[E-BOOK] O papel da Infraestrutura de TI na transformação digital da sua empresa

Você sabe como sua infraestrutura de TI pode impactar a digitalização da sua empresa?

Descubra a importância de adaptar e modernizar suas operações e infraestrutura de TI para acelerar o processo de transformação digital.

Compliance em TI: O que é e como ela deve ser aplicada na sua empresa?

compliance em ti

Em um mundo digital, a Tecnologia da Informação é fundamental para a estratégia de qualquer empresa porque ela proporciona o acesso a dados e informações de extrema importância que auxiliam na tomada de decisão.

Nesse novo cenário, o compliance em TI surge para indicar quais as boas práticas que podem ser aplicadas para que a empresa aprimore e alcance os resultados planejados.

Além disso, um programa de compliance bem estruturado é fundamental para as empresas que desejam estar em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)

Portanto, o desafio para os profissionais de TI é comprovar que todas as atividades estão dentro das políticas internas da empresa e também em conformidade com as diretrizes e regulamentações externas.

Diante disso, como estabelecer requisitos de segurança digital e, ao mesmo tempo, atender as demandas de segurança? Continue lendo este artigo e descubra!

O que é compliance em TI?

Compliance, em inglês, vem da ação “to comply”, que tem como significado agir de acordo com as regras.  Em português, a palavra pode ser traduzida como conformidade.

Em suma, o compliance é um método que visa garantir que a organização cumpra os regulamentos, leis e normas reguladoras por meio de boas práticas, ou seja a empresa age conforme as regras estabelecidas pelo mercado.

Essa metodologia auxilia na inovação dos processos e também para evitar multas e sanções.  Outro ponto positivo é que a empresa assegura uma postura mais ética e, assim, aumenta a sua vantagem e competividade no mercado.

Compliance em TI x Segurança da informação

Compliance de TI não é Segurança da Informação, no entanto, ambas são complementares e fundamentais dentro de qualquer empresa, independente do setor.

A Segurança da Informação adota estratégias tecnológicas para que os ativos da empresa estejam devidamente protegidos. Já estar em compliance em TI significa estar em conformidade com as leis determinadas pelos órgãos regulatórios.

Com o avanço da tecnologia, os ataques cibernéticos se tornaram mais sofisticados, tornando as infraestruturas de hardware e serviços em nuvem mais vulneráveis.  Diante disso, as medidas técnicas que antes eram aplicadas, hoje já não são mais suficientes. 

Por isso, é de extrema importância que o compliance em TI esteja perfeitamente alinhado com a segurança da informação para que o gestor da área consiga manter a boa prática da governança corporativa.

3 vilões do compliance nas empresas

Uma empresa que não adota as práticas de compliance está sujeita não somente a possíveis ataques, mas também a aplicação de multas e outras sanções. 

Para evitar problemas, veja três vilões do compliance que devem ser substituídos nas empresas:

Shadow IT

A existência de Shadow IT, também chamada de TI Invisível, ocorre quando os serviços, dispositivos e softwares são utilizados sem qualquer controle do setor de TI e da aprovação explícita da empresa.

Um funcionário que utiliza um software em nuvem sem que o gestor tenha conhecimento, é um bom exemplo de Shadow IT. Dentro desse conceito, podemos incluir o cloud computing, o Bring Your Own Device (BYOD) e a tecnologia de nicho.

São muitos os riscos causados pela TI invisível e isso acontece, principalmente, quando as normas de segurança são ignoradas e isso pode tornar a experiência do usuário muito negativa, seja por dificuldades de conexão ou pelo conflito de protocolos.  O fato é que situações como essa podem interferir no compliance da empresa.

Falha na governança

A implantação da prática da governança é um grande desafio, isso porque não existe uma fórmula única e tudo irá depender do contexto empresarial. Dentre as principais consequências das falhas na segurança podemos citar: orçamentos estourados, prazos ampliados e resultados que não correspondem às expectativas.

Para aumentar a eficiência da governança é primordial combiná-la com o compliance, pois uma complementa a outra.

Falta de monitoramento

A falta de monitoramento impede que o gestor tenha uma visão clara de tudo o que envolve a infraestrutura de TI, como o funcionamento de serviços, sistemas e equipamentos. 

Essa falta de visão pode acarretar problemas como lentidão na entrega dos serviços e sistemas, demora na correção de incidentes, falhas na segurança e aumento de custos operacionais, dentre outros. 

Como implantar um programa de compliance?

O programa de compliance é criado pela própria empresa, cabendo a ela definir quais ferramentas serão utilizadas para detectar e solucionar os possíveis problemas.

No entanto, embora seja uma regulação interna, a empresa deve seguir algumas normas já definidas pelo poder público.  Também é importante frisar que implantar esse programa vai depender do tamanho da empresa e da cultura organizacional, dentre outros fatores. 

Confira agora como implantar, e colocar em prática, um programa de compliance em sua empresa:

Eduque os colaboradores

O cumprimento das regras do programa de compliance depende, principalmente, da sua compreensão por todos os colaboradores envolvidos. É fundamental elaborar um programa com conteúdo acessível e educar os profissionais, deixando claro os riscos existentes e o que devem ou não fazer caso encontrem uma ameaça.

Além disso, é necessário divulgar de forma ampla e abrangente o programa para todos os setores da empresa.  No entanto, somente a divulgação pura e simples não basta, é preciso capacitar os colaboradores por meio de palestras e cursos com foco nas leis e regras relevantes para a empresa.

Tenha um plano de ações corretivas

É essencial criar um plano de contingência para que os profissionais de TI saibam o que fazer em caso de ameaça. Desse modo, é possível minimizar, ou até mesmo eliminar, rapidamente os riscos e, assim reduzir os possíveis prejuízos da empresa.

Utilize a análise de dados

A análise de dados é extremamente importante para identificar as possíveis ameaças, detectar as vulnerabilidades, acompanhar os processos e observar os pontos de maior risco da empresa.

Esses relatórios de dados são importantes para que o profissional desempenhe suas tarefas relativas ao compliance com mais eficiência e assertividade.

