Quais as oportunidades e os desafios de segurança com a virtualização de dados?

A virtualização de dados está se tornando cada vez mais uma realidade dentro das empresas. De modo geral, esse modelo, por meio da conexão com a internet, atribui flexibilidade ao banco de dados, permitindo que os usuários possam acessá-lo em qualquer hora e local.

Em um cenário onde muitas empresas ainda utilizam vários servidores para diferentes funções, a virtualização promove eficiência e redução de custos. Afinal, a companhia passa a utilizar somente o espaço que consumir, em vez de adquirir, manter e operar uma infraestrutura interna.

De acordo com a VMware, apenas 5 a 10% da capacidade dos servidores são utilizados, em média. Contudo, apesar dessa necessidade de mercado, ainda existem muitas dúvidas acerca da migração e da segurança dos ambientes virtuais.

Cientes disso, criamos este artigo para ajudá-lo a entender todos os benefícios que têm motivado a adesão a esse modelo de armazenamento, bem como seus pontos de atenção, principalmente relacionados à segurança da informação. 

Virtualização como tendência corporativa: motivações e benefícios

Muitos gestores de tecnologia apostam no conceito de consolidação de servidores, que consiste em ter equipamentos mais robustos e maior capacidade de processamento. Porém, utilizado para hospedar vários tipos de aplicação, e podendo ser dividido entre diferentes filiais ou empresas, esse tipo de tendência traz alguns problemas.

Primeiro porque todos os dados ficam sujeitos a deterioração e riscos físicos, como alagamentos, incêndios e queima de energia. Além disso, o investimento é alto, tanto na aquisição quanto na manutenção e suporte.

Já com a virtualização essas ameaças são mitigadas, uma vez que não há um único servidor físico dentro da empresa. Em parceria com grandes fornecedores de armazenamento, a empresa não precisa despender tempo, dinheiro e profissionais para estruturar o ambiente.

A redução de custos é outro argumento favorável a essa migração. Isso porque, assim como permite cortar gastos com equipamentos físicos, ela possibilita realizar investimentos de acordo com a demanda de utilização do banco de dados.

Inclusive, é através desse modelo que as empresas ganham escalabilidade em seus projetos. Afinal, não precisam bancar um espaço que não será utilizado, tampouco equipamentos e custos indiretos, como energia e ar-condicionado.

O impacto da virtualização na segurança de dados

Se a virtualização já virou realidade por conta dos seus benefícios, ainda é preciso ter atenção em questões de segurança.

Quando relacionado ao armazenamento, esse processo elimina os riscos físicos, mas ainda pode sofrer com intempéries digitais. Visto que a infraestrutura recebe várias camadas adicionais, a gestão de vulnerabilidades se torna mais complexa.

O ambiente pode enfrentar problemas na identificação de ameaças, então caso não haja um monitoramento bem-estruturado, cibercriminosos podem passar por brechas de segurança com mais facilidade. Nesse sentido, também vale ressaltar que, dado a rapidez e o dinamismo com que os ataques ocorrem atualmente, esse desafio se torna ainda maior.

Máquinas virtuais podem ser criadas em questão de minutos, inclusive por usuários mal-intencionados para roubar dados e/ou utilizar a ferramenta contratada para outros fins. Por isso, é necessário um bom suporte para garantir que não haja dispersão virtual – quando muitas máquinas são criadas ou utilizadas, dificultando o gerenciamento e deixando atualizações e patches de segurança em segundo plano.

Como criar um ambiente virtual seguro na sua empresa?

A balança de benefícios ainda pende para a virtualização dos dados, já que todos os riscos podem ser mitigados. Isso porque, mesmo que as ameaças continuem evoluindo, as práticas de segurança da informação também acompanham esse processo a fim de monitorar o ambiente corporativo.

Quando o assunto são os ambientes virtuais, algumas táticas podem ser utilizadas. Caso a sua empresa já conte com MVs (máquinas virtuais), reveja se esses passos estão sendo seguidos. Já se estiver se preparando para migrar seus dados e operações, confira se a sua equipe está atenta a esses detalhes:

  • separação — definição de como e onde as máquinas virtuais de desenvolvimento, teste e produção se separam;
  • imposição do processo — implemente processos específicos e detalhados por meio de portais de autoatendimento para facilitar o gerenciamento;
  • gerenciamento de dispersão — com foco em diminuir a dispersão que citamos anteriormente, realize a gestão ativa dos ambientes virtuais, revisando-os periodicamente;
  • gerenciamento completo da pilha — centralize a atenção em conexões de ponta a ponta, para que não se tornem aberturas de segurança;
  • auditoria incorporada — utilize ferramentas específicas e automatize as verificações de segurança, balanceamentos e atualizações;
  • aplicação de patches — processos de manutenção e gerenciamento de patches devem ser implementados para realizar a programação e garantir que os softwares estejam atualizados em máquinas virtuais e offline.

Migração de seus dados com segurança com a StorageOne

Agora que você conhece um pouco mais sobre virtualização e entende que não basta migrar dados sem planejamento. Antes de tudo, analise o ambiente de tecnologia da sua empresa e revise as práticas, linguagens e bancos de dados utilizados, para garantir que essa mudança não traga riscos.

Nesse sentido, um dos modos ideais de ter a certeza que o trabalho seguirá os melhores padrões do mercado, sem precisar se preocupar com contratações, gestão e produtividade, é contar com um parceiro especializado na área.

A StorageOne tem mais de 20 anos de experiência no mercado, e com especialistas certificados irá criar um projeto feito especialmente para as necessidades da sua empresa. Entre em contato!

6 benefícios da microsegmentação para a segurança dos dados corporativos

Os dados corporativos são um dos principais e mais valiosos ativos de uma empresa. Por isso, conforme as ameaças evoluem, as ferramentas e técnicas de segurança devem se atualizar, buscando sempre prevenir ataques e perdas de informações sensíveis.

A microsegmentação, nesse sentido, é uma abordagem eficaz, que divide data centers em pequenas áreas de armazenamento a fim de garantir a proteção dos dados. Afinal, isolar os dados e restringir o acesso de áreas sigilosas para a companhia criará barreias para dificultar o trabalho de invasores e usuários mal intencionados.

