Virtualização e nuvem: quais as diferenças e a melhor opção para sua empresa?

Algumas pessoas acreditam que virtualização e nuvem são sinônimos. Muito embora sejam duas tecnologias semelhantes, elas não podem ser confundidas. Inclusive, se pensarmos sob a ótica da operacionalização e tomada de decisões da empresa, a diferença entre elas é significativa.

De forma objetiva, podemos dizer que a virtualização diz respeito a uma tecnologia que transforma o hardware físico em recursos virtuais, enquanto a nuvem é um local onde se insere dados e recursos virtualizados sob demanda por meio do uso da internet.

Neste artigo, você terá acesso a um guia completo que trará os principais conceitos, diferenças e dicas para que você escolha a melhor opção para o seu negócio. Acompanhe!

O que é virtualização?

Virtualização é o termo usado para se referir ao processo que utiliza um software para criar versões de aplicativos, datacenters, servidores e demais hardwares.  É uma tecnologia essencial para o funcionamento da computação em nuvem.

Por meio da virtualização, um único servidor físico pode se tornar várias máquinas virtuais. Dessa forma, cada máquina pode ser utilizada de forma independente enquanto compartilha os recursos de um único host. Isso é possível porque os recursos são carregados em hipervisores.

Os hipervisores — camada de abstração — são usados ​​para separar recursos físicos de ambientes virtuais. Por isso, depois que eles são agrupados, podem ser divididos em vários ambientes virtuais, de acordo com a necessidade.

Uma das principais características que fazem com que a virtualização seja uma alternativa interessante para as empresas, é a capacidade de consolidação dos servidores. Isso significa que, em vez de ter vários ambientes, a virtualização torna possível ter um único com diferentes recursos e funcionalidades.

Isso acaba trazendo praticidade e reduzindo custos para a empresa já que, em muitos casos alguns recursos são subutilizados, fazendo com que a empresa gaste muito com manutenção de um servidor com baixa demanda de uso.

O que é cloud computing?

A computação em nuvem é uma tecnologia que vem crescendo de forma significativa nos últimos anos. Por meio dela é possível permitir o acesso às informações de forma onipresente e compartilhada.

Assim, dentro da empresa que usa esse tipo de tecnologia, os colaboradores podem acessar os dados e informações de qualquer lugar do mundo, desde que estejam conectados à uma rede de internet.

Para ser considerada uma tecnologia de nuvem o National Institute of Standards (NIST) determina que o sistema deve ter cinco características: autoatendimento sob demanda, amplo acesso à rede, agrupamento de recursos, elasticidade rápida e serviço medido.

Virtualização e cloud computing: principais diferenças

Mas, afinal, o que diferencia a virtualização do cloud computing? Muito embora os dois termos estejam ligados entre si e funcionem juntos, eles estão bem longe de serem considerados sinônimos.

A virtualização é uma tecnologia que transforma o hardware físico em recursos virtuais, enquanto a nuvem é um ambiente que entrega recursos virtuais sob demanda por meio do uso da internet.

Dessa forma, a tecnologia de virtualização influi diretamente o comportamento da infraestrutura física. Com ela é possível executar aplicativos e sistemas operacionais em um único sistema.

A computação em nuvem usa tecnologia de virtualização para fornecer serviços que permitam aos usuários acessar esses servidores virtualizados e aplicativos, sem a necessidade de adquirir equipamentos próprios e específicos.

Qual o melhor modelo de armazenamento para sua empresa?

Não é possível afirmar que existe um modelo melhor que o outro, as alternativas devem ser avaliadas de acordo com a necessidade de cada empresa. Enquanto em algumas organizações a nuvem pode ser a mais adequada, em outras, a virtualização acaba sendo a melhor escolha.

Assim, decidir qual será implementado em seu negócio depende da análise de diversos fatores. Para empresas menores, por exemplo, a computação em nuvem pode ser uma alternativa mais simples e econômica, já que os recursos são acessados por meio da internet, não havendo necessidade de adicioná-los a uma rede.

O custo da implementação da nuvem é inferior. Além disso, a nuvem tem como benefícios a facilidade de instalação de aplicativos, acesso a softwares e possibilidade de experimentar sistemas antes de comprá-los. 

No caso da virtualização, o custo de implementação acaba sendo mais alto, porém, pode ser uma escolha inteligente pois traz economia de outras formas, como por exemplo, redução de gastos com servidores e custos operacionais. A seguir, elaboramos um quadro comparativo com as principais características das duas soluções:

 NUVEMVIRTUALIZAÇÃO
ESCALABILIDADEA nuvem pode ser estendida o quanto o usuário quiser.As configurações das máquinas limitam a escalabilidade.
CONFIGURAÇÃO RÁPIDAConfigurar a nuvem é uma tarefa complexa.  A configuração é muito mais simples
FLEXIBILIDADEMuito flexível para o acesso do usuário. O usuário pode acessar sua nuvem de qualquer local desde que tenha permissão e acesso à internet.  É necessário uma autenticação antes de acessar as máquinas virtuais.  
TIPO DE SERVIÇO IaaSSaaS  
HARDWARE DEDICADOHardware múltiplo.Hardware dedicado que requer várias máquinas virtuais.
INTEGRAÇÃO    Integração em nuvem que permite expansão de usuários, aplicativos, entre outros.A integração da virtualização permite a expansão de novas máquinas dentro da mesma infraestrutura.
DEPENDÊNCIA  Vários usuários podem acessar a rede usando o mesmo link.Vários sistemas operacionais podem ser instalados em um único servidor / computador.
ACESSIBILIDADE  Pode ser acessado de todo o mundo (nuvem baseada na Internet)São necessárias permissões adequadas para acesso de fora da rede.
RECUPERAÇÃO DE DESASTRES   Não depende da máquina  Falha de uma única máquina pode trazer maiores problemas.
TIPOS  Nuvem privada e nuvem pública.Virtualização de hardware e virtualização de aplicativos.

Modernize sua infraestrutura com a StorageOne

Presente no mercado de tecnologia há mais de 20 anos, a StorageOne é uma consultoria de TI que oferece soluções customizadas aos seus clientes. Com sua expertise já contribuiu com grandes projetos de TI em vários segmentos, como mercado de finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

A equipe StorageOne trabalha para entender a realidade e as necessidades individuais de cada cliente, buscando uma solução adequada às suas demandas. A definição é feita a partir da análise de aspectos envolvendo funcionalidade, segurança, desempenho e compliance de cada negócio.

O objetivo é desenhar, construir e gerenciar tecnologias que garantam a continuidade, eficiência, produtividade e agilidade aos seus processos internos.

Somos experts em gerenciamento de dados e infraestrutura de TI, se você tem dúvidas entre virtualização e nuvem no âmbito da sua empresa, aproveite para entrar em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo.

VDI: 7 vantagens da virtualização de desktops nas empresas

Desde seu surgimento, a infraestrutura de desktops virtuais tem alterado a forma como as empresas conectam seus colaboradores. Através dessa mudança de gerenciamento, os sistemas, operações e aplicativos são hospedados em uma máquina virtual (VM), executada em um servidor ou data center.

