Firewall de hardware x firewall de software: Entenda as diferenças e o mais adequado para sua empresa

O firewall já é antigo conhecido de gestores e profissionais de tecnologia. Afinal, essa barreira de proteção, muitas vezes é a primeira fase de defesa do ambiente de TI, filtrando todo o fluxo de dados.

Apesar disso, é importante lembrar que ele não substitui a demanda por monitoramento constante. Isso porque, mesmo as ações consideradas seguras pela ferramenta, podem ser frutos de operações incorretas dos usuários, como clicar em links falsos, por exemplo.

Contar com um firewall, em conjunto com outras práticas, é o mínimo para mitigar os riscos que a sua empresa corre. Afinal, um único intruso na rede pode fazer grandes estragos, desde manchar a imagem da companhia até criar maneiras de minar a segurança de dentro para fora.

Ciente disso, neste artigo abordaremos os tipos de firewall para que sua empresa escolha a melhor opção para agir preventivamente contra hackers e ataques maliciosos.

O que são firewalls e como funcionam?

Independentemente de como e onde o firewall será implantado, todo o trabalho feito por ele será realizado de acordo com as regras de segurança. Assim, os pacotes de dados que estiverem em conformidade, serão aprovados enquanto os reprovados não poderão ser enviados e/ou recebidos.

No momento da instalação, o firewall já vem com predefinições de acordo com o fabricante. Contudo, o administrador do ambiente poderá redefinir e alterar as configurações, permitindo que as portas de certos programas se mantenham abertas.

É comum que se escolha uma regra-chave, onde quaisquer dados são proibidos, a parte das exceções. Esse filtro cria uma barreira entre a máquina e a internet, processando e identificando todo o fluxo, seja no envio ou recebimento de informações.

Resumidamente, exercendo a função de guardião, essa ferramenta servirá como trancas e filtros, impedindo o acesso não autorizado, seja na rede como um todo ou em máquinas específicas. O grande objetivo é aumentar a segurança, impedir a invasão por meio de softwares e o vazamento de informações.

Diferenças entre firewall em hardware e firewall em software

Além de direcionar os tráfegos de dados, de acordo com as especificações determinadas, existem firewalls mais avançados. Esses oferecem reforços de segurança, utilizando processos de autenticação de usuários, por exemplo.

Aqui dividimos eles entre as versões digitais e físicas, mas vale citar que é possível utilizar as duas em conjunto, a fim de tornar a proteção mais avançada. O que irá ditar qual será a melhor escolha, em termos de segurança, despesa, produtividade e compliance será as necessidades da sua empresa.

Firewall em Software

A modalidade de firewall em software é a mais conhecida pelos usuários, sendo inclusive utilizada amplamente em computadores domésticos. Eles provêm um bom nível de proteção contra vírus e spywares, sendo também mais econômicos, ideais para uso pessoal.

Empresas de menor parte, com número baixo de usuários e máquinas, podem se beneficiar da compra de licenças em pequena escala. Via de regra, os próprios fabricantes atualizam as ferramentas, cabendo ao usuário apenas permitir.

Entretanto, é importante reforçar ainda que a sua empresa adquira o melhor software firewall disponível no mercado, se os funcionários não seguem uma política de segurança de nada adiantará.

O controle e autonomia que esse tipo de ferramenta possibilita, não torna nenhuma máquina imune a ataques maliciosos. Basta apenas que um usuário, mal intencionado ou não, clique em um site suspeito e permita o acesso, para que toda a rede seja infectada.

Firewall em Hardware

O cenário de segurança muda quando falamos de ambientes corporativos, com maior número de requisições, tráfego de dados e necessidade de agilidade. Não à toa, é preciso investir em sistemas e metodologias de proteção mais robustas, como o firewall em hardware.

O firewall em hardware nada mais é do que um equipamento que contém apenas essa ferramenta de segurança rodando. E, sendo a aquisição de muitas licenças de software muito custosas, além de dependerem do usuário final para aplicar atualizações e patches, essa versão é mais indicada para médias e grandes companhias.

O nível de controle cresce exponencialmente sobre esse sistema, já que este é exclusivo e não compartilha recursos com outros aplicativos. Assim, requisições maiores e mais frequentes, aplicação de filtros e automatização se somam aos benefícios.

Dessa forma, por mais que a despesa de compra, implementação e manutenção possam ser maiores na versão física, eles não se compararam aos possíveis prejuízos em casos de invasões e roubo de dados.

Entretanto, aqui também é importante dizer que o treinamento constante para todos os usuários, somado às políticas de segurança e automações, são complementares ao firewall. Acessar a internet por meio de redes não confiáveis, por exemplo, é uma das formas de burlar os filtros de segurança, por isso é importante contar com a colaboração de todos os usuários.

Conte com um parceiro especializado

As melhores ferramentas para garantir a segurança e integridade dos seus dados, pode variar. Por isso, ter um parceiro que entenda as suas necessidades, demandas e te ajude a colocar uma barreira verdadeiramente eficiente contra invasores, é essencial. 

Para encontrar a solução mais adequada para o cenário da sua empresa, conte com a expertise da StorageOne. O nosso time está há 20 anos no mercado, protegendo dados, operações e clientes contra as ameaças digitais

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O que é segurança de endpoint e por que ela é tão importante para sua empresa?

A habilidade de se conectar à uma rede corporativa e trabalhar remotamente tem auxiliado empresas a aumentarem a produtividade, mas a que custo? Cada dispositivo que se conecta a empresa traz consigo diversas brechas de segurança e pode colocar as informações em risco, caso não seja acompanhado de perto.

Nesse contexto, a gestão de diversos ambientes virtuais e suas vulnerabilidades tornaram ferramentas de segurança de endpoint muito mais atrativas, identificando e solucionando problemas de forma ágil.

Esse tipo de ferramenta cria uma camada adicional de proteção para a rede e seus dispositivos. Assim, ao monitorar as conexões, usuários e aparelhos conectados, o software provê uma política de proteção mais reforçada, ainda que dispositivos pessoais sejam utilizados.