Resumidamente, essa solução auxilia a criar uma estrutura sólida de segurança, com camadas distintas, seja por tipos de informações, acessos ou comportamento dos usuários. Confira mais sobre o assunto abaixo.

O que é microsegmentação?

Proteger os data centers e hardwares como uma unidade pode aumentar os riscos. Nesses casos, basta um ataque bem sucedido para que a infraestrutura como um todo seja invadida e corrompida, junto com todas as informações.

Por outro lado, ao criar áreas distintas dentro dos servidores, toda a política de segurança ganha flexibilidade, já que o foco não estará no perímetro como um todo, mas em clusters.

Para tanto, a microsegmentação cria diversos data centers dentro do seu ambiente, sendo todos virtuais. Essa segmentação via clusters, por sua vez, não permite que o usuário passe de um hub para outro, ficando “preso” em determinado local.

Na prática, a divisão ocorre em sessões, onde a separação é realizada por acessos e não por áreas. Dessa forma, uma vez que o usuário inicia a sessão em uma determinada área, o monitoramento é iniciado de forma automática e pode ser interrompido caso o padrão de uso seja identificado como inconsistente ou como uma ameaça.

Assim, com a definição de controles de segurança e serviços distintos para cada grupo, chegando ao nível de carga de trabalho individual, mesmo que o perímetro da infraestrutura seja comprometido, os invasores que conseguirem passar do firewall não conseguirão se descolar lateralmente, dentro dos data centers.

6 benefícios da microsegmentação para as empresas

Além do aumento da segurança, a técnica possui diversos benefícios. Elencamos os 6 principais, mas lembre-se: o cenário e as necessidades da sua empresa irão ditar como essa ferramenta poderá te beneficiar.

1 – Minimizar Riscos

Todo o propósito de empregar a técnica da microsegmentação é aumentar a segurança, diminuindo os prejuízos causados por uma possível invasão. A divisão proporcionada por ela também prevê que os invasores não consigam se mover lateralmente pelo data center, de forma a não comprometer as informações em outros “compartimentos”.

2 – Maior agilidade

Ao criar divisões de acordo com a proteção necessária para cada tipo de dados, é possível configurar os protocolos de segurança de forma separada. Isso diminui a velocidade necessária para configurar e implantar medidas de emergência.

Além disso, o fluxo de trabalho e os acessos não são interrompidos, e os usuários recebem liberação para interagir de acordo com o que precisam, limitando todo o restante do ambiente. 

3 – Aumento da visibilidade

Para implementar esse tipo de técnica, um mapa hierárquico de informações e aplicações devem ser criados de antemão. Isso por si só já aumenta a visibilidade, já que todo o ambiente deverá ser analisado para depois ser fragmentado.

Esse inventário, que inclui todos os endpoints, pontos de tráfego e alto nível de contexto dentro das cargas de trabalho, auxilia não apenas na microsegmentação, mas na segurança de TI como um todo. 

4 – Automatização de serviços de TI

O modelo, que se baseia em objetos dinâmicos, consegue atualizar automaticamente as políticas instaladas. A produtividade também cresce, permitindo que os colaboradores realizem demandas mais estratégicas, enquanto tarefas como gerenciamento, respostas a incidentes e revisões constantes de políticas são executadas. Os bloqueios em casos de suspeita também podem ser automatizados, diminuindo o tempo que invasores terão dentro do ambiente, incluindo diferentes respostas à diferentes cenários.

5 – Diminuir custos e despesas

Diminuir a possibilidade de ataques e consequentemente os prejuízos gerados por eles, já ameniza os potenciais custos. Inclusive, a microsegmentação pode ser o pontapé inicial para que uma varredura de segurança seja feita por toda a companhia. Identificar as brechas existentes e atualizar as políticas de segurança será essencial – permitindo atualizações no ambiente que economizam tempo e dinheiro.

6 – Escalabilidade

Com a separação de clusters e áreas “desmilitarizadas”, os firewalls comuns podem restringir o número de dispositivos e limitar quais soluções poderão ser empregadas. Já no caso da microsegmentação, isso não ocorre, permitindo movimentos de fluxo de trabalho e sendo facilmente escalável.

As regras de acesso, definição de movimentação suspeita e réguas de automação podem ser replicadas para diferentes clusters, nos mesmos ou em diferentes servidores, uma vez que é composto por máquinas virtuais. 

Conclusão

Assegurar que a microsegmentação seja realizada de maneira eficaz, estratégica e alinhada com os objetivos da companhia se faz necessário para potencializar os benefícios aqui citados. Porém, nesse contexto também é importante frisar que a implementação correta demanda o acompanhamento de profissionais que possam garantir que nenhuma brecha passe despercebida.

Ciente dessa demanda, a StorageOne está há 20 anos no mercado com um time experiente e qualificado, capaz de levar segurança, desempenho e compliance para o mundo corporativo, através de soluções customizadas para as necessidades de cada empresa.

Então, se você deseja aumentar a segurança dos dados da sua empresa entre em contato conosco.

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6 sinais que mostram que está na hora de inovar em sua infraestrutura de TI

A infraestrutura de TI ampara a empresa inteira, por isso é importante que todos os recursos físicos e virtuais estejam de acordo com as necessidades e demandas da companhia. Inclusive, equipamentos e novos investimentos ajudam na empreitada para alcançar suas metas.

Em outras palavras, o departamento de TI é responsável por gerenciar todos os processos tecnológicos e a transformação digital nas organizações, é imprescindível filtrar o que é necessário e quais são as opções de soluções que podem contribuir na aquisição de vantagens competitivas.

A palavra de ordem aqui é planejamento. E para te ajudar nessa missão, elencamos os principais sinais de que está na hora de atualizar e inovar a sua infraestrutura.

1. Seu sistema foi violado

Alerta vermelho! Se o seu sistema sofreu alguma violação de segurança, já passou da hora de realizar uma atualização completa e proteger o ambiente. Ataques cibernéticos, de sequestros à vazamento de informações, colocam sua empresa em alto risco.

