se manter atento às ameaças. Qualquer descuido nas máquinas e equipamentos de uma empresa pode ser fatal para um negócio.

Hoje, muitos já conhecem bem a importância dos backups, de um servidor potente e do trabalho de prevenção, como uma obra de combate a incêndio, por exemplo. Mas e se o pior cenário ocorrer e a empresa se ver vítima de um desastre?

As companhias não podem parar suas operações, caso contrário sofreriam enormes prejuízos, por prejudicar processos em andamento enquanto gastam tempo e recursos na recuperação. Ciente disso, criamos este artigo para fornecer conhecimento acerca dos desastres que possam ocorrer e como se adiantar nesses cenários.

O que é um Plano de Recuperação de Desastres?

O PRD, ou Plano de Recuperação de Desastres, é um conjunto de ações, procedimentos e políticas que têm o intuito de recuperar a estrutura de uma empresa após um desastre. Assim seja ele provocado de forma natural ou causado por usuários mal-intencionados, o PDR também atua na prevenção desses problemas.

Na prática, são listadas ideias e estratégias para uma empresa voltar aos eixos. Para tal continuidade, devem ser considerados 3 fatores: informação, o espaço físico da empresa e as pessoas. Afinal, um não pode funcionar sem o outro.

Importante frisar que o PRD atua dentro do Plano de Continuidade de Negócios. Apesar de serem conceitos distintos, devem coexistir entre si, e as tomadas de decisões de uma empresa devem seguir as diretrizes impostas por ambos os planos.

O passo a passo do Plano de Recuperação de Desastres:

Não existe uma fórmula mágica e o plano de uma empresa deve ser criado de forma personalizada. Por isso, apresentamos aqui como você e sua empresa podem se programar para evitar que mais prejuízos ocorram em caso de desastres:

  • Tenha ciência de quais dados são imprescindíveis para que sua empresa possa permanecer em operação e evitar um prejuízo maior;
  • Além dos dados, a localização é importante. Defina um “backup” de local físico (ou política de homeoffice) a fim de que as operações possam voltar sem comprometer o rendimento;
  • A comunicação é imprescindível em qualquer área, em qualquer ramo, ainda mais em situações emergenciais. Mantenha-se em contato com seus colaboradores e deixe todos à par da situação.

Dividimos abaixo os 5 passos principais para serem definidos com antecedência. Dessa forma, ao ter um plano estruturado, sua equipe não perderá tempo ponderando quais serão as etapas a serem propostas.

1 – Identifique o que está em estado crítico

É necessário identificar o que está em estado crítico e até que ponto a interrupção pode afetar o andamento da empresa. Cada caso é um caso, e o mais importante é possuir sensibilidade e inteligência para lidar com funcionários, clientes em casos de emergência.

Diferencie também quais informações poderão ser divididas entre os stakeholders nesses cenários, quais operações podem ser pausadas e quais podem ser postergadas sem interferir nos resultados da companhia.

2 – Avalie os ambientes críticos

Além dos setores principais, como financeiro e atendimento ao cliente, a avaliação de todos os ambientes deverá ser realizada. Isso auxiliará na definição de prioridades na tomada de decisões. Lembre-se de incluir sistemas de segurança (físicos e digitais) para prevenir que outras ameaças não se aproveitem de um momento vulnerável.

3 – Monte uma estratégia de comunicação

Garanta que a comunicação siga fluindo, para que o recomeço do negócio e a reparação possam ser mais efetivas. É através da articulação da liderança, com uma comunicação estratégica entre clientes e colaboradores, que previne os dados à credibilidade e imagem da empresa.

4 – Recupere dados e backups

Caso a sua empresa já possua uma política de segurança que inclui backups recorrentes, de acordo com as métricas de RTO e RPO, esse será o momento de aplicar a recuperação de dados. De acordo com as prioridades estabelecidas previamente, delegue funções à equipe e preste suporte ao departamento de TI para seguir todas as etapas de forma efetiva.

5 – Realize testes de conferência

Uma vez que dados e equipamentos sejam recuperados, que a comunicação esteja clara e que o Plano de Recuperação de Desastres tenha sido colocado em prática, o próximo passo será de conferência.

Verifique o estado e status de colaboradores, equipamentos e ferramentas antes de considerar que o plano está concluído. Essa etapa permitirá retornar às atividades com todas as medidas de segurança verificadas.

Conte com um parceiro especializado em segurança:

Apesar de alguns desastres serem imprevisíveis, muito pode ser recuperado antes que prejuízos maiores ocorram. É importante se preparar o máximo possível, com medidas de acordo com cada cenário para prevenir que eles ocorram, e que caso ocorram, não interfiram na continuidade do negócio.