Continue lendo para entender como esse processo ajuda empresas a se manterem flexíveis e acompanharem o mercado competitivo, sem deixar a segurança de dados de lado.

O que é segurança de endpoint?

Esse tipo de abordagem, conhecida também como “segurança de extremidades” é uma forma de proteger redes corporativas de ataques advindos de aparelhos conectados a elas. Para tanto, é feito um monitoramento do perímetro da rede, instalando softwares de proteção próprios dessa técnica, por todos os servidores e dispositivos da empresa.

Nele, aparelhos de uso remoto e interno, incluindo servidores, computadores, smartphones, tablets, entre outros são verificados a cada conexão à rede. Dessa forma, os softwares de segurança de endpoint são capazes de cumprir seu objetivo de aumentar a integridade da rede, principalmente contra ameaças externas, que podem vir de qualquer conexão.

Benefícios de implantar a segurança de endpoint nas empresas

Uma estratégia moderna requer soluções para riscos atuais e futuros. E prevenir continua sendo a melhor saída, em diversos casos. Nesse cenário, sistemas e protocolos mais simples não devem ser as únicas ferramentas necessárias para garantir a segurança das informações. Afinal, conforme as ameaças evoluem, mais preparadas devem estar as companhias.

Devido à evolução dessas ameaças, por exemplo, os antivírus e firewalls possuem dificuldade em identificar as novas versões dos ataques, como no caso de malwares de criptografia. Além disso, como essas ferramentas focam mais em ambientes internos, as adversidades só poderiam ser resolvidas após infectarem a rede.

Escalar o uso e implementação dessas ferramentas também pode se tornar uma tarefa complicada. Os softwares de proteção comuns funcionam por meio da identificação de assinaturas que categorizam o tipo de ameaça, e a cada vez que encontram uma chave nova, todo o processo precisa ser feito novamente.

A segurança de endpoint, por outro lado, atua de maneira preventiva, impedindo a infiltração dos criminosos desde o primeiro momento. Na prática, por agir como uma “muralha” em todo o perímetro da rede, ela dificulta o acesso de invasores.

A automação e o aprendizado de máquinas são outros pontos importantes que devem ser mencionados sobre essas ferramentas. Neles, a cada nova ameaça identificada, o próprio banco de dados se atualiza e transmite a informação para outros servidores e dispositivos dentro da mesma rede. Resumidamente, o Machine Learning gera adaptabilidade e pode ser treinada, aprendendo a diferenciar ações dentro do monitoramento em tempo real.

Por fim, também vale citar que, bem como a proteção de dados, informações e operações internas, ela agrega outros benefícios em contrapartida de outras ferramentas:

  • Redução de custos com planos de contingência;
  • Maior controle sobre a infraestrutura de rede;
  • Fácil instalação;
  • Bloqueio preventivo de ações indesejadas;
  • Fácil integração com novas tecnologias;
  • Administração centralizada.

Conte com um parceiro especializado

A melhor solução é aquela que é feita sob medida para a sua empresa e as suas necessidades, atuais e futuras. E para ajudar a escolher, implementar e dar suporte a novas tecnologias, ter um parceiro experiente faz toda a diferença.

A Storage One está há mais de 20 anos no mercado, levando soluções customizadas, desempenho e compliance sem deixar de lado a segurança das suas informações. Na hora de gerenciar os seus dados e garantir a proteção de ponta a ponta, conte com quem entende do assunto.

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Você sabe o que é spear phishing? Entenda como funciona e como proteger seus colaboradores dessa prática

Golpes acontecem em massa na internet desde o momento em que ela foi popularizada. Prova disso, são as mensagens maliciosas recebidas, quase que diariamente, em sua caixa de entrada.

Golpes como esses, principalmente com foco em pessoas físicas, estão extremamente presentes, causando muito mais vítimas do que parece. Mas o mundo corporativo não está livre dessas artimanhas.

Através de ataques mais direcionados e especializados, os hackers utilizam informações encontradas na internet sobre a vítima. E assim podem se passar por chefes ou funcionários, em busca de informações e dinheiro.

O que é spear phishing?

Enquanto o Phishing “comum” é conhecido por ser enviado em massa, sua versão Spear é mais personalizada. A primeira é como uma rede aberta lançada em alto mar: o que cair, é lucro. Já na segunda, o target é escolhido a dedo.

Esse tipo de golpe, realizado majoritariamente via e-mail ou outras rede de comunicações eletrônicas, é direcionado a uma única pessoa ou departamento dentro de uma empresa específica. Isso significa que um bocado de engenharia social é empregado antes de ser colocado em prática.

Pesquisas em redes sociais disponibilizam os dados que serão utilizados: nomes de amigos, locais, hábitos, gostos e até tom verbal são estudados. As mensagens utilizadas nesse tipo de ataque costumam aparentar serem de fontes confiáveis, como colegas de trabalho, fornecedores ou empresas que o usuário já se comunica normalmente.

Como funciona o spear phishing corporativo?

Esses ataques são altamente personalizados e podem ser divididos em três estratégias mais frequentes, utilizadas pelos hackers para conseguir acessos, informações e até sequestro de dados. Além do roubo de dados, malwares também podem ser instalados no computador da vítima e contaminar toda a rede, inclusive softwares essenciais para a execução do trabalho.

Informações confidenciais são os alvos principais desses ataques, com o uso de e-mails semelhantes ao do emissor. Na prática, a troca de letras em domínios, nomes conhecidos de parceiros de outras companhias, em conjunto com informações aparentemente verídicas, diminuem a desconfiança de quem recebe a comunicação.

Top down

Ao receber um e-mail do CEO, contendo um anexo, executável ou até mesmo com uma pergunta simples, é incomum que o colaborador deixe de responder ou desconfie que algo esteja errado. Por isso, é importante verificar todos os e-mails recebidos, independente de quem seja o remetente.