Perder dados importantes e parar a operação pode trazer prejuízos inestimáveis, independente do tamanho da violação. Na prática, algumas horas de indisponibilidade podem ser suficientes para causar grandes rombos financeiros e até prejudicar a reputação da empresa.

Assim, além de implantar políticas de segurança, é fundamental investir em uma infraestrutura robusta, com softwares e hardwares preparados para suportar a evolução dos ataques maliciosos na internet.  

2. Seus softwares estão desatualizados

Softwares desatualizados são algumas das maiores brechas encontradas por hackers. Mantê-los atualizados, com os patches liberados pelos fabricantes, é uma forma simples e efetiva para proteger seu ambiente.

Nesse mesmo sentido, garantir que todos estejam licenciados proporciona suporte do fabricante e do distribuidor. A pirataria, além de ser crime, expõe seus dados aos vírus, trojans e muito mais.  

3. Não há armazenamento suficiente

A falta de espaço pode causar lentidão e falhas no servidor e em demais sistemas. Além disso, ao utilizar todo o espaço disponível, os riscos de perder dados se torna tão grande quanto à perda de produtividade.

A capacidade insuficiente, portanto, também prejudica o potencial de crescimento da empresa, já que a necessidade de armazenar novas informações será sempre cumulativa.

4. Demora e altos custos com manutenção

Inovar quando sua equipe está sobrecarregada se torna impossível. Isto é, uma vez que a TI está integralmente dedicada à manutenção de equipamentos e recursos estão sendo gastos além do esperado, é o momento renovar a infraestrutura interna o a partir de um parceiro.

Dessa forma, é feito um novo investimento, que diminuirá os índices de chamados e, consequentemente, trará benefícios produtivos e financeiros a médio e longo prazo.  

5. Redução na produtividade dos colaboradores

Sistemas lentos e indisponibilidade constante consomem um tempo que poderia ser produtivo, com tarefas cotidianas, ou investido em demandas estratégicas. Por isso, manter os softwares atualizados e com hardwares que os suportem é essencial para garantir que todos possam fazer seus trabalhos da melhor maneira.  

Metrifique e analise a performance das equipes, a fim de identificar quais são disfunções criadas por tecnologia e quais são atreladas aos processos. Dessa forma, os investimentos tornam-se muito mais assertivos e eficientes.

6. Insatisfação dos clientes

Ao somar os dois últimos sinais, temos a insatisfação de clientes. Afinal, se as equipes internas não estão conseguindo suprir a demanda por gargalos tecnológicos, isso irá se refletir na satisfação do mercado.

Felizmente, reclamações como prazos, qualidade de entrega e altos custos podem ser diminuídos com a atualização da infraestrutura de TI.

Qual a melhor maneira de investir em infraestrutura de TI?

Para diminuir os riscos no processo de escolher as ferramentas, dispositivos e softwares de sua infraestrutura, o TCO é um processo que auxilia a desmistificar os custos por trás dos investimentos de TI.

Em paralelo, o ROI (retorno sobre investimento) precisa acompanhar o TCO para que além de viável, o projeto de inovação seja lucrativo. Equiparar essas duas métricas pode ser a diferença entre o sucesso ou o fracasso de um projeto de inovação.

Além disso, um dos melhores modos de tomar decisões é amparado por uma equipe de profissionais especializados. Para custos extras não ocorrerem com contratações e gestão de equipes, um parceiro que entenda o seu cenário e as necessidades da sua empresa é a melhor opção.

A StorageOne está há 20 anos no mercado, dedicada a levar inovações de segurança, armazenamento e gerenciamento de dados, para empresas de diversas verticais.

Entre em contato e tenha ao seu lado um aliado experiente!  

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10 questões a serem dimensionadas em um projeto de armazenamento

O dimensionamento correto é fundamental para criar a infraestrutura ideal, com a capacidade e desempenho apropriados, sem escassez e nem excessos. Ou seja, sem sobrecarregar as equipes internas e utilizando apenas o investimento necessário para as necessidades da sua empresa.

Criar o projeto de armazenamento, nesse sentido, pode demandar muita pesquisa. Afinal, é preciso levar em consideração as necessidades atuais e também as futuras de acordo com o crescimento esperado da companhia. De modo geral, são muitas as variáveis para orçar e analisar a fim de implantar um planejamento coerente.

Ciente disso, separamos 10 questões fundamentais que devem ser colocadas em pauta antes de qualquer tomada de decisão. Confira. 

1. Verifique o espaço de armazenamento necessário

Analise o que há de armazenamento disponível atualmente na companhia e o que será utilizado em um futuro próximo. Cálculos, metas e histórico de crescimento da própria empresa podem servir também para antecipar quais serão as necessidades futuras.

Inclua também custos e necessidades de contratação de mão de obra especializada para implementações, adaptações (técnicas e de ambiente físico) e manutenções do novo sistema.

2. Determine o valor das informações que serão arquivadas

Separar os dados em grupos de prioridade de armazenamento é uma ótima forma de visualizar o espaço necessário. Na prática, sua empresa pode definir como prioridade máxima, informações que impactam o funcionamento da empresa, e prioridade baixa, os arquivos que podem ser descartados.

Dependendo da indústria e do mercado no qual ela está inserida, existirão algumas legislações e conselhos que tornarão obrigatório o armazenamento de registros por determinado tempo. Esses se encaixariam em prioridade média, já que precisam ser guardados, mas não acessados frequentemente.

3. Como será feito o backup?

Realizar qualquer alteração de armazenamento e até de infraestrutura no geral, sem um plano de backup é altamente desaconselhável.

Ter um sistema de backup, e se possível com redundâncias, em conjunto com uma política de segurança é essencial para evitar que informações importantes e sigilosas se mantenham protegidas.

Nenhum sistema é 100% a prova de falhas e ter medidas de contingência é o primeiro passo para evitar que uma falha se torne um grande prejuízo.

4. Quantos usuários acessarão o Storage?

Uma política de segurança bem feita, deve incluir regras de acesso dentro e fora do armazenamento, de acordo com o perfil do usuário e das informações ali contidas.