Em outras palavras, o VDI, ou Virtual Desktop Infrastruture, move o gerenciamento local para um ambiente virtualizado. Por isso, quando realizado de forma correta, ele ajuda empresas a corrigirem os problemas de TI, melhorando sua segurança e o gerenciamento de recursos.

Listamos abaixo os 7 principais benefícios de virtualizar os desktops. Continue lendo e descubra também como implementar essa solução:

1. Gerenciamento simplificado

Realizar a gestão, manutenção e implantação de endpoints se torna menos trabalhoso com o VDI. Ao resolver falhas de forma remota, os especialistas de TI não precisam mais tratar individualmente cada terminal ou estação de trabalho. Com um software central, é possível controlar atualizações e implantar aplicativos em grupo.

Configurar novos usuários ao implantar a imagem básica da máquina economiza um tempo valioso, diminuindo a carga de trabalho da equipe de gestão, e a liberando para demandas mais estratégicas.  

2. Flexibilidade (+ Produtividade)

Sem depender de quaisquer intervenções do usuário, todas as atualizações de rotina e segurança podem ser realizadas de forma ágil. Isso aumenta também a produtividade dos colaboradores, que não precisarão aguardar o suporte de TI para resolver problemas – isso será realizado de forma remota, sem impactar o experiente.

Nesse contexto, ativar novas VMs para desenvolvimento, testes e aumentos de demandas sazonais também é possível.

3. Experiência do Usuário

Apesar da resistência inicial de alguns usuários, a fácil experiência se torna um benefício automático. Com a virtualização de front-end, cada usuário pode ver a sua área de trabalho, incluindo preferências de configuração, independente de onde esteja ou do tipo de dispositivo utilizado.

4. Redução de Custos (tempo, energia, recursos e finanças)

Quando somamos a redução de todos os custos, é notável que o VDI ajuda nas finanças das companhias que o adotam. Utilizar menos recursos, inclusive na força de trabalho, significa diminuir despesas.

Como não é necessário se preocupar com custos de eletricidade, resfriamento e manutenção de hardware, fica ainda mais claro como a economia acontece, principalmente no médio e longo prazo. Além disso, as estações de VDI são mais acessíveis, o que inclui as licenças de usuários – antes individuais.

5. Segurança (+ backup)

Com a centralização de dados, as chances de compartilhamento de vírus entre toda a rede são minimizadas, protegendo as informações de toda a empresa.

Os profissionais responsáveis pela TI podem aplicar atualizações e políticas de segurança de uma única vez, para todas as máquinas. Em conjunto, os backups quando feitos de forma regular e por toda a rede diminuem as chances de que algum arquivo importante se perca no processo

6. Acessibilidade

O BYOD (traga seu próprio dispositivo), já é realidade, principalmente em cenários de força de trabalho remota e/ou home office. Com o VDI, a acessibilidade se torna um benefício chave, possibilitando que usuários acessem e trabalhem a partir de qualquer dispositivo, desde que tenham acesso à internet.

7. Imagens, gráficos e acessos

Os recursos gráficos evoluíram em conjunto com a virtualização de infraestrutura, e com plataformas e protocolos, é possível atender as necessidades de recursos de imagem e vídeo dos usuários. Terminais adequados também estão disponíveis e em constante aprimoramento.

Através do gerenciamento, é possível definir e fornecer desktops, com diferentes níveis de acesso. Assim, os usuários ganham em flexibilidade e produtividade por conseguirem acessar suas máquinas de forma virtual.

Grandes arquivos, como documentos CAD e arquivos de vídeo podem ser liberados para toda a rede, desde que o acesso seja concedido, facilitando o dia a dia dos colaboradores.

Como implantar a virtualização de desktops na sua empresa?

Como vimos anteriormente, os benefícios do VDI são diversos. Mas para colocar um novo software em ação, especialmente quando falamos de infraestrutura e modo de trabalho, é necessário ter um processo bem estabelecido.

Realizar um planejamento de infraestrutura é o primeiro passo, junto com o entendimento completo das necessidades e cenário da sua empresa. Dessa forma, você pode visualizar quais são os ativos necessários para realizar esse tipo de migração, quais a sua empresa já possui e o que esperar da implantação do VDI.

Esse plano, que deverá ser confeccionado de maneira personalizada, te ajudará a escolher a contratação ideal dentre as diversas soluções existentes no mercado. Para uma implantação simplificada, o comum é que o processo passe por algumas etapas, desde o pré-projeto, instalação, até a mensuração de resultados da nova infraestrutura.

Algumas etapas fundamentais vão desde desenvolver um caso de negócios, seleção do tipo de VDI, determinação do método de implantação, até estabelecimento de ambientes de usuário. Mas esses não são os únicos passos.

É possível ir mais adiante no projeto ao elencar um plano de infraestrutura, opções de solução de mapa, criação do plano de comunicação, início dos testes até o momento de instalar o VDI e avaliar os resultados.

Os benefícios de contratar uma consultoria especializada

O processo de implantação de VDI não é uma tarefa simples, e qualquer detalhe que passe despercebido pode ser fatal no sucesso do projeto. Para evitar desastres, perda de tempo e de recursos humanos e financeiros, contar com uma consultoria especializada faz toda a diferença.

A StorageOne ajuda empresas de todos os tamanhos e indústrias a otimizarem seus ambientes de TI, através de soluções personalizadas para cada necessidade. Fale com um de nossos especialistas e saiba mais sobre como o VDI pode transformar a sua companhia.

[E-BOOK] O impacto dos serviços gerenciados de TI em seu negócio

O que você sabe sobre serviços gerenciados de TI?

Hoje, é fundamental garantir a continuidade operacional das aplicações e de sua infraestrutura, através do uso de ferramentas avançadas de monitoração proativa, detecção e eliminação de vulnerabilidades, avaliação de risco, implantação de políticas de segurança etc.

15 elementos chaves para uma estratégia de proteção de dados empresariais bem-sucedida

As práticas e técnicas a serem consideradas ao desenvolver uma estratégia de proteção de dados basicamente são o gerenciamento do seu ciclo de vida, que é a movimentação automatizada de informações críticas para armazenamento online e offline, gerenciamento de risco, prevenção contra perda, gestão e recuperação, entre outros, com foco em

minimizar as perdas de negócios devido à falta de integridade e disponibilidade de informações verificáveis.

Ao construir uma estratégia de armazenamento completo de dados, parte do processo é identificar o resultado desejado da estratégia e, em seguida, identificar as ações necessárias para atingir a meta.

Considerando a importância das informações para uma organização, uma estratégia de proteção bem elaborada é uma parte essencial de um programa de gerenciamento de dados.

É fundamental identificar os elementos necessários de uma estratégia de proteção e as atividades da empresa que devem ocorrer, incluindo armazenamento primário e gestão de dados, infraestrutura para sua retenção apropriada, controles de acesso associados e medidas de segurança para proteger os dados de acessos não autorizados a ataques.

Atividades que formam uma estratégia de proteção de dados.

Vamos examinar, de forma resumida, os principais componentes de uma estratégia de proteção de dados. Em primeiro lugar, certifique-se de que a alta administração aprove a criação de uma estratégia de segurança aplicada a dados.