Down up

Se passando por algum funcionário, principalmente aqueles que tenham um relacionamento próximo aos tomadores de decisão, os ladrões podem enviar arquivos contendo malware e/ou requisitar a liberação de algum acesso específico (como dados da folha de pagamento) para realizar edições em prol dos criminosos.

Recursos humanos

Se passando por alguém da companhia, como gerentes e diretores ou como fornecedores, os golpistas escolhem alvos do RH, buscando diretamente por dinheiro. Pedidos de alterações de contas bancárias para pagamento, mudanças de fornecedores e até invadir softwares de gerenciamento de folha de pagamento são algumas técnicas utilizadas.

Como proteger sua empresa desses ataques hackers?

As ameaças, riscos e golpes vão evoluindo em conjunto com a tecnologia. Ainda que o Spear Phishing não dependa exatamente de uma super potência tecnológica, as redes sociais, APIs e softwares como serviços (SaaS) ajudam esses criminosos a conseguirem informações.

Abaixo você encontra 4 dicas essenciais para proteger a sua empresa, e uma dica bônus!

1 – Programa de Proteção de Dados

Sendo as principais vítimas usuários finais e não a corporação como um todo, aplicar treinamentos frequentes ajuda a educar as equipes, para identificar e reagir em face a uma possível ameaça.

Um programa completo de proteção deve contar com políticas claras de permissão e acesso – assim, mesmo que uma pessoa seja vítima do golpe, as informações da companhia não ficarão acessíveis.

2 – Senhas fortes como obrigatoriedade

Ter uma política de proteção de dados inclui definir que senhas fracas não serão permitidas para login em quaisquer serviços empresariais. A troca periódica obrigatória também diminui as chances de invasões, principalmente por usuários que utilizam a mesma senha para diversos serviços.

Quaisquer dados vazados, incluindo os pessoais como e-mails e senhas usados em redes sociais, serão testados nas contas da empresa por golpistas. 

3 – Mantenha seus softwares atualizados

Softwares desatualizados, ou pior: piratas, possuem brechas de segurança que são solucionadas em patches e atualizações. Caso não sejam instaladas, os riscos da invasões serem bem-sucedidas cresce exponencialmente.

Uma boa maneira de garantir que isso seja feito o mais rápido possível é automatizar a instalação, prioritariamente em períodos que os usuários comuns não estejam utilizando as máquinas – dessa forma, não se prejudica a produtividade de todos.

4 – Cuidado com informações disponibilizadas na web

Informações pessoais de funcionários e também da própria companhia são a fonte principal dos golpistas.  É extremamente fácil juntar os pontos e descobrir quem trabalha na empresa, em qual cargo, com quais colegas e etc. Utilizar o LinkedIn, Facebook, Instagram e Twitter, quando não há uma política de citações acerca de informações da empresa, aumenta a vulnerabilidade. 

Também é comum que departamentos de marketing e assessorias de imprensa liberem informações sem perceber que essas podem ser utilizadas por pessoas má intencionadas. Seja através de artigos ou de publicações em redes sociais, disponibilizar nomes próprios e informações que o grande público não deveria ter, é necessário se manter atento e verificar previamente o que será compartilhado.

Conte com um parceiro especializado para proteger seu negócio

As vezes, muitas falhas e riscos nem passam pela mente de gestores. Por isso, ter um parceiro que entenda todo o cenário da sua empresa e as ameaças do mercado, faz muita diferença. A StorageOne auxilia companhias de todos os portes e indústrias a fim de melhorar sua segurança e manter seus dados protegidos.

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Criptografia de dados: Por que sua empresa deve se atentar a essa tecnologia?

A segurança da informação ganhou uma relevância enorme no mundo corporativo. Não à toa, cada dia surgem mais ferramentas e evoluções para proteger sua empresa.  A criptografia digital é uma destas que, apesar de não ser tão nova, tem ganhado destaque. Afinal, quando inserida em uma estratégia de proteção, é uma aliada potente.

Muito tempo antes da tecnologia ser tão popular e acessível, os códigos cifrados já existiam. Criptografia, da união dos termos kryptós, que significa escondido, e gráphein, escrita, tem origem grega. Inclusive, reza a lenda que até Júlio César utilizava o método de substituir letras em suas cartas militares, agora conhecidas por Cifras de César.

De modo geral, evitar que pessoas não autorizadas tenham acessos à informações sigilosas sempre foi o objetivo da criptografia. Hoje, porém, proporcionar segurança para seus consumidores e usuários, e se manter em conformidade com todas as normas que regem seu nicho é essencial para manter-se competitivo.

O que é criptografia?

A técnica conhecida por codificar uma informação, oferece ao usuário um nível extra de proteção às informações que ele está manipulando. Nesse caso, toda comunicação é transformada em um código, que só é passível de ser extraída através de uma chave – que apenas o emissor e receptor devem possuir.

Nesse contexto, o número de bits em um algoritmo são recursos que podem aumentar a segurança. Um algarismo de 8 bits, por exemplo, pode ter até 256 combinações para ser decodificado, enquanto um de 16 bits conta com 65.353.

Em resumo, a criptografia de dados nada mais é do que transformar uma informação visível em algo ilegível, só sendo passível de ser visualizada ao contar com a chave certa, as quais podem ser simétricas e assimétricas. No primeiro caso, as chaves são idênticas para ambas as pontas, já no último, uma das chaves é pública. Vale ressaltar, entretanto, que apenas a chave privada poderá traduzir as informações – como no caso de cartões de crédito.

Existem diversos mecanismos e ferramentas de criptografia, para uma infinidade de tipos de arquivos, informações e mensagens. Aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, a utilizam para garantir que mesmo se alguém conseguir acessar o aplicativo de outrem, não conseguirá ler as mensagens de fato.

No mundo corporativo, garantir que as informações não serão acessadas por pessoas má intencionadas, concorrentes e até espiões empresariais, também previne que elas sejam alteradas. Não apenas os arquivos podem ser amparados, e sim todo o ambiente de TI, incluindo aplicações web.