Além disso, ao delimitar a quantidade de usuários que terão acessos, fica mais simples de definir qual conexão deverá ser utilizada para que problemas com lentidão e performance não ocorram.

5. Faça uma previsão de crescimento

Definir quais são as necessidades atuais e qual é a previsão de crescimento do negócio como um todo é importante para estimar o uso e quantidade de armazenamento. Isso inclusive influência na decisão de qual solução adquirir para alcançar os objetivos da empresa, já que soluções diferentes possuem custos e especificações distintas. 

6. Calcule o volume de IOPS necessário

A definição do volume de IOPS que será demandado em um futuro próximo, medida que distingue o desempenho de dispositivos de armazenamento, será regido pelas necessidades da companhia. Por exemplo, com aplicações que exijam um número alto de IOPS, será preciso ter um sistema que entregue e supra essa demanda, como bancos de dados.

7. Realize o monitoramento de infraestrutura

Monitorar toda a infraestrutura, garantindo que o armazenamento está sendo utilizado em seu potencial e que os dados estão sendo gerenciados, é essencial para aumentar a produtividade e performance de todo o sistema.

Com a supervisão e controle dos sistemas, falhas se tornam aparentes, sendo inclusive passíveis de serem identificadas antes de causarem algum dano.

8. Quais aplicações serão executadas?

O que irá rodar neste ambiente e o que poderá ser executado em outro que tenha um custo de manutenção menor?

Métricas como IOPS, velocidade, taxa de transferência, recursos de segurança e compliance poderão sofrer alterações de acordo com o cenário, demando soluções distintas de acordo com as aplicações em uso.

9. Faça revisões regularmente

Em conjunto com o monitoramento realizado no dia-a-dia, revisões periódicas funcionam para identificar e resolver obstáculos que surgem dentro do ambiente de TI. Quando realizadas de forma periódica, há a diminuição da necessidade de deixar os sistemas indisponíveis para manutenções.

Além disso, apurar o que está armazenado e se os dados ainda são relevantes é uma forma de liberar espaço ocioso, de acordo com o valor determinado previamente.

10. Otimize de acordo

Manter dados e suas validações em dia, softwares atualizados e hardwares que sustentem as demandas internas e externas é o que se espera de qualquer gestão de armazenamento e de dados.

Para resultados além do previsto, verificações e otimizações frequentes dos ambientes de tecnologia e de negócios, desempenham uma função importante, tornando as ferramentas mais eficientes.

Desenvolva um projeto de acordo a necessidades do seu negócio

O melhor projeto é aquele que é customizado para as necessidades da sua empresa, feito com a parceria de quem tem o know-how das melhores práticas e soluções disponíveis no mercado.

Com uma longa trajetória, a StorageOne aplica conhecimentos adquiridos em 20 anos de trabalho com diferentes verticais para levar segurança, gerenciamento de dados e performance para o seu ambiente de TI.

Entre em contato com uma equipe de especialistas para te ajudar nessa missão.

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NAS, DAS ou SAN: Qual é o sistema de armazenamento de dados ideal para sua empresa?

O universo de armazenamento de dados engloba diferentes sistemas, dispositivos, modelos e capacidades. Diante disso, até mesmo o profissional de TI mais experiente pode ter dificuldades em lidar com todas as inovações e orientar sua empresa sobre o melhor caminho a ser seguido.

No mundo corporativo, as demandas são completamente distintas das necessidades de um usuário comum. Ao armazenar dados, a segurança, performance, escalabilidade e integração com sistemas são pontos de análise fundamentais. Além disso, também é preciso considerar custos de aquisição, implantação, manutenção e suporte.

Conhecendo esse cenário, criamos este material para ajudar empresas a escolher o melhor sistema de armazenamento. Entenda o conceito, as vantagens e desvantagens de cada um a fim de garantir o maior custo-benefício para seu negócio.

O que é DAS (Direct Attached Storage)?

Utilizado principalmente para backup e otimizar o desempenho de softwares que demandam maior capacidade de armazenamento, o DAS é o sistema de armazenamento menos complexo.

Formado por equipamentos de Storage conectados diretamente ao Servidor, através de conexões iSCSI, SAS e Fibre Channel, o DAS não se conecta com a internet, mas com os computadores.

Nesse sistema, os dados são lidos e gravados em blocos, controlados pelo Sistema Operacional do Servidor. Além disso, vale ressaltar que o DAS tem uma limitação de servidores conectados em função das portas de comunicação do Storage, em uma razão de 1:1

Dispositivos, como servidores e arranjos de disco RAID, são os mais comuns em aplicações corporativas.

O que é NAS (Network Attached Storage)?

O armazenamento conectado à rede, ou NAS se diferencia do DAS por estar integrado, tanto com uma rede de computadores quanto à internet.

Formado pela conexão da rede de servidores com um (ou mais) conjunto de discos, esse sistema possui sistema operacional próprio. Esse sistema também oferece ampla capacidade de armazenamento e velocidade, uma vez que utiliza a rede TCP/IP, transferindo dados em nível de arquivos, em vez de blocos.

O que é SAN (Storage Area Network)?

Enquanto o DAS não se conecta em redes locais e o NAS possui conexão com a internet, o SAN é capaz de criar e utilizar uma rede exclusiva entre o Storage e os Servidores apenas para o armazenamento, com leituras e gravação em blocos. Isso, por sua vez, permite um aumento expressivo na velocidade de transferência, pois não há concorrência com outras redes.

O SAN é formado por três componentes: cabeamento, adaptadores de barramento (controladoras HBAs) e switches Fibra Channel conectados nos sistemas de armazenamento, que unificam os recursos, fornecem alto desempenho e alta escalabilidade.

As principais vantagens e desvantagens de cada sistema de storage

Cada sistema possui características distintas e a relação custo-benefício será ditada conforme os objetivos de cada empresa. No momento da escolha, tenha em mente seu cenário particular, pois alguns benefícios podem se tornar desvantagens e vice-versa, dependendo da aplicação.

Nesse contexto, algumas questões primordiais – que vão muito além apenas do custo, precisam ser levadas em conta ao dimensionar suas necessidades. Entre elas, a quantidade de mão de obra especializada, escalabilidade e integração com sistemas legados.

