Entenda como fica a segurança de dados na era do Metaverso

Até onde a tecnologia pode nos levar? Se, atualmente, o universo digital já oferece possibilidades que antes pareciam impossíveis, como fazer compras em supermercados, pagar contas domésticas, criar relacionamentos e até mesmo customizar carros e apartamentos, o Metaverso parece nos reservar cenários ainda mais incríveis.

Ele é, inegavelmente, uma das principais tendências tecnológicas do momento. Afinal, a tecnologia proporciona um alto grau de realismo e imersão e leva o usuário para dentro do mundo digital.

Essa novidade ganha cada vez mais a atenção de empresas de produtos e serviços que desejam oferecer experiências cada vez mais memoráveis. Entretanto, essa tecnologia moderna e futurista ainda traz uma série de dúvidas quanto aos níveis de segurança dos dados para usuários e empresas.

E é para abordar as principais preocupações e iniciativas que devem ser tomadas para se proteger de ciberataques no metaverso, que trouxemos os tópicos a seguir.

Siga conosco e confira!

Cibersegurança no Metaverso

O Metaverso é uma tecnologia altamente imersiva que funciona com aplicativos de jogos, vídeos turísticos, documentários, uso de serviços, compra de produtos, ferramentas corporativas e muito mais. Nele, o usuário é levado a cenários com os quais pode interagir das mais diversas maneiras.

Essa tecnologia é tão empolgante, que empresas como Nike, Adidas, Microsoft, Vans, Tinder e Itaú já começam a dar os primeiros passos dentro das plataformas para entender como podem atrair os usuários das mais diferentes maneiras.

Isso porque já existem grandes comunidades no Metaverso. Jogos como o Roblox e Minecraft são utilizados pelos usuários para criar universos próprios e que podem até mesmo receber shows musicais.

4 principais pontos de atenção em cibersegurança no Metaverso

As possibilidades no Metaverso realmente parecem infinitas e incrivelmente promissoras, contudo, nem tudo se resume às experiências positivas.

É urgente que todos os envolvidos comecem a discutir as questões sobre cibersegurança no Metaverso para que a tecnologia se popularize sem riscos.

Por ser uma tecnologia relativamente recente, o Metaverso ainda não tem regras totalmente estabelecidas sobre a política de uso dos dados, algo que é sempre motivo de preocupação na internet tradicional.

Nesse sentido, a Kaspersky indicou 4 pontos essenciais de atenção para que esse espaço evolua com os níveis de segurança necessários:

1.      Engenharia social

Os ataques de engenharia social envolvem o estudo sobre informações pessoais sobre usuários comuns e têm o intuito de roubar identidades para cometer crimes.

Segundo a Kaspersky, os esquemas de catfishing – ação em que criminosos criam uma identidade falsa em e-mails, redes sociais e outras plataformas virtuais – aparecem com grande risco.

Nesse tipo de ação, o criminoso cria um relacionamento com a vítima a fim de cometer ilegalidades, como pedir dinheiro se passando por ela.

Com o Metaverso, é muito importante criar mecanismos de proteção para que os relacionamentos mal-intencionados não acarretem golpes.

Além da prática de catfishing, a Kaspersky alerta ainda sobre ações de stalking, que é uma perseguição virtual, e doxing, na qual os criminosos alcançam e transferem dados privados de um determinado usuário para terceiros.

2.      Roubo de Identidade

No Metaverso, os usuários criam avatares relacionados à própria identidade para interagir em jogos e reuniões virtuais. Esses avatares podem conter traços semelhantes à imagem real do usuário ou ser criado com base em personagens.

Essa personalização e a possibilidade de ser qualquer pessoa, sem dúvidas, é um dos encantos da plataforma, mas também é motivo de preocupação.

Isso porque esse tipo de ação pode oferecer meios para que os criminosos roubem identidades alheias, se apoderando dos recursos e dados sensíveis dos usuários.

Esse tipo de apreensão pode acabar em sequestros, onde o criminoso exige pagamentos para a devolução.

3.      Privacidade de dados

Essa é uma grande preocupação atual na internet tradicional e já indica atenção urgente por parte dos órgãos reguladores para proteção de dados e privacidade dos usuários.

Em ambientes compartilhados no Metaverso, o roubo de dados pode ser mais fácil. Isso aumenta a preocupação sobre tudo o que está sendo criado, transmitido ou oferecido.

Entre as principais atenções, está a adoção de plataformas altamente seguras e com cuidados muito específicos para transações financeiras.

4.      Segurança financeira e novas fraudes

Assim como o Metaverso, as transações por criptomoedas também já contam com grandes grupos de entusiastas. E tudo leva a crer que no ambiente do Metaverso, esse será o principal meio de pagamento entre os usuários.