Melhore a comunicação de incidentes

Por fim, outro fator importante na implementação do compliance é facilitar a comunicação para casos de incidentes, como a criação de um canal de denúncias e um sistema de helpdesk. Com as funcionalidades adequadas, será possível agilizar o atendimento e a resolução da ameaça, inclusive, sem a necessidade de deslocamento do técnico responsável.

Como uma consultoria deve auxiliar em seu programa de compliance em TI?

Se a sua empresa está precisando estar em compliance em TI, há uma série de tarefas de conformidade que precisam ser rigorosamente seguidas e uma consultoria pode ser uma ótima solução para implantar o programa dentro da lei.

Ao contratar uma consultoria, sua empresa receberá a orientação de um especialista de compliance que irá garantir os melhores recursos para que o negócio não corra o risco de qualquer penalidade por violação da legislação vigente.

A StorageOne, empresa especializada em soluções de backup, armazenamento e segurança de dados e virtualização em nuvem, possui especialistas capacitados na implantação de programas de compliance em TI, estabelecendo todos os requisitos necessários para a segurança digital da sua empresa, tanto para fornecedores quanto para terceiros.

Nosso objetivo é customizar soluções de acordo com a necessidade de cada cliente, sob três pilares: segurança, desempenho e compliance.  Desse modo, trabalhamos para que os dados armazenados pela sua empresa estejam disponíveis e seguros, em total conformidade com as novas leis de proteção de dados.

Fale agora mesmo com um analista da StorageOne e garanta o melhor programa de compliance de TI para a sua empresa!

A importância do hypervisor dentro de uma infraestrutura hiperconvergente

hypervisor

As máquinas virtuais já fazem parte do dia a dia dos profissionais de TI há muito tempo. As décadas de 1970, 1980 e 1990, marcaram os primórdios da computação pessoal, da internet e de quando os computadores passaram a ser essenciais para empresas.

Naquela época, os softwares eram produzidos para máquinas específicas. Não é como hoje, em que um programa pode ser executado em diversos sistemas operacionais.

Por isso, a fim de diminuir custos e facilitar o acesso a diversos softwares, foram desenvolvidas aplicações chamadas de hypervisors, que transformam um computador em uma máquina virtual,capaz de emular um sistema operacional dentro de outro.

O que é e como funciona o hypervisor?

Podemos definir o hypervisor como uma camada fina de software presente entre o hardware e o sistema operacional. Eletambém é conhecido como Virtual Machine Monitor (VMM), ou em português, Monitor de Máquina Virtual.

A VMM é quem administra e gera a atribuição de valências de hardware numa máquina virtual, além de ser responsável pelo controle de acesso ao sistema operacional visitante, devendo oferecer recursos que sejam capazes de garantir a integridade dos sistemas, através do isolamento, particionamento e encapsulamento.

Uma das vantagens mais conhecidas de um hypervisor é a capacidade de emular diversos sistemas operacionais. Isso permite que o departamento de TI tenha acesso a vários softwares e possa executar testes, sem a necessidade de ter máquinas específicas para cada ambiente.

Em outras palavras, com apenas um conjunto de hardwares é possível emular o comportamento de um software em um sistema e, assim, analisar o comportamento de determinada aplicação em diversos ambientes.

Virtualização completa e paravirtualização

Existem duas categorias de virtualização possíveis: completa e paravirtualização.

Na virtualização completa é realizada toda a abstração do sistema físico, com o objetivo de fornecer ao sistema operacional hospedado uma réplica do hardware. Nesse formato as instruções críticas são interceptadas pela VMM, enquanto aquelas não críticas podem ser executadas diretamente no hardware.

Dentre as vantagens da virtualização completa podemos citar: independência, facilidade de migração de máquinas virtuais entre servidores físicos e a segurança aumentada pelo isolamento entre as máquinas virtuais

A paravirtualização, por sua vez, requer a modificação do sistema operacional convidado, que passa a ter conhecimento que está rodando sobre uma VMM. O sistema hóspede modificado não executa instruções privilegiadas diretamente, recorrendo ao hypervisor quando necessita.

Como vantagens da paravirtualização podemos citar: ganho significativo de desempenho e facilidade no uso de dispositivos de E/S.

Qual o papel do hypervisor na infraestrutura hiperconvergente?

Agora que você já sabe como o hypervisor é uma importante ferramenta para profissionais de tecnologia da informação, é essencial entender como ela possui papel fundamental no desenvolvimento de infraestruturas hiperconvergentes.

Porém, antes disso, precisamos entender melhor o que significa uma infraestrutura convergente.

Infraestrutura convergente

Com a popularização da internet, o volume de dados gerados passou a crescer exponencialmente. Todos eles, por sua vez, necessitavam ser armazenados – ou seja, quanto mais dados, mais servidores.

No entanto, esses hardwares de armazenamento não poderiam estar isolados. Dessa forma, surgiram infraestruturas convergentes (Converged Infrastructure – CI).

Nesse modelo os componentes, como servidores, rede e sistema de armazenamento compartilhado, dentre outros, ficam reunidos em um único equipamento. Assim, o gerenciamento de todos esses componentes também é unificado e realizado em uma mesma interface.

Infraestrutura hiperconvergente

A infraestrutura hiperconvergente (Hiperconverged Infraestructure – HCI) é considerada uma nova versão da CI, já que oferece muitos benefícios semelhantes, porém consegue resolver algumas das deficiências encontradas na infraestrutura convergente.

O principal diferencial da HCI é a integração dos principais componentes de TI, como servidor, armazenamento e elementos de rede, em um único lugar (dispositivo ou rack dimensionável).

O software da Infraestrutura Hiperconvergente fica na camada do Hypervisor ou acima dela, na máquina virtual. Seu papel, portanto, é fornecer um gerenciamento simplificado, melhor desempenho e uma estrutura escalável.

A importância do hypervisor em uma infraestrutura hiperconvergente

Como a infraestrutura hiperconvergente está baseada em uma camada de software, e cria ambientes virtuais que unem diferentes tipos de hardwares, o hypervisor se torna um recurso essencialpara o sucesso da sua implantação.

Como já mencionamos, o objetivo de mudar para uma infraestrutura hiperconvergente é simplificar suas operações de TI. No entanto, cada tipo de software hypervisor pode ter diferentes recursos e, caso isso exija configurações extensas no momento da implantação, pode gerar o efeito contrário, trazendo mais complexidade e custos.

