Como uma consultoria pode contribuir na implantação de uma infraestrutura virtual?

infraestrutura virtual

Não é simples optar por uma infraestrutura virtual de Tecnologia da Informação. Afinal, é uma medida que muda bastante a maneira de gerenciar os ativos de TI. Para minimizar os impactos dessa iniciativa e obter bons resultados em curto prazo, é recomendado contar com o suporte de uma consultoria especializada.

Dessa maneira, os trabalhos para implementar uma infraestrutura virtual poderão ser realizados com mais eficiência e profissionalismo. Isso é imprescindível para uma empresa otimizar o uso dos recursos tecnológicos e estar mais inserida nas tendências impostas pela transformação digital.

Neste artigo, vamos apresentar como um atendimento especializado pode contribuir para a virtualização da infraestrutura de TI. Confira!

O passo a passo durante a implantação de uma infraestrutura virtual

Há uma série de procedimentos necessários para implantar uma infraestrutura virtual, de acordo com as melhores práticas. Para te ajudar a entender isso com clareza, vamos mostrar as ações ideais para executar essa atividade corretamente. Acompanhe!

1 – Análise do cenário atual

O trabalho de uma consultoria nesse processo começa com uma avaliação de como está a infraestrutura tecnológica de uma empresa no momento atual. Essa iniciativa é muito importante para dimensionar o que deve ser feito durante a mudança na forma de gerenciamento dos ativos de TI.

À medida que a análise da situação de momento for devidamente executada, maiores são as possibilidades de implantar a infraestrutura virtual de forma exemplar. Essa avaliação também causa um grande impacto na montagem das demais fases do processo.

É importante destacar que cada empresa tem uma realidade a ser levada em consideração. Por isso, analisar o cenário é uma prática que deve ser feita com bastante atenção e cuidado para estipular os próximos passos corretamente.

2 – Compreensão da infraestrutura existente

A partir da avaliação, uma consultoria tem condições de compreender a infraestrutura atual de uma companhia em termos tecnológicos. Essa ação contribui para verificar o que pode ser virtualizado. Também colabora para constatar como a cultura da empresa está preparada para a virtualização.

Em outras palavras, ajuda a mensurar o grau de maturidade institucional para contar com uma infraestrutura virtual. Com certeza, isso vai nortear os trabalhos dos consultores, o que é bastante válido para executar as mudanças na gestão de TI de maneira prática e ágil, sem causar prejuízos ao andamento dos trabalhos.

3 – Definição do espaço do usuário

De que maneira a virtualização vai impactar na atuação dos funcionários no dia a dia? Inegavelmente, uma consultoria ajuda bastante a encontrar a resposta, porque fornecerá os subsídios necessários para estabelecer como cada usuário, de acordo com as necessidades, pode usufruir dos serviços de TI.

A definição do acesso dos funcionários aos recursos da infraestrutura virtual é uma medida bastante válida não apenas para dar mais rapidez ao processo de mudança, mas também para tornar o ambiente mais seguro e menos vulnerável aos ataques cibernéticos. 

Atualmente, a segurança da informação tem um grande peso na reputação e no nível de competitividade. Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as companhias devem ter um maior cuidado ao armazenar as informações, porque falhas que provoquem roubos ou vazamentos podem resultar em multas de até R$ 50 milhões.

4 – Mapeamento das soluções

Para aproveitar a infraestrutura virtual com eficiência, um bom caminho é fazer uma análise das melhores soluções do mercado para utilizar essa tecnologia corretamente. A recomendação é contar com um suporte de uma consultoria para avaliar como os fornecedores podem ajudar na virtualização dos recursos de TI.

Nem sempre uma empresa tem à disposição profissionais de Tecnologia da Informação que possuem um elevado conhecimento sobre as melhores ferramentas do mercado. Uma escolha equivocada sobre como implementar a infraestrutura virtual pode prejudicar bastante os resultados a serem atingidos por meio desse processo.

Também vale destacar que uma consultoria pode indicar um ou mais fornecedores qualificados para atuar na virtualização. Dependendo do cenário, uma empresa pode precisar de uma ou mais soluções para obter um melhor desempenho com essa tecnologia.

5 – Realização de testes

É comum haver receios sobre mudanças impactantes no gerenciamento dos ativos de TI. Em razão disso, é interessante fazer testes para verificar como a implantação da infraestrutura virtual deve ser feita para englobar a organização de maneira ampla.

Com a orientação de uma consultoria, podem ser realizados testes englobando uma ou mais áreas da empresa. Dessa forma, podem ser identificados pontos a serem melhorados para a virtualização dos ativos ser bem-sucedida em curto prazo.

À medida que uma organização constata os riscos que uma mudança pode provocar, mais ela estará preparada para implementar ações que minimizem a possibilidade de haver interrupções nos serviços. Esse fator mostra como a realização de testes deve ser levada a sério ao virtualizar a infraestrutura.

6 – Foco na implementação e na gestão

 A partir dos resultados dos testes, pode ser agendada uma data para implantar a infraestrutura virtual em toda a instituição. É essencial que o calendário seja respeitado, considerando os recursos ideais para executar a mudança e a continuidade dos serviços disponíveis para o público-alvo.

Uma consultoria pode perfeitamente ajudar nesse processo, porque é capaz de apontar como gerenciar esse processo. Além disso, pode contribuir para ser criada uma cultura voltada para a melhoria contínua do aproveitamento dos ativos virtualizados.

Com uma gestão atenta ao desenvolvimento dos trabalhos para a implementação da nova infraestrutura, uma companhia terá condições de conseguir resultados notáveis rapidamente com a mudança.

A infraestrutura virtual é para sua empresa?

Com um bom planejamento, a virtualização pode ser explorada por organizações de diversas finalidades e tamanhos. Atualmente, esse processo tem proporcionado ganhos consideráveis para vários segmentos.

Um dos motivos é que as empresas de diversos mercados e tamanhos precisam de muita agilidade para gerenciar as informações. Isso exige um elevado grau de flexibilidade para expandir o potencial de administrar os dados, aspecto que pode ser facilmente resolvido com a infraestrutura virtual.

Setores de saúde e de educação, por exemplo, estão explorando os benefícios da virtualização. Nessas áreas, é muito importante adotar mecanismos eficientes para proteger os dados e elevar a capacidade de armazenar as informações em curto prazo.

Conheça a StorageOne

Com mais de 20 anos de experiência em projetos de TI, a StorageOne se caracteriza por oferecer soluções customizadas para as demandas dos clientes de vários segmentos, educação, indústria, varejo, governo, entre outros.

Assim, a empresa fornece um atendimento especializado para implementar a infraestrutura virtual seguindo boas práticas, o que é imprescindível para atingir resultados dentro ou acima das expectativas ao optar por essa tecnologia.

Se pretende utilizar os recursos de TI de forma mais estratégica e inteligente, entre em contato conosco agora mesmo. Estamos à disposição para iniciarmos uma parceria de sucesso! 

Cuidados que os gestores devem ter na migração para a virtualização de dados

virtualização de dados

O cuidado com a proteção de dados exige uma utilização mais estratégica dos recursos de TI. Em virtude da alta competitividade, as empresas precisam utilizar o orçamento de maneira inteligente para ter mais condições de manter o negócio presente no dia a dia dos consumidores. Tudo isso tem contribuído para haver um maior foco na migração para a virtualização.