Há previsões de que a tecnologia de blockchain garantirá transações seguras de criptoativos, assim como é no mundo real. Mas é preciso estudar a fundo quais seriam as adaptações necessárias nos níveis de segurança.

Outro ponto importante é o de que o Metaverso ainda é um ambiente completamente novo e com tecnologia muito avançada, o que possibilitará o desenvolvimento de novos golpes e fraudes.

Mas e a privacidade no Metaverso?

A preocupação com o interesse da publicidade pelos dados dos usuários cresce a cada dia. Tecnologias, como a Arcsight (SIEM) ficaram conhecidas pela capacidade de pesquisar o comportamento dos usuários para cruzar dados que atuam para reforçar os níveis de segurança.

Contudo, o que deveria ser um estudo para proteção, passou a ser uma preocupação, pois as organizações começaram a usar essa ferramenta para monitorar cada passo do usuário.

As questões de privacidade, inclusive, já foram discutidas e viraram casos judiciais envolvendo o Facebook (Meta), pois violou políticas de privacidade da GDPR (Lei europeia de proteção aos dados).

Com a chegada do Metaverso, as questões sobre privacidade saltam para cenários mais críticos. Isso porque, seria possível vigiar cada passo do usuário durante todo o tempo em que ele estiver no Metaverso, e não apenas enquanto usa uma determinada ferramenta ou rede social.

Nesse contexto, é muito importante acompanhar como as leis estão sendo criadas e adaptadas para garantir a segurança de todos – usuários e empresas.

O que as empresas esperam do Metaverso?

Embora exista um alto nível de preocupação sobre segurança tecnológica, a expectativa por parte das empresas e usuários é a melhor possível. A realidade virtual está em franco desenvolvimento e tende a criar soluções que podem representar um novo passo à evolução tecnológica, tal qual a ficção científica apresentava.

Entretanto, redobrar os cuidados com a segurança é essencial. Nesse sentido, contar com a parceria de empresas altamente especializadas em proteção, armazenamento e gestão de dados é indispensável.

Para isso, conte sempre com a StorageOne para entender como se proteger de todas as maneiras e aproveitar as muitas oportunidades que o Metaverso já oferece.

Não pare por aqui! Já preparamos um próximo passo sobre a importância da virtualização dos dados e como a sua empresa pode dar os primeiros passos nessa solução. Confira e use cada vez mais a tecnologia a favor dos seus negócios!

Redes de hiper segurança: entenda o acesso remoto através do SASE

O Brasil é um dos países que mais sofre ataques cibernéticos. Segundo dados da Fortinet, foram 88,5 bilhões de ataques às redes e dispositivos ao longo de 2021. É um número assustador.

Essa insistência dos criminosos em testar as redes de segurança, principalmente corporativas, fez com que o temor por parte das empresas quanto à adoção do trabalho remoto aumentasse consideravelmente.

Um estudo da Tenable indicou que para 75% das empresas, as necessárias adaptações devido à pandemia, como a adoção iminente do trabalho remoto, estiveram entre os principais fatores que aumentaram a vulnerabilidade das empresas.

De fato, as redes no ambiente do escritório oferecem estruturas robustas de proteção a todos os dispositivos conectados a ela. Contudo, há o fato de que o trabalho remoto foi favorável à produtividade dos colaboradores e a economia das empresas, que se isentaram a necessidade de custear a locação de escritórios. Logo, é um cenário promissor no mercado de trabalho.

Até esse momento, a utilização de redes VPN vem sendo a principal escolha das equipes de TI para proteger os profissionais que trabalham à distância. Contudo, é uma solução que, se não for bem acompanhada, traz sérios riscos.

É nesse momento que o SASE vem ganhando cada vez mais atenção para oferecer níveis de segurança mais robustos e de mais fácil gerenciamento para reforçar a proteção aos dados acessados por dispositivos remotos.

Para entender melhor o que é o SASE e os seus diferenciais, siga conosco pelos tópicos a seguir.

O que são redes de hiper segurança?

As redes de hiper segurança têm como objetivo suprir quaisquer brechas e falhas que as proteções comuns oferecem. Elas estão para além das estratégias e processos que são rotineiramente aplicados em soluções menos intensivas.

Com essas redes, é possível bloquear tentativas de acesso remoto a dados não autorizados – seja qual for o local de utilização do dispositivo – além de bloquear malwares, barrar phishings, identificar e revogar acessos não autorizados e oferecer camadas adicionais de proteção ao tráfego de dados.

Podemos citar a VPN e a SD-WAN como redes comumente utilizadas para a hiper segurança para a adequação do trabalho remoto. Entenda como essas redes atuam:

VPN

A sigla vem de Virtual Private Network e serve para proteger os usuários que utilizam redes públicas ou de baixa proteção.