Em segundo lugar, certifique-se de que a estratégia está alinhada com os processos de negócios executados pela empresa. Observe que as atividades a seguir não estão em ordem de importância ou preferência.

1. Gerenciamento do ciclo de vida dos dados

Estabelecer um ciclo de vida das informações utilizadas pela empresa em seu processo de negócio prepara uma estrutura para os dados, desde a criação até o armazenamento, o arquivamento e a eliminação. Geralmente é considerado um componente fundamental de uma estratégia de proteção de dados.

2. Gestão de riscos

Identificar e avaliar os riscos e ameaças aos dados é essencial ao formular a maioria dos aspectos de uma estratégia de proteção de dados, pois o planejamento visa minimizar a probabilidade de ocorrência de incidentes e mitigar a gravidade dos eventos que afetam negativamente o conjunto de informações.

3. Prevenção contra perda de dados

Essas atividades garantem que todos os dados criados sejam protegidos contra possíveis perdas ou danos por meio de atividades como armazenamento e proteção da integridade dos dados com tecnologias de criptografia.

4. Backup e recuperação

Uma vez que os dados foram criados, a menos que não sejam mais necessários, deve ser feito o armazenamento em um local seguro e protegido para uso futuro. Quando as informações são necessárias, um processo de recuperação os libera de seu arquivamento seguro e verifica se estão prontos para uso. Essas atividades também são componentes-chave de iniciativas de continuidade de negócios e recuperação de desastres (BCDR).

5. Controles de acesso

Entre os componentes mais importantes de uma estratégia de proteção de dados está o processo de acesso e uso seguro das informações. Os controles de acesso são normalmente examinados por auditores como parte de uma auditoria de TI.

6. Gestão de armazenamento de dados

Essa atividade abrange todos os processos associados à movimentação segura de dados de produção para um repositório de armazenamento seguro – por exemplo, no local ou fora do local em um ambiente de nuvem – para uso posterior. Em situações em que as informações podem ser necessárias em uma data e hora posteriores, o gerenciamento de armazenamento move os dados para um recurso de arquivamento.

7. Prevenção de violação de dados

Essas atividades evitam o acesso não autorizado as informações por um ataque de segurança cibernética ou outro evento malicioso, usando medidas de segurança de rede para impedir o acesso externo e sistemas de proteção para bloquear os dados internos.

8. Confidencialidade, integridade e disponibilidade

Esses são os atributos básicos da proteção de dados e, especificamente, da segurança da informação. Os componentes de uma estratégia de proteção de dados alcançam cada um desses atributos.

9. Proteção contra ransomware

Essas atividades evitam situações em que o acesso aos dados e sistemas é comprometido por um ator da ciberameaça, com acesso concedido apenas por algum tipo de resgate, por exemplo, pagamento financeiro. Isso se tornou um componente-chave das atividades de proteção da segurança cibernética.

10. Políticas e procedimentos

As políticas estabelecem “o quê” associado às atividades de proteção e os procedimentos definem as atividades “como”. Ambos são essenciais em um programa de gerenciamento e normalmente são examinados como parte do processo de auditoria.

11. Padrões e conformidade regulamentar

As boas práticas pressupõem o conhecimento e o uso dos vários padrões e regulamentos em vigor que regem como os dados devem ser protegidos. Um dos mais amplamente reconhecidos é a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

12. Teste e exercícios

O teste regular e o exercício das atividades do programa de gerenciamento, por exemplo, armazenamento e recuperação de informações, gerenciamento de acesso e atividades de prevenção de segurança cibernética, garantem que esses programas importantes funcionem corretamente e que os funcionários responsáveis ​​por eles conheçam suas funções e responsabilidades. Essas atividades também são componentes das iniciativas de BCDR.

13. Treinamento e conscientização

Essas atividades garantem que as pessoas responsáveis pelos processos de proteção de dados conheçam suas funções. Eles também garantem que todos os funcionários saibam como suas informações são gerenciadas e protegidas e saibam suas responsabilidades para garantir que seus dados estejam seguros.

14. Auditoria e avaliação

Para garantir que as estratégias de proteção estejam sendo seguidas e todos os programas de gerenciamento associados estejam funcionando corretamente, eles devem ser examinados, avaliados e auditados periodicamente. Isso é especialmente verdadeiro para garantir a conformidade com os padrões e regulamentos relevantes.

15. Monitoramento e revisão

Um programa de gerenciamento de dados bem organizado fornece monitoramento contínuo de todos os aspectos da criação, transmissão, armazenamento, arquivamento e destruição de informações. Essas atividades fornecem evidências essenciais para os auditores que examinam a proteção de dados e os controles de gerenciamento.

Uma vez que a estratégia tenha sido estabelecida, seu desenvolvimento e implementação ocorrerão com base nas necessidades de negócios da empresa, financiamento disponível, equipe e compromisso da alta administração com uma infraestrutura segura.

Gestão da segurança cibernética com Commvault Complete Backup and Recovery

Os ambientes tradicionais de gestão e recuperação geralmente consistem em vários produtos autônomos. Esses produtos podem oferecer instantâneos, backup, deduplicação, arquivamento, relatórios e outros recursos. Mas eles são apenas produtos separados que não foram projetados para funcionar juntos e carecem de integração.

Os administradores lutam para gerenciar esses vários produtos. Cada produto é um silo de dados separado com seu armazenamento e infraestrutura caros específicos do fornecedor.

Eles lutam com ferramentas de gerenciamento inconsistentes, opções de backup limitadas, recuperação complicada e incapacidade de acessar ou usar dados em produtos. Essa abordagem desarticulada resulta em maiores custos de infraestrutura, gerenciamento e operação.

A solução Commvault Complete Backup and Recovery é uma plataforma unificada para proteção de dados e gerenciamento de cargas de trabalho locais e na nuvem. Os principais recursos incluem cópia segura de dados, instantâneos, replicação, arquivamento, migração e proteção em nuvem, índice e pesquisa de conteúdo, recuperação de desastres e relatórios.

Esses recursos são integrados a uma plataforma de dados com uma única base de código e, portanto, proporcionando eficiência em custos e gerenciamento gerais. A arquitetura do Commvault Complete Backup and Recovery compreende componentes principais que você pode aumentar ou expandir para atender às suas necessidades de eficiência e desempenho.

Ao contrário dos produtos pontuais, Commvault Complete Data Protection é uma solução integrada. Os dados protegidos são armazenados em um único repositório de dados virtual, o que elimina os silos de dados separados que vêm com os produtos tradicionais de instantâneo, backup, duplicação, arquivamento e relatórios.

Como resultado, apenas a Commvault oferece uma solução abrangente de proteção de dados que fornece uma visão completa dos dados da sua empresa, não importa onde eles residam.

A Commvault também tem abrangência e profundidade de cobertura únicas em sistemas de armazenamento, mecanismos de instantâneo, sistemas operacionais, bancos de dados, aplicativos corporativos, hipervisores e plataformas em nuvem, para que os usuários nunca fiquem presos a uma tecnologia cara ou proprietária de um fornecedor específico.