Afinal, essa prática colabora não apenas para gerenciar os ativos de Tecnologia da Informação de maneira simplificada, mas também permite expandir a capacidade de administrar os dados sem fazer grandes aportes financeiros em equipamentos. Outro ponto positivo é criar um ambiente mais favorável para a terceirização do gerenciamento de TI, o que propicia mais profissionalismo e eficiência.

Neste artigo, vamos detalhar vários fatores relacionados com o processo de migrar dados por meio da virtualização. Confira!

Entenda como funciona a migração para a virtualização 

Esse processo abrange a realocação física de uma máquina virtual com todos os dados e recursos de um Data Center local. Sem dúvida, é uma iniciativa cada vez mais comum na conjuntura atual, porque também minimiza, na maioria dos casos, o risco de sofrer problemas relacionados com ataques virtuais.

Também vale destacar que essa prática viabiliza usar estrategicamente os recursos de TI, aperfeiçoar o gerenciamento de entregas, diminuir o consumo de energia e reduzir as despesas com licenças de software.

Por mais que uma empresa tenha uma equipe experiente no segmento de Tecnologia da Informação, é preciso ter cuidado durante a migração para a virtualização, porque se trata de um procedimento com elevado grau de complexidade.

Afinal, uma mudança na maneira de administrar os dados precisa de um planejamento muito bem estruturado para evitar problemas durante a transição, que possam afetar a disponibilidade e a qualidade dos serviços.

É comum haver uma mentalidade de que as operações virtuais podem ser feitas da mesma forma que as atividades locais. Contudo, esse pensamento pode fazer com que, ao migrar as informações, ocorram erros responsáveis por tornar o processo mais lento e oneroso.

Com o objetivo de tornar mais simples a migração para a virtualização, vamos apontar algumas iniciativas para executar esse procedimento da melhor forma possível. Acompanhe!

Estabeleça as prioridades

É fundamental ter um mapeamento dos dados que estão sob a responsabilidade da companhia, pois se trata do primeiro passo para ter uma dimensão do que vai ser transferido de maneira prioritária.

À medida que uma empresa adota um planejamento da migração para a virtualização ser feita de acordo com as melhores práticas do mercado, menores são os riscos de haver problemas que afetem a continuidade dos serviços digitais.

Esse cuidado de definir as informações a serem migradas contribui, por exemplo, para evitar que o site corporativo fique inacessível durante um período. Essa situação, com certeza, causa prejuízos financeiros e de reputação que, em alguns casos, dificilmente serão recuperados.

Opte pela solução mais adequada para o seu negócio

Inegavelmente, apostar na migração para a virtualização exige um olhar estratégico sobre as ferramentas de TI. Não basta apostar na cloud computing como uma alternativa para reduzir custos e elevar o nível de proteção dos dados. Também é necessário avaliar como essa tecnologia pode agregar valor ao negócio.

Esse procedimento é muito relevante para a migração ser planejada e implantada de forma responsável, sem nenhuma precipitação. Além disso, proporciona mais confiança para a equipe executar os trabalhos com eficiência e rapidez.

Conte com um provedor qualificado e focado em resultados

Uma migração para a virtualização precisa seguir procedimentos rigorosos para minimizar as falhas. Para isso ser feito com exatidão, um excelente caminho é escolher um provedor que entenda as necessidades do seu negócio de maneira plena.

Por isso, é recomendado fazer uma pesquisa detalhada de como cada um atua durante os trabalhos para migrar os dados. Essa prática é importante para constatar se os serviços serão executados dentro das prioridades da companhia.

Também é indicado verificar as ferramentas utilizadas e a reputação do provedor no mercado. Ao seguir esses passos, maiores são as chances de a migração ser executada no prazo estipulado e permitir que a sua empresa aproveite as vantagens da virtualização o mais rápido possível. 

Não tenha dúvidas de que a escolha do provedor é um passo valioso para migrar as informações com bastante cuidado. Afinal, é necessário um olhar atento para seguir as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que prevê multas de até R$ 50 milhões em casos relacionados com roubo ou vazamento de dados.

Avalie a necessidade de um apoio especializado

É compreensível que as empresas tenham receio em executar a migração para a virtualização, pois é um procedimento que exige bastante cautela para evitar erros. Muitas companhias não possuem um corpo técnico de TI habilitado para realizar esse processo com excelência.

Por isso, é interessante avaliar a possibilidade de contar com o suporte de uma consultoria especializada em Tecnologia da Informação. A partir de uma orientação qualificada, torna-se mais fácil estipular todas as etapas para os serviços de migração de dados serem feitos de acordo com as expectativas.

Essa iniciativa também colabora para aumentar as possibilidades de optar pela solução ideal e pelo provedor mais adequado às necessidades corporativas. Com certeza, uma consultoria em TI de alto nível contribui para que a transição na forma de gerenciar os dados seja realizada corretamente.

Conheça a StorageOne

Para aproveitar o avanço tecnológico, uma medida inteligente é contar com um parceiro que adota boas práticas e conhece as soluções mais adequadas para o seu negócio. Por isso, é bom conhecer os serviços da StorageOne, que já atuou em projetos de Tecnologia da Informação para diversos setores, como educação, governo, indústrias e varejo.

Com uma equipe experiente, ajudamos diversas instituições a obter um melhor desempenho a partir do uso estratégico de recursos tecnológicos. Também temos uma grande experiência em gerenciamento de dados e infraestrutura de TI, o que nos permite contribuir decisivamente para que a migração para a virtualização seja bem executada.

Se está em busca de um parceiro qualificado e estratégico, entre em contato conosco agora mesmo. Queremos ajudar o seu negócio a se diferenciar da concorrência!

Como funciona e quais os benefícios de adotar o Armazenamento definido por software (SDS)?

Unificar arquiteturas flexíveis, escaláveis e econômicas parecia algo impossível de ser realizado no passado. Porém, com o crescimento exponencial das tecnologias, o armazenamento de dados também evoluiu.

Quando somamos a popularização de diversas ferramentas e técnicas com o aumento do volume de informações, fica claro que as empresas precisam se adaptar para obter e oferecer um serviço de excelência.

Nesse sentido, para que as aplicações funcionem de forma ágil e eficiente, desempenho e disponibilidade são pré-requisitos centrais. E o armazenamento definido por software pode ajudar neste, e em vários outros cenários.  

O que é armazenamento definido por software?

O SDS, ou Software Defined Storage, possui uma arquitetura que desata o software de armazenamento do hardware. Ele abre possibilidades como aumentar a capacidade de armazenamento sem incorporar outro hardware proprietário, o que gera maior flexibilidade e aproveitamento da capacidade de armazenamento.

O SDS também faz parte do contexto de convergência, onde processamento de dados, armazenamento e redes são agrupados e virtualizados em serviços controlados por meio de softwares. Dessa forma, cada componente terá uma interface de controle, sendo composta por uma camada entre software e hardware.

Na prática, com o controle sobre os recursos desatrelados do hardware e da entrega de serviços, configurações manuais não serão mais necessárias, o que cria a abstração. Ele pode ser instalado em quaisquer servidores, desde que estes tenham o padrão de arquitetura x86.

Essa camada do stack de tecnologia ainda substitui o uso de hardware proprietário já que oferece diversos serviços, como rede, conectividade e acesso ao armazenamento. Ao abstrair todos os controles de solicitações, o SDS permite escolher como e onde os dados são armazenados, pois ele não cria conclusões acerca da capacidade ou utilidade do hardware, permitindo ser ajustado conforme a necessidade da empresa.