Por isso, a escolha de um hypervisor é importantíssima ao adotar uma HCI. Se esse sistema possui facilidade de configuração, permitindo adaptabilidade a quaisquer tipos de hardwares e infraestruturas, além de garantir segurança para os dados, então, a equipe de TI pode ser mais produtiva e concentrar em atividades de maior valor.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Empresas que desejam aumentar a flexibilidade da infraestrutura de TI podem optar pela virtualização de seus servidores. Isso permite compartilhar recursos e dados, bem como executar aplicações de um dispositivo físico em redes internas e externas ao seu data center. Nesse cenário, os hypervisors se tornam essenciais.

No entanto, para garantir a correta aplicação e o máximo desempenho, é importante que os gestores tenham o suporte de profissionais de TI qualificados, que entendam sobre o assunto, como a StorageOne.

A StorageOne é uma integradora de soluções em tecnologia de infraestrutura de TI, que atua há mais de 20 anos atendendo grandes clientes em vários segmentos, como finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

Desenvolvemos projetos de acordo com a necessidade de cada cliente, principalmente sob três perspectivas: segurança, desempenho e compliance. Assim, trabalhamos para que os dados armazenados pela sua empresa estejam disponíveis e seguros, em total conformidade com as novas leis de proteção de dados.

Nossas soluções gerenciam seus dados e garantem a escalabilidade de sua infraestrutura para você se preocupar apenas com sua estratégia de crescimento.

Se você quer garantir mais segurança aos seus dados, escalabilidade para sua estrutura e, claro, sucesso para seu negócio, fale com a gente!

HCI: Por que adotar uma infraestrutura hiperconvergente em TI?

infraestrutura hiperconvergente

A migração para a infraestrutura hiperconvergente, ou HCI, é uma das tendências do departamento de TI. Motivos para isso são vários, especialmente levando em consideração a adequação dos programas à realidade atual do mercado.

Ainda assim, quando se fala de algo tão importante para a realização das atividades rotineiras de uma corporação, é preciso ter certeza. Afinal, não são todas as situações em que a HCI é recomendada.

Quer entender melhor todo o conceito da infraestrutura hiperconvergente? Confira no texto abaixo o que é, os prós e contras dessa solução.

O que é uma infraestrutura hiperconvergente?

De maneira simples, a infraestrutura hiperconvergente é uma evolução de sistemas legados que ainda operam em muitas empresas. A solução tem como objetivo combinar servidores e armazenamento em uma única plataforma. Por meio dessa, cria blocos de construção flexível em conjunto a um software inteligente.

Na prática, portanto, a tecnologia une alguns dos aspectos mais importantes desse tema em um ponto comum. Aqui, entram a virtualização, os servidores, a rede de armazenamento e a computação. Assim, se apresentam como sistemas integrados, mas independentes do hardware.

Hiperconvergente x Convergente

Quando se entra neste tópico de discussão, é comum comparar os tipos de infraestrutura. O que ocorre é que a convergente veio primeiro, sendo uma solução de hardware que trazia recursos diversos. Entre eles, pode-se citar computação, rede — em alguns casos — e armazenamento.

Sua versão mais recente, o HCI, trouxe outra ideia à essa aplicação prática, focando no software. Com isso, a ferramenta acaba por virtualizar os recursos chave citados acima. A partir disso, se torna possível gerenciar tudo isso em um único ponto, que pode ser expandido se necessário.

ConvergenteHiperconvergente
Foco no hardwareFoco no software
Aumenta a escalaDimensiona a escala
Hardware proprietárioHardware comum
Nuvem privadaNuvem pública e híbrida

Quais os benefícios de migrar para a HCI?

Com isso esclarecido, chega o momento de definir as vantagens em optar pela infraestrutura hiperconvergente.

Em geral, a HCI apresenta diversos benefícios, mas cinco deles se destacam entre os demais. Isso ocorre, principalmente, por serem os que mais afetam o dia a dia de sua companhia, tornando a operação mais eficiente e produtiva.

Agilidade

Por ser virtualizado, o HCI tem como ponto forte sua flexibilidade. Por meio dele, se faz possível atribuir mais recursos — tanto de computação quanto de armazenamento — a diferentes aplicativos.

A utilização dessas funcionalidades varia de acordo com a necessidade do software, o que garante a performance suficiente quando preciso. A agilidade vem, portanto, da energia salva para processos mais pesados.

Custos de implantação

Ao contrário de seus concorrentes, a infraestrutura hiperconvergente tem como foco o software, e não o hardware. Isso significa que os custos da ferramenta são mais baixos, especialmente por essa escolha.

Por outro lado, é preciso ficar atento aos investimentos ocultos desse processo todo. Ainda que pareça barato no início, considere os gastos com treinamento e a dependência que você terá de seu novo fornecedor.

Escalabilidade efetiva

Geralmente, um dos principais motivos para usuários e empresas escolherem a HCI é a escalabilidade da plataforma. Em qualquer momento, quando necessário, pode-se solicitar mais nós, o que garante maior potência para o sistema.

Ainda que simples, essa atitude garante que a companhia possa crescer sem se preocupar com a aquisição de novos produtos. Quanto mais ela aumentar suas operações, mais o sistema suporta.

Gerenciamento facilitado

Encontra-se nesse ponto o principal motivador para a adoção de infraestruturas hiperconvergentes. Ao realizar essa escolha, afinal, elas têm como foco facilitar o gerenciamento.

Além dos benefícios claros dessa característica da plataforma, se faz possível liberar todo o departamento de TI para realizar outras tarefas. Consequentemente, ganha-se também produtividade no setor e na empresa.

Implantação simplificada

Por fim, uma vantagem que agrada a muitos diretores e executivos de grandes corporações é a implantação da HCI. Ao contrário do que se vê em outras soluções, aqui o processo é simples e rápido.

De forma geral, é possível implantar a ferramenta, conectá-la à rede e começar a utilizá-la. Em empresas com milhares de colaboradores, ter o tempo de instalação reduzido pode significar milhões a mais.

A hiperconvergência é para sua empresa?