A solução Commvault Complete Data Protection protege rapidamente os dados em toda a empresa – incluindo servidores virtuais e físicos, nuvem, plataformas híbridas e de armazenamento, centros de dados, escritórios remotos e dispositivos móveis. As opções flexíveis de proteção de dados incluem gerenciamento de instantâneos Commvault, backup desduplicado, replicação e arquivamento.

Em todos os casos, recupere os dados rapidamente em uma única etapa. Além disso, o software Commvault permite que as organizações:

  • Gerencie e arquive ativamente os dados nas camadas de armazenamento para reduzir custos e melhorar o desempenho
  • Acesse os dados imediatamente sem esperar por uma recuperação completa
  • Use facilmente os dados em suporte de eDiscovery, conformidade regulamentar e outros objetivos

O software Commvault é uma abordagem para resolver problemas de dados complexos de uma maneira abrangente, mas direta. Uma plataforma que permite implementar uma estratégia de proteção de dados que simplifica as operações de TI, mantém o orçamento sob controle e atende às demandas de negócios, agora e no futuro – permitindo que você tenha tudo.

Sobre a StorageOne

Somos uma integradora de soluções em tecnologia de infraestrutura de TI, com mais de 20 anos de experiência atendendo grandes clientes em vários segmentos, como finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

Nosso foco é customizar soluções de acordo com a necessidade de cada cliente, principalmente sob três perspectivas: segurança, desempenho e compliance. Assim, trabalhamos para que os dados armazenados pela sua empresa estejam disponíveis e seguros, em total conformidade com as leis.

Nossas soluções gerenciam seus dados e garantem a escalabilidade de sua infraestrutura para você se preocupar apenas com sua estratégia de crescimento.

Fale com nossos especialistas

Consultoria em TI: A importância de um projeto sob medida para sua empresa

A sua empresa pode ter foco em tecnologia, ou ser de uma vertical completamente diferente. Mas isso não significa que o TI ficará de fora da área estratégica.

Na era digital as empresas estão cada vez mais dependentes da Tecnologia da Informação para a execução de suas operações e para ganhar agilidade e competitividade no mercado em que atuam.

Como consequência desse movimento, as empresas precisam lidar com novos desafios, que acabam desencadeando todo um processo de transformação digital em seus processos tradicionais e a consequente necessidade de adaptação de seus executivos e colaboradores à essa nova realidade.

Um dos principais fatores que torna difícil essa jornada para a transformação digital é o comprometimento das equipes operacionais e de TI com as operações e soluções de problemas do dia a dia. Sobra muito pouco tempo para avaliar novas tecnologias e definir quais são as mais adequadas, operacionalmente e financeiramente, ao contexto da empresa e ao do mercado em que atuam.

Esse cenário tem feito com que as empresas busquem parcerias com Consultorias de TI, utilizando sua experiência de mercado e expertise para definir as soluções que melhor atendam ao seu contexto, através do trabalho em conjunto com os times internos, que possuem a experiência operacional da empresa.

Os principais resultados decorrentes de uma parceria como essa são:

O que faz uma consultoria de TI?

Através de um trabalho personalizado e sob demanda, a consultoria de TI ajuda clientes a prevenir e resolver problemas e automatizar processos na área. Com diferentes campos de atuação, desde rede básica até soluções gerenciadas, os consultores avaliam as necessidades, recursos e objetivos atuais.

Um plano então será traçado, junto com gestores, colaboradores e outros stakeholders. Recomendações e sugestões serão realizadas na sequência, definindo as melhores alternativas de equipamentos, softwares de acordo com o diagnóstico do cenário atual da empresa.

Algumas consultorias ainda oferecem serviços específicos de acordo com as especialidades que possuem, como serviços na nuvem, operações de rede, soluções de TI gerenciadas, cibersegurança e compliance e gestão de desastres.

De modo geral, a consultoria irá aconselhar e ajudar a empresa a implementar os planos de ação. Inclusive, podendo ser referente apenas a um projeto específico ou à companhia inteira, ela difere do trabalho de outsourcing ao não apenas delegar um processo, mas adquirir uma visão holística das necessidades da empresa.

Então, se você sente que o departamento de TI da sua empresa não está conseguindo demonstrar a entrega dos resultados esperados ou acha difícil identificar os benefícios que a era da tecnologia traz para o negócio, peça ajuda.

Por que contratar uma consultoria de TI?

Com tantas novidades e evoluções acontecendo no meio digital, é fácil se perder entre as tantas opções disponíveis no mercado. O papel do gestor de TI, altamente requisitado, pode não conseguir conduzir as atividades da companhia e pensar em melhorias e inovação simultaneamente.

Diante disso, a consultoria de TI pode ser um ótimo parceiro para levar estratégias e otimizações sem aumentar a carga de trabalho da equipe atual. Os benefícios são muitos e os principais consistem em:

Reduzir custos de infraestrutura

A identificação e comparação entre necessidades e recursos atuais atua na redução de custos, identificando quais gastos excessivos, desnecessários e/ou redundantes acontecem atualmente. Ao permitir que os colaboradores façam mais, de forma eficiente e produtiva, os custos também diminuem de forma operacional.

Além destes, os gastos de contratação in-house, para montar uma equipe de TI (ou adicionar novos colaboradores ao time existente) são minimizados. O ônus da procura de profissionais especializados, contratação, máquinas novas, férias e outros não acontecem nesse cenário.

Garantir a segurança e compliance       

Seja na contratação de uma consultoria especializada em cibersegurança ou não, ao monitorar os ambientes são encontradas brechas e vulnerabilidades que colocam o negócio em risco. Com a análise de problemas atuais, o trabalho de mitigar riscos e prevenção fica mais fácil, podendo oferecer soluções que protejam as informações e dados da empresa.

Implementar melhores práticas de gestão

As consultorias, pelo menos as de excelência, baseiam suas orientações e modos de trabalho de acordo com as melhores práticas mundiais e do mercado. Padrões e frameworks como  PMBOK®, BPM CBOK®, ITIL® e COBIT® são utilizados. Isso garante consistência e adaptabilidade para que a sua empresa tenha acesso ao que há de melhor e mais moderno.

Tornar o TI estratégico

O conhecimento especializado que a consultoria agrega ao negócio, quando em conjunto com o atendimento personalizado, auxilia na transformação da TI em uma área estratégica. A substituição da perspectiva acontece ao desconstruir a visão equivocada que a tecnologia da informação é apenas um centro de custos, e que no máximo, presta suporte à outras áreas.

Com a otimização de recursos tecnológicos, projetos de melhoria, atualização e inovação, o TI agrega valor para a companhia. Tecnologias como nuvem, inteligência artificial e Big Data podem ser integradas e implementadas de acordo com as necessidades da empresa, se adequando a ela e não o contrário.

A vantagem competitiva acontece quando a inovação é proveniente de um bom planejamento, integrando sistemas e aplicações, antes que a concorrência atue.

Como escolher uma consultoria de TI no mercado?

Agora que você conhece e entende como uma consultoria pode beneficiar a sua empresa, chegou o momento de escolher um fornecedor.  