Usos e benefícios corporativos da criptografia

A proteção de informações, das mais básicas às mais confidenciais, devem ser prioridade em todas as empresas, independente do porte ou da área de atuação. Em teoria, apenas a corporação e o consumidor devem possuir os dados que a companhia coleta. Nesse mesmo sentido, os conhecimentos exclusivamente internos também podem ser protegidos, contra invasores e concorrentes.

Mas é importante salientar que a criptografia não previne invasões em si, mas essa técnica implantada na empresa garante que mesmo diante de alguma ameaça, as informações não poderão ser lidas.

Na prática, o controle de acesso e as chaves criptográficas são utilizadas para trocas de informações (em rede e em aplicações web). Além disso, outras formas comumente utilizadas são a criação de áreas de segurança, onde todos os dados são criptografados a partir da sua gravação, e na assinatura digital, que garante a veracidade do documento, uma vez que não será possível acessar e nem tampouco editar o documento.

Já o uso inteligente desse tipo de ferramenta é igualmente ligado à priorização e categorização dos tipos de informações disponíveis. Definir o que deverá ser protegido a todo custo e o que não é relevante, pode diminuir os custos envolvidos.

Em 2020, entrou em vigência a Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD, que exige a privacidade na obtenção, armazenamento e análise de informações pessoais. Em casos de vazamento, a empresa deverá comprovar que tomou todas as medidas necessárias para proteger os dados, ou poderá sofrer consequências ainda maiores.

Sansões financeiras, ameaças à imagem da companhia e processos jurídicos, são reações esperadas após um vazamento, podendo levar a corporação inteira a falência. E isso só reforça como tecnologias, como a criptografia, são cada vez mais relevantes para os negócios.

Proteja seus dados com a StorageOne

Não basta ter acesso ou apenas implementar a criptografia de dados de qualquer maneira ou para quaisquer arquivos. Para uma segurança reforçada, é importante contar com um parceiro de tecnologia. Ter um projeto sob medida, que leve em consideração o cenário atual, os objetivos e necessidades da sua empresa, é a melhor forma de maximizar os resultados.

A criptografia também é apenas uma das diversas ferramentas existentes e fundamentais no mercado de TI. Filtrar, verificar a compatibilidade e o retorno do projeto demandam uma gama de conhecimentos e recursos, fazendo com que criar e manter equipes se torne muito oneroso, no curto e longo prazo.

Ciente disso, o time especializado da StorageOne auxilia empresas de todos os portes e em diferentes indústrias. Então para aumentar a sua segurança e diminuir os riscos que a sua companhia corre, entre em contato com um de nossos analistas. 

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Sua empresa está preparada para ameaças persistentes avançadas?

Ataques cibernéticos são questões cada vez mais preocupantes para qualquer companhia. Nesse contexto, as ameaças persistentes avançadas, justamente por serem mais sofisticadas e complexas.

Afinal, por mais que os alvos tendam a ser empresas maiores, com alto volume de dados, conhecer esse tipo de risco e evitá-lo é importante para todas as corporações. Conheça mais sobre essa categoria silenciosa de ataques, como prevenir, identificar e reduzir seus efeitos.

O que são ameaças persistentes avançadas (APT)?

O ciclo completo de uma APT pode levar de meses ou até anos, sendo muito custoso para o hacker “comum” que busca ganhos rápidos com suas invasões. Por isso, essas ameaças são movidas por equipes altamente especializadas, já que suas vítimas costumam ter mais barreiras de segurança.

Na prática, ameaças persistentes avançadas permeiam redes e sistemas de empresas por muito tempo. Além disso, por serem mais complexas, costumam passar batidas por ferramentas comuns de segurança.

Entretanto, uma vez instauradas, redes inteiras, servidores e equipamentos passam a ser controlados para reconhecimento, testes e até ataques, causando danos, distraindo e confundindo times de segurança da informação.

As 3 etapas de um ataque persistente avançado

Infiltração

O início de tudo, ou “contaminação”, ocorre por meio de invasões de computadores de usuários comuns da companhia. É a partir desse momento que os hackers instalam backdoors, como trojans disfarçados em linhas de códigos de softwares autênticos, evitando que sejam detectados por antivírus comuns.

ale ressaltar, entretanto, que gestores, diretores e CEOs tendem a ter seus computadores e aparelhos mais protegidos e por isso não são visados em um primeiro momento.

Expansão

Uma vez que os invasores estejam dentro do sistema ou da rede, as informações sigilosas estão livres para serem coletadas. Já caso os hackers não tenham permissões suficientes, o envio de phishing para outros usuários e engenharia social são utilizados até chegarem ao nível necessário.

Dados sigilosos, especialmente financeiros, como cartões de crédito e transações são os principais objetivos. Outros assets desejados são materiais confidenciais, como lançamento de produtos, estratégias de vendas, marketing e análises acerca da própria empresa.

Extração

Ao alcançar o escopo contratado, os hackers iniciam o processo de extração. Para que não haja suspeitas, a etapa final pode levar meses até ser concluída. No momento da remoção, ataques mais óbvios podem ocorrer, como DDOs, para distrair os times de segurança e diminuir as chances de serem pegos.

Após a extração, é comum que os mesmos backdoors citados na infiltração sejam mantidos abertos, possibilitando novos e repetidos ataques – sejam de APV ou outras categorias.

Destruição de bancos de dados, exclusões de informações e desordem no geral podem ser a consequência desses crimes –prejudicando, assim, toda a reputação, bem como a saúde financeira de uma companhia.

O fator humano como principal vulnerabilidade de uma APT

Utilizar usuários comuns como porta de entrada a fim de passar despercebidas por um longo tempo são duas características que distinguem esse tipo de ataque.

Afinal, não é necessário investir por um grande período para invadir um computador comum, uma vez que o usuário médio tende a não cuidar devidamente da segurança de seus dispositivos.

Vulnerabilidades como uso de senhas fracas, instalações de softwares independentes de autorização, engenharia social e não atualização de patches são altamente explorados. Outras brechas, como no caso de servidores e phishing são usados quando os invasores já estão dentro da rede, a fim de conseguir controle de dispositivos e acessos específicos.