Mesmo com tudo o que foi dito acima, é preciso destacar que, ainda que interessante, essa não é uma solução para todos. Diversos são os fatores que pesam nessa discussão, que passam pelas desvantagens da plataforma, a área de atuação da companhia e a adequação do sistema à situação.

Alguns dos desafios encontrados com a infraestrutura hiperconvergente estão em pontos chave de algumas companhias, como pode-se ver abaixo:

  • Custos ocultos;
  • Difícil atualização;
  • Dificuldades com desempenho;
  • Escalonamento inflexível;
  • Falta de personalização;
  • Veto à reutilização de software;
  • Compromisso do fornecedor.

Além disso, há situações em que o uso da HCI é mais indicado do que outras. Portanto, se seu caso não for um dos citados a seguir, pode ser que a plataforma não seja a ideal para você agora.

  • Aplicativos corporativos;
  • Bancos de dados;
  • Computação de ponta;
  • Desenvolvimento de aplicativos;
  • HPC — Computação de desempenho;
  • Nuvem híbrida;
  • SDDCs — Data center definidos por software;
  • VDI — Desktop virtual.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

A evolução da tecnologia é constante e, portanto, nada mais natural do que buscar inovações para sua empresa. A infraestrutura hiperconvergente, se encontra nesse ponto, sendo uma nova tendência na computação. Ainda assim, a plataforma não é indicada para todos, como visto.

Por isso, o ideal é contar com um parceiro com conhecimento e que te auxilie a entender melhor sua real necessidade. Com mais de 20 anos de atuação no mercado de gestão de dados, a StorageOne é a parceria que você precisa.

Focada na segurança das informações, virtualização, nuvem, backup e proteção de dados, a empresa traz as soluções mais adequadas para suas demandas. Ou seja, desenvolve projeto de acordo com sua situação, pensando sempre em segurança, desempenho e compliance.

Ficou interessado? Entre em contato com um especialista da StorageOne para mais informações.

Como funciona e quais os benefícios de adotar o Armazenamento definido por software (SDS)?

Unificar arquiteturas flexíveis, escaláveis e econômicas parecia algo impossível de ser realizado no passado. Porém, com o crescimento exponencial das tecnologias, o armazenamento de dados também evoluiu.

Quando somamos a popularização de diversas ferramentas e técnicas com o aumento do volume de informações, fica claro que as empresas precisam se adaptar para obter e oferecer um serviço de excelência.

Nesse sentido, para que as aplicações funcionem de forma ágil e eficiente, desempenho e disponibilidade são pré-requisitos centrais. E o armazenamento definido por software pode ajudar neste, e em vários outros cenários.  

O que é armazenamento definido por software?

O SDS, ou Software Defined Storage, possui uma arquitetura que desata o software de armazenamento do hardware. Ele abre possibilidades como aumentar a capacidade de armazenamento sem incorporar outro hardware proprietário, o que gera maior flexibilidade e aproveitamento da capacidade de armazenamento.

O SDS também faz parte do contexto de convergência, onde processamento de dados, armazenamento e redes são agrupados e virtualizados em serviços controlados por meio de softwares. Dessa forma, cada componente terá uma interface de controle, sendo composta por uma camada entre software e hardware.

Na prática, com o controle sobre os recursos desatrelados do hardware e da entrega de serviços, configurações manuais não serão mais necessárias, o que cria a abstração. Ele pode ser instalado em quaisquer servidores, desde que estes tenham o padrão de arquitetura x86.

Essa camada do stack de tecnologia ainda substitui o uso de hardware proprietário já que oferece diversos serviços, como rede, conectividade e acesso ao armazenamento. Ao abstrair todos os controles de solicitações, o SDS permite escolher como e onde os dados são armazenados, pois ele não cria conclusões acerca da capacidade ou utilidade do hardware, permitindo ser ajustado conforme a necessidade da empresa.

Em outras palavras, não é mais necessário ter um hardware exclusivo de um modelo ou fabricante com software proprietário – o que costuma prender recursos financeiros.

Por que sua empresa deve considerar implantar o SDS?

O Armazenamento Definido por Software traz diversos benefícios, inclusive em diminuir a complexidade necessária para administrar os ambientes. Proteger o armazenamento e realizar a gestão deste, se torna menos dispendiosa quando apenas um método, e não seis, precisa ser aprendido.

Além disso, justamente pelo software ser separado do hardware, as empresas podem se beneficiar das mais novas tecnologias de hardware, tão logo elas estejam disponíveis. Desde que sejam compatíveis (e normalmente são), basta conectá-lo à infraestrutura para começar a utilizar, sem precisar aguardar fornecedores ou fabricantes.

Conheça um pouco mais dos benefícios que o SDS gera:

Menor custo

Ao funcionarem em hardwares comuns, esse tipo de solução tem um custo inicial menor quando comparado à sistemas tradicionais, como SAN e NAS. É possível diminuir ainda mais o custo ao utilizar recursos de automação que minimizam a necessidade de administradores.

Automação

Como falamos no tópico anterior, o sistema de armazenamento SDS permite automatizar um número de tarefas que antes teriam que ser realizadas de forma manual. Com o uso de automação, os SDSs se adaptam à novos cenários de dados e desempenho, sem depender de novos hardwares ou intervenções humanas.

Escalabilidade

Incluir arrays de armazenamento extra ao pool virtual atual, CPUs e memórias adicionais ou nós adicionais são todas opções válidas para expandir a capacidade de armazenamento e melhorar o desempenho. Conforme as necessidades da sua empresa mudam, a escalabilidade horizontal permite fazer ajustes de maneira independente, sendo teoricamente infinita.  

Virtualização

A arquitetura SDS possibilita a virtualização dos serviços de armazenamento, o separando do próprio dispositivo. Isso significa virtualizar os controles e não o agrupamento de diferentes dispositivos de armazenamento.

Como implantar um sistema de armazenamento definido por software?

O ecossistema de tecnologia continua atuando em níveis muito mais altos – e são prioridade para garantir a continuidade das operações da empresa. Por isso, esse é um dos melhores momentos para adotar o SDS e reduzir os custos com hardwares.

Para iniciar o processo, é importante definir quais os softwares e quais os hardwares serão utilizados. Os planejadores de TI devem se atentar às necessidades atuais e futuras da empresa, para que os casos de uso sejam os maiores possíveis, e utilizarem equipamentos de alta qualidade.