Com a VPN, há a criptografia do acesso do dispositivo. Assim, disfarça-se a identidade online e cria-se grandes dificuldades para que sejam rastreados.

Para funcionar, a VPN utiliza um servidor previamente configurado por um host. Ele ocultará o endereço IP e fará com que os sites e dados acessados não possam ser interceptados.

Grande parte das empresas que passaram a ter colaboradores atuando remotamente decidiram adotar VPNs como fonte de acesso seguro para as tarefas relacionadas aos negócios.

SD-WAN

O trabalho remoto implica, entre outras coisas, na implementação de soluções baseadas em nuvem para que os usuários as acessem por meio de dispositivos e credenciais autorizadas.

Para isso, foi criada a WAN (Wide Area Networks), que interconecta ambientes geograficamente distantes. Contudo, a rapidez na evolução das soluções e uso da nuvem, fez com que a tecnologia WAN ficasse obsoleta.

E para suprir a demanda WAN, surgiu a SD-WAN (Software-Defined Wide Area Network), que tem como diferencial a melhor estabilidade para o acesso e maior robustez na segurança dos dados.

A SD-WAN centraliza o gerenciamento de redes distantes, solucionando problemas com máxima velocidade e redução de custos.

Esse tipo de solução é essencial para serviços SaaS, baseados em nuvem, e que estão praticamente presentes por todas as empresas que dependem do digital para manter a produtividade.

Conheça o SASE

A sigla SASE significa Secure Access Service Edge, e tem como pronúncia “Sassy”. Ele foi proposto pela primeira vez em 2019, pela Gartner, que desejava reunir a capacidade de redes e segurança com uma solução unificada e que fosse nativa da nuvem. Assim, as empresas poderiam conectar pessoas em escritórios espalhados pelo mundo.

Combinando o melhor dos mundos entre VPN e SD-WAN, o SASE é uma arquitetura de rede que oferece altos níveis de segurança baseados na nuvem, além de firewalls e acesso à rede zero-trust.

De maneira geral, o SASE é uma evolução das soluções para a segurança dos dados, levando aos usuários remotos toda a proteção necessária contra a interceptação de informações sensíveis ao negócio, bem como facilidade para o gerenciamento dos gestores de TI.

Sua estrutura menos complexa gera maior velocidade e escalabilidade, oferecendo todas as adequações demandadas para a proteção contra tentativas de ataques.

As principais vantagens do SASE

Um único serviço de nuvem reúne inúmeras soluções de segurança. Entre as principais, citamos:

  • Redução de custos
  • Simplificação estrutural
  • Otimização das aplicações
  • Gerenciamento centralizado
  • Proteção contínua para todos os usuários
  • Maior segurança para o acesso remoto via desktop ou mobile
  • Restrições avançadas de acessos por identidade e tipo de dispositivo
  • Rápida adequação e aprimoramento de políticas de segurança
  • Maior eficiência de rede
  • Monitoramento e ações facilitadas para o time de segurança da informação

Acesso remoto seguro é uma realidade

Segundo dados do Pnad, 11% dos trabalhadores brasileiros atuam remotamente. Isso significa 8,2 milhões de pessoas trabalhando em um local que não é o escritório.

Segundo a consultoria de Recursos Humanos, Robert Half, a escassez de talentos e a facilidade para o trabalho remoto, farão com que as empresas de tecnologia continuem priorizando a contratação de profissionais remotos. O SASE traz exatamente a solução para proteger essas empresas e vem ganhando cada vez mais adeptos.

Segundo a Gartner, 40% das empresas têm planos de adotar o SASE até 2024, já que é uma arquitetura muito bem alinhada aos objetivos e requisitos de segurança da rede.

Com o SASE, as empresas podem deixar de utilizar a VPN e seu tunelamento criptografado e partir para a conexão dos usuários remotos via nuvem ou data center.

Mesmo com toda a sua estrutura robusta, o SASE garante rapidez no tráfego de dados remotos e reduz a latência em rede, resultando em melhor desempenho das ferramentas SaaS e simplificação do gerenciamento remoto.

Sem dúvidas, o SASE garante máxima segurança para todos os colaboradores que atuam remotamente e te ajuda a sanar quaisquer desconfianças com a proteção em nuvem.

Entenda melhor os serviços da Storage One

Com 20 anos de experiência na gestão dos dados e totalmente especializada em soluções como o SASE, a Storage One oferece uma estrutura completa para facilitar o gerenciamento de segurança em tecnologia, seja em rotinas presenciais ou remotas.

Especializada em grandes projetos, com mais de 500 entregas realizadas, a Storage One oferece o olhar dos maiores especialistas em segurança os dados do país, prontamente dispostos a oferecer todas as instruções sobre os benefícios da SASE.