Em outras palavras, não é mais necessário ter um hardware exclusivo de um modelo ou fabricante com software proprietário – o que costuma prender recursos financeiros.

Por que sua empresa deve considerar implantar o SDS?

O Armazenamento Definido por Software traz diversos benefícios, inclusive em diminuir a complexidade necessária para administrar os ambientes. Proteger o armazenamento e realizar a gestão deste, se torna menos dispendiosa quando apenas um método, e não seis, precisa ser aprendido.

Além disso, justamente pelo software ser separado do hardware, as empresas podem se beneficiar das mais novas tecnologias de hardware, tão logo elas estejam disponíveis. Desde que sejam compatíveis (e normalmente são), basta conectá-lo à infraestrutura para começar a utilizar, sem precisar aguardar fornecedores ou fabricantes.

Conheça um pouco mais dos benefícios que o SDS gera:

Menor custo

Ao funcionarem em hardwares comuns, esse tipo de solução tem um custo inicial menor quando comparado à sistemas tradicionais, como SAN e NAS. É possível diminuir ainda mais o custo ao utilizar recursos de automação que minimizam a necessidade de administradores.

Automação

Como falamos no tópico anterior, o sistema de armazenamento SDS permite automatizar um número de tarefas que antes teriam que ser realizadas de forma manual. Com o uso de automação, os SDSs se adaptam à novos cenários de dados e desempenho, sem depender de novos hardwares ou intervenções humanas.

Escalabilidade

Incluir arrays de armazenamento extra ao pool virtual atual, CPUs e memórias adicionais ou nós adicionais são todas opções válidas para expandir a capacidade de armazenamento e melhorar o desempenho. Conforme as necessidades da sua empresa mudam, a escalabilidade horizontal permite fazer ajustes de maneira independente, sendo teoricamente infinita.  

Virtualização

A arquitetura SDS possibilita a virtualização dos serviços de armazenamento, o separando do próprio dispositivo. Isso significa virtualizar os controles e não o agrupamento de diferentes dispositivos de armazenamento.

Como implantar um sistema de armazenamento definido por software?

O ecossistema de tecnologia continua atuando em níveis muito mais altos – e são prioridade para garantir a continuidade das operações da empresa. Por isso, esse é um dos melhores momentos para adotar o SDS e reduzir os custos com hardwares.

Para iniciar o processo, é importante definir quais os softwares e quais os hardwares serão utilizados. Os planejadores de TI devem se atentar às necessidades atuais e futuras da empresa, para que os casos de uso sejam os maiores possíveis, e utilizarem equipamentos de alta qualidade.

A solução escolhida deve resolver mais de um tipo de problema de armazenamento. Caso contrário, cenários como soluções de SDS diferentes para cada uso serão comuns, gerando redundância e não diminuindo os custos.

Atualmente, existem dois modos de implantar esse tipo de solução, e as necessidades da sua empresa serão os pontos decisores na comparação.

Um método é adquirir o software e instalá-lo no servidor próprio da empresa, podendo ser físico ou virtual. Esse costuma ser a opção preferida por empresas que possuem uma estratégia de armazenamento com o uso de diversos fornecedores, já que com a adoção do SDS podem se beneficiar das capacidades por completo.

Porém, para corporações que utilizam apenas um fornecedor, é possível adotar a solução de software fornecida com um servidor host.

Ainda vale ressaltar que, antes de finalizar o projeto, deve-se considerar o preço. Entenda em conjunto com o fornecedor como o serviço será cobrado – pela potência do sistema e seu número de núcleos, ou pela capacidade de armazenamento? Essa análise é de extrema importância para que o valor gasto com software não ultrapasse as economias geradas de custo com hardware.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Na hora de adotar o Armazenamento Definido por Software, ter um parceiro que entenda as necessidades da sua empresa pode fazer total diferença. Com tecnologias como Big Data e Internet das Coisas, a demanda por armazenamento segue crescendo. E ter um armazenamento eficiente e inteligente se torna uma necessidade.

Conte com a experiência e expertise da Storage One, que há 20 anos ajuda empresas de todos os portes e verticais a gerenciarem seus dados através de soluções integradas. Marque uma reunião com um especialista!

Armazenamento em nuvem: Pública, Privada, Híbrida ou Multicloud?

O armazenamento em cloud já é muito conhecido pelos seus benefícios. Mas com diferentes modos de contratação e formatos, dúvidas ainda pairam no ar.

O tipo de serviço que a sua empresa deverá contratar irá depender das necessidades específicas do seu negócio. Como nenhuma solução é igual à outra, é importante entender qual a mais adequada para cada caso.

Conheça mais sobre cada modelo de nuvem e entenda as funcionalidades e benefícios na lista abaixo!

Nuvem pública

As nuvens conhecidas pela maior parte dos usuários são as públicas. Nesse sentido, os provedores mais utilizados são o Microsoft Azure, Google Suite e Amazon Web Services – mas soluções “menores” como Dropbox também se encaixam nessa categoria.

Como o nome já diz, essas empresas disponibilizam seus serviços para uso público, seja por meio de contas gratuitas ou pagas, com capacidades de armazenamento limitadas.

Dessa forma, mesmo com a nuvem pertencendo a um provedor de serviços, o espaço é apenas “alugado”, podendo ser utilizado para diferentes recursos computacionais como armazenamento, servidores, entre outros.

Nuvem privada

Se a nuvem pública utiliza um servidor comum, sua versão privada é hospedada em servidores próprios. Seja por meio de desenvolvimento da sua empresa, ou utilizando um serviço terceirizado, cada cliente terá o seu próprio servidor e poderá dividir o uso de recursos entre diferentes áreas da empresa.

Ao permitir diversificar a utilização de recursos, a nuvem privada gera maior controle acerca da segurança. Dividir entre armazenamento, máquinas virtuais e sistemas é mais simples do que contratar um serviço único em uma nuvem pública.

Entretanto, deve-se ter em mente que os custos costumam ser maiores e que será necessária uma equipe para manutenção e suporte da nuvem privada.

Nuvem híbrida

Quando unimos o uso das soluções públicas e privadas, temos o que é chamado de nuvem híbrida. Ela acontece quando empresas utilizam os dois modos, para funcionalidades diferentes.

Um exemplo de uso, é armazenar documentos sigilosos na versão privada e outros que dependem de acessos recorrentes na nuvem pública. Outras demandas com grande volume, como e-mails baseado na web funcionam bem nesse modelo.

Multicloud

Não confunda Multicloud com o item anterior – ela não é uma escala da nuvem híbrida e são soluções diferentes. Nesse caso, o multi acontece pela utilização de mais de uma nuvem pública através provedores de serviços diferentes.

Seu uso principal é para garantir a alta disponibilidade de aplicações críticas, ao espalhar os recursos em vários provedores e fornecedores diferentes.

Qual é o melhor armazenamento em nuvem para sua empresa?

Agora que você já conhece os tipos, é necessário entender qual o melhor armazenamento para a sua empresa, antes de fazer a escolha dos fornecedores.

Como falamos anteriormente, qual cloud utilizar irá depender das necessidades e das tarefas da sua empresa. Diferentes cargas de trabalho, custos e preocupações com segurança são apenas alguns fatores que devem ser levados em consideração.