Saber os riscos, dificuldades e fraquezas no sistema pode ser mais prático com uma equipe experiente e preparada.  Ter especialistas ao seu lado também envolve reduzir os riscos e realizar ações de prevenção para reduzir possíveis vulnerabilidades, tornando o seu ambiente mais seguro e diminuindo custos. Um suporte forte e disponível 24/7 podem salvar os dados, informações e equipamentos da sua empresa de forma ágil e segura.

Se a sua empresa não conta com um Plano de Recuperação de Desastres, conte com um parceiro experiente nessa área. É através de uma consultoria personalizada que problemas como os citamos podem ser examinados com inteligência e prevenidos.

A StorageOne conta com mais de 20 anos de experiência, transformando empresas de todos os portes a serem mais seguras, produtivas e lucrativas. Entre em contato e fale com os nossos especialistas.

Business Impact Analysis: Qual o impacto do tempo de inatividade no seu negócio?

Manter as operações em pleno funcionamento, bem como assegurar sua rápida recuperação em caso de incidentes, é uma das principais tarefas dos gestores.

Entretanto, para atingir esse objetivo, é preciso utilizar métodos como a Gestão de Continuidade de Negócio (GCN) – um conjunto de medidas que visam garantir o pleno funcionamento de processos críticos, mesmo que ocorram eventos súbitos ou de grande escala. Já para manter esse plano eficiente, é preciso dispor de um diagnóstico por meio da Business Impact Analysis (BIA).

Além disso, a empresa deve contar com uma matriz descritiva de ações efetivas com base nas diretrizes contidas na norma ISO 22301. Para ficar mais claro, esses são os pilares que mantêm uma organização em funcionamento mesmo quando há instabilidade e falhas em alguns pontos.

Cientes disso, com a finalidade de explicar o conceito e como aplicá-lo no dia a dia de um negócio desenvolvemos este artigo. Acompanhe e saiba mais sobre o assunto.

Entenda o Business Impact Analysis (BIA)

O Business Impact Analysis (BIA), que traduzido significa Análise de Impacto aos Negócios, nada mais é do que um relatório executivo que traz uma lista dos processos mais impactantes de uma empresa. Ou seja, aquelas ferramentas, como equipamentos, máquinas e áreas que, se não estiverem alinhados, podem causar prejuízos.

Ele parte do princípio de que qualquer organização está correndo riscos, tanto em relação às escolhas equivocadas pelos gestores quanto por eventos externos, como emergências ou acidentes.

Por isso, tem como função encontrar todas as vulnerabilidades e seus possíveis impactos, de modo a encontrar as formas mais eficientes para realizar as ações sem prejudicar o andamento dos processos.

O levantamento de tais informações ocorre através de entrevistas que são realizadas com os responsáveis por cada um dos departamentos da organização. Com o BIA, além de reduzir os efeitos dos impactos, ainda é possível direcionar e quantificar os recursos necessários para resolver cada uma das interrupções que possam surgir.

Como aplicar a análise de impacto aos negócios?

Quando se trata da gestão de continuidade de negócios, vários fatores vêm à mente, principalmente relacionados às ferramentas de recuperação e gerenciamento de crise.

Contudo, a norma ISO 22301, a qual define essa gestão como “a capacidade da organização de continuar a entregar produtos e serviços, em um nível aceitável, previamente definido, após incidentes de interrupção”, é quem dita a matriz de ações efetivas a serem realizadas:

Desenvolvimento do projeto

A primeira etapa deve ser a definição do responsável pela coordenação do projeto. De modo geral, é quem deve elaborar os questionários e realizar as entrevistas com os gestores das áreas. Além disso, é fundamental comunicar toda a empresa de que este processo será realizado, já que todos os setores são envolvidos e precisam dispor de tempo para as respostas.

Criação de questionários

Não existe um único modelo para os questionários. Isso porque eles variam conforme a organização e a área a ser trabalhada.

No entanto, no momento de cria-los, o ponto de partida é a identificação dos impactos resultados das interrupções ao longo do tempo, das ferramentas necessárias para a recuperação e da existência ou não de planos de ação para situações imprevistas.

Realização de entrevistas

Após o desenvolvimento dos questionários, o próximo passo é a realização das entrevistas. Elas devem ser feitas diretamente com os responsáveis pelas atividades críticas, de modo a se obter dados precisos. Além disso, é importante orientar os entrevistados a sinalizarem o pior cenário de cada caso, de modo a preparar a empresa para agir em situações emergenciais.

Elaboração do relatório

O Business Impact Analysis pode ser definido como o produto final desse trabalho. Entre as informações que o relatório deve obrigatoriamente ter estão:

  • resumo dos processos mapeados;
  • indicação dos prazos de tolerância à interrupção;
  • análise dos impactos causados por possíveis interrupções;                
  • definição dos critérios de prioridade;
  • indicação dos responsáveis e substitutos;
  • indicações do RTO (Recovery Time Objective ou Objetivo do Tempo de Recuperação) e do RPO (Recovery Point Objective ou Objetivo do Ponto de Recuperação), quando aplicável.