Como proteger sua empresa de ameaças persistentes avançada?

A responsabilidade pela segurança da companhia e suas informações deve ser compartilhada por todos os níveis de colaboradores. Seja através de treinamentos ou processos específicos, todos os usuários devem manter uma postura de prevenção.

Políticas de segurança implementadas para todos os dispositivos diminuem as chances da invasão inicial e o monitoramento constante de atividades dentro da rede pode interceptar ataques. O uso de firewall para bloquear acessos desconhecidos e sandbox para verificações e testes de segurança antes de implementar algo nos sistemas também são recomendados.

Por fim, a atualização constante de softwares e firmwares, bem como um plano de contingência e backups redundantes são outras ferramentas que diminuem as chances de sucesso dos invasores.

Conclusão

Roubo, modificações e corrompimento de informações, venda de dados sigilosos para concorrência por espionagem corporativa são apenas alguns dos resultados que uma ameaça persistente avançada pode causar.

Além disso, a exploração contínua prejudica também a credibilidade da empresa e, uma vez que esteja instalada, pode deixar a companhia inoperante por um tempo significativo.

Em resumo, as APTs possuem um potencial destrutivo altíssimo, por isso é preciso contar com as melhores ferramentas e profissionais disponíveis no mercado para proteger a sua empresa contra uma ameaça tão silenciosa.

Ter um parceiro que conheça o seu cenário e ambiente de tecnologia e oferece expertise em segurança é vital para a continuidade dos seus negócios. Conte com a equipe especializada da StorageOne para este e muitos outros desafios.

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Segurança da informação nas empresas: 6 principais desafios e como superá-los

Na atual cenário corporativo, informação é tudo. Assim, sendo responsáveis por possibilitar a tomada de decisões estratégicas e conhecer a fundo sobre seus consumidores e operações, a base de dados precisa ser protegida. E é essa a função da segurança da informação nas empresas.

A missão de garantir que ninguém não autorizado tenha acesso à dados sigilosos e tampouco possa parar as operações por meio de invasões não é tarefa fácil. Por isso, um processo bem alinhado, com as ferramentas corretas pode ajudar bastante.  

Cientes disso, listamos abaixo os 7 principais desafios, e como a sua empresa pode se precaver antes de sofrer alguma fraude.  

1 – Atividades simples podem se tornar uma grande ameaça

Algumas tarefas acabam passando batido, seja por sobrecarga da equipe ou por falta de conhecimento pelos colaboradores. Mas não precisa ser assim: manter as operações em funcionamento e evitar riscos é responsabilidade de todos.

O uso de senhas fortes, VPN, regras de acesso remoto e requisitar aprovação antes de determinados acessos ou instalações são tarefas simples e rápidas de serem estabelecidas e podem fazer uma grande diferença.

Além disso, a atualização de softwares e patches, junto com o seu licenciamento, também não demandam muito tempo e são passíveis até de automações.

2 – Falta de políticas e processos

Sem uma política de segurança ativa, fazer um controle da segurança e dos riscos é impossível. Nesse contexto, conhecer os processos, quais são as vulnerabilidades e o que deve ou não ser executado são etapas essenciais para garantir a segurança da informação nas empresas.

Afinal, por meio de protocolos bem definidos, usuários podem ser restritos a acessos ou ações que podem colocar a companhia em risco.

3 – Diferenciar compliance de cibersegurança

Apesar de andarem juntos, os conceitos são diferentes entre si. Compliance segue o grupo de regras e legislações, mas não necessariamente aumenta segurança do cenário de TI. O ideal é ter políticas distintas e ativas em paralelo – evitando problemas jurídicos, de auditoria e de segurança.

O benefício de ter ambas as políticas em prática é que normalmente, o compliance pode auxiliar a segurança, uma vez que não aprovar softwares piratas, manter os sistemas atualizados de acordo com os fabricantes e a manutenção em dia, dificulta o acesso à invasores.  

4 – Considerar o fator humano

Seja por falta de conhecimento ou má intenção, usuários podem colocar operações inteiras em risco. Abuso de privilégios de acessos, instalações de softwares não-autorizados e uso incorreto de ferramentas são as principais ações a considerar no momento de fortalecer a segurança ambiente tecnológico interno.

Também vale ressaltar que não apenas os responsáveis pelo departamento de TI, mas colaboradores de todas as áreas devem ter consciência dos possíveis riscos e como mitigá-los. Treinamentos, palestras e a obrigatoriedade de ações, como exigir autorização antes de quaisquer instalações, quando somadas são uma ótima forma de prevenção.

5 – Adotar o BYOD como padrão

O uso de “Bring your own device” (do inglês traga seu próprio aparelho) é cada vez mais comuns nas organizações. Principalmente em cenários de trabalho remoto, os usuários possuem os aparelhos e periféricos, economizando no investimento de compra de equipamentos por parte da empresa.

Porém, o efeito colateral dessa modalidade é simples: a empresa passa a perder o controle sobre o que acontece dentro dos computadores e raramente emprega políticas de uso.

E esses riscos não se limitam apenas aos hardwares. Softwares, uso de rede e compartilhamento de informações ficam altamente vulneráveis. Na prática, basta invadir um computador que esteja conectado à rede corporativa para que pessoas mal intencionadas obtenham acesso aos dados sigilosos da companhia

6 – Não ter um plano de recuperação e contingência

Não criar um plano preventivo é ruim, mas não ter um plano pós-ataques é ainda pior. Isso porque, uma vez que invasores sabem quais lacunas existem na sua empresa, eles podem reutilizadas para novos ataques.

Nesse sentido, o tempo é uma ferramenta crucial para evitar que ataques aconteçam novamente – definir com antecedência quais serão os passos a serem seguidos, em diferentes cenários, diminui as chances de ações básicas passarem batidas em um momento de urgência.

Manter backups redundantes, atualizados e em diferentes locais de armazenamentos, possibilita o acesso rápido e a continuidade dos serviços. Afinal, demorar para reestabelecer a operação é sinônimo de máquinas, pessoas e recursos parados e, consequentemente, prejuízo.