A nuvem pública funciona muito bem para cargas de trabalho que tenham grande volume e demandas. A nuvem privada ajuda em usos com padrões previsíveis e a híbrida abarca todas as opções. Já no caso do Multicloud, pode ser utilizada como forma de otimizar o uso da nuvem pública – com diferentes fornecedores.

Em relação à nuvem mais segura, o tema é complexo. Nuvem públicas, que oferecem multilocação são mais vulneráveis já que possuem mais pontos de acesso e a responsabilidade em relação à segurança é dividida entre provedores e locatários.

Enquanto isso, as nuvens privadas são tidas como mais protegidas já que as demandas são executadas com um firewall do usuário por trás. Porém, isso pode variar já que irá depender da capacidade de segurança do usuário e/ou da equipe responsável.

No caso da nuvem híbrida, tanto usuários quanto administradores podem mitigar os riscos ao migrar dados e cargas de trabalho entre ambientes. Baseando em níveis de conformidade, sigilo, auditoria e políticas internas e externas, pode-se utilizar as melhores funcionalidades em todos os ambientes.

Outro ponto importante é o custo. Qual das nuvens é a mais econômica? A resposta é simples: depende.

O melhor custo-benefício será aquele que atenderá as suas necessidades, com o menor custo possível. E ter um cálculo de ROI atualizado, com todas as opções, pode te ajudar antes de bater o martelo.

Nuvens públicas podem ser gratuitas para usuários únicos e cobrar pelo espaço utilizado no caso de empresas. O responsável pela configuração da nuvem privada também terá a tarefa de comprar e/ou alugar novos hardwares e recursos, realizando orçamentos.

Já o modelo híbrido pode incluir formas de contratação on-premisse, off-premise e Cloud as a Service – dependendo do provedor, é realizada a criação de um ambiente personalizado que seja adequado para custos e requisitos.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Realizar a migração dos dados e cargas de trabalho da sua empresa é uma tarefa complexa, que conta com diversos pormenores. Por isso, ter uma consultoria de TI como parceira pode fazer toda a diferença nesse tipo de projeto.

A StorageOne está há mais de 20 anos ajudando corporações de todos os tamanhos e indústrias a se modernizarem, priorizando desempenho, segurança e compliance. Marque agora uma reunião com um de nossos especialistas e utilize o melhor da tecnologia para alavancar a sua empresa.

Data center virtual: quais as vantagens e desvantagens em relação ao data center físico?

data center virtual

O data center virtual, também conhecido pela sigla VDC, é um pool de servidores que tem o propósito de estar à disposição dos usuários sempre que for necessário. Na prática, em vez de manter uma infraestrutura toda destinada a eles, a empresa utiliza uma tecnologia que simula o funcionamento de vários servidores físicos em um ambiente digital.

Dessa forma, os usuários conseguem controlar todos os recursos de software, rede e armazenamento de forma mais dinâmica. O acesso ao data center virtual pode ser realizado por meio da internet ou por uma rede privada virtual (VPN).

Neste artigo vamos trazer um panorama sobre o data center virtual. Além de entender as diferenças entre ele e o data center físico, você vai descobrir como escolher a opção ideal para a sua empresa. Acompanhe!

Data center virtual e data center físico: entenda as principais diferenças

A mudança do servidor físico para o virtual tem sido considerada uma alternativa interessante dentro de muitas organizações. Com a mudança do trabalho para o regime remoto, as empresas identificaram uma oportunidade de adaptar seus processos e um deles trata justamente dessa alteração.

Mas como escolher? Quais são as vantagens e desvantagens de cada um deles? A seguir falamos um pouco mais sobre essas diferenças trazendo características que vão ajudar na escolha.

Vantagens do data center físico

De forma geral, os servidores físicos normalmente pertencem e são gerenciados por uma equipe de TI da própria empresa. Dessa forma, ela tem acesso total aos recursos de servidor, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Essa pode ser uma característica vantajosa para as operações de alta demanda.

Em caso de data center físico, a empresa tem a possibilidade de instalá-lo em um local estratégico, de acordo com as necessidades.

Além disso, o departamento de TI pode configurar e personalizar o servidor de acordo com as demandas e características do negócio.

Quando se fala em servidor físico, outras características também devem ser levadas em consideração:

  • custo de compra e manutenção pode ser considerado elevado dependendo do perfil da empresa;
  • a equipe de TI é responsável pela instalação, configuração e manutenção;
  • em alguns casos pode ser necessário contratar um profissional especializado para auxiliar em reparos e manutenções mais complexas; e,
  • o data center físico requer espaço físico.

Vantagens do data center virtual

Os datas centers virtuais trazem inúmeras vantagens para as empresas a começar pelos custos. Os gastos com implementação são mais baixos já que não há necessidade de aquisição de hardware específico.

Outra vantagem é que o potencial para custos de vida útil em manutenção e configuração também são reduzidos se comparado ao físico. Além disso, a empresa não precisa se preocupar em ter talentos de TI atuando internamente no negócio.

Os benefícios de IaaS e datacenters virtuais para empresas englobam ainda aspectos relacionados à agilidade e escalabilidade das operações. Com uma infraestrutura como serviço não há necessidade de investir tempo e recursos financeiros na construção de um datacenter físico. Todos os recursos necessários estão disponíveis no provedor, trazendo mais facilidade para a rotina do negócio.

Somado a isso, a empresa tem mais liberdade para se concentrar nas suas atividades, já que não precisa dedicar tempo e orçamento para a construção e manutenção de um servidor local.

Como escolher o ideal para o seu negócio?

A escolha do datacenter ideal vai depender das particularidades de cada negócio. Muito embora a virtualização seja uma tendência em crescimento no mercado, em alguns casos, o data center físico ainda é considerado a alternativa mais adequada.

Por isso, antes de escolher, é necessário avaliar alguns fatores importantes da sua empresa:

  • orçamento disponível;
  • desempenho do datacenter adequado às necessidades da empresa;
  • capacidade da empresa de tolerar períodos de indisponibilidade de dados e perda de ativos;
  • mitigação de riscos;
  • segurança das informações;
  • espaço disponível;
  • conhecimento da sua equipe de TI;
  • recursos humanos disponíveis;
  • tipos de dados que são manipulados; e,
  • necessidade de adaptação à conformidade.

A análise desses fatores deve ser feita conjuntamente com o suporte de uma empresa especializada. Uma consultoria de TI terá condições de avaliar a realidade da empresa e suas necessidades, sinalizando quais são as escolhas mais adequadas para atingir eficiência e segurança nas operações diárias.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

A StorageOne é uma consultoria de TI que está presente no mercado de tecnologia há mais de 20 anos. Oferecendo soluções customizadas, por meio da sua expertise, já contribuiu com grandes projetos de TI em vários segmentos, entre eles o mercado de educação, finanças, indústrias, governo e varejo.

A equipe StorageOne trabalha para entender as necessidades individuais de cada empresa, buscando uma solução adequada às suas demandas. A consultoria é desenvolvida por meio da análise de aspectos envolvendo funcionalidade, segurança, desempenho e compliance de cada cliente.

Somos experts em gerenciamento de dados e infraestrutura de TI. Você está em dúvida entre o data center físico e o data center virtual? Acesse o nosso site e descubra como podemos ajudar a sua empresa.

Virtualização e nuvem: quais as diferenças e a melhor opção para sua empresa?

virtualização e nuvem

Algumas pessoas acreditam que virtualização e nuvem são sinônimos. Muito embora sejam duas tecnologias semelhantes, elas não podem ser confundidas. Inclusive, se pensarmos sob a ótica da operacionalização e tomada de decisões da empresa, a diferença entre elas é significativa.