Entenda como implementar o mais alto nível de segurança dos dados para os seus colaboradores remotos. Fale com um especialista StorageOne agora mesmo!

Arquitetura Scale-out: Comece o uso de File Systems ultrarrápidos

O tema escalabilidade está sempre em alta no mercado, e a arquitetura scale-out pode ser o que o seu negócio precisa neste momento. Compreender com profundidade esse conceito é importante para que uma empresa possa, por exemplo, crescer de maneira sustentável. Dessa forma, a escalabilidade é a garantia de que toda sua infraestrutura conseguirá se adaptar a uma mudança de requisitos. Tanto para mais quanto para menos.

Para saber qual é a melhor para sua situação o indicado é entender mais do que apenas a tradução desses termos, além de analisar também as necessidades de sua empresa e de seu sistema.

Se você está com dúvidas sobre o tema ou se interessou por esse conteúdo, fique atento aos parágrafos a seguir. Ao longo do texto, poderá se aprofundar na escalabilidade e em formas de garanti-la.

Entenda o que é arquitetura scale-out

Todas as pessoas que trabalham em algum tipo de organização sabem da necessidade de se adaptar a novas realidades. E isso pode estar relacionado aos mais diversos temas, da captação e armazenamento de dados ao sistema em si. Nesse momento é natural que os profissionais de T.I. busquem por soluções que tenham como foco auxiliar nisso.

Um dos tópicos recorrentes dentro dessa discussão diz respeito às arquiteturas escaláveis, entre as quais se encontra o scale-out. Basicamente, então, a escalabilidade, também chamada de elasticidade, se define pela capacidade do sistema de suportar aumentos ou reduções de trabalho. Para isso, algumas são as técnicas que podem ser empregadas com tal intuito. Bons exemplos são:

  • Scale-up: Atualização da capacidade de processamento por meio da adição de mais memória, processamento etc.;
  • Scale-down: Atualização da capacidade de processamento por meio da redução da memória, processamento etc.;
  • Scale-out: Atualização da capacidade de processamento por meio da inclusão de mais dispositivos computacionais.

O que são File Systems ultrarrápidos?

O modelo antigo apresentava uma tecnologia mais básica e, por conta disso, não contava com grande poder. Em geral, os arquivos eram distribuídos em sistemas de até 512 bytes. Na prática, portanto, era uma complicada tarefa transferir grandes quantidades de dados de uma única vez.

Dessa forma, este é um bloco de informações por meio das quais um computador consegue compreender um documento. Com isso, é possível analisar que a escalabilidade de sua empresa depende do poder de processamento desses programas

O avanço tecnológico permitiu, porém, que tal técnica evoluísse, chegando ao patamar que se conhece hoje. Assim, já é possível utilizar novos “file systems”, os quais são considerados ultrarrápidos pela agilidade em transferir e ler o material. Para isso, contam com a capacidade de apresentar um tamanho de 4096 bytes, 8 vezes mais que seus antecessores.

Scale-up e scale-out, qual a diferença?

Ainda considerando os termos dispostos no parágrafo acima, se faz preciso focar em um ponto específico. Este se encontra na diferença entre os conceitos de arquitetura scale-out e scale-up. Esta é, afinal, uma dúvida comum dentro do mercado, a qual pode ser facilmente resolvida por meio de uma simples comparação, como a que se apresenta anteriormente.

De maneira bastante direta, então, pode-se afirmar que ambas as estratégias visam auxiliar no crescimento de sua empresa. Mais do que isso, as duas têm como principal objetivo permitir que você consiga lidar com todas as informações disponíveis em seu banco de dados. A diferença, portanto, se encontra na maneira como cada técnica atua na corporação.

O scale-up é uma técnica que se adapta melhorando os equipamentos utilizados na leitura do material. Assim, adiciona-se memória, poder de processamento e outros pontos do dispositivo. O scale-out, por sua vez, tem como foco a adição de mais máquinas para potencializar sua capacidade de análise. Com isso, seu propósito se baseia na quantidade, enquanto o primeiro está na competência de um único aparelho.

Tudo isso é sobre dados

Não há dúvida alguma de que a informação é o bem mais precioso da atualidade. O material é extremamente valorizado, e dá a quem o tem a capacidade de criar insights e compreender o público e seus concorrentes, além de criar soluções e se destacar dentro do mercado. A grande maioria das empresas, inclusive, já investe na organização e leitura de dados para se distinguir das demais.

Então, organizar eles de forma estruturada e em espaços seguros são uma das maiores obrigações das novas empresas. Dados estruturados são superiores em desempenho, mas inferiores em flexibilidade. Sempre observe seus dados como uma estrutura temporária, capazes de serem modelados de forma diferente

Seja por meio da arquitetura scale-out ou de qualquer outra técnica, uma empresa tem que estar preparada para lidar com as informações. Somente com essa capacidade será possível se posicionar em um mercado cada vez mais competitivo. Mais do que isso, essa é a forma mais correta de possibilitar que sua organização apresente um crescimento sustentável e constante.