Proteja seus dados com a Storage One

As ameaças, assim como a tecnologia, sofrem mutações e evoluem conforme o tempo passa. Soluções que garantiriam a segurança há 10 anos, já não são mais efetivas. E ameaças que jamais poderíamos prever, agora são realidade.

Um plano correto de identificar falhas, remover invasores e solucionar falhas de segurança protege todos os dados da sua empresa e dos seus clientes. Por outro lado, não ter uma segurança rígida pode ocasionar prejuízos gigantescos, desde processos jurídicos, danificar a imagem da companhia ou até a falência.

Investir em cibersegurança é proteger a sua empresa e consumidores. Nesse contexto, além das ferramentas especializadas, contar com um parceiro de tecnologia é essencial para obter os melhores resultados.

Escolha uma equipe de profissionais especializados para combater os perigos tecnológicos que estão à espreita. Proteja seus dados, clientes e operações com a expertise da StorageOne.

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6 sinais que mostram que está na hora de inovar em sua infraestrutura de TI

A infraestrutura de TI ampara a empresa inteira, por isso é importante que todos os recursos físicos e virtuais estejam de acordo com as necessidades e demandas da companhia. Inclusive, equipamentos e novos investimentos ajudam na empreitada para alcançar suas metas.

Em outras palavras, o departamento de TI é responsável por gerenciar todos os processos tecnológicos e a transformação digital nas organizações, é imprescindível filtrar o que é necessário e quais são as opções de soluções que podem contribuir na aquisição de vantagens competitivas.

A palavra de ordem aqui é planejamento. E para te ajudar nessa missão, elencamos os principais sinais de que está na hora de atualizar e inovar a sua infraestrutura.

1. Seu sistema foi violado

Alerta vermelho! Se o seu sistema sofreu alguma violação de segurança, já passou da hora de realizar uma atualização completa e proteger o ambiente. Ataques cibernéticos, de sequestros à vazamento de informações, colocam sua empresa em alto risco.

Perder dados importantes e parar a operação pode trazer prejuízos inestimáveis, independente do tamanho da violação. Na prática, algumas horas de indisponibilidade podem ser suficientes para causar grandes rombos financeiros e até prejudicar a reputação da empresa.

Assim, além de implantar políticas de segurança, é fundamental investir em uma infraestrutura robusta, com softwares e hardwares preparados para suportar a evolução dos ataques maliciosos na internet.  

2. Seus softwares estão desatualizados

Softwares desatualizados são algumas das maiores brechas encontradas por hackers. Mantê-los atualizados, com os patches liberados pelos fabricantes, é uma forma simples e efetiva para proteger seu ambiente.

Nesse mesmo sentido, garantir que todos estejam licenciados proporciona suporte do fabricante e do distribuidor. A pirataria, além de ser crime, expõe seus dados aos vírus, trojans e muito mais.  

3. Não há armazenamento suficiente

A falta de espaço pode causar lentidão e falhas no servidor e em demais sistemas. Além disso, ao utilizar todo o espaço disponível, os riscos de perder dados se torna tão grande quanto à perda de produtividade.

A capacidade insuficiente, portanto, também prejudica o potencial de crescimento da empresa, já que a necessidade de armazenar novas informações será sempre cumulativa.

4. Demora e altos custos com manutenção

Inovar quando sua equipe está sobrecarregada se torna impossível. Isto é, uma vez que a TI está integralmente dedicada à manutenção de equipamentos e recursos estão sendo gastos além do esperado, é o momento renovar a infraestrutura interna o a partir de um parceiro.

Dessa forma, é feito um novo investimento, que diminuirá os índices de chamados e, consequentemente, trará benefícios produtivos e financeiros a médio e longo prazo.  

5. Redução na produtividade dos colaboradores

Sistemas lentos e indisponibilidade constante consomem um tempo que poderia ser produtivo, com tarefas cotidianas, ou investido em demandas estratégicas. Por isso, manter os softwares atualizados e com hardwares que os suportem é essencial para garantir que todos possam fazer seus trabalhos da melhor maneira.  

Metrifique e analise a performance das equipes, a fim de identificar quais são disfunções criadas por tecnologia e quais são atreladas aos processos. Dessa forma, os investimentos tornam-se muito mais assertivos e eficientes.

6. Insatisfação dos clientes

Ao somar os dois últimos sinais, temos a insatisfação de clientes. Afinal, se as equipes internas não estão conseguindo suprir a demanda por gargalos tecnológicos, isso irá se refletir na satisfação do mercado.

Felizmente, reclamações como prazos, qualidade de entrega e altos custos podem ser diminuídos com a atualização da infraestrutura de TI.

Qual a melhor maneira de investir em infraestrutura de TI?

Para diminuir os riscos no processo de escolher as ferramentas, dispositivos e softwares de sua infraestrutura, o TCO é um processo que auxilia a desmistificar os custos por trás dos investimentos de TI.

Em paralelo, o ROI (retorno sobre investimento) precisa acompanhar o TCO para que além de viável, o projeto de inovação seja lucrativo. Equiparar essas duas métricas pode ser a diferença entre o sucesso ou o fracasso de um projeto de inovação.

Além disso, um dos melhores modos de tomar decisões é amparado por uma equipe de profissionais especializados. Para custos extras não ocorrerem com contratações e gestão de equipes, um parceiro que entenda o seu cenário e as necessidades da sua empresa é a melhor opção.

A StorageOne está há 20 anos no mercado, dedicada a levar inovações de segurança, armazenamento e gerenciamento de dados, para empresas de diversas verticais.

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Como calcular o TCO em projetos de segurança da informação?

O TCO (Total Cost of Ownership ou Custo Total de Propriedade) é uma métrica extremamente relevante para todo projeto de TI, em especial na área de segurança.