A solução escolhida deve resolver mais de um tipo de problema de armazenamento. Caso contrário, cenários como soluções de SDS diferentes para cada uso serão comuns, gerando redundância e não diminuindo os custos.

Atualmente, existem dois modos de implantar esse tipo de solução, e as necessidades da sua empresa serão os pontos decisores na comparação.

Um método é adquirir o software e instalá-lo no servidor próprio da empresa, podendo ser físico ou virtual. Esse costuma ser a opção preferida por empresas que possuem uma estratégia de armazenamento com o uso de diversos fornecedores, já que com a adoção do SDS podem se beneficiar das capacidades por completo.

Porém, para corporações que utilizam apenas um fornecedor, é possível adotar a solução de software fornecida com um servidor host.

Ainda vale ressaltar que, antes de finalizar o projeto, deve-se considerar o preço. Entenda em conjunto com o fornecedor como o serviço será cobrado – pela potência do sistema e seu número de núcleos, ou pela capacidade de armazenamento? Essa análise é de extrema importância para que o valor gasto com software não ultrapasse as economias geradas de custo com hardware.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Na hora de adotar o Armazenamento Definido por Software, ter um parceiro que entenda as necessidades da sua empresa pode fazer total diferença. Com tecnologias como Big Data e Internet das Coisas, a demanda por armazenamento segue crescendo. E ter um armazenamento eficiente e inteligente se torna uma necessidade.

Conte com a experiência e expertise da Storage One, que há 20 anos ajuda empresas de todos os portes e verticais a gerenciarem seus dados através de soluções integradas. Marque uma reunião com um especialista!

Armazenamento em nuvem: Pública, Privada, Híbrida ou Multicloud?

O armazenamento em cloud já é muito conhecido pelos seus benefícios. Mas com diferentes modos de contratação e formatos, dúvidas ainda pairam no ar.

O tipo de serviço que a sua empresa deverá contratar irá depender das necessidades específicas do seu negócio. Como nenhuma solução é igual à outra, é importante entender qual a mais adequada para cada caso.

Conheça mais sobre cada modelo de nuvem e entenda as funcionalidades e benefícios na lista abaixo!

Nuvem pública

As nuvens conhecidas pela maior parte dos usuários são as públicas. Nesse sentido, os provedores mais utilizados são o Microsoft Azure, Google Suite e Amazon Web Services – mas soluções “menores” como Dropbox também se encaixam nessa categoria.

Como o nome já diz, essas empresas disponibilizam seus serviços para uso público, seja por meio de contas gratuitas ou pagas, com capacidades de armazenamento limitadas.

Dessa forma, mesmo com a nuvem pertencendo a um provedor de serviços, o espaço é apenas “alugado”, podendo ser utilizado para diferentes recursos computacionais como armazenamento, servidores, entre outros.

Nuvem privada

Se a nuvem pública utiliza um servidor comum, sua versão privada é hospedada em servidores próprios. Seja por meio de desenvolvimento da sua empresa, ou utilizando um serviço terceirizado, cada cliente terá o seu próprio servidor e poderá dividir o uso de recursos entre diferentes áreas da empresa.

Ao permitir diversificar a utilização de recursos, a nuvem privada gera maior controle acerca da segurança. Dividir entre armazenamento, máquinas virtuais e sistemas é mais simples do que contratar um serviço único em uma nuvem pública.

Entretanto, deve-se ter em mente que os custos costumam ser maiores e que será necessária uma equipe para manutenção e suporte da nuvem privada.

Nuvem híbrida

Quando unimos o uso das soluções públicas e privadas, temos o que é chamado de nuvem híbrida. Ela acontece quando empresas utilizam os dois modos, para funcionalidades diferentes.

Um exemplo de uso, é armazenar documentos sigilosos na versão privada e outros que dependem de acessos recorrentes na nuvem pública. Outras demandas com grande volume, como e-mails baseado na web funcionam bem nesse modelo.

Multicloud

Não confunda Multicloud com o item anterior – ela não é uma escala da nuvem híbrida e são soluções diferentes. Nesse caso, o multi acontece pela utilização de mais de uma nuvem pública através provedores de serviços diferentes.

Seu uso principal é para garantir a alta disponibilidade de aplicações críticas, ao espalhar os recursos em vários provedores e fornecedores diferentes.

Qual é o melhor armazenamento em nuvem para sua empresa?

Agora que você já conhece os tipos, é necessário entender qual o melhor armazenamento para a sua empresa, antes de fazer a escolha dos fornecedores.

Como falamos anteriormente, qual cloud utilizar irá depender das necessidades e das tarefas da sua empresa. Diferentes cargas de trabalho, custos e preocupações com segurança são apenas alguns fatores que devem ser levados em consideração.

A nuvem pública funciona muito bem para cargas de trabalho que tenham grande volume e demandas. A nuvem privada ajuda em usos com padrões previsíveis e a híbrida abarca todas as opções. Já no caso do Multicloud, pode ser utilizada como forma de otimizar o uso da nuvem pública – com diferentes fornecedores.

Em relação à nuvem mais segura, o tema é complexo. Nuvem públicas, que oferecem multilocação são mais vulneráveis já que possuem mais pontos de acesso e a responsabilidade em relação à segurança é dividida entre provedores e locatários.

Enquanto isso, as nuvens privadas são tidas como mais protegidas já que as demandas são executadas com um firewall do usuário por trás. Porém, isso pode variar já que irá depender da capacidade de segurança do usuário e/ou da equipe responsável.

No caso da nuvem híbrida, tanto usuários quanto administradores podem mitigar os riscos ao migrar dados e cargas de trabalho entre ambientes. Baseando em níveis de conformidade, sigilo, auditoria e políticas internas e externas, pode-se utilizar as melhores funcionalidades em todos os ambientes.

Outro ponto importante é o custo. Qual das nuvens é a mais econômica? A resposta é simples: depende.

O melhor custo-benefício será aquele que atenderá as suas necessidades, com o menor custo possível. E ter um cálculo de ROI atualizado, com todas as opções, pode te ajudar antes de bater o martelo.