Nesse contexto, alguns quesitos precisam ser levados em consideração. Lembre-se que preço não deverá ser uma prioridade, mas sim o valor que aquele parceiro oferecerá, como o investimento que deve ser.

Na análise de custo-benefício, a consultoria deve ter grande experiência e longo prazo de mercado, com ótima reputação e recomendações. O currículo dos colaboradores e consultores também deve ser levado em consideração, principalmente as certificações e experiências em projetos de verticais semelhantes às suas, e se a equipe é de fato multidisciplinar.

A consultoria deverá atuar conforme as necessidades de cada cliente e não propor uma única solução padrão, tendo o sucesso do projeto como foco.

Conheça a StorageOne

Um projeto bem-sucedido começa na escolha da consultoria. A StorageOne tem mais de 20 anos, integrando soluções de infraestrutura e tecnologia para grandes clientes. Nossos especialistas atuam sob três perspectivas: desempenho, segurança e compliance, de acordo com as necessidades de cada cliente.

Para garantir que o seu negócio conte com escalabilidade, inovação e melhores práticas, agende uma reunião conosco e descubra como um parceiro de TI pode transformar o seu negócio!

Continuous Data Protection (CDP): entenda a importância desse método para o disaster recovery

Imagine que você está manipulando um arquivo e seu computador trava, fazendo com que você perca tudo o que tem. É uma grande dor de cabeça, certo? Agora, imagine que isso aconteça com todos os dados da sua empresa. Bom, já dá para imaginar o tamanho do problema.

Para evitar perder seus documentos, as empresas investem em cópias de segurança. Mas apenas o backup simples pode não ser a melhor solução, já que o salvamento é realizado em horários pré-determinados para não sobrecarregar a rede.

É aí que entra a importância do Continuous Data Protection, que conheceremos nos tópicos a seguir. Eficiente, versátil e mais seguro, o CPD é praticamente indispensável para qualquer empresa. Confira!

Qual a diferença entre o CDP e outros formatos de backup?

Para entender os diferenciais do CDP, o primeiro passo que você deve dar é compará-lo aos backups tradicionais. E, nesse sentido, podemos listar duas grandes vantagens.

Intervalos curtos

Os backups tradicionais precisam de horários pré-determinados para serem realizados. E, normalmente, eles acontecem de madrugada, quando não há profissionais utilizando a rede. Isso porque a migração para o servidor local ou para a nuvem sobrecarrega o sistema, gerando lentidão.

Com o CDP, esse salvamento é contínuo. Ou seja, ele salva os arquivos automaticamente a cada edição. Isso não sobrecarrega a rede e, principalmente, mantém todas as informações salvas de maneira mais segura.

Proteção avançada

E por falar em segurança, o CDP também leva vantagem nesse quesito. Em geral, os sistemas comuns de backups criam espelhos para salvar uma versão de cada arquivo.

Com o CDP é diferente. A cada edição é criado um versionamento do arquivo. Isso é muito importante para casos de invasão à rede. Na prática, se ocorrer o sequestro dos dados, não será necessário ceder ao pedido de resgate, pois com o Continuous Data Protection é possível voltar no ponto exato antes que o ataque tenha sido realizado.

De fato, as vantagens em segurança são muitas. Confira um resumo das principais:

  • cada detalhe modificado no arquivo é salvo. Isso cria diversos versionamentos sobre o arquivo, permitindo recuperá-lo a qualquer tempo após editado;
  • permite o backup de arquivos, pastas, dados de aplicativos, bancos de dados e outros;
  • exige bem menos espaço em disco em comparação aos backups comuns, cerca de 15%;
  • permite diversas cópias em dispositivos de armazenamento externo;
  • não afeta o desempenho do sistema, pois não há uma carga grande de backup no mesmo momento.

Qual o papel do CDP na recuperação de desastres?

O CDP atua de maneira mais eficiente caso sua empresa passe por situações de desastres, como curtos-circuitos, incêndios ou enchentes, assim como ocorre com ciberataques, também será possível acessar os versionamentos anteriores ao fato, recuperando facilmente os arquivos.

Essa recuperação ocorre porque os backups definidos por essa metodologia são armazenados múltiplas vezes em um local fora da empresa (off-site), criando um nível altíssimo de proteção aos dados.

Se a sua empresa gera uma grande quantidade de informações a cada minuto, essa solução é imprescindível para a segurança do próprio negócio.

E quais as desvantagens do CDP?

Como o espaço em disco é economizado, o ideal é investir em dispositivos físicos que sejam mais rápidos para dar a eficiência necessária ao sistema. E como os backups são contínuos, a taxa de troca de dados também é maior. Para não correr riscos com erros, o ideal é combinar o CDP com backups tradicionais.

Afinal, o CDP pode substituir os backups tradicionais?

Sim. Pode e de maneira mais eficaz e segura. Mas é importante entender as limitações de cada um.

A segurança de qualquer tipo de backup está, principalmente, na localização dos dados. Se o backup for realizado em um domínio igual ao site de sua empresa, o nível de segurança dos dados poderá ser vulnerável.

Caso ocorra um desastre e o armazenamento externo for dentro da sua própria empresa, haverá um grande risco de perdê-los.

O ideal para qualquer tipo de backup é seguir a regra de 3 para 1: armazenar os dados em três locais diferentes, sendo dois locais de armazenamento e uma cópia física distante do local. Assim, se uma das cópias for danificada, ainda haverá as outras para o acesso aos arquivos.

Como a StorageOne pode auxiliar seu plano de recuperação de desastres?

Quando falamos em gestão de informações, podemos reforçar que qualquer empresa precisa ter alto nível de segurança para o armazenamento de seus dados. Caso contrário, todos os negócios podem ser colocados em risco.

E, nesse sentido, um parceiro especializado é indispensável. Afinal, é muito importante criar a estrutura correta para que todos os backups estejam seguramente armazenados e rapidamente acessíveis.

É dessa maneira que a StorageOne atua para auxiliar sua empresa a estruturar corretamente o CDP. Com 20 anos de atuação no mercado, a StorageOne auxilia empresas de diversos segmentos, como governo, educação, finanças, serviços e varejo.

Oferecendo customização para as necessidades de sua empresa, a StorageOne garante o armazenamento seguro dos dados, com o máximo de desempenho e compliance, seguindo todas as diretrizes da LGPD.

Converse com os analistas da StorageOne agora mesmo e veja como elevar o nível de proteção às informações críticas de sua empresa com o CDP!

O que é Plano de Continuidade Operacional e qual a importância para seu negócio?

Desastres não marcam dia ou horário para acontecerem. E caso a sua empresa não esteja preparada, a organização inteira irá sofrer com a paralisação e os potenciais prejuízos que isso causa.

O efeito dominó, onde um pequeno revés inicia uma cadeia de efeitos, leva algumas companhias diretamente para o caminho da falência. E por mais que gestores e funcionários possam planejar, fazer cronograma, planilhas ou reuniões, um imprevisto, desastre ou tragédia podem mudar a ordem das coisas – alguém poderia prever a pandemia?

Mas é justamente por isso que existe o PCO, ou Plano de Continuidade Operacional, e neste texto apresentaremos o que é, porque é importante que sua empresa monte um e vamos mostrar as etapas para que isso ocorra.