Venha projetar seu armazenamento com os especialistas da Storage One

Como foi possível compreender ao longo deste texto, a atuação de uma empresa está diretamente relacionada à sua capacidade de processar dados.

Para isso, porém, na utilização da arquitetura scale-out, o mais importante é quem sabe definir e como fazer isto de maneira eficiente o que deve ser feito junto a parceiros que agreguem conhecimento e experiência ao projeto. Com mais de 20 anos de atuação no mercado de gestão de dados, a StorageOne é a parceria que você precisa. Focada na segurança das informações, virtualização, nuvem, backup e proteção de dados, a empresa oferece tudo que você precisa. Além disso, desenvolve projeto de acordo com sua situação, pensando sempre em segurança, desempenho e compliance.

[E-book] Data Virtualization: ela é a opção mais adequada para sua empresa?

A realidade atual do mercado está toda pautada na aquisição e armazenamento de informação.
Sua empresa está pronta?

Um conteúdo rico que introduz o conceito de virtualização de dados, suas vantagens e desvantagens, bem como listar opções vinculadas a essa solução.

Os principais mitos sobre a virtualização de dados

É muito provável que você tenha ouvido falar sobre a virtualização de dados, mas ainda guarde dúvidas consigo. Ela é direcionada para a administração e manipulação de dados sem a exigência de detalhes técnicos aprofundados sobre a infraestrutura utilizada para alocar os dados – formato, localização física, estrutura e outros pontos.

Com isso, a virtualização consegue facilitar o acesso aos dados, que passam a ser fornecidos em camadas que podem unificar centenas de pontos de origem. Como resultado, consegue reduzir custos, oferecer maior disponibilidade e flexibilidade para a gestão, demandando menos tempo e menos recursos do que o ambiente físico.

É uma tecnologia que está sendo cada vez mais adotada pelas empresas – mas como ainda envolve muitos mitos, trouxemos os principais pontos a serem explicados.

Confira!

Mito 1: A virtualização é muito mais cara 

Quando alguns gestores visualizam a combinação necessária para utilizarem a virtualização de dados, logo pensam que é um custo muito alto para ser adotado. Afinal, há necessidade de softwares combinados com hardwares e treinamentos.

É bem verdade que há um investimento inicial necessário. Mas quando comparamos às economias alcançadas com custos relacionados à energia, manutenção, gerenciamento e supervisão, é fácil perceber que esse esforço terá um retorno rápido.

Mas há ainda como reduzir esse impacto financeiro inicial, já que muitos fornecedores de serviços de virtualização oferecem soluções gratuitas em períodos de testes, além de instrutores para o manejo da tecnologia.

Mito 2: é preciso ter muita experiência e habilidades totalmente especializadas

Não é bem assim. É claro que, quanto mais especialistas em um determinado tema, melhor. Mas é bem provável que esses especialistas já estejam em seu time de TI, afinal, as habilidades e competências necessárias em um projeto de virtualização, são típicas de uma equipe de tecnologia.

O conhecimento que um profissional já detém para a operação de um hardware, por exemplo, pode ser completamente adaptado ao ambiente virtual.

Outro ponto que gera dúvidas é quanto ao ambiente virtual. Mas não se preocupe: os sistemas e ferramentas são bastante semelhantes aos do ambiente físico.

O que fará a diferença, caso o time de TI não possa ser adaptado pelo contingente atual, é contar com uma consultoria especializada para oferecer equipes dedicadas logo após a virtualização dos dados.

Mito 3: o rendimento da empresa será menor após a virtualização

Esse é um dos mitos mais populares. A verdade é que os servidores físicos utilizam apenas de 5% a 10% de sua capacidade, deixando uma lacuna enorme para a virtualização oferecer o desempenho necessário.

Vale dizer que os ambientes virtualizados e físicos já tiveram seu desempenho comparado pela empresa de software, Oracle, e no final das contas, o desempenho em ambientes físicos e virtuais foi o mesmo.

Mito 4: há risco para a segurança dos dados

A configuração do servidor virtualizado e do servidor físico são as mesmas. Logo, o que faz diferença, de fato, são as normas de segurança estabelecidas pela própria empresa. Portanto, é essencial ter especialistas em segurança para garantir que todo o manuseio e configuração serão utilizados conforme os procedimentos necessários.

Um bom exemplo do quanto a virtualização de dados é segura, está no fato de que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos utiliza esse tipo de tecnologia para reduzir seus custos.