Enquanto o primeiro compreende o período em que um processo é restabelecido após um incidente, o segundo diz respeito ao período máximo em que dados podem ser perdidos ou ficarem indisponíveis após uma interrupção.

Otimize a gestão de continuidade com a StorageOne

Assim como ocorre com outros processos corporativos de análise, o Business Impact Analysis também pode ser influenciado por visões internas dos gestores se executados pela própria empresa.

Além disso, por se tratar de uma atividade que envolve diversas tarefas, delegar o BIA para os colaboradores pode acabar causando acúmulo de atividades, bem como relatórios não tão completos.

Portanto, o indicado é que esse processo seja realizado por parceiros especializados, os quais são capazes de ter uma visão imparcial e crítica de cada uma das áreas, sem vícios causados pelo relacionamento diário com tudo que é o observado para o desenvolvimento do relatório.

A StorageOne pode ajudar as empresas a desenvolverem a gestão de continuidade com mais eficiência e qualidade. Somos uma integradora de soluções em tecnologia de infraestrutura de TI, com 20 anos de experiência atendendo grandes clientes em vários segmentos, como finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

Nosso foco é customizar soluções de acordo com a necessidade de cada cliente, principalmente sob três perspectivas: segurança, desempenho e compliance. Assim, trabalhamos para que os dados armazenados pela sua empresa estejam disponíveis e seguros, em total conformidade com as novas leis de proteção de dados.

Esperamos que o nosso conteúdo tenha esclarecido o conceito para você. Sua empresa já realiza alguma ação nesse sentido? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato conosco

RTO e RPO: qual a importância dessas métricas para a continuidade dos seus processos?

A segurança da informação é uma área extremamente necessária nas empresas. Sendo os dados ativos tão valiosos, protegê-los é fundamental não apenas para que não caiam nas mãos de pessoas mal-intencionadas, como concorrentes ou hackers, mas para que não ocorram paralizações inesperadas.

Hoje, é impossível manter as operações ativas sem acesso aos dados financeiros ou de vendas, por exemplo. Felizmente, para analisar, controlar e medir a segurança do seu ambiente de TI, existem métricas que visam entender as margens seguras para o andamento da empresa.

O RTO e RPO são duas que podem ajudar a direcionar esforços para garantir a continuidade do negócio. Entenda mais sobre elas!

RTO e RPO: definições e diferenças

Essas métricas ajudam a guiar e estruturar o plano de Disaster Recovery, a fim de que haja economia de tempo e recursos em caso de processos de recuperação.

Na prática, os indicadores RTO e RPO são utilizados, principalmente, para a definição de cada medida a ser implementada na infraestrutura. Contudo, mesmo que cada um cumpra sua função, eles devem ser analisados em conjunto para um resultado mais efetivo.

RTO

O RTO, ou Recovery Time Objective (Objetivo do Tempo de Recuperação), é o indicativo do tempo máximo para que os sistemas voltem a operar após uma pane.

Esse cálculo deve levar em consideração as prioridades da empresa e elencar a importância de cada elemento, como sistemas, softwares e hardwares. O tempo necessário para realizar e restaurar backups, download de dados, reinstalações e atualizações também deve ser considerado dentro do RTO.

RPO

Se o RTO indica o tempo, o RPO, ou Recovery Point Objective (Ponto Objetivo de Recuperação), vai ditar a quantidade de dados que podem ser recuperados após um desastre ou pane.

Recursos e arquivos devem ser dimensionados por meio dessa métrica, principalmente definindo quais são as informações mais importantes. De modo geral, esse método de controle ajuda a calcular o limite de dados que poderia ser perdido sem afetar a continuidade da empresa.

Importante notar também que o RPO é cíclico e tem relação direta com a frequência com que são feitas cópias de segurança. Ou seja, caso a empresa realize um backup por dia, o RPO será de 24 horas.

Qual o papel dessas métricas na continuidade das operações?

As duas métricas citadas acima são de extrema importância para garantir a continuidade das operações. Portanto, elas devem coexistir para que a empresa possa criar diretrizes de acordo com o seu cenário e suas prioridades, estabelecendo uma base sólida.

Quando analisadas em conjunto, elas vão nortear o planejamento das políticas de segurança, identificando os possíveis danos em cada cenário, bem como definir o tempo e os recursos necessários para resolver os problemas em questão.

Em teoria, toda empresa trabalha para diminuir as chances de panes e paralisações. Por outro lado, gestores de TI também devem ter como meta minimizar qualquer dano sofrido, já que nem sempre é possível garantir 100% de segurança.

O RTO e RPO, nesse sentido, são dois índices valiosos para a definição do plano de Disaster Recovery, pois indicam o tempo necessário para a recuperação e quais são as informações prioritárias, respectivamente.