A composição de um Plano de Continuidade Operacional

O PCO, ou Plano de Continuidade Operacional, é todo e qualquer procedimento que a sua empresa terá que seguir após algum acidente, ocorrência, emergência ou algum desastre. Seja ele físico, natural ou humano, para assim, continuar as suas atividades da forma mais íntegra e segura possível.

É importante que a sua empresa adote um PCO, independentemente de ter ocorrido um desastre ou não. É como cuidar da saúde, onde mesmo em casos de falta de recursos ou de prioridades, não relegar os cuidados apenas em momentos de emergências.

Um grande desafio no mundo empresarial é conscientizar as empresas para que adotem esse plano, para que enxerguem a importância de tudo isso e, principalmente, para que todos tenham ciência que um PCO não é um gasto, é investimento.

Também é importante salientar que esse plano não é uma ciência exata, que varia caso a caso e da gravidade de cada ocasião. Por exemplo, uma empresa que perdeu os servidores seria interessante investir em backups ou um conjunto de servidores. Já uma empresa que sofreu um incêndio na parte elétrica deveria focar os investimentos em um projeto de combate a incêndio ou em migrar os dados e servidores para outros locais, como a nuvem.

Por que sua empresa deve montar um PCO?

Falar da importância do Plano de Continuidade Operacional é chover no molhado. Toda e qualquer empresa deve estruturar um. Não importa se é micro, média ou uma multinacional, todas devem ter. Esperar acontecer um desastre é arriscado e pode comprometer desde o andamento de um projeto até a continuidade da empresa como um todo.

Mesmo que o seu negócio esteja fluindo bem, elabore um PCO ao menos para prevenção, pois se deixar para depois ou não cuidar da operação de sua empresa, pode ser tarde demais.

Com ataques cibernéticos evoluindo a cada dia, a segurança não deve focar apenas em deixar os invasores do lado de fora – ter o passo a passo de recuperação de dados, como blindar os sistemas e garantir que a empresa conseguirá manter seus compromissos e operações em um cenário improvável é essencial.

5 etapas para criar um Plano de Continuidade Operacional

Para criar um PCO, a companhia deve ter em mente que esse tipo de plano será único e exclusivo dela. Deve ser feito de maneira personalizada, entendendo quais os assets mais importantes, quais informações e operações são prioridade e quais estão em segundo plano.

Separamos abaixo os 4 passos iniciais, e uma 5ª dica: a saúde da segurança da sua empresa pode evitar gastar tempo e recursos ao contar com uma equipe de especialistas. Siga a leitura para entender o que cada etapa deverá se assemelhar:

1 – Organize uma boa equipe de Continuidade

Duas coisas são imprescindíveis nessa etapa: o trabalho em equipe deve acontecer e o gestor deve delegar tarefas para essa equipe. Obviamente, tudo isso depende do tamanho de distribuição do staff, mas de qualquer forma cada setor da empresa deve ter um representante, como um gerente ou coordenador.

Os líderes devem ser responsáveis por sua equipe, preparar os técnicos, as diretrizes dos projetos, identificar os problemas e colocar em prática o PCO o mais rápido possível;

2 – Administre um estudo dos efeitos nos negócios

Além de ter uma equipe boa e ter, pelo menos, um líder em cada setor, é fundamental compreender a gravidade da situação, o que deve ou não ser feito, quanto vai custar para a empresa e qual mão de obra deve ser considerada.

Se possível, documente tudo, ter a planta da empresa também ajuda muito e se for preciso, faça até um dossiê com checklist para que nada seja esquecido.

Essa administração e condução não deve ser desprezada pelo líder de cada setor. É complexa, requer muito estudo e trabalho, mas, sem isso, o Plano de Continuidade pode ir por água abaixo.

Evite pular etapas e respeite a ordem de cada uma delas. Embora exista a pressão para que as coisas voltem à normalidade o mais rápido possível, não seguir o planejamento pode ter um efeito pior ainda.

3 – Identifique os recursos atuais vs necessários

Com toda a equipe já organizada, preparada, treinada e com tudo já planejado nos detalhes, é hora de colocar tudo em prática. Sua responsabilidade como gestor de uma empresa e equipe é enorme. Tenha tudo documentado e tente não deixar nada na informalidade. Chame o advogado se for preciso, pois um descuido pode ser fatal – literalmente.

Também preste atenção nas ditas lacunas (os recursos que você possui x os recursos que sua empresa precisa). Ter em mãos a planta baixa da empresa, conhecer a geografia do local é essencial para qualquer líder que precisa ter o respeito da equipe e do mercado.

4 – Faça testes em tudo

Não se iluda: por mais que você tenha estudado, planejado e colocado em prática, o resultado do PCO dificilmente estará 100% finalizado mesmo após o plano ser executado, pois ainda será preciso checar, verificar e analisar todos os setores e o que for passível de falhas.

De modo geral, mesmo que o serviço esteja finalizado, sempre é preciso testar tudo, como uma simulação de incêndio, o uso de geradores, servidores etc. Por isso, não pense que o trabalho irá diminuir nesse momento: agora é a hora onde os alinhamentos serão mais presentes e necessários para que sua empresa continue.

No mundo dos negócios e em um cenário cada vez mais globalizado, nenhuma empresa se reergue sozinha. Os custos citados acima como mão de obra e materiais geralmente são caríssimos e o acompanhamento de uma empresa profissional é, como já citado, um investimento menor do que os prejuízos que a falha da continuidade pode causar.

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Se a sua empresa não conta com profissionais especializados, conte com um parceiro experiente nessa área. É através de uma consultoria personalizada que problemas podem ser levantados na sua estratégia. Identificar riscos, vulnerabilidades e fraquezas na segurança é mais fácil quando se tem conhecimento do que procurar.

Ter um apoio também envolve reduzir os riscos e realizar ações de prevenção para mitigar possíveis vulnerabilidades, tornando o seu ambiente mais seguro. Equipes que ficam à disposição e um suporte forte podem salvar os dados, informações e equipamentos da sua empresa.

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Como elaborar e executar um Plano de Recuperação de Desastres (PRD)?

Com a alta competitividade do mundo corporativo, e a rapidez que a tecnologia evolui, é preciso se manter atento às ameaças. Qualquer descuido nas máquinas e equipamentos de uma empresa pode ser fatal para um negócio.

Hoje, muitos já conhecem bem a importância dos backups, de um servidor potente e do trabalho de prevenção, como uma obra de combate a incêndio, por exemplo. Mas e se o pior cenário ocorrer e a empresa se ver vítima de um desastre?

As companhias não podem parar suas operações, caso contrário sofreriam enormes prejuízos, por prejudicar processos em andamento enquanto gastam tempo e recursos na recuperação. Ciente disso, criamos este artigo para fornecer conhecimento acerca dos desastres que possam ocorrer e como se adiantar nesses cenários.

O que é um Plano de Recuperação de Desastres?

O PRD, ou Plano de Recuperação de Desastres, é um conjunto de ações, procedimentos e políticas que têm o intuito de recuperar a estrutura de uma empresa após um desastre. Assim seja ele provocado de forma natural ou causado por usuários mal-intencionados, o PDR também atua na prevenção desses problemas.