Nuvens públicas podem ser gratuitas para usuários únicos e cobrar pelo espaço utilizado no caso de empresas. O responsável pela configuração da nuvem privada também terá a tarefa de comprar e/ou alugar novos hardwares e recursos, realizando orçamentos.

Já o modelo híbrido pode incluir formas de contratação on-premisse, off-premise e Cloud as a Service – dependendo do provedor, é realizada a criação de um ambiente personalizado que seja adequado para custos e requisitos.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Realizar a migração dos dados e cargas de trabalho da sua empresa é uma tarefa complexa, que conta com diversos pormenores. Por isso, ter uma consultoria de TI como parceira pode fazer toda a diferença nesse tipo de projeto.

A StorageOne está há mais de 20 anos ajudando corporações de todos os tamanhos e indústrias a se modernizarem, priorizando desempenho, segurança e compliance. Marque agora uma reunião com um de nossos especialistas e utilize o melhor da tecnologia para alavancar a sua empresa.

Data center virtual: quais as vantagens e desvantagens em relação ao data center físico?

data center virtual

O data center virtual, também conhecido pela sigla VDC, é um pool de servidores que tem o propósito de estar à disposição dos usuários sempre que for necessário. Na prática, em vez de manter uma infraestrutura toda destinada a eles, a empresa utiliza uma tecnologia que simula o funcionamento de vários servidores físicos em um ambiente digital.

Dessa forma, os usuários conseguem controlar todos os recursos de software, rede e armazenamento de forma mais dinâmica. O acesso ao data center virtual pode ser realizado por meio da internet ou por uma rede privada virtual (VPN).

Neste artigo vamos trazer um panorama sobre o data center virtual. Além de entender as diferenças entre ele e o data center físico, você vai descobrir como escolher a opção ideal para a sua empresa. Acompanhe!

Data center virtual e data center físico: entenda as principais diferenças

A mudança do servidor físico para o virtual tem sido considerada uma alternativa interessante dentro de muitas organizações. Com a mudança do trabalho para o regime remoto, as empresas identificaram uma oportunidade de adaptar seus processos e um deles trata justamente dessa alteração.

Mas como escolher? Quais são as vantagens e desvantagens de cada um deles? A seguir falamos um pouco mais sobre essas diferenças trazendo características que vão ajudar na escolha.

Vantagens do data center físico

De forma geral, os servidores físicos normalmente pertencem e são gerenciados por uma equipe de TI da própria empresa. Dessa forma, ela tem acesso total aos recursos de servidor, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Essa pode ser uma característica vantajosa para as operações de alta demanda.

Em caso de data center físico, a empresa tem a possibilidade de instalá-lo em um local estratégico, de acordo com as necessidades.

Além disso, o departamento de TI pode configurar e personalizar o servidor de acordo com as demandas e características do negócio.

Quando se fala em servidor físico, outras características também devem ser levadas em consideração:

  • custo de compra e manutenção pode ser considerado elevado dependendo do perfil da empresa;
  • a equipe de TI é responsável pela instalação, configuração e manutenção;
  • em alguns casos pode ser necessário contratar um profissional especializado para auxiliar em reparos e manutenções mais complexas; e,
  • o data center físico requer espaço físico.

Vantagens do data center virtual

Os datas centers virtuais trazem inúmeras vantagens para as empresas a começar pelos custos. Os gastos com implementação são mais baixos já que não há necessidade de aquisição de hardware específico.

Outra vantagem é que o potencial para custos de vida útil em manutenção e configuração também são reduzidos se comparado ao físico. Além disso, a empresa não precisa se preocupar em ter talentos de TI atuando internamente no negócio.

Os benefícios de IaaS e datacenters virtuais para empresas englobam ainda aspectos relacionados à agilidade e escalabilidade das operações. Com uma infraestrutura como serviço não há necessidade de investir tempo e recursos financeiros na construção de um datacenter físico. Todos os recursos necessários estão disponíveis no provedor, trazendo mais facilidade para a rotina do negócio.

Somado a isso, a empresa tem mais liberdade para se concentrar nas suas atividades, já que não precisa dedicar tempo e orçamento para a construção e manutenção de um servidor local.

Como escolher o ideal para o seu negócio?

A escolha do datacenter ideal vai depender das particularidades de cada negócio. Muito embora a virtualização seja uma tendência em crescimento no mercado, em alguns casos, o data center físico ainda é considerado a alternativa mais adequada.

Por isso, antes de escolher, é necessário avaliar alguns fatores importantes da sua empresa:

  • orçamento disponível;
  • desempenho do datacenter adequado às necessidades da empresa;
  • capacidade da empresa de tolerar períodos de indisponibilidade de dados e perda de ativos;
  • mitigação de riscos;
  • segurança das informações;
  • espaço disponível;
  • conhecimento da sua equipe de TI;
  • recursos humanos disponíveis;
  • tipos de dados que são manipulados; e,
  • necessidade de adaptação à conformidade.

A análise desses fatores deve ser feita conjuntamente com o suporte de uma empresa especializada. Uma consultoria de TI terá condições de avaliar a realidade da empresa e suas necessidades, sinalizando quais são as escolhas mais adequadas para atingir eficiência e segurança nas operações diárias.

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A StorageOne é uma consultoria de TI que está presente no mercado de tecnologia há mais de 20 anos. Oferecendo soluções customizadas, por meio da sua expertise, já contribuiu com grandes projetos de TI em vários segmentos, entre eles o mercado de educação, finanças, indústrias, governo e varejo.

A equipe StorageOne trabalha para entender as necessidades individuais de cada empresa, buscando uma solução adequada às suas demandas. A consultoria é desenvolvida por meio da análise de aspectos envolvendo funcionalidade, segurança, desempenho e compliance de cada cliente.

Somos experts em gerenciamento de dados e infraestrutura de TI. Você está em dúvida entre o data center físico e o data center virtual? Acesse o nosso site e descubra como podemos ajudar a sua empresa.

Virtualização e nuvem: quais as diferenças e a melhor opção para sua empresa?

virtualização e nuvem

Algumas pessoas acreditam que virtualização e nuvem são sinônimos. Muito embora sejam duas tecnologias semelhantes, elas não podem ser confundidas. Inclusive, se pensarmos sob a ótica da operacionalização e tomada de decisões da empresa, a diferença entre elas é significativa.