Ataques e perdas de informação naturalmente trazem algum nível de prejuízo, mas com conhecimento desses índices é possível contornar as consequências, amenizando os efeitos da paralização. Isto é, com as aplicações e operações mais críticas em funcionamento, o impacto é minimizado em casos de desastres, possibilitando que as equipes de tecnologia foquem na recuperação enquanto a empresa opera parcialmente.

Conte com um parceiro especializado

A sua empresa não pode ficar parada, refém do tempo e das ameaças. Um planejamento eficaz previne perdas e mitiga os riscos, sendo a base de uma política de segurança clara e transparente.

Diante disso, é preciso analisar dados, como o RTO e o RPO, para diminuir os impactos de um desastre.  Já, com a finalidade de coletar e gerar insights a partir dessas informações, conte com uma equipe de especialistas. Um parceiro de segurança pode trazer muito mais agilidade ao retorno operacional.

A StorageOne tem mais de 20 anos de experiência, ajudando empresas de todos os portes a aumentarem a sua segurança e compliance, enquanto diminui os riscos e custos do setor de TI. Não perca tempo, marque uma reunião com um especialista!

Gestão de vulnerabilidades: a importância de assumir uma postura preventiva de segurança

Um dos principais ativos de uma empresa, atualmente, é o seu compilado de dados. Assim, com os frequentes ataques de cibersegurança e ameaças que evoluem a cada instante, a segurança da informação não pode ser deixada de lado.

Por outro lado, a demanda crescente por profissionais e o aumento de tarefas internas, sobrecarregando o time de TI, são algumas responsáveis pela falta de tempo e estrutura para estabelecer uma política de proteção mais efetiva.

Investir em programas de gerenciamento e políticas internas ajuda a prevenir que esses ataques possam vir a acontecer, diminuindo a chance de ter seus dados roubados, corrompidos e até vazados.

A gestão de vulnerabilidades, por exemplo, é uma das principais etapas a ser estabelecida para ter uma postura preventiva no que tange à integridade das suas informações, sistemas e aplicações. Afinal, é melhor, mais barato e vantajoso proteger os seus assets com antecedência do que ter de correr para apagar incêndios.

O que é gestão de vulnerabilidades?

As vulnerabilidades, quando falamos de tecnologia, são portas de entrada que permitem que hackers e outros usuários mal-intencionados possam ter acesso completo ao seu ambiente. Realizar a gestão delas é atuar de forma preventiva, adiantando-se em relação a problemas que podem (ou não) vir a ocorrer.

No atual cenário, empresas que não investem em segurança são os principais alvos. O grande problema, porém, é que muitas companhias vítimas de ataques digitais não conseguem se reerguer facilmente. A quebra de sigilo pode gerar diversos níveis de prejuízos, incluindo multas, processos judiciais e a perda total de conhecimentos e materiais.

Na prática, então, a gestão de vulnerabilidades irá identificar, analisar, classificar e tratar os riscos potenciais que a sua empresa enfrenta hoje.

Quais os benefícios de uma boa gestão de vulnerabilidades?

Mais controle de segurança

Obviamente, o maior benefício é se certificar que a sua empresa está protegida de ataques de hackers, spam, vírus, malwares e ransomwares. Quando os sistemas estão atualizados e os riscos mitigados, a preocupação diminui e a produtividade aumenta.

Economia de tempo e dinheiro

Onde, quando e quanto investir em segurança? A gestão de vulnerabilidades responde essas questões e mapeia todo o cenário. Isso gera uma economia de recursos de tempo, financeiros e humanos, permitindo que ações tenham como foco as prioridades definidas anteriormente.

Competitividade no mercado

Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LPGD), clientes, parceiros e fornecedores dão preferência para empresas que oferecem integridade e confiabilidade digital. Afinal, ninguém gostaria de pensar que seus dados podem ser roubados e/ou vazados.

Isto é, como consequência da segurança promovida pela gestão de vulnerabilidades, sua empresa ganha a confiança de seus consumidores e demais stakeholders do mercado.

Como implementar de uma gestão de vulnerabilidades?

O departamento de TI, por meio de uma equipe que deve ser designada especialmente para esse tipo de projeto, deve determinar quais são os bens da empresa que precisam ser protegidos.

Essa lista deverá conter todos os bens, tangíveis ou abstratos, de equipamentos a processos internos. Com esses dados em mãos, os itens são classificados conforme a prioridade e a relação à continuidade do negócio.

Entendendo o cenário específico de cada empresa, é possível criar uma política de gerenciamento e começar a planejar as ações que devem ser tomadas imediatamente. Em outras palavras, com uma boa compreensão das vulnerabilidades, todas as portas abertas e todos os riscos, chega a hora de tratar um por um e mitigar as ameaças.

Nesse sentido, é possível aliar a automação proveniente de sistemas de gerenciamento para mapear os desafios atuais e agir em determinados casos, como na atualização de softwares de forma remota.