Para contribuir com sua tomada de decisão, abaixo elencamos as principais características de cada sistema.

DAS

Por não possuir uma rede compartilhada, seu acesso e velocidade de transferência são limitados. Nesse mesmo contexto, a simplicidade de implementação e manutenção diminuem os custos, o que pode ser um atrativo desse tipo de sistema.

NAS

O NAS é extremamente eficiente para armazenamento de dados não estruturados, possibilitando o compartilhamentos destes dados de forma simples.

Sua conexão TCP/IP permite que as informações fiquem disponíveis em todos os computadores da rede, ao mesmo tempo que estão protegidos por autenticações e outros recursos de segurança, como redundância de hardware.

Inclusive, opções NAS mais avançadas possibilitam interligar diferentes unidades em um sistema único, com redundâncias de hardware e software e alimentação autônoma, algo essencial para empresas que não podem ter indisponibilidade e/ou inatividade.

Por outro lado, em organizações que possuem grande tráfego de informações, a rede pode ficar congestionada e prejudicar operações simultâneas. Por fim, também vale ressaltar que seu custo é mais elevado do que o DAS.

SAN

A opção mais potente e segura para leitura e gravação em blocos, dispõe de mais recursos e ferramentas para gerenciamento e armazenamento de dados.

Implementar e migrar informações para esse tipo de sistema exige profissionais dedicados, além de ser comumente utilizado em ambientes que necessitam de disponibilidade completa, com funcionamento 24/7, como serviços bancários e ambientes de nuvem.

Conte com um sistema de armazenamento de dados compatível com a realidade do seu negócio

A escolha certa será aquela irá entregar o que a sua empresa precisa, suprindo as necessidades, mas sem excessos para não gerar custos desnecessários.

Contudo, para garantir que o seu departamento de TI possua a segurança e performance capaz de evitar interrupções, perdas de dados e manter a conformidade com a legislação vigente, ter um parceiro experiente faz toda a diferença.

A StorageOne possui 20 anos de mercado atendendo clientes de diversos portes e nichos, como finanças, educação, varejo e governo. Com nossa missão de integrar soluções de tecnologia, por meio de opções customizadas, temos ajudado nossos clientes a se desenvolver de maneira sustentável a partir da manipulação segura dos dados.

Fale com um de nossos especialistas para tornar a sua infraestrutura otimizada e escalável.

 

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Armazenamento tradicional, cloud ou híbrido: qual a melhor solução para seu negócio?

Na quarta revolução industrial os dados têm ganhado cada vez mais importância na comunicação e desenvolvimento de empresas. Não à toa, armazenar, acessar e transferir essas informações também é crucial para o sucesso de uma corporação na era moderna.

Em outras palavras, para transformar números em análises e em inteligência de negócios, primeiro é preciso manter os dados seguros em sua infraestrutura de TI. Para tanto, é preciso conhecer a fundo as características, vantagens e desvantagens de cada tipo de Data Center.

Acompanhe abaixo nosso material para aprender a tomar uma decisão mais assertiva a fim de garantir melhores retornos sobre investimento.

Como funciona um data center tradicional?

No mercado desde 1990, os data centers ainda que chamados de “tradicionais” evoluíram ao longo do tempo e continuam sendo uma boa opção para muitas empresas.

Classificados como Enterprise (dentro da empresa) e Colocation (equipamentos próprios em locais compartilhados por outras empresas), eles são formados por servidores, roteadores, racks e muito mais.

Também vale ressaltar que a aquisição, adaptação física e de tecnologia, bem como o gerenciamento e manutenção do sistema são responsabilidade da própria empresa.

Como funcionam os servidores cloud?

Os servidores cloud, além de fornecer maior escala, correspondem à sistemas que não ficam dentro da companhia contratante, mas do provedor, que oferece a virtualização da infraestrutura. Na prática, os data centers terceiros ficam espalhados por todo o globo e o seu acesso se dá através da internet.

Também chamados de IDCs, esses fornecedores são responsáveis por hospedar e disponibilizar os dados. Assim é fundamental que o provedor seja confiável e realize atualizações e manutenções frequentes para que o acesso não seja interrompido.

Entenda as vantagens e desvantagens de cada um

Ambas as opções possuem suas próprias vantagens e desvantagens, por isso podem servir a propósitos diferentes e até serem implantadas em paralelo.

Em resumo, serão as necessidades da sua empresa que irão ditar a melhor escolha. Veja abaixo as características positivas e negativas de cada opção para ajudá-lo a tomar a melhor decisão.

Data center físico:

Vantagens:

  • Não depende de conexão com a internet
  • Menos vulnerável à ataques virtuais
  • Gerenciamento interno, sem interferências de outras empresas
  • Equipamentos são ativos da empresa
  • Custo variado de acordo com preferências de aquisição de equipamentos
  • O consumo será limitado à estrutura, sem surpresas de gastos
  • Alta capacidade de personalização

Desvantagens:

  • Vulnerável à desastres físicos (alagamentos e incêndios)
  • Pouco escalável – sua capacidade de armazenamento não é flexível
  • Ocupação de espaço físico dentro da companhia ou demanda aluguel de outras empresas
  • Necessidade de equipes especializadas e/ou fornecedores para manutenção
  • Dependente da rede elétrica (com/sem geradores)
  • Dados acessados apenas localmente

Cloud:

Vantagens:

  • 100% digital – acesso via internet
  • Não demanda espaço físico
  • Mobilidade
  • Escalável – custo variável de acordo com o consumo
  • Sem necessidade de adquirir equipamentos
  • Grande número de provedores IDC

Desvantagens:

  • Em caso de queda de conexão, dados ficam indisponíveis
  • Maior vulnerabilidade a ataques virtuais
  • Dependência de contratação de provedor
  • Legislações diferentes em data centers em outros países
  • Transtornos e/ou perda de dados durante migração

Armazenamento Híbrido: Como essa modalidade tem ganhado força?

Com o potencial de unir o melhor dos dois mundos, o armazenamento híbrido é a combinação da utilização do Data Center convencional com o virtual.