Mito 5: é difícil lidar com o gerenciamento de licenças

É necessário contar com licenças específicas para plataformas de virtualização, sistema operacional, gerenciamento e aplicações instaladas nas máquinas virtuais.

Mas basta seguir algumas poucas dicas para se beneficiar de toda a economia gerada pela virtualização de dados e utilizar suas soluções sem grandes preocupações:

  • Atente-se às regras de virtualização de cada fornecedor e entender quais são os meios legais de cumpri-las;
  • Comunicar para os profissionais que atuarão com a virtualização, quais regras devem ser seguidas conforme as operações e processos;
  • Priorizar ferramentas que gerenciam automaticamente as licenças. Isso reduzirá os custos provenientes dessas renovações.

Mito 6: a virtualização só é utilizada por grandes empresas

Esse também é um mito muito recorrente. A virtualização é excelente para empresas de qualquer tamanho. O segredo é utilizar mais do que um servidor.

Com essa tecnologia é possível sustentar as cargas de trabalho de consolidação, contar com maior disponibilidade de recursos, ter melhor proteção em possíveis falhas e maior possibilidade de recuperação em possíveis desastres – tudo isso reforçado pela redução de custos com a infraestrutura e simplificação do gerenciamento e manutenção do servidor.

Mito 7: o ROI tende a desaparecer

Como os servidores virtuais utilizarão os recursos de hardware disponíveis para a empresa, haverá uma excelente economia com a migração, além de um ótimo ROI (Retorno Sobre Investimento).

Contudo, é normal que essa redução dos custos volte ao patamar de antes da adoção da virtualização, o que dá a impressão de que os custos aumentaram. Na verdade, sua empresa apenas voltará aos custos que já tinha antes de contar com todos os benefícios da virtualização de dados.

A virtualização de dados é para sua empresa?

A resposta, certamente, é sim. A virtualização de dados será uma excelente solução de segurança, economia, facilidade na gestão e manutenção de servidores.

Contudo, cada empresa tem suas próprias características, o que pode levar a soluções específicas. Nesse sentido, a StorageOne é altamente especializada em métodos de virtualização que se encaixam melhor conforme cada perfil de negócio.

Entre essas possibilidades oferecidas, estão:

Hiperconvergência: que combina armazenamento, computação e rede em um único sistema que reduzirá a complexidade do data center.

Virtualização de servidores e desktops: separa os softwares dos dispositivos físicos, permitindo o acesso remoto e agilizando os processos. Já a virtualização dos servidores divide o servidor físico em servidores virtuais menores e independentes, reforçando a segurança dos dados e reduzindo os custos com manutenção.

Storage baseado em dados (SDS): separa o software de armazenamento do hardware, garantindo um sistema de armazenamento mais flexível e reduzindo os gastos para gerenciar informações.

Infraestrutura de nuvem privada e pública: aumenta a escalabilidade no armazenamento, desenvolvimento e execução de aplicações.

Quer saber qual a melhor opção e como adequar a virtualização de dados para a sua empresa? Fale agora mesmo com um especialista da StorageOne!

Quais são os tipos de virtualização de dados que sua empresa precisa conhecer?

Aproveitar os recursos tecnológicos de maneira mais estratégica e segura é um dos grandes objetivos das companhias na atualidade. Para concretizar essa meta, é muito importante avaliar os tipos de virtualização adotados pelo mercado de TI. Essa prática vai ajudar os gestores a tomarem as melhores decisões e obter resultados mais expressivos.

À medida que uma corporação está mais inserida na transformação digital, maiores são as possibilidades de expandir o nível de competitividade. Por isso, é necessário contar com um suporte tecnológico de ponta para evitar decisões equivocadas sobre como explorar as potencialidades da Tecnologia da Informação.

Neste post vamos destacar vários fatores relacionados à virtualização, com a intenção de te ajudar a usar esse recurso de forma inteligente. Confira!

O que é virtualização?

Consiste em uma prática que viabiliza a criação de várias máquinas virtuais diferentes a partir de um equipamento físico. Por exemplo, um servidor pode abrigar 4 ativos virtuais que vão funcionar de maneira independente, embora haja o compartilhamento de recursos.

Também vale destacar que uma máquina virtual tem características parecidas com uma física, apresentando conexão de rede, aplicação e sistema operacional próprios. Assim, oferece ao usuário a possibilidade de aproveitar plenamente as vantagens dos tipos de virtualização. 

Com o objetivo de mostrar esse conceito de forma didática, vamos exemplificar o uso de um disco rígido que, dependendo do procedimento adotado, pode permitir dentro dele a criação de dois ou três volumes.

Nesse caso, nenhum disco vai ter acesso às informações do outro, mas vão compartilhar recursos idênticos, como a memória e a capacidade de processamento do computador. Outro detalhe relevante é que os itens compartilhados são administrados de forma diferenciada. Ou seja, cada máquina virtual possui armazenamento, memória e outros recursos próprios.