Além disso, manter uma equipe responsável e garantir que o processo seja contínuo, por meio de revisões periódicas, é essencial para manter os dados da empresa seguros. Bem como profissionais especializados, lembre-se de incluir o suporte técnico para detectar falhas, notificar os responsáveis e começar a agir prontamente na resolução dos problemas.

Por que contar com um parceiro especializado?

Identificar, analisar e prevenir quaisquer problemas ocorram é fundamental para garantir que o seu negócio continue funcionando. Isso porque é mais fácil e menos custoso garantir que os dados estejam protegidos do que lidar com a recuperação de desastres sem um plano pré-definido.

Ter uma postura preventiva significa reduzir os prejuízos que podem ocorrer e melhorar a credibilidade da sua empresa no processo. Independentemente se a sua organização já conta com um time de TI, ter um parceiro especializado pode ajudar a identificar riscos que passariam despercebidos, além de permitir que a sua equipe se mantenha focada em atividades-chave.

A sua empresa não pode contar com a sorte para manter seus dados protegidos. Conte com os 20 anos de expertise da StorageOne e sua equipe de profissionais especializados para combater os perigos tecnológicos que estão à espreita. Não permita que seus dados, clientes e operações fiquem à mercê da sorte.

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Disaster Recovery: o que é e qual sua importância no cenário de segurança da informação?

A tecnologia tem evoluído em uma velocidade tão impressionante quanto o surgimento de ameaças. Apenas em 2020, foram encontradas 268 mil novas variantes de malwares — um aumento de 74% em comparação com o ano anterior.

Diante desse novo cenário, é preciso preparar a sua empresa. Além da proteção dos dados, é importante focar no gerenciamento de riscos e na criação de estratégias para lidar em casos de roubo ou vazamento de informações.

Nesse sentido, ter um plano de recuperação de desastres pode fazer a diferença ao impedir grandes prejuízos financeiros ou até a perda de credibilidade no mercado. Tem interesse no assunto? Continue a leitura!

O que é Disaster Recovery?

Disaster Recovery (Recuperação de Desastres) é um conjunto de medidas tomadas para que as empresas atuem de maneira adequada em casos de acidentes de TI.

Para tanto, é criado um plano cujo foco é delegar a execução e o acompanhamento de ações em diversos tipos de cenários. Na prática, esse documento considera o que deverá ser realizado, em qual ordem e por qual profissional.

Instruções detalhadas para cada caso e estratégias de recuperação bem definidas são essenciais para que os dados e sistemas da sua empresa não fiquem indisponíveis por muito tempo. Também vale ressaltar que cada plano de DR será único e derivado do cenário próprio de cada companhia.

Por que sua empresa precisa de um plano de Disaster Recovery?

Em pleno 2021, quando empresas estão cada vez mais dependentes da tecnologia para continuarem suas operações, não ter um plano de contingência é dar sorte para o azar.

Com o home office, armazenamento remoto e todas as informações sendo enviadas e recebidas de forma digital, é impossível continuar uma empresa sem estar conectado à internet.

Obviamente, existem diversos benefícios no emprego dessa tecnologia, como aumento da produtividade e análises baseadas em dados. Por outro lado, sem uma estrutura eficiente de proteção, as empresas se tornam alvos fáceis de ataques.

Fique atento a alguns dos principais riscos e conte com um plano de recuperação para proteger os seus dados e garantir que a sua empresa volte aos negócios o mais rápido possível.

Crimes cibernéticos

Atualmente, as informações são um dos maiores ativos de uma companhia. Nesse sentido, os dados dos usuários e de consumidores também são alvos valiosos para os cibercriminosos.

Hackers podem invadir os sistemas da sua companhia, causando prejuízos. Por isso, protegê-los deve fazer cada vez mais parte do cotidiano dos gestores de TI.

Falhas nos equipamentos

Equipamentos que compõe a infraestrutura de TI também podem falhar, mas isso não significa aceitar que imprevistos aconteçam. Manutenções preventivas auxiliam na diminuição de paradas não programadas, panes e peças queimadas.

Erros humanos

De maneira inocente ou até propositadamente, um funcionário pode cometer erros. Clicar em um arquivo suspeito, acessar a rede por meios não seguros e enviar arquivos confidenciais deliberadamente podem comprometer a segurança.

Diante disso, educar os colaboradores a partir de treinamentos e políticas de segurança, também é fundamental.

Desastres naturais e queda de energia

Empresas que não têm geradores para reestabelecer a energia elétrica podem sofrer com panes e queima de aparelhos, causando a interrupção do sistema e do trabalho.

Além disso, desastres como incêndios, alagamentos também podem causar a destruição de computadores, servidores e demais equipamentos. Ou seja, não ter uma política de recuperação de desastres significa ficar refém de ações que estão fora do controle de qualquer pessoa.

Como preparar sua empresa para a recuperação de desastres?

Você já conhece os riscos mais comuns em todas as empresas, mas para estar realmente preparado, é preciso ter um detalhamento do cenário da sua companhia.