Na prática, são listadas ideias e estratégias para uma empresa voltar aos eixos. Para tal continuidade, devem ser considerados 3 fatores: informação, o espaço físico da empresa e as pessoas. Afinal, um não pode funcionar sem o outro.

Importante frisar que o PRD atua dentro do Plano de Continuidade de Negócios. Apesar de serem conceitos distintos, devem coexistir entre si, e as tomadas de decisões de uma empresa devem seguir as diretrizes impostas por ambos os planos.

O passo a passo do Plano de Recuperação de Desastres:

Não existe uma fórmula mágica e o plano de uma empresa deve ser criado de forma personalizada. Por isso, apresentamos aqui como você e sua empresa podem se programar para evitar que mais prejuízos ocorram em caso de desastres:

  • Tenha ciência de quais dados são imprescindíveis para que sua empresa possa permanecer em operação e evitar um prejuízo maior;
  • Além dos dados, a localização é importante. Defina um “backup” de local físico (ou política de homeoffice) a fim de que as operações possam voltar sem comprometer o rendimento;
  • A comunicação é imprescindível em qualquer área, em qualquer ramo, ainda mais em situações emergenciais. Mantenha-se em contato com seus colaboradores e deixe todos à par da situação.

Dividimos abaixo os 5 passos principais para serem definidos com antecedência. Dessa forma, ao ter um plano estruturado, sua equipe não perderá tempo ponderando quais serão as etapas a serem propostas.

1 – Identifique o que está em estado crítico

É necessário identificar o que está em estado crítico e até que ponto a interrupção pode afetar o andamento da empresa. Cada caso é um caso, e o mais importante é possuir sensibilidade e inteligência para lidar com funcionários, clientes em casos de emergência.

Diferencie também quais informações poderão ser divididas entre os stakeholders nesses cenários, quais operações podem ser pausadas e quais podem ser postergadas sem interferir nos resultados da companhia.

2 – Avalie os ambientes críticos

Além dos setores principais, como financeiro e atendimento ao cliente, a avaliação de todos os ambientes deverá ser realizada. Isso auxiliará na definição de prioridades na tomada de decisões. Lembre-se de incluir sistemas de segurança (físicos e digitais) para prevenir que outras ameaças não se aproveitem de um momento vulnerável.

3 – Monte uma estratégia de comunicação

Garanta que a comunicação siga fluindo, para que o recomeço do negócio e a reparação possam ser mais efetivas. É através da articulação da liderança, com uma comunicação estratégica entre clientes e colaboradores, que previne os dados à credibilidade e imagem da empresa.

4 – Recupere dados e backups

Caso a sua empresa já possua uma política de segurança que inclui backups recorrentes, de acordo com as métricas de RTO e RPO, esse será o momento de aplicar a recuperação de dados. De acordo com as prioridades estabelecidas previamente, delegue funções à equipe e preste suporte ao departamento de TI para seguir todas as etapas de forma efetiva.

5 – Realize testes de conferência

Uma vez que dados e equipamentos sejam recuperados, que a comunicação esteja clara e que o Plano de Recuperação de Desastres tenha sido colocado em prática, o próximo passo será de conferência.

Verifique o estado e status de colaboradores, equipamentos e ferramentas antes de considerar que o plano está concluído. Essa etapa permitirá retornar às atividades com todas as medidas de segurança verificadas.

Conte com um parceiro especializado em segurança:

Apesar de alguns desastres serem imprevisíveis, muito pode ser recuperado antes que prejuízos maiores ocorram. É importante se preparar o máximo possível, com medidas de acordo com cada cenário para prevenir que eles ocorram, e que caso ocorram, não interfiram na continuidade do negócio.

Saber os riscos, dificuldades e fraquezas no sistema pode ser mais prático com uma equipe experiente e preparada.  Ter especialistas ao seu lado também envolve reduzir os riscos e realizar ações de prevenção para reduzir possíveis vulnerabilidades, tornando o seu ambiente mais seguro e diminuindo custos. Um suporte forte e disponível 24/7 podem salvar os dados, informações e equipamentos da sua empresa de forma ágil e segura.

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Business Impact Analysis: Qual o impacto do tempo de inatividade no seu negócio?

Manter as operações em pleno funcionamento, bem como assegurar sua rápida recuperação em caso de incidentes, é uma das principais tarefas dos gestores.

Entretanto, para atingir esse objetivo, é preciso utilizar métodos como a Gestão de Continuidade de Negócio (GCN) – um conjunto de medidas que visam garantir o pleno funcionamento de processos críticos, mesmo que ocorram eventos súbitos ou de grande escala. Já para manter esse plano eficiente, é preciso dispor de um diagnóstico por meio da Business Impact Analysis (BIA).

Além disso, a empresa deve contar com uma matriz descritiva de ações efetivas com base nas diretrizes contidas na norma ISO 22301. Para ficar mais claro, esses são os pilares que mantêm uma organização em funcionamento mesmo quando há instabilidade e falhas em alguns pontos.

Cientes disso, com a finalidade de explicar o conceito e como aplicá-lo no dia a dia de um negócio desenvolvemos este artigo. Acompanhe e saiba mais sobre o assunto.

Entenda o Business Impact Analysis (BIA)

O Business Impact Analysis (BIA), que traduzido significa Análise de Impacto aos Negócios, nada mais é do que um relatório executivo que traz uma lista dos processos mais impactantes de uma empresa. Ou seja, aquelas ferramentas, como equipamentos, máquinas e áreas que, se não estiverem alinhados, podem causar prejuízos.

Ele parte do princípio de que qualquer organização está correndo riscos, tanto em relação às escolhas equivocadas pelos gestores quanto por eventos externos, como emergências ou acidentes.

Por isso, tem como função encontrar todas as vulnerabilidades e seus possíveis impactos, de modo a encontrar as formas mais eficientes para realizar as ações sem prejudicar o andamento dos processos.

O levantamento de tais informações ocorre através de entrevistas que são realizadas com os responsáveis por cada um dos departamentos da organização. Com o BIA, além de reduzir os efeitos dos impactos, ainda é possível direcionar e quantificar os recursos necessários para resolver cada uma das interrupções que possam surgir.

Como aplicar a análise de impacto aos negócios?

Quando se trata da gestão de continuidade de negócios, vários fatores vêm à mente, principalmente relacionados às ferramentas de recuperação e gerenciamento de crise.

Contudo, a norma ISO 22301, a qual define essa gestão como “a capacidade da organização de continuar a entregar produtos e serviços, em um nível aceitável, previamente definido, após incidentes de interrupção”, é quem dita a matriz de ações efetivas a serem realizadas:

Desenvolvimento do projeto

A primeira etapa deve ser a definição do responsável pela coordenação do projeto. De modo geral, é quem deve elaborar os questionários e realizar as entrevistas com os gestores das áreas. Além disso, é fundamental comunicar toda a empresa de que este processo será realizado, já que todos os setores são envolvidos e precisam dispor de tempo para as respostas.