De forma objetiva, podemos dizer que a virtualização diz respeito a uma tecnologia que transforma o hardware físico em recursos virtuais, enquanto a nuvem é um local onde se insere dados e recursos virtualizados sob demanda por meio do uso da internet.

Neste artigo, você terá acesso a um guia completo que trará os principais conceitos, diferenças e dicas para que você escolha a melhor opção para o seu negócio. Acompanhe!

O que é virtualização?

Virtualização é o termo usado para se referir ao processo que utiliza um software para criar versões de aplicativos, datacenters, servidores e demais hardwares.  É uma tecnologia essencial para o funcionamento da computação em nuvem.

Por meio da virtualização, um único servidor físico pode se tornar várias máquinas virtuais. Dessa forma, cada máquina pode ser utilizada de forma independente enquanto compartilha os recursos de um único host. Isso é possível porque os recursos são carregados em hipervisores.

Os hipervisores — camada de abstração — são usados ​​para separar recursos físicos de ambientes virtuais. Por isso, depois que eles são agrupados, podem ser divididos em vários ambientes virtuais, de acordo com a necessidade.

Uma das principais características que fazem com que a virtualização seja uma alternativa interessante para as empresas, é a capacidade de consolidação dos servidores. Isso significa que, em vez de ter vários ambientes, a virtualização torna possível ter um único com diferentes recursos e funcionalidades.

Isso acaba trazendo praticidade e reduzindo custos para a empresa já que, em muitos casos alguns recursos são subutilizados, fazendo com que a empresa gaste muito com manutenção de um servidor com baixa demanda de uso.

O que é cloud computing?

A computação em nuvem é uma tecnologia que vem crescendo de forma significativa nos últimos anos. Por meio dela é possível permitir o acesso às informações de forma onipresente e compartilhada.

Assim, dentro da empresa que usa esse tipo de tecnologia, os colaboradores podem acessar os dados e informações de qualquer lugar do mundo, desde que estejam conectados à uma rede de internet.

Para ser considerada uma tecnologia de nuvem o National Institute of Standards (NIST) determina que o sistema deve ter cinco características: autoatendimento sob demanda, amplo acesso à rede, agrupamento de recursos, elasticidade rápida e serviço medido.

Virtualização e cloud computing: principais diferenças

Mas, afinal, o que diferencia a virtualização do cloud computing? Muito embora os dois termos estejam ligados entre si e funcionem juntos, eles estão bem longe de serem considerados sinônimos.

A virtualização é uma tecnologia que transforma o hardware físico em recursos virtuais, enquanto a nuvem é um ambiente que entrega recursos virtuais sob demanda por meio do uso da internet.

Dessa forma, a tecnologia de virtualização influi diretamente o comportamento da infraestrutura física. Com ela é possível executar aplicativos e sistemas operacionais em um único sistema.

A computação em nuvem usa tecnologia de virtualização para fornecer serviços que permitam aos usuários acessar esses servidores virtualizados e aplicativos, sem a necessidade de adquirir equipamentos próprios e específicos.

Qual o melhor modelo de armazenamento para sua empresa?

Não é possível afirmar que existe um modelo melhor que o outro, as alternativas devem ser avaliadas de acordo com a necessidade de cada empresa. Enquanto em algumas organizações a nuvem pode ser a mais adequada, em outras, a virtualização acaba sendo a melhor escolha.

Assim, decidir qual será implementado em seu negócio depende da análise de diversos fatores. Para empresas menores, por exemplo, a computação em nuvem pode ser uma alternativa mais simples e econômica, já que os recursos são acessados por meio da internet, não havendo necessidade de adicioná-los a uma rede.

O custo da implementação da nuvem é inferior. Além disso, a nuvem tem como benefícios a facilidade de instalação de aplicativos, acesso a softwares e possibilidade de experimentar sistemas antes de comprá-los. 

No caso da virtualização, o custo de implementação acaba sendo mais alto, porém, pode ser uma escolha inteligente pois traz economia de outras formas, como por exemplo, redução de gastos com servidores e custos operacionais. A seguir, elaboramos um quadro comparativo com as principais características das duas soluções:

 NUVEMVIRTUALIZAÇÃO
ESCALABILIDADEA nuvem pode ser estendida o quanto o usuário quiser.As configurações das máquinas limitam a escalabilidade.
CONFIGURAÇÃO RÁPIDAConfigurar a nuvem é uma tarefa complexa.  A configuração é muito mais simples
FLEXIBILIDADEMuito flexível para o acesso do usuário. O usuário pode acessar sua nuvem de qualquer local desde que tenha permissão e acesso à internet.  É necessário uma autenticação antes de acessar as máquinas virtuais.  
TIPO DE SERVIÇO IaaSSaaS  
HARDWARE DEDICADOHardware múltiplo.Hardware dedicado que requer várias máquinas virtuais.
INTEGRAÇÃO    Integração em nuvem que permite expansão de usuários, aplicativos, entre outros.A integração da virtualização permite a expansão de novas máquinas dentro da mesma infraestrutura.
DEPENDÊNCIA  Vários usuários podem acessar a rede usando o mesmo link.Vários sistemas operacionais podem ser instalados em um único servidor / computador.
ACESSIBILIDADE  Pode ser acessado de todo o mundo (nuvem baseada na Internet)São necessárias permissões adequadas para acesso de fora da rede.
RECUPERAÇÃO DE DESASTRES   Não depende da máquina  Falha de uma única máquina pode trazer maiores problemas.
TIPOS  Nuvem privada e nuvem pública.Virtualização de hardware e virtualização de aplicativos.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Presente no mercado de tecnologia há mais de 20 anos, a StorageOne é uma consultoria de TI que oferece soluções customizadas aos seus clientes. Com sua expertise já contribuiu com grandes projetos de TI em vários segmentos, como mercado de finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

A equipe StorageOne trabalha para entender a realidade e as necessidades individuais de cada cliente, buscando uma solução adequada às suas demandas. A definição é feita a partir da análise de aspectos envolvendo funcionalidade, segurança, desempenho e compliance de cada negócio.

O objetivo é desenhar, construir e gerenciar tecnologias que garantam a continuidade, eficiência, produtividade e agilidade aos seus processos internos.

Somos experts em gerenciamento de dados e infraestrutura de TI, se você tem dúvidas entre virtualização e nuvem no âmbito da sua empresa, aproveite para entrar em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo.

Como funciona e quais os benefícios de adotar o Armazenamento de dados em rede?

Qualquer empresa tem nas soluções de tecnologia grandes aliadas para alcançar bons resultados e crescimentos. Além disso, essas ferramentas atuam como ponto crucial nas tomadas de decisões: elas indicam oportunidades, correções e auxiliam no planejamento a curto, médio e longo prazo.

Por outro lado, não há como colher os frutos da tecnologia sem realizar esforços com a infraestrutura – seja para equipamentos ou serviços. E entre essas soluções, a NAS vem se destacando pela flexibilidade com orçamento reduzido – seja para as menores ou as maiores empresas.

Sua variedade de opções entrega tantos benefícios quanto a nuvem, com a vantagem de oferecer maior velocidade. Então, é sobre a NAS e todas as suas vantagens, que falaremos a seguir. Siga conosco e confira!