O disaster recovery se baseia em alguns pilares para que a organização, mesmo diante de acasos, possa recuperar seus dados, serviços e operações de forma ágil.

Identifique e avalie os riscos

Realize o levantamento de todas as possíveis ameaças e riscos. Ao elencar as principais e prováveis vulnerabilidades, não foque apenas no setor de TI, mas na empresa inteira.

Análise diversos departamentos para identificar quais são os pontos que precisam ser mitigados imediatamente, quais necessitam mais tempo e investimento e quais não podem ser prevenidos.

Assim, com as prioridades estabelecidas, é hora de avaliar os riscos e começar a desenhar o plano de recuperação.

Eduque todos os departamentos

Já que toda a companhia pode sofrer com desastres, una todos os colaboradores a fim de educá-los. Treinamentos, padronização de tarefas e automações permitem o envolvimento de todos da empresa.

Instrua, em conjunto com o setor de TI, como os colaboradores devem acessar e salvar as informações críticas.

O monitoramento dos processos, quando padronizados, é facilitado. Gestores e diretores devem incentivar as equipes a seguirem as políticas de segurança e garantir que todos saibam o que fazer caso alguma adversidade ocorra.

Crie uma equipe de gestão de crise

Essa equipe será responsável por solucionar os problemas em ocorrência e colocar o plano em ação de acordo com as demandas estabelecidas previamente, e com autonomia para tomada de decisões.

Lembre-se de capacitar tais colaboradores em tecnologia para que possam identificar as perdas, mitigar os danos e recuperar informações e dados em casos de desastres.

Conte um parceiro especializado em segurança

Se a sua empresa não conta com profissionais especializados, escolha um parceiro experiente nessa área. É por meio de uma consultoria personalizada que problemas podem ser levantados na sua estratégia. Identificar riscos, vulnerabilidades e fraquezas na segurança é mais fácil quando se tem conhecimento do que procurar.

Ter um apoio também envolve reduzir os riscos e realizar ações de prevenção para mitigar possíveis vulnerabilidades, tornando o seu ambiente mais seguro. Equipes que ficam à disposição e um suporte forte podem salvar os dados, informações e equipamentos da sua empresa.

A StorageOne conta com mais de 20 anos de experiência, instruindo empresas de todos os portes a serem mais seguras, produtivas e lucrativas.

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Quais os tipos de backup e sua importância na criação de uma cultura de segurança em sua empresa?

O backup é uma das ferramentas mais conhecidas quando falamos proteção dos dados. Mas no mundo corporativo ele ganha ainda mais relevância, sendo um dos pilares na criação de uma cultura de segurança efetiva. Isso porque, de forma preventiva, a função dele é assegurar a integridade das informações, criando cópias de ambientes inteiros ou partes deles.

Ataques podem ocorrer com qualquer empresa e em qualquer momento, é fato. Por isso, ter boas medidas de proteção e segurança ajudam a diminuir as brechas e mitigar os riscos. Em conjunto, definir quais serão as medidas tomadas antes, durante e depois, caso algo do gênero ocorra, também ajuda a minimizar os prejuízos.

Nesse contexto, o backup é essencial e deve estar presente em todos os planos de contingência. Na prática, quando bem planejado e implementado, garante a continuidade do negócio, restaurando rapidamente as informações e permitindo o retorno do fluxo de trabalho.

Importância do backup nas empresas

Com tantas ameaças que rondam a internet, a integridade dos seus dados precisa ser protegida e preservada. Caso vírus, cavalos de tróia ou demais invasões sejam bem sucedidas os prejuízos podem ser incalculáveis.

Diante disso, ter um plano de contingência e contar com um ou mais backups, pode ser a diferença entre ter que parar todas as operações ou reatar rapidamente o trabalho.

Em casos de perda ou roubo de equipamentos, ransomware (onde os dados são “sequestrados” e só serão descriptografados mediante pagamento), quem tem uma cópia das informações pode simplesmente limpar o disco rígido das máquinas contaminadas ou passá-las para outro equipamento.

Atualmente, existem diferentes ferramentas no mercado que realizam backups de forma ágil. Assim, para definir qual será utilizado é importante a analisar a frequência, a forma de criação e como serão restaurados. A infraestrutura, quantidade de máquinas e usuários, bem como a própria natureza das informações também precisam ser considerados nesse momento.

Além disso, para que a rotina de backup seja efetiva, é possível automatizá-las, de modo a não recair a responsabilidade sob os usuários comuns, que podem esquecer ou postergar a tarefa.

4 tipos de backups que sua empresa deve considerar

Coletar, organizar e dividir as informações em categorias, prioridade e sigilo não precisa ser feito toda vez para que um backup seja criado. Cientes disso, separamos quatro tipos de backups que vão facilitar a criação e manutenção das cópias de segurança.