A maior vantagem do modelo híbrido é manter informações sigilosas e críticas no ambiente privado e direcionar para a nuvem as aplicações e dados não essenciais. Dessa forma, mantem-se o controle de acesso e privacidade de itens importantes em um data center enterprise, ao mesmo tempo que espaço é liberado ao enviar outros dados para a nuvem.

Além disso, ao criar uma redundância de armazenamento de backups, por exemplo, é possível garantir que no caso de um falhar, o outro estará seguro, suportando toda a operação de prontidão.

Conte com um parceiro especializado em armazenamento

Antes de tomar a decisão e assinar contratos, verificar a viabilidade do projeto com uma empresa parceira pode ser a melhor saída para não perder tempo e dinheiro em soluções e equipamentos que não sejam adequados ou que não conversem entre si.

Um bom parceiro também irá te prevenir de riscos ao criar um projeto personalizado, de acordo com as necessidades da sua empresa.

O time de especialistas da StorageOne está há 20 anos no mercado, levando soluções customizadas para empresas de todas as indústrias, sempre pautando seus projetos em segurança, desempenho e compliance. Entre em contato e agende uma reunião.

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Os principais dispositivos de armazenamento de dados: suas propriedades e características

Conforme o tempo passa e a tecnologia evolui, a capacidade de processar dados aumenta exponencialmente. Diante disso, o mínimo necessário para rodar aplicações, bem como o tamanho dos arquivos, também cresce.

Na década de 70, os Floppy Disks, ou Disquetes, foram lançados no mercado. Com a função de gravar dados, eles possuíam a capacidade de armazenar apenas 1.44 MB. Felizmente, os avanços não pararam e discos rígidos, CDs, CD-Rs, CD-RWs, DVDs, HDs, SSDs e cartões de memória surgiram nos anos seguintes.

Atualmente, entre pen drives, plataformas móveis, servidores físicos e na nuvem, existem diversas alternativas. Neste artigo, vamos diferenciar suas características e quais as melhores opções para cada caso.

O que é um dispositivo de armazenamento de dados?

O aparelho responsável por guardar e manter os dados armazenados pode estar enquadrado em diferentes categorias, assim como ter capacidades distintas de acordo com o modelo ou fabricante. A grande diferença entre todos os dispositivos, porém, é se esses possuem armazenamento voláteis ou não voláteis.

O tipo volátil é encontrado principalmente em memórias RAM, que conduzem as informações necessárias do HD para si, a fim de manter as aplicações rodando. É nela que ficam os dados sendo utilizados pelo usuário em tempo real.

Esse tipo de armazenamento é chamado de volátil justamente por não ser permanente. Ou seja, caso o computador seja desligado repentinamente, as informações ali contidas serão apagadas. Em outras palavras, esses dispositivos necessitam de fontes de energia para funcionar, uma vez que não retém os dados que não foram transferidos para o HD.

HDs, SSDs, pen drives e cartões de memória, por outro lado, se enquadram em dispositivos de memórias não-voláteis. Esses, como não exigem uma fonte de energia para funcionar, guardam os arquivos mesmo quando desligados, facilitando o transporte físico e a transferência de dados. Além disso, permitem que as informações ali contidas possam ser deletadas e substituídas por novas a qualquer momento.

3 categorias de dispositivos que você precisa conhecer

Além do parâmetro de volatilidade, existem 3 categorias mais conhecidas que irão diferenciar os tipos de dispositivos.

Esses que podem ser internos (como a memória RAM conectada diretamente à placa-mãe de um computador), externos (HD externo ou cartão de memória), mas também variam de acordo com a capacidade de armazenamento.

Dispositivos de armazenamento óptico – DVDs e Blu-Ray

Esse tipo de mídia teve seu pico de uso nos anos 90, com CDs e CD-Rs, que, assim como os DVDs e Blu-Rays, gravam os dados recebidos através de lasers, por isso recebem o nome de armazenamento óptico.

O Blu-Ray é o dispositivo mais avançado dessa categoria. Com um comprimento de ondas menor (405 nanômetros), ele permite focalizar os pontos de informação do disco com maior precisão, bem como armazenar mais dados.

Dispositivos de armazenamento magnético – HDs e Drives

Os discos rígidos (HD) e outros drives, como as finadas fitas cassetes, são revestidos de materiais magnéticos, utilizados para realizar os processos de escrita e leitura de dados.

Eles são formados por um conjunto de materiais, que ficam à nanômetros de distância da parte magnética, chamada cabeça. E é ela, por sua vez, que detecta a magnetização dos discos enquanto altera o padrão de giros, gravando as informações.

Dispositivos de armazenamento eletrônico – SSDs e Flash

Conhecidos também com memórias flash, estão os SSDs, smartphones, tablets e demais dispositivos da categoria. 

Seu pequeno tamanho, com grande capacidade de armazenamento, permite que as operações sejam realizadas eletronicamente. Na prática, eles não dependem de partes móveis e nem motores como alguns aparelhos que citamos acima.

Como escolher o melhor dispositivo de armazenamento?

Cada aparelho possui suas particularidades. E, com tantas variáveis, é preciso analisar bem antes de fazer a escolha pelo melhor dispositivo. Ciente disso, abaixo separamos três fatores que você deve levar em conta antes de tomar qualquer decisão.

Também vale ressaltar que, cada um possui suas vantagens e desvantagens, por isso utilizar dispositivos diferentes em paralelo pode ser benéfico de acordo com suas necessidades e objetivos.

Capacidade de armazenamento

A capacidade de armazenamento é medida em bytes e irá variar de acordo com o dispositivo. Hoje, é possível encontrar aparelhos e servidores de todos os tamanhos. Contudo, nem sempre o mais adequado é aquele com maior capacidade de armazenamento.

SSDs, por exemplo, apesar de possuírem maior capacidade de armazenamento, tem um custo elevado. Ou seja, não são as melhores opções para tarefas mais simples, mas são perfeitos para o ambiente corporativo.

Segurança

Em segurança devemos citar dois pilares: riscos físicos e riscos eletrônicos.  