Entenda o armazenamento de dados em rede (NAS)

Antes de falar sobre o NAS, vale a pena considerar um dado relacionado a essa solução: você sabia que muitas pessoas perdem quase 20% do seu trabalho apenas para procurar arquivos?

Isso acontece porque, muitas vezes, os arquivos estão espalhados em diversos dispositivos, o que causa dificuldades para encontrá-los. Com o NAS (Network Attached Storage), esse é um problema que deixará de existir. Isso porque o aparelho tem arquitetura no nível de arquivos, o que garante facilidade para dispositivos que estiverem na mesma rede dos dados armazenados.

Se, por exemplo, uma equipe está espalhada por todo o estado de São Paulo (o que é normal em tempos de home office) e precisa acessar diversas versões de um determinado arquivo, basta acessar o NAS. Ou seja, é como se fosse um armazenamento em nuvem, mas com a vantagem de ter o tamanho de uma torradeira e ter bem mais velocidade.

Com isso, sua empresa dispensa a necessidade de alugar grandes espaços de armazenamentos em data centers, já que poderá levar o NAS para diversos locais que sejam atendidos pela rede da empresa.

Outra vantagem interessante do NAS, é que seu custo por terabyte é bem menor do que o custo de armazenamento na nuvem, o que faz deste equipamento uma solução financeiramente mais saudável para as empresas.

6 benefícios de implantar um armazenamento de dados em rede

Seja qual for o porte de sua empresa, cada arquivo representa um documento que tem seu valor para o negócio. Nesse sentido, oferecer o melhor armazenamento possível aos seus dados é indispensável.

Com o NAS isso é facilmente resolvido, já que a empresa terá ótimo espaço de armazenamento e acesso rápido às informações sempre que precisar. Confira 6 ótimos benefícios dele para a sua empresa:

1. Armazenamento e acesso centralizado aos arquivos

O acesso aos arquivos armazenados no NAS pode ser realizado tanto no escritório, quanto remotamente, o que beneficia diversos membros de uma mesma equipe. Além disso, o sistema de segurança do NAS é altíssimo, já que apenas pessoas autorizadas poderão acessar os arquivos.

2. Backup automatizado

O NAS também conta com sistema automatizado de backup que pode ser utilizado por diferentes dispositivos, em diferentes localidades. Vale lembrar que essas soluções são imprescindíveis para qualquer empresa, já que garante que arquivos com informações valiosas sejam armazenados com total segurança.

3. Fácil configuração

Os dispositivos NAS são muito intuitivos, o que facilita bastante sua configuração. Dessa forma, você não precisará mais do que alguns minutos para começar a armazenar seus arquivos e programar backups.

Em caso de dificuldades, sempre vale a pena contar com um parceiro fornecedor para agilizar os passos. O acesso também é simples, pois tem interface baseada na web – algo familiar a qualquer usuário.

4. Diminuição dos custos com hardwares

Ao escolher o armazenamento com NAS, os computadores da empresa poderão contar com discos rígidos mais simples, de menor preço. E dependendo da escala de equipamentos, essa poderá ser uma enorme economia nos negócios.

5. Flexibilidade para uso no escritório ou home office

Os dispositivos NAS são especialmente flexíveis em seu uso, o que faz dessa uma solução interessante para empresas e profissionais alocados em home office.

Com planos de assinaturas bastante acessíveis, o NAS pode, e deve, ser considerado uma peça importante em qualquer esforço de investimentos para a TI.

NAS ou nuvem: qual a melhor opção para a sua empresa?

1. Capacidade de armazenamento

Como já citamos, uma grande vantagem do NAS é seu custo por terabyte armazenado. Na comparação, serviços em nuvem acabam elevando os custos, já que demandam a locação de data centers espalhados em diferentes regiões.

Ainda que o NAS demande um custo maior em sua aquisição, em poucos meses a utilização comparada à nuvem trará um custo x benefício melhor. Com isso, os custos de investimento com o NAS serão amortizados.

2. Backups

A atualização dos backups é sempre importante – mesmo para quem opta por armazenamento em nuvem. E é nesse sentido que a nuvem acaba tendo custos mais elevados. Isso porque os dados replicados para outro site, entre outras soluções de backup, acabam elevando os custos com o armazenamento.

Com o NAS, os backups estão direcionados e não demandam novos custos para o armazenamento.

3. Expansões

Plataformas em nuvem são facilmente escaláveis. Mas isso também aumenta os custos conforme a necessidade da empresa. Com o NAS, a empresa tem maior controle sobre o que está contratando e sabe que pagará somente por aquilo que usar.

Vale dizer que o espaço de armazenamento do NAS pode chegar facilmente a 576 TB utilizando 36 hard disks em apenas 6U do rack.

4. Desempenho

O armazenamento local sempre será mais rápido na comparação com serviços em nuvem. Isso porque, com a nuvem, há um comprometimento da banda, o que pode até causar lentidão no sistema.

Com o NAS, a taxa de transmissão alcança 10 Gigabits, algo impensável para serviços de armazenamento em nuvem.

O NAS pode ser nuvem, mas a nuvem nunca poderá ser NAS

O NAS permite a criação de nuvens privadas ou fora da rede local, assim como outros serviços de nuvem pública. A utilização dele como nuvem permite registros em LOG de acessos, hierarquização de autenticação, proteção de dados e privilégios gerenciados via software.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Soluções com NAS, é na StorageOne, uma empresa especializada em soluções de backup, armazenamento e segurança de dados e virtualização em nuvem.

Com 20 anos atendendo empresas dos mais diferentes portes e segmentos, a StorageOne oferece serviços customizados conforme as principais necessidades. A atuação parte de três pilares principais: segurança, desempenho e compliance, sempre com a preocupação de seguir normas regulamentares, como a LGPD.

Fale agora mesmo com um analista da StorageOne sobre as soluções com NAS e garanta o melhor tipo de armazenamento local para a sua empresa!

Read More

Armazenamento de objetos: Quais suas diferenças em relação ao armazenamento em blocos?

armazenamento de objetos

Uma dúvida bastante comum em empresas está na escolha entre armazenamento de objetos ou armazenamento em blocos. Para quem está perdido, essas são algumas das maneiras de organizar, arquivar e apresentar os dados de uma companhia.

Na verdade, há inúmeras maneiras de realizar esse processo, mas essas acabam sendo as mais utilizadas. Dessa forma, se faz interessante compreender seus conceitos antes de optar por uma ou outra.

Para entender os contrastes entre o armazenamento de objetos e em blocos, confira o texto abaixo. Nele, você poderá entender o que cada um oferece, bem como suas vantagens e desvantagens.

O que é armazenamento em blocos?

Para iniciar esse debate entre as alternativas citadas anteriormente, é bom entender do armazenamento em blocos.

Com esse fim, se faz preciso, antes de tudo, compreender o que são esses blocos. De forma resumida, podem ser considerados como uma grande quantidade de dados agrupada. Antigamente, eram de 512 bytes, e atualmente são 4K.

Sendo assim, o computador possui uma liberdade para armazenar esses blocos aonde for mais conveniente. Espaços pequenos podem ser utilizados para arquivos menores, enquanto espaços grandes admitem um maior número de blocos.

Essa escolha, porém, ficará a cargo do sistema, que buscará a solução mais interessante. Por conta dessas características, a recuperação de dados é mais rápida e eficaz.