De forma objetiva, podemos dizer que a virtualização diz respeito a uma tecnologia que transforma o hardware físico em recursos virtuais, enquanto a nuvem é um local onde se insere dados e recursos virtualizados sob demanda por meio do uso da internet.

Neste artigo, você terá acesso a um guia completo que trará os principais conceitos, diferenças e dicas para que você escolha a melhor opção para o seu negócio. Acompanhe!

O que é virtualização?

Virtualização é o termo usado para se referir ao processo que utiliza um software para criar versões de aplicativos, datacenters, servidores e demais hardwares.  É uma tecnologia essencial para o funcionamento da computação em nuvem.

Por meio da virtualização, um único servidor físico pode se tornar várias máquinas virtuais. Dessa forma, cada máquina pode ser utilizada de forma independente enquanto compartilha os recursos de um único host. Isso é possível porque os recursos são carregados em hipervisores.

Os hipervisores — camada de abstração — são usados ​​para separar recursos físicos de ambientes virtuais. Por isso, depois que eles são agrupados, podem ser divididos em vários ambientes virtuais, de acordo com a necessidade.

Uma das principais características que fazem com que a virtualização seja uma alternativa interessante para as empresas, é a capacidade de consolidação dos servidores. Isso significa que, em vez de ter vários ambientes, a virtualização torna possível ter um único com diferentes recursos e funcionalidades.

Isso acaba trazendo praticidade e reduzindo custos para a empresa já que, em muitos casos alguns recursos são subutilizados, fazendo com que a empresa gaste muito com manutenção de um servidor com baixa demanda de uso.

O que é cloud computing?

A computação em nuvem é uma tecnologia que vem crescendo de forma significativa nos últimos anos. Por meio dela é possível permitir o acesso às informações de forma onipresente e compartilhada.

Assim, dentro da empresa que usa esse tipo de tecnologia, os colaboradores podem acessar os dados e informações de qualquer lugar do mundo, desde que estejam conectados à uma rede de internet.

Para ser considerada uma tecnologia de nuvem o National Institute of Standards (NIST) determina que o sistema deve ter cinco características: autoatendimento sob demanda, amplo acesso à rede, agrupamento de recursos, elasticidade rápida e serviço medido.

Virtualização e cloud computing: principais diferenças

Mas, afinal, o que diferencia a virtualização do cloud computing? Muito embora os dois termos estejam ligados entre si e funcionem juntos, eles estão bem longe de serem considerados sinônimos.

A virtualização é uma tecnologia que transforma o hardware físico em recursos virtuais, enquanto a nuvem é um ambiente que entrega recursos virtuais sob demanda por meio do uso da internet.

Dessa forma, a tecnologia de virtualização influi diretamente o comportamento da infraestrutura física. Com ela é possível executar aplicativos e sistemas operacionais em um único sistema.

A computação em nuvem usa tecnologia de virtualização para fornecer serviços que permitam aos usuários acessar esses servidores virtualizados e aplicativos, sem a necessidade de adquirir equipamentos próprios e específicos.

Qual o melhor modelo de armazenamento para sua empresa?

Não é possível afirmar que existe um modelo melhor que o outro, as alternativas devem ser avaliadas de acordo com a necessidade de cada empresa. Enquanto em algumas organizações a nuvem pode ser a mais adequada, em outras, a virtualização acaba sendo a melhor escolha.

Assim, decidir qual será implementado em seu negócio depende da análise de diversos fatores. Para empresas menores, por exemplo, a computação em nuvem pode ser uma alternativa mais simples e econômica, já que os recursos são acessados por meio da internet, não havendo necessidade de adicioná-los a uma rede.

O custo da implementação da nuvem é inferior. Além disso, a nuvem tem como benefícios a facilidade de instalação de aplicativos, acesso a softwares e possibilidade de experimentar sistemas antes de comprá-los. 

No caso da virtualização, o custo de implementação acaba sendo mais alto, porém, pode ser uma escolha inteligente pois traz economia de outras formas, como por exemplo, redução de gastos com servidores e custos operacionais. A seguir, elaboramos um quadro comparativo com as principais características das duas soluções:

 NUVEMVIRTUALIZAÇÃO
ESCALABILIDADEA nuvem pode ser estendida o quanto o usuário quiser.As configurações das máquinas limitam a escalabilidade.
CONFIGURAÇÃO RÁPIDAConfigurar a nuvem é uma tarefa complexa.  A configuração é muito mais simples
FLEXIBILIDADEMuito flexível para o acesso do usuário. O usuário pode acessar sua nuvem de qualquer local desde que tenha permissão e acesso à internet.  É necessário uma autenticação antes de acessar as máquinas virtuais.  
TIPO DE SERVIÇO IaaSSaaS  
HARDWARE DEDICADOHardware múltiplo.Hardware dedicado que requer várias máquinas virtuais.
INTEGRAÇÃO    Integração em nuvem que permite expansão de usuários, aplicativos, entre outros.A integração da virtualização permite a expansão de novas máquinas dentro da mesma infraestrutura.
DEPENDÊNCIA  Vários usuários podem acessar a rede usando o mesmo link.Vários sistemas operacionais podem ser instalados em um único servidor / computador.
ACESSIBILIDADE  Pode ser acessado de todo o mundo (nuvem baseada na Internet)São necessárias permissões adequadas para acesso de fora da rede.
RECUPERAÇÃO DE DESASTRES   Não depende da máquina  Falha de uma única máquina pode trazer maiores problemas.
TIPOS  Nuvem privada e nuvem pública.Virtualização de hardware e virtualização de aplicativos.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Presente no mercado de tecnologia há mais de 20 anos, a StorageOne é uma consultoria de TI que oferece soluções customizadas aos seus clientes. Com sua expertise já contribuiu com grandes projetos de TI em vários segmentos, como mercado de finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

A equipe StorageOne trabalha para entender a realidade e as necessidades individuais de cada cliente, buscando uma solução adequada às suas demandas. A definição é feita a partir da análise de aspectos envolvendo funcionalidade, segurança, desempenho e compliance de cada negócio.

O objetivo é desenhar, construir e gerenciar tecnologias que garantam a continuidade, eficiência, produtividade e agilidade aos seus processos internos.