Primeiro porque todos equipamentos físicos podem sofrer com danos e intempéries, como quedas, até catástrofes naturais, como inundações e incêndios. Além disso, as opções eletrônicas, também sofrem com riscos relacionados à privacidade e segurança das informações.

Vale ressaltar, entretanto, que nos ambientes virtuais a vulnerabilidade é ainda maior se comparada aos data centers e dispositivos físicos, que também podem ser invadidos por meio de interfaces externas, fontes de energia e redes de dados.

Investimento

O investimento necessário irá depender do custo do dispositivo mais adequado para realidade de cada um, bem como sua implementação. Isso inclui gastos com migração de dados, manutenção e suporte.

Nesse contexto, a adequação de infraestrutura, energia elétrica, pessoal especializado, redundâncias e desgaste dos aparelhos também devem ser considerados.

Escolha o dispositivo que atenda às necessidades do seu negócio

Diante de tantas opções, é preciso considerar todas características dos dispositivos de armazenamento disponíveis no mercado, a fim de tomar a melhor decisão.

Assim, com tantas variáveis a serem analisada, contar com uma empresa especializada na área irá contribuir na escolha e implantação de um sistema seguro, altamente disponível e com um ótimo custo-benefício.

A StorageOne, nesse contexto, é o parceiro ideal. Afinal, por buscar compreender cada cenário e suas singularidades, somos capazes de criar projetos customizados de armazenamento. Entre em contato e fale agora com um de nossos especialistas.

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O que sua empresa precisa saber antes de começar a armazenar dados?

A área de TI é, sem dúvidas, uma das mais estratégicas dentro de uma companhia. Contudo, para fornecer todo o suporte e inovação necessário, ela deve se atentar a alguns conceitos base para que os processos fluam da melhor maneira. 

Quando o assunto é armazenamento de dados, por exemplo, é fundamental entender os principais termos ao seu redor a fim de definir um projeto adequado às suas expectativas.

Cientes disso, criamos este artigo com tudo que você precisa conhecer antes de armazenar seus dados corporativos.

O valor do armazenamento de dados

Qualquer empresa precisa de dados para desenvolver suas estratégias de comunicação. Entretanto, para que seja possível realizar análises, primeiro é necessário armazená-los da maneira correta.

Ter todas as informações disponíveis e seguras é primordial para garantir a produtividade e a continuidade dos processos. O armazenamento de dados, entretanto, vai além de acessar dados e arquivos isolados.

Hoje também é fundamental utilizar a tecnologia e inovação para obter insights valiosos a partir do cruzamento de informações alocadas no banco de dados. Não à toa, o big data tem se tornado uma realidade (e uma necessidade para manter a competitividade empresarial).

Então, seja na tomada decisões assertivas baseadas em fatos ou para treinar algoritmos de machine learning, o armazenamento é o primeiro passo para gerar valor a qualquer negócio.

Os tipos de armazenamento de dados corporativo

Atualmente existe uma infinidade de dispositivos de armazenamento para escolher. A utilidade de cada um, porém, vai variar de acordo com as demandas e necessidades de cada usuário.

Além disso, vale ressaltar que, diferentemente do uso doméstico, o cenário corporativo exige ainda mais potência para manter a continuidade dos negócios e fornecer um maior nível de segurança.

A otimização do armazenamento é indispensável para que uma empresa continue aumentando sua lucratividade. Afinal, sem um sistema adequado, o potencial de inovação e transformação da sua empresa ficará aquém em relação ao mercado.

Abaixo separamos as três modalidades de armazenamento comuns nas empresas.

Servidores

Responsáveis por executar aplicações específicas e serviços dentro de uma rede (LAN ou WAN), servidores são computadores equipados com um ou mais processadores, memórias e portas de comunicação.

Os servidores físicos, disponíveis em racks, blades ou torres, podem ficar dentro da própria empresa, dedicando-se às funções de banco de dados, backup ou virtualização de máquinas.

Eles também dependem de estruturas que permitam seu funcionamento, tanto em termos de hardware, software e espaço físico, além de colaboradores e parceiros para realizar a implementação e manutenção.

Dispositivos Storage

Menos complexos que os servidores, os dispositivos Storage funcionam como HDs externos para armazenar uma grande quantidade de arquivos, mas não possuem sistemas operacionais e interfaces. Na prática, isso impossibilita que as informações sejam acessadas por vários computadores simultaneamente e nem se conectem com outras máquinas.

Contudo, por serem mais acessíveis, funcionam muito bem para as funções de backup nas empresas que necessitam guardar dados que não são utilizados com frequência, sem a necessidade de arcar com um custo de servidor.

Também é importante dizer que os dispositivos Storage, integrados ao servidor local, permitem que o espaço disponível seja potencializado, agregando mais agilidade e preservação de dados.

Nuvem

A computação em nuvem também atua como um servidor, mas tem a vantagem de ser acessada remotamente. Dessa forma, não é necessário ter equipamentos ou data centers dedicados in loco.

Até por isso, empresas que demandam uma maior quantidade de espaço e memória, podem se beneficiar dessa tecnologia, que traz agilidade e versatilidade.

Por outro lado, enquanto se ganha em rapidez, conectividade e escalabilidade, entre as desvantagens desse modelo estão a falta de autonomia e controle, uma vez que esses servidores não são propriedade da empresa.

Privacidade e segurança são outros pontos relevantes que precisam ser considerados em uma possível migração de dados, juntamente com a necessidade de conexão, visto que sem uma boa conexão a acessibilidade aos dados ficará comprometida.

A nuvem pode ser dividida em três tipos:

  • Pública: opções gratuitas para pessoas físicas, onde diversos usuários dividem o mesmo servidor, porém sem conseguir acessar a conta de outros.
  • Privada: correspondem a um servidor dedicado utilizado no mundo corporativo por conta da demanda por segurança e espaço.
  • Híbrida: Combina os dois modelos, permitindo que as informações sejam compartilhadas entre nuvens privadas e públicas. 

Gestão de dados: O que é e por que você precisa dela?

Armazenar é o primeiro passo, mas sem um gerenciamento bem feito, teríamos apenas um estoque de dados vulneráveis e desordenados. Uma boa gestão agrega muitos benefícios ao negócio, uma vez que torna as informações em verdadeiros ativos.