Vantagens de adotar o armazenamento em blocos

Inúmeros são os benefícios de optar pelo armazenamento em blocos em detrimento ao armazenamento de objetos. Entre eles, pode-se citar como principais:

  • Centralização: Aqui, há uma centralização dos dados em menos dispositivos. Com isso, os administradores do sistema possuem maior controle sobre o a utilização do armazenamento.
  • Backup: Essa centralização permite a criação de diversos point-in-time, ou seja, pontos de recuperação. Esse fator representa, para a empresa, um backup constante de toda sua informação.
  • Desempenho: A divisão dos blocos em diversos dispositivos permite que os servidores trabalhem com maior agilidade. Na prática, isso significa altas taxas de transferência e desempenho melhorado.
  • Conectividade: Diversos aplicativos utilizados no mercado atual estão preparados para se conectar ao sistema. Dessa forma, eles conseguem utilizar o armazenamento em blocos para melhorar seu desempenho e oferecer serviços mais rápidos à companhia.

O que é armazenamento de objetos?

Ao contrário do item visto acima, o armazenamento de objetos utiliza de outra técnica para arquivar dados.

Nesse caso, eles são divididos em pedaços e, posteriormente, distribuídos pelo hardware. Em vez de se tornarem pastas ou blocos, eles são fragmentados em unidades separadas, nomeadas de objetos. Cada um desses conta com um identificador, que somente pode ser acessado por usuários permitidos.

Para utilizá-lo em sua companhia, basta uma simples interface de API HTTP, já utilizada na maioria das organizações. Sendo assim, essa é uma alternativa mais econômica e acessível a mais consumidores.

Além disso, há a vantagem de pagar somente pelo que se utiliza, e não pelo total do pacote. Em geral, é indicado para dados estatísticos e apresenta escalabilidade superior aos concorrentes. 

Vantagens de adotar o armazenamento de objetos

Assim como a opção mais acima, o armazenamento de objetos também possui diversas vantagens. Entre esses benefícios, pode-se destacar:

  • Proteção: Essa é uma maneira muito mais segura de arquivar seus dados, visto que todos os objetos são codificados. Assim, mesmo que haja falhas no hardware, suas informações estarão protegidas.
  • Escalabilidade: Em geral, os dispositivos para este tipo de armazenamento podem acomodar diversos petabytes. Isso significa que a capacidade de arquivamento deles chega aos bilhões de objetos. O crescimento de sua empresa não será problema aqui.
  • Suporte à IoT: Também conhecida como Internet das Coisas, o IoT representa o futuro da tecnologia. Com isso, é normal compreender que dispositivos com suporte a esses recursos serão muito úteis num futuro bastante próximo.
  • Recursos: Por conta da tecnologia empregada em sua construção, este modelo de armazenamento é excelente para espelhar data centers. Assim, em caso de falha destes se faz possível continuar o trabalho normalmente.

Armazenamento em blocos x Armazenamento de objetos: Qual o modelo ideal para sua empresa?

Sem dúvida alguma, ambas as opções citadas neste texto são interessantes, se adequando, porém, a diferentes situações. Tanto o armazenamento de objetos quanto o em blocos se mostram como soluções que auxiliam empresas a armazenar e cuidar de todos seus dados. Para investir nesse mercado, entretanto, o mais indicado é contar com parceiros com conhecimento e experiência no assunto.

Com mais de 20 anos de atuação no mercado de gestão de dados, a StorageOne é a parceria que você precisa. Focada na segurança das informações, virtualização, nuvem, backup e proteção de dados, a empresa oferece tudo que você pode necessitar. Além disso, desenvolve o projeto de acordo com a sua situação, pensando sempre em segurança, desempenho e compliance.

Ficou interessado? Entre em contato com um especialista da StorageOne para mais informações.

 

Read More

Quais as oportunidades e os desafios de segurança com a virtualização de dados?

A virtualização de dados está se tornando cada vez mais uma realidade dentro das empresas. De modo geral, esse modelo, por meio da conexão com a internet, atribui flexibilidade ao banco de dados, permitindo que os usuários possam acessá-lo em qualquer hora e local.

Em um cenário onde muitas empresas ainda utilizam vários servidores para diferentes funções, a virtualização promove eficiência e redução de custos. Afinal, a companhia passa a utilizar somente o espaço que consumir, em vez de adquirir, manter e operar uma infraestrutura interna.

De acordo com a VMware, apenas 5 a 10% da capacidade dos servidores são utilizados, em média. Contudo, apesar dessa necessidade de mercado, ainda existem muitas dúvidas acerca da migração e da segurança dos ambientes virtuais.

Cientes disso, criamos este artigo para ajudá-lo a entender todos os benefícios que têm motivado a adesão a esse modelo de armazenamento, bem como seus pontos de atenção, principalmente relacionados à segurança da informação. 

Virtualização como tendência corporativa: motivações e benefícios

Muitos gestores de tecnologia apostam no conceito de consolidação de servidores, que consiste em ter equipamentos mais robustos e maior capacidade de processamento. Porém, utilizado para hospedar vários tipos de aplicação, e podendo ser dividido entre diferentes filiais ou empresas, esse tipo de tendência traz alguns problemas.

Primeiro porque todos os dados ficam sujeitos a deterioração e riscos físicos, como alagamentos, incêndios e queima de energia. Além disso, o investimento é alto, tanto na aquisição quanto na manutenção e suporte.

Já com a virtualização essas ameaças são mitigadas, uma vez que não há um único servidor físico dentro da empresa. Em parceria com grandes fornecedores de armazenamento, a empresa não precisa despender tempo, dinheiro e profissionais para estruturar o ambiente.

A redução de custos é outro argumento favorável a essa migração. Isso porque, assim como permite cortar gastos com equipamentos físicos, ela possibilita realizar investimentos de acordo com a demanda de utilização do banco de dados.

Inclusive, é através desse modelo que as empresas ganham escalabilidade em seus projetos. Afinal, não precisam bancar um espaço que não será utilizado, tampouco equipamentos e custos indiretos, como energia e ar-condicionado.

O impacto da virtualização na segurança de dados

Se a virtualização já virou realidade por conta dos seus benefícios, ainda é preciso ter atenção em questões de segurança.

Quando relacionado ao armazenamento, esse processo elimina os riscos físicos, mas ainda pode sofrer com intempéries digitais. Visto que a infraestrutura recebe várias camadas adicionais, a gestão de vulnerabilidades se torna mais complexa.

O ambiente pode enfrentar problemas na identificação de ameaças, então caso não haja um monitoramento bem-estruturado, cibercriminosos podem passar por brechas de segurança com mais facilidade. Nesse sentido, também vale ressaltar que, dado a rapidez e o dinamismo com que os ataques ocorrem atualmente, esse desafio se torna ainda maior.

Máquinas virtuais podem ser criadas em questão de minutos, inclusive por usuários mal-intencionados para roubar dados e/ou utilizar a ferramenta contratada para outros fins. Por isso, é necessário um bom suporte para garantir que não haja dispersão virtual – quando muitas máquinas são criadas ou utilizadas, dificultando o gerenciamento e deixando atualizações e patches de segurança em segundo plano.

Como criar um ambiente virtual seguro na sua empresa?

A balança de benefícios ainda pende para a virtualização dos dados, já que todos os riscos podem ser mitigados. Isso porque, mesmo que as ameaças continuem evoluindo, as práticas de segurança da informação também acompanham esse processo a fim de monitorar o ambiente corporativo.