Criação de questionários

Não existe um único modelo para os questionários. Isso porque eles variam conforme a organização e a área a ser trabalhada.

No entanto, no momento de cria-los, o ponto de partida é a identificação dos impactos resultados das interrupções ao longo do tempo, das ferramentas necessárias para a recuperação e da existência ou não de planos de ação para situações imprevistas.

Realização de entrevistas

Após o desenvolvimento dos questionários, o próximo passo é a realização das entrevistas. Elas devem ser feitas diretamente com os responsáveis pelas atividades críticas, de modo a se obter dados precisos. Além disso, é importante orientar os entrevistados a sinalizarem o pior cenário de cada caso, de modo a preparar a empresa para agir em situações emergenciais.

Elaboração do relatório

O Business Impact Analysis pode ser definido como o produto final desse trabalho. Entre as informações que o relatório deve obrigatoriamente ter estão:

  • resumo dos processos mapeados;
  • indicação dos prazos de tolerância à interrupção;
  • análise dos impactos causados por possíveis interrupções;                
  • definição dos critérios de prioridade;
  • indicação dos responsáveis e substitutos;
  • indicações do RTO (Recovery Time Objective ou Objetivo do Tempo de Recuperação) e do RPO (Recovery Point Objective ou Objetivo do Ponto de Recuperação), quando aplicável.

Enquanto o primeiro compreende o período em que um processo é restabelecido após um incidente, o segundo diz respeito ao período máximo em que dados podem ser perdidos ou ficarem indisponíveis após uma interrupção.

Otimize a gestão de continuidade com a StorageOne

Assim como ocorre com outros processos corporativos de análise, o Business Impact Analysis também pode ser influenciado por visões internas dos gestores se executados pela própria empresa.

Além disso, por se tratar de uma atividade que envolve diversas tarefas, delegar o BIA para os colaboradores pode acabar causando acúmulo de atividades, bem como relatórios não tão completos.

Portanto, o indicado é que esse processo seja realizado por parceiros especializados, os quais são capazes de ter uma visão imparcial e crítica de cada uma das áreas, sem vícios causados pelo relacionamento diário com tudo que é o observado para o desenvolvimento do relatório.

A StorageOne pode ajudar as empresas a desenvolverem a gestão de continuidade com mais eficiência e qualidade. Somos uma integradora de soluções em tecnologia de infraestrutura de TI, com 20 anos de experiência atendendo grandes clientes em vários segmentos, como finanças, educação, indústrias, governo e varejo.

Nosso foco é customizar soluções de acordo com a necessidade de cada cliente, principalmente sob três perspectivas: segurança, desempenho e compliance. Assim, trabalhamos para que os dados armazenados pela sua empresa estejam disponíveis e seguros, em total conformidade com as novas leis de proteção de dados.

Esperamos que o nosso conteúdo tenha esclarecido o conceito para você. Sua empresa já realiza alguma ação nesse sentido? Tem alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato conosco

RTO e RPO: qual a importância dessas métricas para a continuidade dos seus processos?

A segurança da informação é uma área extremamente necessária nas empresas. Sendo os dados ativos tão valiosos, protegê-los é fundamental não apenas para que não caiam nas mãos de pessoas mal-intencionadas, como concorrentes ou hackers, mas para que não ocorram paralizações inesperadas.

Hoje, é impossível manter as operações ativas sem acesso aos dados financeiros ou de vendas, por exemplo. Felizmente, para analisar, controlar e medir a segurança do seu ambiente de TI, existem métricas que visam entender as margens seguras para o andamento da empresa.

O RTO e RPO são duas que podem ajudar a direcionar esforços para garantir a continuidade do negócio. Entenda mais sobre elas!

RTO e RPO: definições e diferenças

Essas métricas ajudam a guiar e estruturar o plano de Disaster Recovery, a fim de que haja economia de tempo e recursos em caso de processos de recuperação.

Na prática, os indicadores RTO e RPO são utilizados, principalmente, para a definição de cada medida a ser implementada na infraestrutura. Contudo, mesmo que cada um cumpra sua função, eles devem ser analisados em conjunto para um resultado mais efetivo.

RTO

O RTO, ou Recovery Time Objective (Objetivo do Tempo de Recuperação), é o indicativo do tempo máximo para que os sistemas voltem a operar após uma pane.

Esse cálculo deve levar em consideração as prioridades da empresa e elencar a importância de cada elemento, como sistemas, softwares e hardwares. O tempo necessário para realizar e restaurar backups, download de dados, reinstalações e atualizações também deve ser considerado dentro do RTO.

RPO

Se o RTO indica o tempo, o RPO, ou Recovery Point Objective (Ponto Objetivo de Recuperação), vai ditar a quantidade de dados que podem ser recuperados após um desastre ou pane.

Recursos e arquivos devem ser dimensionados por meio dessa métrica, principalmente definindo quais são as informações mais importantes. De modo geral, esse método de controle ajuda a calcular o limite de dados que poderia ser perdido sem afetar a continuidade da empresa.

Importante notar também que o RPO é cíclico e tem relação direta com a frequência com que são feitas cópias de segurança. Ou seja, caso a empresa realize um backup por dia, o RPO será de 24 horas.

Qual o papel dessas métricas na continuidade das operações?

As duas métricas citadas acima são de extrema importância para garantir a continuidade das operações. Portanto, elas devem coexistir para que a empresa possa criar diretrizes de acordo com o seu cenário e suas prioridades, estabelecendo uma base sólida.

Quando analisadas em conjunto, elas vão nortear o planejamento das políticas de segurança, identificando os possíveis danos em cada cenário, bem como definir o tempo e os recursos necessários para resolver os problemas em questão.

Em teoria, toda empresa trabalha para diminuir as chances de panes e paralisações. Por outro lado, gestores de TI também devem ter como meta minimizar qualquer dano sofrido, já que nem sempre é possível garantir 100% de segurança.

O RTO e RPO, nesse sentido, são dois índices valiosos para a definição do plano de Disaster Recovery, pois indicam o tempo necessário para a recuperação e quais são as informações prioritárias, respectivamente.

Ataques e perdas de informação naturalmente trazem algum nível de prejuízo, mas com conhecimento desses índices é possível contornar as consequências, amenizando os efeitos da paralização. Isto é, com as aplicações e operações mais críticas em funcionamento, o impacto é minimizado em casos de desastres, possibilitando que as equipes de tecnologia foquem na recuperação enquanto a empresa opera parcialmente.

Conte com um parceiro especializado

A sua empresa não pode ficar parada, refém do tempo e das ameaças. Um planejamento eficaz previne perdas e mitiga os riscos, sendo a base de uma política de segurança clara e transparente.

Diante disso, é preciso analisar dados, como o RTO e o RPO, para diminuir os impactos de um desastre.  Já, com a finalidade de coletar e gerar insights a partir dessas informações, conte com uma equipe de especialistas. Um parceiro de segurança pode trazer muito mais agilidade ao retorno operacional.

A StorageOne tem mais de 20 anos de experiência, ajudando empresas de todos os portes a aumentarem a sua segurança e compliance, enquanto diminui os riscos e custos do setor de TI. Não perca tempo, marque uma reunião com um especialista!