1 – Backup Full (completo) 

Como o nome diz, é a cópia completa e integral de todos os arquivos da empresa. É o tipo mais simples e comum, possibilitando a recuperação de todas as informações, mas requer mais tempo para ser realizado e demanda maior capacidade de armazenamento.

Criar diferentes versões completas ao passar do tempo, e armazená-las gera custos altos, então diminuir a frequência e garantir que sejam realizados é uma saída.

2 – Backup Incremental 

O backup incremental salva apenas arquivos novos ou alterados, ganhando em velocidade e diminuindo o tempo necessário para ser criado e restaurado. Ele não depende do backup completo para ser criado, e pode ser feito em uma frequência menor.

Caso haja necessidade de restauração, o backup completo precisa ser restaurado primeiro e só depois o incremental, já que esse contará apenas com as informações novas.

3 – Backup Diferencial

Parecido com o anterior, o backup diferencial cria uma cópia, em conjunto, de tudo o que foi alterado após o backup completo ser realizado. Ele inclui mais dados do que o incremental, sendo mais pesado e exigindo mais tempo e armazenamento para ser criado.

No momento da restauração, o último backup completo criado será a referência e o diferencial apenas uma “atualização” desse.

4 – Backup Sintético

O backup sintético em grande parte se assemelha ao incremental, visto que permite que apenas os arquivos alterados são copiados no servidor. Por outro lado, ele se diferencia uma vez que esse modelo também realiza uma primeira cópia completa.

Assim, o backup sintético oferece a velocidade de restauração promovida pelo backup completo combinada à rapidez de armazenamento do backup incremental.

Qual o melhor servidor para realizar backups?

Backup em fitas

Armazenar cópias de segurança em fitas, assim como em memórias flash, é uma maneira tradicional e ainda bem utilizada por aqueles que optam por fazer backups locais.

Na prática, as empresas geralmente optam por esses dispositivos, como drives LTO, DLT, AIT e DDS fora do ambiente de produção, devido ao baixo custo por terabyte.

Backup em discos

Apesar de também ser uma opção das empresas que optam por fazer backups locais, o armazenamento em discos se difere das fitas, pois não precisam de um host, ou seja, não precisam estar diretamente conectados a um computador.

Por consequência, esse modelo se destaca pela facilidade de implantação, flexibilidade e agilidade promovida às cópias de segurança.

Backup em cloud

Apesar dos backups locais ainda estarem bem presentes, no ambiente corporativo é possível notar cada vez mais uma migração aos modelos híbridos. Isto é, além dos armazenamentos tradicionais abordados acima, os modelos remotos têm ganhado mais espaço.

Nesse contexto, os backups, tanto na nuvem privada quanto na pública, tornaram-se mais populares, uma vez que permitem às companhias criar cópias de segurança em data centers externos, mas gerenciados por elas.

Backup em object storage

Por fim, utilizar ambientes baseados em objetos, os quais permitem armazenar grandes volumes de dados não estruturados em unidades independentes, também tem se mostrado uma maneira eficiente de se realizar backups, principalmente entre grandes organizações.

Afinal, a escalabilidade promovida por esses servidores não se compara a qualquer outro modelo armazenamento tradicional.

Como implantar uma política de backups na sua empresa?

A cultura empresarial é algo que não se pode criar sem um planejamento prévio. Ela é construída por gestores, colaboradores, fornecedores e consumidores. Além disso, mais do que criar, manter uma cultura de segurança é deixar claro que a integridade e o sigilo das informações são levados à sério.

Em outras palavras, uma política de segurança bem definida, com medidas protetivas e proativas em relação aos dados comerciais, ajuda a potencializar e gerar visibilidade sobre a própria cultura.

Investir em cyber segurança é proteger a sua empresa e os seus consumidores, já que a não realização permite que dados, tempo e recursos financeiros sejam perdidos. E bem como as ferramentas especializadas, ter um parceiro de tecnologia é essencial para obter os melhores resultados.  

Conte com os 20 anos de experiência e uma equipe de profissionais especializados para combater os perigos tecnológicos que estão à espreita. Proteja seus dados, clientes e operações com a expertise da StorageOne.   

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Implante processos de análises de vulnerabilidade e garanta a continuidade do seu negócio

Para as corporações, tempo parado representa prejuízo. Nesse contexto, se as operações são interrompidas por uma situação adversa, como um ataque hacker, o fluxo de entrada de recursos financeiros também ficam estagnados.

Não à toa, a segurança da informação tem se tornado uma área cada vez mais estratégica para todas as empresas. Garantir um elevado nível de proteção, diminui o risco e os estragos que invasões, tentativas de roubo de dados e paralizações podem apresentar.

Diante disso, a análise de vulnerabilidade é uma ferramenta que tem como objetivo prevenir, identificar e mitigar riscos em potencial. Assim, conforme é utilizada, ela também auxilia na continuidade da corporação e dos seus processos.

Para que serve a análise de vulnerabilidade?