Quando o assunto são os ambientes virtuais, algumas táticas podem ser utilizadas. Caso a sua empresa já conte com MVs (máquinas virtuais), reveja se esses passos estão sendo seguidos. Já se estiver se preparando para migrar seus dados e operações, confira se a sua equipe está atenta a esses detalhes:

  • separação — definição de como e onde as máquinas virtuais de desenvolvimento, teste e produção se separam;
  • imposição do processo — implemente processos específicos e detalhados por meio de portais de autoatendimento para facilitar o gerenciamento;
  • gerenciamento de dispersão — com foco em diminuir a dispersão que citamos anteriormente, realize a gestão ativa dos ambientes virtuais, revisando-os periodicamente;
  • gerenciamento completo da pilha — centralize a atenção em conexões de ponta a ponta, para que não se tornem aberturas de segurança;
  • auditoria incorporada — utilize ferramentas específicas e automatize as verificações de segurança, balanceamentos e atualizações;
  • aplicação de patches — processos de manutenção e gerenciamento de patches devem ser implementados para realizar a programação e garantir que os softwares estejam atualizados em máquinas virtuais e offline.

Migração de seus dados com segurança com a StorageOne

Agora que você conhece um pouco mais sobre virtualização e entende que não basta migrar dados sem planejamento. Antes de tudo, analise o ambiente de tecnologia da sua empresa e revise as práticas, linguagens e bancos de dados utilizados, para garantir que essa mudança não traga riscos.

Nesse sentido, um dos modos ideais de ter a certeza que o trabalho seguirá os melhores padrões do mercado, sem precisar se preocupar com contratações, gestão e produtividade, é contar com um parceiro especializado na área.

A StorageOne tem mais de 20 anos de experiência no mercado, e com especialistas certificados irá criar um projeto feito especialmente para as necessidades da sua empresa. Entre em contato!

6 benefícios da microsegmentação para a segurança dos dados corporativos

Os dados corporativos são um dos principais e mais valiosos ativos de uma empresa. Por isso, conforme as ameaças evoluem, as ferramentas e técnicas de segurança devem se atualizar, buscando sempre prevenir ataques e perdas de informações sensíveis.

A microsegmentação, nesse sentido, é uma abordagem eficaz, que divide data centers em pequenas áreas de armazenamento a fim de garantir a proteção dos dados. Afinal, isolar os dados e restringir o acesso de áreas sigilosas para a companhia criará barreias para dificultar o trabalho de invasores e usuários mal intencionados.

Resumidamente, essa solução auxilia a criar uma estrutura sólida de segurança, com camadas distintas, seja por tipos de informações, acessos ou comportamento dos usuários. Confira mais sobre o assunto abaixo.

O que é microsegmentação?

Proteger os data centers e hardwares como uma unidade pode aumentar os riscos. Nesses casos, basta um ataque bem sucedido para que a infraestrutura como um todo seja invadida e corrompida, junto com todas as informações.

Por outro lado, ao criar áreas distintas dentro dos servidores, toda a política de segurança ganha flexibilidade, já que o foco não estará no perímetro como um todo, mas em clusters.

Para tanto, a microsegmentação cria diversos data centers dentro do seu ambiente, sendo todos virtuais. Essa segmentação via clusters, por sua vez, não permite que o usuário passe de um hub para outro, ficando “preso” em determinado local.

Na prática, a divisão ocorre em sessões, onde a separação é realizada por acessos e não por áreas. Dessa forma, uma vez que o usuário inicia a sessão em uma determinada área, o monitoramento é iniciado de forma automática e pode ser interrompido caso o padrão de uso seja identificado como inconsistente ou como uma ameaça.

Assim, com a definição de controles de segurança e serviços distintos para cada grupo, chegando ao nível de carga de trabalho individual, mesmo que o perímetro da infraestrutura seja comprometido, os invasores que conseguirem passar do firewall não conseguirão se descolar lateralmente, dentro dos data centers.

6 benefícios da microsegmentação para as empresas

Além do aumento da segurança, a técnica possui diversos benefícios. Elencamos os 6 principais, mas lembre-se: o cenário e as necessidades da sua empresa irão ditar como essa ferramenta poderá te beneficiar.

1 – Minimizar Riscos

Todo o propósito de empregar a técnica da microsegmentação é aumentar a segurança, diminuindo os prejuízos causados por uma possível invasão. A divisão proporcionada por ela também prevê que os invasores não consigam se mover lateralmente pelo data center, de forma a não comprometer as informações em outros “compartimentos”.

2 – Maior agilidade

Ao criar divisões de acordo com a proteção necessária para cada tipo de dados, é possível configurar os protocolos de segurança de forma separada. Isso diminui a velocidade necessária para configurar e implantar medidas de emergência.

Além disso, o fluxo de trabalho e os acessos não são interrompidos, e os usuários recebem liberação para interagir de acordo com o que precisam, limitando todo o restante do ambiente. 

3 – Aumento da visibilidade

Para implementar esse tipo de técnica, um mapa hierárquico de informações e aplicações devem ser criados de antemão. Isso por si só já aumenta a visibilidade, já que todo o ambiente deverá ser analisado para depois ser fragmentado.

Esse inventário, que inclui todos os endpoints, pontos de tráfego e alto nível de contexto dentro das cargas de trabalho, auxilia não apenas na microsegmentação, mas na segurança de TI como um todo. 

4 – Automatização de serviços de TI

O modelo, que se baseia em objetos dinâmicos, consegue atualizar automaticamente as políticas instaladas. A produtividade também cresce, permitindo que os colaboradores realizem demandas mais estratégicas, enquanto tarefas como gerenciamento, respostas a incidentes e revisões constantes de políticas são executadas. Os bloqueios em casos de suspeita também podem ser automatizados, diminuindo o tempo que invasores terão dentro do ambiente, incluindo diferentes respostas à diferentes cenários.

5 – Diminuir custos e despesas

Diminuir a possibilidade de ataques e consequentemente os prejuízos gerados por eles, já ameniza os potenciais custos. Inclusive, a microsegmentação pode ser o pontapé inicial para que uma varredura de segurança seja feita por toda a companhia. Identificar as brechas existentes e atualizar as políticas de segurança será essencial – permitindo atualizações no ambiente que economizam tempo e dinheiro.

6 – Escalabilidade

Com a separação de clusters e áreas “desmilitarizadas”, os firewalls comuns podem restringir o número de dispositivos e limitar quais soluções poderão ser empregadas. Já no caso da microsegmentação, isso não ocorre, permitindo movimentos de fluxo de trabalho e sendo facilmente escalável.

As regras de acesso, definição de movimentação suspeita e réguas de automação podem ser replicadas para diferentes clusters, nos mesmos ou em diferentes servidores, uma vez que é composto por máquinas virtuais. 

Conclusão

Assegurar que a microsegmentação seja realizada de maneira eficaz, estratégica e alinhada com os objetivos da companhia se faz necessário para potencializar os benefícios aqui citados. Porém, nesse contexto também é importante frisar que a implementação correta demanda o acompanhamento de profissionais que possam garantir que nenhuma brecha passe despercebida.

Ciente dessa demanda, a StorageOne está há 20 anos no mercado com um time experiente e qualificado, capaz de levar segurança, desempenho e compliance para o mundo corporativo, através de soluções customizadas para as necessidades de cada empresa.

Então, se você deseja aumentar a segurança dos dados da sua empresa entre em contato conosco.

Read More