. Veja também: 7 benefícios da virtualização de dados para sua gestão em TI

Os 4 tipos de virtualização

Há muitas vantagens de virtualizar os ativos de TI, mas é necessário ter uma noção de como executar essa tarefa com excelência. Pensando nisso, vamos mostrar 4 tipos de virtualização que estão sendo adotados pelas empresas atualmente. Acompanhe!

1. Virtualização de rede

Possibilita o uso compartilhado dos recursos de uma rede por meio da divisão da largura de banda em canais diferentes. Nesse caso, é possível proteger cada canal de forma individual e atribuir a cada um deles dispositivos exclusivos em tempo real.

Fazem parte das metas desse tipo de virtualização o aumento da velocidade e a expansão do nível de segurança e de disponibilidade. Esses fatores são fundamentais para uma empresa aproveitar os recursos de TI da melhor forma possível.

Um dos grandes benefícios da virtualização de rede para os administradores abrange a facilidade de gerenciamento dos ativos. Isso porque fica mais simples configurar os dispositivos em curto prazo.

Os gestores ainda podem inserir ou reatribuir mídia de armazenamento e compartilhar o espaço entre os serviços de acordo com a demanda. Assim, é possível administrar o fluxo de dados com mais agilidade.

2. Virtualização de armazenamento

Esse tipo de virtualização se caracteriza por usar um software com a meta de identificar espaço de armazenamento em outros dispositivos e agrupá-lo em somente um recurso para as máquinas acessarem os dados.

Por exemplo, um sistema recebe pedidos de armazenamento de espaço em dispositivos físicos e em máquinas virtuais. Logo depois, encaminha essas solicitações para o local de armazenamento físico, responsável por centralizar a guarda das informações.

Por meio desse procedimento, os administradores podem gerir o armazenamento utilizando um console central. Esse processo é muito usado na virtualização de Data Center, que também pode explorar outros dispositivos virtualizados, como a rede e recursos de computação. Dessa maneira, o ambiente tem mais condições de suportar a demanda. 

A virtualização de armazenamento tem como pontos positivos a administração simplificada de várias modalidades de armazenagem, o aumento da performance do ambiente, a expansão do nível de confiabilidade e a diminuição de gastos com hardware.

3. Virtualização de desktop

O objetivo é promover o isolamento do sistema operacional de desktop para os funcionários utilizá-lo com mais facilidade. Vale ressaltar que esse é um dos tipos de virtualização com várias modalidades.

Uma delas é a baseada em host ou em infraestrutura de desktop virtual (VDI). Nesse caso, os colaboradores ficam conectados a um espaço de trabalho virtual em rede, utilizando um protocolo de exibição remotamente. 

Além dos desktops tradicionais, esse formato de virtualização pode ser empregado em thin clients e inclusive em dispositivos móveis (celulares ou tablets). Isso ocorre quando um usuário fica conectado a uma máquina virtual, responsável por executar os aplicativos e o sistema operacional escolhidos.

Também é possível várias pessoas estarem conectadas a uma área de trabalho compartilhada. Esse recurso é empregado principalmente pela Microsoft e permite um maior dinamismo dos funcionários de um setor, peça-chave para melhorar a produtividade. 

4. Virtualização de aplicativos

Nesse tipo de virtualização, um app pode ser executado de forma separada do dispositivo que o utiliza. Na virtualização de aplicativos, os gestores de TI podem instalar e atualizar a versão de um aplicativo uma única vez, sem precisar repetir o procedimento em vários equipamentos.

Em geral, essa modalidade de virtualização se baseia em um servidor, onde o app é executado em uma máquina virtual localizada em um Data Center ou em outro recurso de hospedagem. Assim, os usuários têm acesso ao aplicativo por um protocolo de exibição remota.

É bom ressaltar que um app não pode ser executado de maneira independente de um sistema operacional. Em virtude disso, é possível afirmar que a virtualização de aplicativos também engloba a de desktops.

. Veja também: Cuidados que os gestores devem ter na migração para a virtualização de dados

A virtualização é para sua empresa?

Com um bom planejamento, uma companhia pode explorar as vantagens da virtualização que contempla o aumento da segurança dos dados, a redução de custos com manutenção e investimentos em ativos, o melhor uso do espaço físico e o aproveitamento mais estratégico dos ativos de TI.

Por outro lado, a virtualização deve ser tratada com cuidado, porque, se houver uma falha em um equipamento físico, as máquinas virtuais podem ficar inacessíveis. Para avaliar os melhores tipos de virtualização, é indicado contar com um parceiro de TI experiente nesse assunto, como a StorageOne. Assim, são maiores as chances de aproveitar o potencial dessa tecnologia com inteligência.