Cada empresa possui um cenário, uma infraestrutura e desafios diferentes. A avaliação dos riscos e fraquezas deverá ser customizada justamente por esse motivo. Além disso, a prática de se manter atento e prevenir vulnerabilidades deve ser contínua e estabelecida em conjunto com a política de segurança da empresa.

Contudo, antes de destrincharmos as características da análise de vulnerabilidade, precisamos definir os conceitos de riscos, ameaças, vulnerabilidades e suas diferenças.

  • Ameaças são representadas por possíveis agentes e invasores, que conseguem identificar e acessar as vulnerabilidades disponíveis, para o roubo de dados, por exemplo.
  • Vulnerabilidades são as portas de entrada desses agentes, as brechas de segurança.
  • Já os riscos, as consequências dessa invasão, de ter seus dados roubados e operações paralisadas.

Dada as diferenças, podemos notar que a análise de vulnerabilidades é fundamental para atuar de maneira preventiva contra ataques hackers. Todas as empresas, independente do porte ou indústria de atuação, podem se beneficiar ao identificar essas fraquezas a fim de proteger os ativos corporativos, melhorar o compliance e diminuir quebras de continuidade.

3 Etapas para adotar a análise de vulnerabilidades em sua empresas

Bem como melhorar a segurança da empresa como um todo, quando feita de forma correta, a análise tem um papel importante na efetividade das medidas de segurança atuais. Por isso, dividimos os processos referentes a análise de vulnerabilidade em três etapas.

1 – Avaliação de risco

A primeira e talvez a mais importante etapa é avaliar os riscos já existentes. A compreensão da empresa como um todo, seus processos, atividades e recursos é essencial. E a colaboração de diversos membros de equipes, não apenas de TI, é encorajada a fim de garantir que todas as infraestruturas e operações estejam cobertas e sejam analisadas.

Durante esse estágio, localizar todos os ativos da corporação e classificá-los irá definir quais são as prioridades, o valor de cada conjunto e como eles deverão ser protegidos. Essa relação de todos os dispositivos, softwares, hardwares e mídias que podem ser alvos de ataque, deverá ser classificada de acordo com suas propriedades e características de informações.

A divisão em escala de 1 a 5 é comumente utilizada, sendo:

  1. Informações públicas sobre a companhia e encontradas facilmente por terceiros;
  2. Dados internos, não necessariamente confidenciais;
  3. Informações e dados sensíveis, em que se pode ter acesso apenas internamente, como planos de negócios e informações de mercado;
  4. Conhecimentos restritos, inclusive para alguns colaboradores, como folhas de pagamento e planilhas de salários;
  5. Elementos extremamente confidenciais, que deve ser acessado apenas por membros estratégicos da corporação.

2 – Avaliação de vulnerabilidades

A segunda etapa da avaliação é a criação de um modelo que contenha todas as ameaças aos dispositivos e informações anteriores. Um modelo de grande valia vem da Microsoft – o método STRIDE, em que cada letra corresponderá a um tipo de ameaça.

  • S (Spoofing of identity): Fraude por meio de roubo de identidade ou falsificação;
  • T (Tampering with data): violação ou adulteração de dados;
  • R (Repudiation of transaction): repúdio de transação, interceptar dados e modificá-los sem atribuição de autoria;
  • I (Information disclosure): divulgação não autorizada de informação;
  • D (Denial of service): ataques de negação de serviço;
  • E (Elevation of privilege): elevação de privilégio.

Através de planilhas, relacionada às categorias acima, é determinada a possibilidade da ocorrência de um ataque, estimando de 0 a 10 sua probabilidade de acordo com a vulnerabilidade apresentada por cada ativo.

3 – Tratamento do risco

Após os riscos terem sido identificados e classificados, a avaliação foi realizada de forma bem sucedida. Com o conhecimento de quais e onde estão as brechas de segurança nos diversos ambientes, é hora de mitigar os riscos.

A priorização deverá ser realizada de acordo com a planilha anterior, unindo a probabilidade de ataques e quais são as áreas prioritárias, que deverão ser corrigidas imediatamente.

Conclusão

O tempo e o investimento gastos na realização de uma análise de vulnerabilidade podem ser pífios comparados aos prejuízos que uma empresa pode ter caso mantenha brechas de segurança abertas.

Diante disso, a fim de proteger seu negócio e não sobrecarregar sua equipe de TI, é contar com um parceiro especializado mostra-se uma solução viável. Dessa forma, seus processos não precisam ser interrompidos enquanto as vulnerabilidades são descobertas e os riscos mitigados.

Para empresas que buscam melhorar sua infraestrutura, serem mais competitivas e aumentar a lucratividade enquanto reduzem custos e riscos, a StorageOne oferece soluções customizadas para cada cliente, atendendo há 20 anos diversos segmentos e indústrias.

Se você busca melhorar segurança, desempenho e compliance para alavancar o seu negócio, entre em contato com a nossa equipe de especialistas!

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