Somos experts em gerenciamento de dados e infraestrutura de TI, se você tem dúvidas entre virtualização e nuvem no âmbito da sua empresa, aproveite para entrar em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo.

VDI: 7 vantagens da virtualização de desktops nas empresas

Desde seu surgimento, a infraestrutura de desktops virtuais tem alterado a forma como as empresas conectam seus colaboradores. Através dessa mudança de gerenciamento, os sistemas, operações e aplicativos são hospedados em uma máquina virtual (VM), executada em um servidor ou data center.

Em outras palavras, o VDI, ou Virtual Desktop Infrastruture, move o gerenciamento local para um ambiente virtualizado. Por isso, quando realizado de forma correta, ele ajuda empresas a corrigirem os problemas de TI, melhorando sua segurança e o gerenciamento de recursos.

Listamos abaixo os 7 principais benefícios de virtualizar os desktops. Continue lendo e descubra também como implementar essa solução:

1. Gerenciamento simplificado

Realizar a gestão, manutenção e implantação de endpoints se torna menos trabalhoso com o VDI. Ao resolver falhas de forma remota, os especialistas de TI não precisam mais tratar individualmente cada terminal ou estação de trabalho. Com um software central, é possível controlar atualizações e implantar aplicativos em grupo.

Configurar novos usuários ao implantar a imagem básica da máquina economiza um tempo valioso, diminuindo a carga de trabalho da equipe de gestão, e a liberando para demandas mais estratégicas.  

2. Flexibilidade (+ Produtividade)

Sem depender de quaisquer intervenções do usuário, todas as atualizações de rotina e segurança podem ser realizadas de forma ágil. Isso aumenta também a produtividade dos colaboradores, que não precisarão aguardar o suporte de TI para resolver problemas – isso será realizado de forma remota, sem impactar o experiente.

Nesse contexto, ativar novas VMs para desenvolvimento, testes e aumentos de demandas sazonais também é possível.

3. Experiência do Usuário

Apesar da resistência inicial de alguns usuários, a fácil experiência se torna um benefício automático. Com a virtualização de front-end, cada usuário pode ver a sua área de trabalho, incluindo preferências de configuração, independente de onde esteja ou do tipo de dispositivo utilizado.

4. Redução de Custos (tempo, energia, recursos e finanças)

Quando somamos a redução de todos os custos, é notável que o VDI ajuda nas finanças das companhias que o adotam. Utilizar menos recursos, inclusive na força de trabalho, significa diminuir despesas.

Como não é necessário se preocupar com custos de eletricidade, resfriamento e manutenção de hardware, fica ainda mais claro como a economia acontece, principalmente no médio e longo prazo. Além disso, as estações de VDI são mais acessíveis, o que inclui as licenças de usuários – antes individuais.

5. Segurança (+ backup)

Com a centralização de dados, as chances de compartilhamento de vírus entre toda a rede são minimizadas, protegendo as informações de toda a empresa.

Os profissionais responsáveis pela TI podem aplicar atualizações e políticas de segurança de uma única vez, para todas as máquinas. Em conjunto, os backups quando feitos de forma regular e por toda a rede diminuem as chances de que algum arquivo importante se perca no processo

6. Acessibilidade

O BYOD (traga seu próprio dispositivo), já é realidade, principalmente em cenários de força de trabalho remota e/ou home office. Com o VDI, a acessibilidade se torna um benefício chave, possibilitando que usuários acessem e trabalhem a partir de qualquer dispositivo, desde que tenham acesso à internet.

7. Imagens, gráficos e acessos

Os recursos gráficos evoluíram em conjunto com a virtualização de infraestrutura, e com plataformas e protocolos, é possível atender as necessidades de recursos de imagem e vídeo dos usuários. Terminais adequados também estão disponíveis e em constante aprimoramento.

Através do gerenciamento, é possível definir e fornecer desktops, com diferentes níveis de acesso. Assim, os usuários ganham em flexibilidade e produtividade por conseguirem acessar suas máquinas de forma virtual.

Grandes arquivos, como documentos CAD e arquivos de vídeo podem ser liberados para toda a rede, desde que o acesso seja concedido, facilitando o dia a dia dos colaboradores.

Como implantar a virtualização de desktops na sua empresa?

Como vimos anteriormente, os benefícios do VDI são diversos. Mas para colocar um novo software em ação, especialmente quando falamos de infraestrutura e modo de trabalho, é necessário ter um processo bem estabelecido.

Realizar um planejamento de infraestrutura é o primeiro passo, junto com o entendimento completo das necessidades e cenário da sua empresa. Dessa forma, você pode visualizar quais são os ativos necessários para realizar esse tipo de migração, quais a sua empresa já possui e o que esperar da implantação do VDI.

Esse plano, que deverá ser confeccionado de maneira personalizada, te ajudará a escolher a contratação ideal dentre as diversas soluções existentes no mercado. Para uma implantação simplificada, o comum é que o processo passe por algumas etapas, desde o pré-projeto, instalação, até a mensuração de resultados da nova infraestrutura.

Algumas etapas fundamentais vão desde desenvolver um caso de negócios, seleção do tipo de VDI, determinação do método de implantação, até estabelecimento de ambientes de usuário. Mas esses não são os únicos passos.

É possível ir mais adiante no projeto ao elencar um plano de infraestrutura, opções de solução de mapa, criação do plano de comunicação, início dos testes até o momento de instalar o VDI e avaliar os resultados.

Os benefícios de contratar uma consultoria especializada

O processo de implantação de VDI não é uma tarefa simples, e qualquer detalhe que passe despercebido pode ser fatal no sucesso do projeto. Para evitar desastres, perda de tempo e de recursos humanos e financeiros, contar com uma consultoria especializada faz toda a diferença.

A StorageOne ajuda empresas de todos os tamanhos e indústrias a otimizarem seus ambientes de TI, através de soluções personalizadas para cada necessidade. Fale com um de nossos especialistas e saiba mais sobre como o VDI pode transformar a sua companhia.

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Hoje, é fundamental garantir a continuidade operacional das aplicações e de sua infraestrutura, através do uso de ferramentas avançadas de monitoração proativa, detecção e eliminação de vulnerabilidades, avaliação de risco, implantação de políticas de segurança etc.