Se está em busca de soluções tecnológicas focadas no seu negócio, entre em contato conosco agora mesmo! Estamos à disposição para ajudar a sua empresa a estar mais conectada com a transformação digital!

Qual o papel do compliance na continuidade operacional do seu negócio?

O número de normas e regulamentos que as empresas precisam seguir tem crescido continuamente. Por isso, fatores como governança, risco e compliance tem ganhado importância a fim de atender padrões específicos de continuidade operacional, disaster recovery e segurança cibernética.

Neste artigo vamos falar sobre o papel do compliance na continuidade operacional e como as empresas podem realizar seus negócios de modo consistente e dentro de altos padrões profissionais e éticos. Confira!

O que é continuidade operacional

Nenhuma empresa está totalmente livre dos riscos de desastres, sejam eles naturais – como inundações, ventanias e raios, por exemplo, seja por falhas humanas ou sabotagens.

Há ainda os riscos externos como ataques cibernéticos que podem causar grandes estragos nos servidores e sistemas da empresa, greves de caminhoneiros, acidentes de trânsito, problemas na rede elétrica e uma série de outras ocorrências que podem afetar drasticamente a produtividade do negócio.

Diante disso, um plano de continuidade operacional bem elaborado pode garantir os recursos e informações necessários para que a organização possa lidar com essas emergências, sem ter que parar totalmente suas atividades e, assim, garantir a geração de receita até que a estrutura principal volte a funcionar normalmente.

. Veja também: Como uma consultoria pode contribuir na implantação de uma infraestrutura virtual?

O Plano de continuidade operacional é fundamental para a sobrevivência da empresa

Se antes o compliance e o plano de continuidade operacional eram vistos como funções supérfluas, agora, com a transformação digital esses conceitos devem ganhar cada vez mais um maior protagonismo no mundo corporativo.

É fato que as empresas mais bem estruturadas em termos de governança corporativa, controle e conformidade de riscos sentiram os impactos da crise sanitária dos últimos anos de maneira mais leve.

Isso porque, ao terem um planejamento dentro das conformidades, conseguiram diminuir os impactos negativos e agir com maior assertividade nas tomadas de decisão.

Compliance na continuidade operacional da empresa

A prática de um programa de compliance é fundamental para as empresas que querem estar em conformidade com a legislação vigente e garantir, por meio do cumprimento dessas normas, o bom funcionamento do negócio.

Felizmente, o avanço da tecnologia possibilitou o surgimento de plataformas especializadas em compliance, que ajudam as empresas a manterem a boa reputação, por meio de um sistema que analisa, monitora e protege todo o seu processo operacional.

E por que isso é importante?

Porque, cada vez mais, as empresas exigem evidências concretas de que um potencial parceiro de negócios está em conformidade com padrões específicos como os de continuidade de negócios (ISO 22301).

A conformidade com padrões como esse demonstra claramente que as empresas valorizam a capacidade de seus parceiros permanecerem funcionando mesmo diante de eventos inesperados.

Como identificar se a sua empresa está em conformidade na continuidade operacional dos negócios?

As etapas a seguir podem ser usadas para determinar se uma estratégia de segurança cibernética ou plano de continuidade operacional está em conformidade com os padrões atuais:

  • Analise o estado atual empresa em relação aos padrões e regulamentos;
  • Identifique e compreenda os padrões e regulamentos necessários;
  • Identifique onde as mudanças precisam ser feitas para alcançar a conformidade;
  • Determine os recursos indispensáveis para fazer as mudanças necessárias para estar em conformidade;
  • Faça as alterações que foram identificadas;
  • Valide e documente se o nível exigido de conformidade foi alcançado usando auditores internos ou externos.

É fundamental documentar todas as atividades que demonstrem que a empresa atende aos padrões de conformidade para continuidade operacional, recuperação de desastres e segurança cibernética através de políticas e procedimento que forneçam evidências reais de que a organização fez um esforço para atingi-la.

. Veja também: Qual a relação entre compliance e segurança da informação?

Benefícios da adoção do programa de compliance bem estruturado

A administração da conformidade das operações de uma empresa vai além da mera satisfação em preencher os requisitos legais: preocupar-se em ter as atividades de controle no lugar certo pode evitar as pesadas multas, sanções, bem como danos à reputação.

Por isso, é importante ter um programa de compliance e, para demonstrar isso, separamos alguns dos benefícios gerados com a adoção das melhores práticas de conformidade:

  • Aumenta os níveis de governança corporativa;
  • Melhora a credibilidade diante de clientes, investidores e fornecedores;
  • Mitiga os riscos reputacionais e operacionais;
  • Redução de custos;
  • Aumento da rentabilidade.

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