O termo foi cunhado pelo Gartner Group, que junto ao modelo de ciclo de vida de equipamentos, incluiu valores e custos associados, desde licenças de software até as auditorias, passando por aquisição, implantação, manutenção, pós venda e gerenciamento, além de outros componentes indiretos.

Assim, o TCO tornou-se uma das melhores maneiras para controlar custos, liberando recursos para investir em novos projetos. Na prática, seu cálculo apura se o projeto é viável e trará melhorias concretas, ao mesmo tempo que quantifica os resultados, ajuda a ampliar as margens de lucro, diminuindo o desperdício, sem reduzir o quadro de funcionários.

Por que sua empresa deve estar atenta ao cálculo do TCO?

Conforme os negócios crescem e evoluem, suas necessidades são alteradas. E, com o aumento de demandas, o que antes era suficiente, passa a exigir uma nova estrutura coerente com a realidade da empresa.

Dessa forma, caso não seja efetuado um cálculo preciso sobre os investimentos, incluindo os custos ocultos de uma nova estrutura e sistemas, não será possível tomar decisões assertivas, que levem em consideração a durabilidade dos projetos. Ou seja, se concretizará um crescimento insustentável, que trará mais prejuízos por não analisar todas as variáveis.

Felizmente, quando estruturado através de dados que levem em consideração o momento atual da empresa, bem como suas previsões de crescimento, o Custo Total de Propriedade reduz até 40% dos custos de um projeto de TI, mostrando-se uma maneira efetiva de otimizar investimentos e alocações inteligentes.

Como calcular o TCO?

Para calcular o TCO, a primeira e mais importante etapa é delimitar e entender profundamente os objetivos da empresa a fim de traçar um plano factível e detalhado das expectativas, junto com os passos que serão necessários para alcançá-los.

Além disso, elencar todos seus custos, permitirá que a decisão considere todas as variáveis a fim de ser mais eficiente. Eles, por sua vez, podem ser divididos em 3 categorias principais.

Confira abaixo cada uma delas.

  • Custos de aquisição: Diz respeito a todos os custos envolvidos na compra de softwares e hardwares. Portanto considera o valor inicial do equipamento, o custo de depreciação, bem como o tempo gasto para tomada de decisão;
  • Custos de implantação: Referente a todos custos de instalação ou migração de sistemas, sejam elas feitas internamente ou por um parceiro especializado;
  • Custos de manutenção e suporte: Visam manter a disponibilidade e produtividade do sistema, por isso aqui estão inclusos gastos com novas funcionalidades, garantias, licenças, atualizações e contratações de fornecedores.

TCO em segurança da informação

Os dados são verdadeiros ativos para as empresas. A segurança deles, nesse contexto, é um fator primordial para que elas consigam se desenvolver de maneira sustentável, sem se sujeitar a riscos, sejam eles financeiros ou não.

Hoje, existem diversas boas práticas que podem ser adotadas por pequenas e grandes organizações em prol dessa proteção. A atualização de softwares, criação de rotinas de backups, contratação de firewalls ou outros sistemas são alguns dos principais processos de gerenciamento de dados presentes no mundo corporativo.

Por outro lado, apesar de serem métodos conhecidos pela maioria dos gestores de TI, os custos da maioria das políticas de proteção são abstratos e difíceis de mensurar, o que acaba dificultando o cálculo exato do TCO de qualquer projeto de segurança da informação.

Vale ressaltar, porém, que por mais que a adoção de uma cultura em prol da proteção dos dados exija um processo contínuo e complexo de análises de ambientes, sistemas e pessoas, seu prejuízo não se compara ao de um dia de vazamento de informações.

Como um parceiro contribui com o custo total de propriedade em segurança da informação?

Para controlar os gastos a fim de otimizar as operações corporativas, o TCO é uma ferramenta que, quando aplicada por profissionais qualificados, tem o potencial de transformar os resultados de uma empresa.

O parceiro ideal irá ajudar a sua empresa a entender o cenário atual, as projeções futuras, assim como deve prover todo o apoio necessário desde a concepção do projeto até o monitoramento de seu desempenho, sempre focando em aprimoramento e reduções de custos.

Ao escolher uma empresa experiente, você contará profissionais qualificados e que já conheçam a realidade do mercado e suas opções, sem a necessidade de contratar e gerir uma equipe interna ou aumentar a carga de trabalho do seu time atual.  Além disso, diminuirá riscos que já são bem conhecidos por quem entende intrinsicamente sobre o cenário complexo e volátil de segurança da informação.

A StorageOne está há mais de 20 anos no mercado, diminuindo a sobrecarga de trabalho de equipes internas e levando conhecimento aprofundado sobre armazenamento, infraestrutura e segurança, criando projetos customizados para empresas de diversos segmentos.

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Segurança de dados: 6 dicas práticas para proteger seu negócio contra ciberataques

No mapa dos ciberataques, o Brasil está entre os principais alvos: por ano, são 24 bilhões de tentativas (cerca de 65 milhões por dia), segundo estudos da Fortinet Threat Intelligence Insider Latin America.

Esses ataques, por sua vez, são direcionados, principalmente, ao acesso de redes bancárias, tentativas de phishing (links maliciosos), roubo de criptomoedas, entre outros sequestros de dados que podem gerar inúmeros problemas.

No mundo dos negócios, esses riscos são ainda maiores, já que os criminosos podem acessar informações sigilosas ou mesmo impossibilitar o uso de ferramentas cruciais ao negócio, exigindo altos valores como resgate.

Para além disso, existem os cuidados determinados pela LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que podem gerar multas caso a empresa não proteja os dados de clientes, colaboradores e outros que a cercam.

Por isso, pensando em ajudar sua empresa a se proteger de tantos ataques, trouxemos algumas dicas sobre como aumentar a segurança da informação no ambiente corporativo. Leia atentamente e comece a tomar todas as medidas o quanto antes!

3 ciberataques mais frequentes nas empresas

1. E-mails falsos que se passam por outros colaboradores

Basta se comunicar algumas vezes por e-mail com colaboradores da empresa, que os criminosos aprendem os padrões de formatação na descrição de nomes, cargos e telefone de contato, o que já é suficiente para clonar contas de e-mails e se passar pelos funcionários.