Com um papel fundamental na estratégia da companhia, profissionais de gestão de dados são responsáveis por criar rotinas de backups, políticas de segurança, monitorar os dados e muito mais. Tudo Isso diminui as chances de falhas, ataques e desastres, tanto financeiros quanto de reputação.

Por fim, nesse contexto, o uso de automações também pode ser empregado para garantir que atividades, como atualizações de sistemas e backups, não sejam esquecidas. 

Fornecedores de armazenamento de dados: como escolher?

O que irá ditar quais são as melhores ferramentas de gestão e dispositivos de armazenamento serão as necessidades e demandas de cada negócio.

Entretanto, mesmo conhecendo bem sua realidade, ainda assim criar ou otimizar uma infraestrutura sozinho não é uma tarefa simples. Com tantos fabricantes, provedores e distribuidores fica difícil saber como garantir o melhor custo-benefício.

Felizmente, a StorageOne conta com parceiros renomados no mercado de armazenamento de dados, como Hitachi Vantara, Pure Storage, Veritas, CommVault e VMWare. Não à toa, tem ajudado empresas de todos os tamanhos a adquirir as melhores ferramentas de forma integrada.

Companhias que buscam melhorar sua infraestrutura, serem mais competitivas e aumentar a lucratividade, podem contar com a StorageOne para obter soluções customizadas.

Entre em contato conosco e conte com nossos mais de 20 anos de experiência para melhorar a segurança, desempenho e compliance do seu negócio.

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Descubra tudo sobre as unidades de medida de armazenamento de dados

Nas empresas, seja qual for o volume de geração de dados, é preciso gerenciar o armazenamento deles para garantir a continuidade dos negócios. Entender como tudo funciona, começando pelas medidas que definem a quantidade de armazenamento, é o primeiro passo para identificar quais soluções que podem ser aplicadas em cada caso.

Isso porque, por mais que tenhamos claro o que é armazenamento e a sua função, é preciso olhar a fundo para as soluções ideais a fim de não desperdiçar recursos de tempo e financeiros com uma quantidade limitante ou excessiva.  

Como computadores armazenam os dados?

As popularmente conhecidas “memórias” são responsáveis por guardar e possibilitar o acesso aos dados armazenados.

Em termos de hardware, computadores podem armazenar informações em memórias de curto prazo, por meio de RAMs, ou longo de prazo, em HDs e SSDS. Ambos são utilizados principalmente para o fácil acesso aos dados e para transferência entre softwares e outras máquinas.

Nesse contexto, existem também softwares que desempenham a mesma função, utilizando servidores e computação na nuvem para disponibilizar o armazenamento e acesso. Já externamente, temos mídias físicas como pendrives, cartões de memória, CDs e muitos outros, como o finado disquete.

É importante ressaltar que toda e qualquer ação realizada no mundo digital gera uma infinidade de bytes e, uma vez que dispositivos e memórias não possuírem mais a capacidade de armazenamento necessário para lidar com a quantidade de dados gerados, estes se tornam obsoletos.

O que são unidades de medida de armazenamento de dados?

Tudo que conhecemos em tecnologia tem a sua base em código binário, e com os dados não seria diferente. Cada impulso elétrico utilizado pelo computador forma um bit (Binary digit), a menor medida possível, que irá corresponder a um dígito binário (0 ou 1).

Contudo, para determinar quanto espaço disponível há em qualquer unidade de memória, independente do formato desta, são utilizados bytes que, por sua vez, equivalem ao agrupamento de oito bits.

Cada byte corresponde a apenas um caractere entre as 256 combinações possíveis de 0 e 1. Nesse mesma linha, apesar do prefixo “kilo” representar mil unidades, um kilobyte é o agrupamento de 1024 bytes, dado que a computação é baseada no código binário, por isso cresce exponencialmente. Na prática, 2 elevado à décima potência (2¹°) é igual a 1024.

Sendo assim, 1.024 kilobytes representam um megabyte e assim em diante até chegar à unidade máxima yottabyte, equivalente a 1.024 zettabytes.

Byte B / Byte 8 bits
Kilobyte kB / KByte 1024 bytes
Megabyte MB / MByte 1024 kilobytes
Gigabyte GB / GByte 1024 megabytes
Terabyte TB / TByte 1024 gigabytes
Petabyte PB / PByte 1024 terabytes
Exabyte EB / EByte 1024 petabytes
Zettabyte ZB / ZByte 1024 exabytes
Yottabyte YB / YByte 1024 zettabytes

Quanto de armazenamento você precisa?

Todos os dados, dos mais simples aos mais sigilosos, necessitam de gerenciamento específico para garantir que eles se mantenham acessíveis e seguros. Ter uma política de armazenamento, definindo o que, quando e onde serão armazenados deixa toda as informações da companhia padronizadas, possibilitando fácil acesso para o uso comum e em momentos de auditoria.

Em menor volume, é possível lidar com soluções simples como as memórias dos próprios computadores em adição às mídias físicas. Mas no caso de empresas e grandes corporações são requeridos procedimentos e recursos que protejam e preservem as informações ali contidas.

Diante disso, é preciso levar em consideração a quantidade de dados que precisará ser armazenado, já que algumas indústrias possuem normas específicas que preveem a longevidade das informações até seu descarte. A capacidade, nesse sentido, deve ser suficiente para viabilizar o acesso e uso dos dados diariamente, bem como a armazenar dados do passado.

De forma geral, não existe receita de bolo. Quem irá ditar a quantidade ideal são as necessidades e demandas da sua empresa.

Como escolher a melhor solução de armazenamento?

A melhor solução é aquela que é feita sob medida para a sua empresa e as suas necessidades, atuais e futuras. E, para selecionar qual tipo de tecnologia será utilizada, um parceiro experiente faz toda a diferença.

A Storage One está há mais de 20 anos no mercado, levando soluções customizadas em desempenho, compliance e segurança das informações. Na hora de gerenciar os seus dados e garantir a escalabilidade da sua infraestrutura sem complicações, conte com quem entende do assunto.

Entre em contato com a nossa equipe de especialistas!

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