Feito isso, os criminosos enviam mensagens se passando por determinados colaboradores e enviam links em anexos. E é aí que está o perigo: ao clicar no link, o colaborador instala automaticamente um malware em sua máquina, o que dará aos criminosos acesso a dados sigilosos na nuvem.

2. Invasão de redes sem softwares

Hackers podem passar pela maioria das tecnologias simples de antivírus e endpoints, o que permite infiltração na rede de sistemas das empresas sem que seja necessário instalar um software.

Com isso, as chances de não serem percebidos são muito maiores, pois os criminosos atuarão silenciosamente em diversos computadores para acessar arquivos e pastas sigilosas.

3. Uso do sistema da empresa contra a própria empresa

Sim, isso é possível e especialmente perigoso. Por meio de conexões DNS dos computadores, os criminosos conseguem acessar e trafegar dados de maneira sutil. Dessa forma, criam uma rede de conexões que podem comprometer diversos dispositivos sem fio na empresa, levando a riscos iminentes para o negócio.

Proteger a própria rede DNS é um fator indispensável para proteger todas as máquinas. Para tanto, a equipe de TI precisa estar devidamente preparada e equipada com as ferramentas certas.

Mas e quanto aos outros riscos, o que fazer para se proteger completamente? A principal resposta está no uso de tecnologias e políticas de segurança, capazes de prevenir esses prejuízos. Confira.

6 dicas para proteger sua empresa contra ataques digitais

1. Estabeleça uma cultura de segurança da informação

Criar uma cultura forte para a empresa é sempre muito importante para posicionar o negócio e recrutar colaboradores que estejam de acordo com ela, deixando-a mais forte.

E uma cultura forte com relação à proteção de dados só é alcançada com muito treinamento, que, embora fundamentais, muitas empresas ainda falham quando o assunto é orientar seus colaboradores quanto às medidas de proteção.

Esse treinamento, por outro lado, pode ser muito mais simples do que parece. Basta adotar medidas como:

  • Não acessar e-mails e páginas internas da empresa a partir de redes públicas (aeroportos, cafeterias etc.);
  • Não acessar sites não seguros em dispositivos do trabalho;
  • Não compartilhar senhas pessoais de acesso às ferramentas;
  • Restringir os acessos dos administradores de TI;
  • Não permitir o acesso de terceiros às páginas internas e dados internos da empresa.

De modo geral, são soluções práticas, que podem ser documentadas e revisitadas rotineiramente em um manual com as políticas de segurança da empresa.

2. Aplique a criptografia de dados

Impedir os acessos a dados sensíveis do negócio é muito importante. Mas caso os criminosos consigam acessar essas informações, é importante que eles não consigam ler o que está armazenado. E isso pode ser feito a partir da criptografia.

Com esse processo, as informações passam por codificações automáticas, sendo acessadas somente por uma determinada chave. A criptografia deve ser padronizada em todos os dispositivos utilizados para o trabalho, principalmente aqueles fora do ambiente da empresa. Isso garantirá total segurança dos dados – principalmente os mais sensíveis.

3. Crie uma política de backups

Quedas de energia, dispositivos que deixam de funcionar, informações que precisam ser acessadas fora do ambiente da empresa – são muitos os motivos para manter uma política de backups. Mas a principal, sem dúvida, é a proteção do negócio.

Fazer uma cópia de segurança permitirá que dados importantes não sejam perdidos. O ideal é que os backups sejam automatizados para horários em que os colaboradores não estejam na empresa, como ao final do expediente, pois podem levar algum tempo até que sejam realizados.

4. Invista em prevenção de ameaças

O monitoramento e medidas de prevenção contra a perda de dados são as principais medidas tomadas por soluções DLP (Data Loss Prevention).

Essas tecnologias têm foco em ocorrências que podem resultar no vazamento de dados. Firewalls UTM, antivírus e anti spams são algumas das ferramentas que podem contar com os diferentes recursos DLP.

Também vale ressaltar que esses recursos podem ser encontrados em três modalidades específicas de DLP:

Network DLP

Monitora, rastreia e gera relatórios de informações que passam pelas portas e protocolos de segurança da empresa, utilizando padrões que identificam possíveis riscos.

Storage DLP

Identifica o possível compartilhamento de dados sigilosos por parte dos colaboradores, gerando alertas ao identificar o vazamento de informações sensíveis ao negócio.

Endpoint DLP

São soluções utilizadas em estações de trabalhos e dispositivos da empresa para identificar o armazenamento de dados sigilosos em pendrives e outros periféricos externos.

5. Monitore e analise os riscos periodicamente

Ainda que todas as soluções anteriores sejam corretamente implementadas, é preciso fazer o devido monitoramento de riscos. Afinal, como falamos no início desse artigo, são milhões de tentativas de ciberataques todos os dias no Brasil.

Somente com o devido monitoramento dedicado, sua empresa poderá se antecipar às possíveis ameaças, corrigirá rapidamente as falhas de segurança e evitará o acesso indevido de pessoas não autorizadas às informações sensíveis.

Entretanto, nem sempre essa dedicação pode ser interna, o que nos leva à nossa sexta dica.

6. Escolha um parceiro que entenda as necessidades do seu negócio

Cada empresa demanda um projeto especializado na proteção aos seus dados. Portanto, recorrer às soluções padronizadas do mercado não é a melhor solução.

A StorageOne é uma parceira com 20 anos de atuação no armazenamento seguro de dados e soluções de infraestrutura de TI que mantém toda a proteção necessária às informações sensíveis ao negócio.

Com foco na customização de soluções de acordo com as necessidades dos clientes, a StorageOne atua criando sinergia em segurança, desempenho e compliance. Tudo isso para que toda a proteção aos dados esteja garantida por toda a vida da companhia sem o risco de ferir a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Fale agora mesmo com um consultor da StorageOne e saiba como evitar os riscos dos ciberataques à sua empresa!

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